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Peixes: saiba como escolher qual o melhor tipo para o seu cardápio

Assim como as carnes vermelhas se diferenciam uma das outras, tanto em qualidade nutricional quanto em sabor, também existem diversos tipos de peixes, cada qual com sua característica. Por ser um alimento saudável e recomendado na rotina alimentar de pessoas de todas as idades, é importante reconhecer as propriedades de cada espécie antes de escolher a melhor opção.

Peixes são ricos em proteínas de fácil digestão, possuem grande quantidade de minerais, como sódio, potássio, ferro, magnésio e cálcio, e são fontes de vitaminas do complexo B. Seu consumo regular age no controle da pressão arterial, colabora com a coagulação do sangue e auxilia na proteção da pele dos raios UV.

O ômega 3, apesar de associado ao consumo de peixes, não é encontrado em todas as espécies. A presença do ácido graxo essencial é característica de peixes de águas profundas, sejam estas doces ou salgadas. Atum, arenque, bacalhau, sardinha e salmão são bons exemplos de espécies ricas no nutriente. "O ômega 3 age no combate a inflamações, no desenvolvimento cerebral e na regeneração das células nervosas, colaborando no tratamento de depressão, ansiedade e insônia", afirma Rosangela Monteiro, nutricionista da Marcomar.

Informações nutricionais:

Salmão: Este peixe tem sabor único. Costuma ser consumido assado ou grelhado, além de ser usado cru na culinária japonesa. O produto é o carro-chefe da Marcomar e está presente em diversas linhas do portfólio da empresa. Valores em 100 gramas: 170 calorias, 24g de proteína e 6g de gordura.

Robalo: Considerado um iguaria fora do Brasil, o peixe de coloração clara comercializado pela Marcomar é criado no País. Valores em 100 gramas: 72 calorias, 18g de proteína e 8g de gordura.

Merluza: Importada da Argentina, esta espécie tem sabor semelhante ao bacalhau, sendo muito usada em receitas tradicionais. Valores em 100 gramas: 90 calorias, 19g de proteína e 1,2 de gordura.

Pescada amarela: Proveniente do Brasil, este peixe tem baixo valor calórico e de gordura, por isso é ideal para dietas de redução de peso. Valores em 100 gramas: 80 calorias, 17g de proteína e 1,3g de gordura.

Sobre a Marcomar

A Marcomar é uma das principais importadoras e distribuidoras de pescados do país, que há 10 anos se dedica ao fornecimento confiável de peixes e frutos do mar, nacionais e importados. Possui uma carteira com mais de dois mil clientes ativos, entre hotéis, restaurantes, redes de fast food, supermercados e empresas, e responde por 20% do mercado brasileiro de salmão, entre outros itens, comercializando anualmente cerca de sete mil toneladas de peixes e frutos do mar frescos e congelados.


E
xemplo dos pais é fundamental na boa alimentação infantil Nutricionista dá dicas de como inserir alimentos saudáveis na dieta da criança

“Meu filho não come!”. Essa é uma das principais queixas dos pais de crianças em idade pré-escolar (entre 1 e 6 anos). Em alguns casos o assunto requer preocupação e investigação para saber se há um problema mais sério. Mas, na maioria das vezes, de acordo com a professora do curso de Nutrição da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), Thelma Fernandes Feltrin Rodrigues, a questão está ligada aos hábitos alimentares da família. “Os filhos espelham os hábitos e os costumes dos pais, portanto, não dá para exigir que eles comam verduras e legumes se esses alimentos não fazem parte do cardápio da casa. Por não apreciarem determinadas hortaliças, alguns pais não compram, não preparam e não oferecem às crianças”, observa.

Profa. Thelma diz que a criança está experimentando novidades nessa fase de transição, passa a ter acesso às guloseimas propagandeadas pela mídia e começa a deixar de lado os hábitos saudáveis – ingestões de sopas e de sucos – de quando era bebê. “É muito importante sentar- se na mesa e comer junto com a criança os alimentos que ela rejeita. Vendo os outros integrantes da família comer, a criança voltará a experimentar”, explica.

Os pais devem explicar para os filhos, desde cedo, a importância de se ter uma dieta saudável e variada, dizendo (em linguagem apropriada) que os alimentos vão ajudá-los a crescerem fortes e com os cabelos e as unhas mais bonitos. Nos casos mais difíceis, a Profa. Thelma aconselha recorrer a um nutricionista, que pode ajudar dando dicas de preparo de pratos saborosos com os ingredientes que a criança recusa. O momento das refeições, segundo a especialista, deve ser agradável e prazeroso, devendo-se evitar o desvio da atenção da criança com televisão ou brinquedos.

O que não pode faltar?

Todos os nutrientes, como as vitaminas, os minerais, as proteínas, as gorduras e os carboidratos, são essenciais para o bom desenvolvimento neuropsicomotor e o crescimento adequado dos filhos, por isso, é tão importante uma alimentação contrabalançada e variada. “São durante os primeiros anos de vida que a criança forma hábitos alimentares, portanto, uma alimentação saudável e equilibrada, incentivada precocemente, trará reflexos positivos em sua saúde. As mães não podem se esquecer de oferecerem diariamente aos seus filhos cereais, grãos, frutas, laticínios, carnes, legumes e verduras. Além disso, a oferta de água é fundamental ao bom funcionamento do organismo infantil”, enumera a nutricionista.

A alimentação saudável, segundo a Profa. Thelma, deve ser priorizada desde os primeiros meses de vida da criança, logo após o período de aleitamento materno exclusivo, que deve durar até o sexto mês de vida. Aos poucos, após essa fase, o pediatra deve orientar a introdução de novos alimentos, como sucos naturais e papas de frutas frescas, de legumes, de tubérculos e de carnes.

De acordo com a nutricionista, chocolates, guloseimas e fast foods devem ser limitados. Não é preciso proibir, mas a criança precisa saber que esses produtos não podem ser consumidos todos os dias. Profa. Thelma alerta ainda para que os pais não utilizem as guloseimas como recompensas, pois oferecer balas, pirulitos e chocolates quando o filho come toda a refeição é um erro. “Esses alimentos são altamente calóricos e contribuem muito para o surgimento da obesidade na infância”, esclarece.

O chá branco é ainda mais poderoso que o chá verde

Rico em elementos essenciais para o bom funcionamento do organismo, o chá branco é ainda mais eficiente que o chá verde. Seu consumo frequente é uma arma eficaz para eliminar a gordura corporal, pois acelera o metabolismo.

Com o nome botânico Camelia Sinensis, o chá branco possui grande quantidade de substâncias antioxidantes, tem alta concentração de polifenois, bioflavonóides e catequinas. Contém também ácido fólico, potássio, manganês e vitamina C, K, B1 e B2.

O chá branco pode ser menos processado que o chá verde. Sem passar pelo processo de oxidação, suas propriedades ficam mais concentradas e isso acelera mais os benefícios como a queima de gordura do corpo.

Também é aliado para retardar o envelhecimento, pois tem um ativo importante, o tanino, responsável por baixar o colesterol ruim, que bloqueia as artérias, evitando os problemas como infarto.

Pesquisas feitas pelo Instituto Linus Pauling da Califónia comprovaram a eficiência do chá em inibir a mutações genéticas, que podem originar o câncer. Isto se deve aos bioflavonóides e catequinas.

Para obter bons resultados, deve-se consumir pelo menos duas vezes ao dia.

Vantagens do Chá Branco:

- Anti-cancerígeno
- Diurético.
- Ação vasodilatadora.
- Diminuição das taxas do LDL (colesterol ruim)
- Antioxidante.

Por: Dra. Sylvana Braga é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra (www.sylvanabraga.com.br)

ESPECIALISTA ORIENTA SOBRE OS MALEFÍCIOS E BENEFÍCIOS DO CHOCOLATE

O Chocolate é um produto de sabor muito agradável, rico em gordura, carboidratos e muitas calorias. Com a aproximação da Páscoa é natural o aumento do seu consumo, principalmente pela enorme variedade que enchem os olhos. Um vilão para quem deseja emagrecer e um amigo para agilizar o raciocínio, melhorar o humor, combater o estresse, ansiedade, hipertensão e depressão, além de ser afrodisíaco. Quem faz as observações é a nutricionista Sheila Silva Castro, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, esclarecendo que o chocolate é um alimento benéfico à saúde, porém, principalmente nesta época deve-se ficar atento ao consumo para não exagerar.

O chocolate é produzido a partir do cacau, é composto de massa de cacau, sacarose, manteiga de cacau e outros ingredientes adicionais. Contém gordura, carboidratos, cálcio, ferro, potássio, cobre, manganês, magnésio, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12, cafeína, feniletiamina e teobromina, que agilizam e estimulam o raciocínio.

Os ansiosos, apaixonados e tensos sempre encontram alívio em uma barra de chocolate, que tem a capacidade de elevar os níveis de serotonina e endorfina causando sensação de bem estar, além de promover a disposição, evitar o mau-humor e a depressão.

O chocolate também possui flavonóides - antioxidantes - que impedem que o colesterol (LDL) se acumule nas artérias e combatem os radicais livres que provocam o envelhecimento precoce.
Existem pessoas que possuem sensibilidade aos componentes do chocolate. Esta sensibilidade pode se manifestar na forma de eczemas, insônia e enxaquecas, além de diarréia provocada pelo alto teor de gordura e açúcar. Para os que apresentam estes sintomas a solução é limitar o consumo ou eliminá-lo da dieta.
Os portadores de doença celíaca - intolerância permanente ao glúten - devem redobrar a atenção aos rótulos, pois muitos chocolates podem conter adição de cereais e consequentemente de glúten. O alerta também é válido para quem possui intolerância à lactose - açúcar do leite - uma boa opção para ambos os casos são os chocolates feitos à base de pó de soja. Já os diabéticos não devem abusar do chocolate dietético, pois são ricos em gorduras e calorias.
Segundo a nutricionista os pais devem ficar atentos com as crianças, já que elas são as mais presenteadas na época da Páscoa. "O consumo exagerado pode gerar complicações com a saúde, como alergias, diarréias, dores de cabeça, ganho de peso, além de agitação devido à presença de cafeína. O ideal é ingerir quantidades pequenas ao longo dos dias, para não haver alteração no apetite, pois as crianças precisam de outros alimentos e não devem deixar de fazer as principais refeições. Para os adultos a recomendação é a mesma, muita cautela", orienta a especialista.
"Hoje em dia o chocolate está presente em muitos alimentos, ocupando o segundo lugar no crescimento de consumo, perdendo apenas para a cafeína", explica Sheila.


Correspondência em 100g de chocolate
30g de chocolate = dois bombons (contém aproximadamente 170 Kcal)

170 Kcal podem ser aproximadamente comparados à:
4 laranjas pêra (uma = 43 Kcal)
2,5 pêras (cada 68,3 Kcal)
6 pêssegos médios (cada um tem 28,8 Kcal)
2 maçãs (uma tem 84,5 Kcal)
1 mamão papaya e ½ (cada metade tem 55,8 Kcal)
7 fatias de melão (cada fatia tem 25,2 Kcal)
35 morangos (cada tem 4,8 Kcal)
4 fatias médias de abacaxi ( cada tem 43,5 Kcal )
4,5 colheres de sopa de salada de frutas cheia (cada 38 gr = 37,62 Kcal)
3 picolés de limão (cada tem 55,68 Kcal)
1 copo de leite com achocolatado em pó (cada copo contém 165 Kcal)
4 colheres de sopa cheia de arroz cozido (cada contém 41 Kcal)
2 pães de queijo médios (86,8 Kcal cada)
1 peito de frango pequeno = 169,40 Kcal
3 colheres de sopa cheia de purê de batata ( cada 45g = 55,8 Kcal)
1 copo de leite de vaca (100 ml = 63 Kcal)


100 ANOS DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL - ESTUDO GASTRONÔMICO


O objetivo central do trabalho trata do assunto da diferenciação existente entre a culinária japonesa de hoje e a culinária tradicional, trazidas do país de origem. O tema foi inspirado na obra de Luís da Câmara Cascudo “A História da Alimentação no Brasil”, na qual relata algumas alterações na forma e no jeito de comer; nos ingredientes que se punham, na forma de alimentação do imigrante no novo país.

Os fatores que contribuíram para a alteração dos hábitos alimentares não só de japoneses imigrantes, mas dos imigrantes de uma maneira geral recém-chegados ao território nacional foram: o clima tropical e a desnecessidade da produção das comidas em conserva para garantir alimentos no inverno. Fatos são comprovados em algumas entrevistas realizadas por mim, nos quais um dos entrevistados relata a felicidade que teve quando descobriu a existência de alimentos e frutas em abundância no Brasil, ao contrário do Japão, um país recém-saído das guerras contra a Rússia, Coréia e China e vivenciando a II Guerra Mundial que destinava toda a sua verba para armamentos militares e não para a produção de alimentos. Assim como ele, outros relatam a maior facilidade de adaptação de seus pais, avós, ou deles mesmos aos novos hábitos de alimentação e a nova cultura e encaram essa transformação como forma natural da integração à nova sociedade.

Contudo nem todas as pessoas concordam com a necessidade de adaptação da cultura japonesa à cultura brasileira (opnião expressa por entrevistados não descendentes de japoneses). Talvez por eles não terem na família alguém que lhe trouxessem desde cedo o conhecimento desta cultura tão antiga e que futuramente eles venham a se tornar estudiosos, ou até curiosos, defendem a manutenção da cultura original. A introdução da cultura japonesa para os não descendentes de orientais se faz através de alguma prática de arte marcial, ou pelo gosto da culinária, ou mesmo o gosto por um segmento da cultura japonesa, (como animês, mangás e origami). Essas pessoas não orientais entrevistadas para este trabalho, demonstraram interesses mais no aspecto de manutenção da tradição na culinária japonesa que determinariam a freqüência dos japoneses e seus descendentes em tal ambiente .

100 anos de imigração japonesa

Estudo aborda tradição da culinária nipônica no Brasil

Compreender as mudanças ocorridas com a tradição da culinária japonesa após o desembarque dos imigrantes no Brasil foi a motivação que levou o Sérgio Hayashi, formado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), a desenvolver o estudo;Percepção sobre hábitos alimentares e tradição.

A pesquisa baseia-se no livro A história da alimentação no Brasil, de Luis Câmara Cascudo, e busca averiguar como ocorrem estas mudanças alimentares, uma vez que o Japão está entre as nações tidas como mais conservadoras. Hayashi, que é sansei (neto de japoneses), presta também uma homenagem aos seus antepassados por ocasião do centenário da imigração japonesa, comemorado em junho deste ano.

Segundo Câmara Cascudo, já em 1967, quando o livro foi escrito, as famílias brasileiras já haviam abandonado o hábito de reunir-se em torno da mesa para a oração diária antes de cada refeição. Nesta época, já era comum que cada pessoa comesse onde tivesse vontade e, lendo algumas dessas coisas, pesquisei os hábitos alimentares dos japoneses que vivem no Brasil para saber como ocorre este processo, explica o sociólogo.

Durante o estudo, foram entrevistados imigrantes e descendentes de japoneses, entre eles sanseis, nikkeys (termo dado pelos japoneses para designar aqueles que nasceram ou vivem em outros países), e nisseis (filhos de japoneses), que foram indagados acerca de seus costumes alimentares e das mudanças vivenciadas por eles neste sentido.

Ao desembarcarem no Brasil, em 1908, os japoneses que tinham costume de dormir por volta das 7 da noite precisaram adaptar seus horários em função do trabalho na lavoura e do funcionamento das escolas, e com isso, conseqüentemente, foram incorporando também os ingredientes típicos brasileiros ao seu paladar, o que ocorre, principalmente, em função do clima tropical.

O estudo, portanto, conclui que houve uma adequação por parte dos imigrantes japoneses na chegada ao país, que era necessária ao seu estabelecimento em terras brasileiras. Do mesmo modo, ao serem questionados sobre sua posição quanto à mistura de ingredientes típicos com o de outras culturas, a maioria dos entrevistados demonstrou não ser assim tão conservador, declarando não ser contra inovações como o uso de maionese ou de manga no sushi, por exemplo.

Outra informação bastante interessante diz respeito à alimentação dos japoneses desde o Japão. Costumamos acreditar que o sushi e o sashimi, por exemplo, são consumidos diariamente como o nosso arroz e feijão, porém, a comida que os japoneses consomem no dia-a-dia não é nenhuma novidade para nós: os principais são o arroz, o peixe e o lámen, aquele macarrão instantâneo, conhecido como miojo. Sushi e sashimi são para ocasiões especiais, pois a comida no Japão é muito cara, Hayashi.

FESPSP: 75 anos de tradição, pioneirismo e inovação

A Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) é uma pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, cujo fim é a manutenção de escolas voltadas ao ensino e à pesquisa em nível superior. Criada em 27 de abril de 1933, por iniciativa de pouco mais de uma centena de figuras eminentes da sociedade paulistana, dentre as quais se destacam os dirigentes das principais entidades de ensino de São Paulo. A FESPSP é orientada desde o início para o estudo da realidade brasileira e para a formação de quadros técnicos e dirigentes capazes de atuar no processo de modernização da sociedade. No ano de 1946, através do Decreto-Lei nº. 9.786, teve reconhecido pelo Governo Federal o seu curso de graduação, cujo conteúdo foi definido como currículo mínimo para o ensino de Sociologia e Política em todo o país.

Hoje, a FESPSP mantém a Escola de Sociologia e Política (ESP), a Faculdade de Biblioteconomia e Ciência da Informação (FaBCI), a Faculdade de Administração (FAD) e a Escola Pós-Graduada de Ciências Sociais (EPG). O seu corpo de pesquisadores e docentes se dedica ao ensino e à pesquisa acadêmica e aplicada, reunindo à atividade de produção do conhecimento a capacidade de intervenção, gestão e planejamento, que tem sido a marca de atuação da instituição nos projetos desenvolvidos para os setores público e privado ao longo dos anos.

Cuidados com a alimentação no inverno

Normalmente a chegada do inverno provoca uma radical mudança no apetite. Os pratos calóricos parecem exercer uma atração irresistível no organismo, até porque são fontes ricas de energia.

Fisiologicamente, aliás, o corpo necessita de uma demanda energética maior do que a normal, devido à baixa temperatura. É isso que desperta o desejo por alimentos mais gordurosos.

Segundo a nutricionista Gláucia Midori, pós-graduada pelo Ganep Nutrição Humana, é importante não cair em tentação e manter uma dieta saudável neste período. O ideal é preparar sobremesas à base de frutas como banana e maçã ao forno; pode-se adicionar canela nestas preparações para realçar o sabor sem aumentar o valor calórico. Outra boa opção são as sopas de legumes, além de saborosas e nutritivas.

É verdade que o inverno traz com ele pratos típicos, bem deliciosos. Um deles é o fondue, preparado à base de queijos - costumeiramente queijos Gruyère e Emmental, que vai à mesa acompanhado de pequenos pedaços de pão, batatas e cenouras. Você não precisa passar mal de desejo, basta equilíbrio e alguns truques:

“O fondue é muito calórico. Em sua composição há leite, queijo, noz moscada, alimentos ricos em gorduras. Neste caso é prudente não exagerar no consumo e, na medida do possível, substituir certos componentes, por exemplo, o leite integral por desnatado, o queijo amarelo pelo branco. Desta forma torna-se uma refeição mais leve e saudável”.

No inverno, outra tendência é a de consumir pouco líquido, no entanto, é preciso ao menos dois litros por dia. Não precisa ser apenas água, valem os sucos, chás, que têm valor calórico reduzido, são quentes e ajudam a hidratar, e café, entre outros.

Nas épocas de frio cerca de 80% das pessoas ganham um ou dois quilos. Para não fazer parte deste grupo é necessário disciplina.

“Se a pessoa não tem uma restrição alimentar e nenhum problema de saúde, não faz mal consumir estes tipos de alimentos, mas é preciso bom senso. Não pode exagerar nas refeições, também é fundamental gastar o consumido com atividades físicas”, orienta Gláucia Midori.

Dicas para manter a boa forma no inverno

- Evite Massas, são muito calóricas, principalmente quando preparadas com molhos brancos e outros ingredientes de alto teor de gordura. Dê preferência ao molho de tomate (ao sugo)

- Reduza o consumo de derivados de leite como creme de leite, queijos amarelos e manteiga.

- Chocolate, nozes, castanhas e avelãs são nutritivos, contém boa gordura, mas são muito calóricas. Tome cuidado.

- O indicado é, nas refeições principais, optar por legumes, verduras, carnes magras e peito de frango.

- Procure sempre manter o nível de consumo de líquidos - em média dois litros por dia.


Novos hábitos alimentares

Por dra. Vera Lúcia Morais Antonio de Salvo

Hábitos alimentares são tipos de escolha e consumo de alimentos feitos por um indivíduo ou grupo, em resposta a influências fisiológicas, psicológicas, culturais e sociais. Tais hábitos formam-se logo nos primeiros anos de vida e são consolidados nas idades subseqüentes.

Nos últimos anos, o aumento do poder econômico e a influência das crianças têm representado fatores determinantes sobre as compras da família em diversas categorias de produtos – principalmente cereais matinais, lanches e guloseimas –, e, nesse sentido, torna-se fundamental atentar e zelar pela alimentação, para que não tenhamos no futuro jovens e adultos precocemente doentes.

O ritmo acelerado da vida moderna também não favorece para a criação de hábitos alimentares saudáveis, pois conduz a uma ingestão cada vez maior de energia, enquanto limita a prática de atividade física. Por conta da correria cotidiana, questões básicas como o respeito ao horário das refeições e a necessidade de um ambiente tranqüilo no momento da alimentação são ignorados. Muitas pessoas não mastigam adequadamente e apenas engolem o alimento, geralmente com a ajuda de grandes quantidades de refrigerante (que “rouba” cálcio do organismo) ou suco, contribuindo para o surgimento de problemas gástricos e para o aumento de peso. A informalidade está presente na maioria das refeições do dia-a-dia. Pratos mais elaborados e a formalidade de ‘colocar a mesa’ faz parte de um ritual apenas em datas especiais como Páscoa e Natal.

Apesar do arroz e feijão estarem presentes na mesa de todos os brasileiros e a carne vermelha no prato de 70% da população, segundo pesquisa qualitativa e quantitativa realizada pela Escola Superior de Publicidade e Marketing (ESPM) em dez capitais brasileiras, com 2.136 pessoas, a tendência de mudanças no padrão alimentar da população brasileira destaca a elevação do consumo de carnes e alimentos industrializados (refrigerantes, biscoitos e refeições prontas) e a redução do consumo de leguminosas, raízes e tubérculos, frutas, legumes e verduras.

As refeições prontas, que representavam baixo percentual de aquisição na década de 1970, também passaram a apresentar uma fatia significativa das calorias disponíveis, superior ao grupo das leguminosas, promovendo aumento calórico e redução no conteúdo total de fibras. Além disso, é preciso destacar o alto conteúdo de sódio e as gorduras saturada e trans contidos nos alimentos industrializados, o que pode contribuir para elevação da prevalência de doenças cardiovasculares – principal causa de mortalidade em todo o mundo. É preciso dar preferência aos cereais integrais, aos legumes e verduras cruas ricas em potássio, vitaminas e minerais.

A televisão também está presente durante todas as refeições para mais da metade da população, fazendo com que a interação entre os familiares diminua e a ingestão calórica aumente, uma vez que o indivíduo deixa de prestar a devida atenção ao que está ingerindo e à quantidade (o mesmo vale para o computador).

A influência salutar na alimentação do brasileiro trazida pelos negros, abundante em milho e feijão, bem como a portuguesa, trazida pela colonização, com temperos naturais como alho, cebola e outras ervas, deve ser preservada e estimulada, pois estes alimentos são fontes de antioxidantes e outras substâncias benéficas para a saúde.

A ingestão de sucos de frutas naturais, e não apenas os de caixinha, deve ser rotina em nossas casas, pois as vitaminas oferecem efeitos diversos daquelas ingeridas nos medicamentos.

Já dizia o pai da Medicina, Hipócrates: “faz do alimento teu remédio e do teu remédio tua alimentação!” Quanto mais colorida for sua a refeição, mais apetitosa e saudável ela será.

Fonte: Dra. Vera Lúcia Morais Antonio de Salvo (CRN-3: 4323) é nutricionista, especialista em Nutrição Clínica, mestre em Epidemiologia e doutoranda em Saúde Coletiva pela Unifesp. Coordenadora do curso de Nutrição da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) e colaboradora do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª Região (CRN-3).

 


ATOMATADOS APRESENTAM MAIOR QUANTIDADE DE SUBSTÂNCIA ANTICANDERÍGENAS DO QUE A FRUTA IN NATURA

Processo de cozimento permite que o licopeno  nutriente que dá a cor avermelhada ao tomate e que combate os radicais livres e auxilia na prevenção do câncer  seja disponibilizado mais facilmente, chegando a triplicar a quantidade em relação à fruta crua.

Além de muito saboroso, o tomate virou alvo de diversos estudos e pesquisas por apresentar um nutriente benéfico em patologias como câncer e doença coronariana. O responsável por despertar este interesse entre pesquisadores da área médica é o licopeno, carotenóide vermelho encontrado predominantemente em tomates, mas também em alguns frutos e vegetais. Segundo a Anvisa, o licopeno também apresenta ação antioxidante que protege as células contra os radicais livres. Além do licopeno, o tomate é rico em vitaminas do complexo A e complexo B e minerais importantes, como o fósforo e o potássio, além de ácido fólico, cálcio e frutose. Quanto mais maduro, maior a concentração de nutrientes. E, como o é composto principalmente com água, o tomate tem aproximadamente 14 calorias em 100 gramas.

R20;O processo de cozimento permite que o licopeno seja disponibilizado mais facilmente, tornando-o mais concentrado e aumentando sua quantidade. Por isso, os molhos de tomate são concentrados ricos em licopeno. Uma característica interessante desse pigmento é que ele não perde suas propriedades químicas ou medicinais quando concentrado ou cozido por longo tempoR21;, explicou Eduardo Nogueira, gerente nacional de vendas da Fugini, empresa entre as líderes de mercado em atomatados, que ressaltou R20;O licopeno de produtos processados é melhor absorvido do que o dos produtos in naturaR21;.

Como é o processo de cozimento que amplia o teor de licopeno, há mais quantidade deste nutriente em produtos industrializados, independentemente da embalagem. Assim, a Fugini, líder no mercado de atomatados em embalagem sachê, oferece um produto saudável, saboroso, prático ao consumidor. A embalagem sache facilita o manuseio, tornando o produto mais funcional e preservando o valor nutricional do alimento. Tudo isso com muita economia, pois seu material tem um custo menor que o vidro ou a lata, o que acaba influenciando no valor final do produto.

Em um estudo realizado pelo National Center for Biotechnology Information, nos Estados Unidos, com o título Licopeno é mais biodisponível em molho de tomates do que em tomates frescos (Lycopene is more bioavailable from tomato paste than from fresh tomatoes, - http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?db=pubmed&uid=9209178&cmd=showdetailview&indexed=google), foi verificado que o consumo de molho de tomate - e não do tomate fresco - aumenta a concentração sangüínea de licopeno, sendo muito mais eficiente em diminuir o câncer de próstata. A constatação de que a absorção de licopeno é maior quando o tomate sofre processamento térmico é explicada pelo simples fato de que a cocção quebra de forma mais eficiente as paredes celulares resistentes, fazendo com que o licopeno torne-se mais acessível, aumentando sua biodisponibilidade. Verificou-se que a ingestão de suco de tomate cozido resultou em um aumento de duas a três vezes mais nas concentrações séricas de licopeno, um dia após sua ingestão, enquanto que um consumo equivalente do suco não processado não causou nenhuma elevação da substância no sangue.

Como o licopeno auxilia no combate ao câncer

As células do organismo humano estão sujeitas a uma série de processos oxidativos que, entre outras alterações, provocam danos ao DNA e às macromoléculas (como lipídios e proteínas). Estes danos vão se acumulando e acabam causando doenças como o câncer. Como o licopeno é um potente antioxidante - é duas vezes mais eficiente que o beta-caroteno-, ele combate os radicais livres que alteram o DNA das células e desencadeiam o processo cancerígeno.

Estudos em pacientes com câncer de próstata sugeriram que o colesterol oxidado pode ter causado a patologia. Portanto, o licopeno pode conferir benefícios contra doenças coronárias, pois evita a oxidação da LDL-colesterol, que seria o primeiro passo para a formação da arteriosclerose. Além disso, o licopeno é uma substância que fortalece o sistema imunológico, aumentando a resistência do organismo, dando-lhe forças para combater as células malignas.


Um estudo da Universidade de Harvard sobre o hábito
 (http://www.health.harvard.edu/newsweek/Tomatoes_and_Prostate_Cancer.htm) comprovou que consumo de tomate e seus derivados duas ou mais vezes por semana, afeta diretamente o desenvolvimento do câncer de próstata. Este estudo envolveu 47.894 homens com idades entre 40 a 75 anos, e concluiu que a ingestão de tomates, molho de tomates, molho de pizza, ketchup (10 ou mais vezes por semana) foi significantemente relacionado com uma menor incidência de câncer de próstata, havendo uma redução de mais de 50% do risco.

Alimento com conteúdo de licopeno - (mg/100g peso seco)

Tomate Fresco 3,1 - 7,74
Tomate Processado 11,21
Suco de Tomate Processado 7,83
Sopa de Tomate Enlatada 3,99
Pasta de Tomate Enlatada 30,07
Catchup 16,60
Melancia 4,10
Mamão Papaia 2,0 - 5,30
Fonte: Neguyen & Schwartz

Molhos de tomate Fugini estão disponíveis na prática embalagem sachê.

Oferecendo sabor, qualidade e muita, muita praticidade, a Fugini é líder no mercado de atomatados em embalagem sachê. Fabricada em plástico metalizado com multicamadas, a embalagem sache facilita o manuseio, tornando o produto mais funcional e preservando o valor nutricional do alimento. Tudo isso com muita economia.

Segundo o gerente nacional de vendas da Fugini, Eduardo Santos, as embalagens plásticas oferecem muitas vantagens ao consumidor, a começar pela preservação da qualidade do produto. R20;Não há alteração na qualidade nem em suas características físico-químicas, organolépticas ou microbiológicasR21;, garantiu o gerente nacional de vendas. R20;Além de proteger o alimento contra luz e oxigênio, esta prática embalagem é mais compacta e maleável, portanto, mais fácil de guardar e, após aberta, não ocupa lugar na geladeira. Até no descarte ela é mais funcional, pois ocupa menor espaço físico quando vazia. Sem dizer que dificilmente se quebram, ressaltou o executivo.

Os produtos Fugini disponível em embalagem plástica são extrato de tomate 350 e 190 g, molho de tomate tradicional 340 g, molho manjericão 340 g, molho pizza 340 g, molho bolonhesa 340 g e polpa de tomate 340 g. São receitas elaboradas com tomates criteriosamente selecionados e tempero suave, que dão um toque especial em massas, pizzas e em diversas criações gastronômicas.

Informações ao consumidor pelo site www.fugini.com.br, pelo e-mail sac@fugini.com.br, pelo telefone 0800-702-4337 (ligação gratuita) ou por carta (Caixa Postal: 239, CEP: 15910-000, Monte Alto R11; SP).

* fonte das informações (www.anvisa.gov.br)

Sobre a Fugini

Atualmente a Fugini Alimentos figura entre os cinco líderes de mercado no segmento de atomatados, segundo pesquisas da Nielsen e da Latin Panel. A empresa lidera o segmento de atomatados em embalagens sachê (stand-up pouch), oferecendo o mais variado e completo mix de produtos.

Além dos atomatados, a Fugini Alimentos oferece ampla linha de doces como: goiabada, geléias de frutas, marrom glacê, marmelada, frutas em calda. O destaque é a tradicional pasta de amendoim Amendocrem, que recentemente ganhou duas novas versões: creamy (cremosa) e crunch (com pedaços de amendoim) e a embalagem reestilizada.

Solidificada no final do ano de 2002, quando deixou de ser simplesmente prestadora de serviços e passou a vender seus próprios produtos, alterando o perfil de participação no mercado, a Fugini adquiriu vários sistemas de garantia de qualidade certificados por laboratórios nacionais e internacionais, além de um centro de atenção ao consumidor, atitudes que confirmam o compromisso de sua diretoria, colaboradores e fornecedores com a qualidade de seus produtos e plena satisfação do consumidor. É atualmente um importante participante do mercado brasileiro, atuando de Norte a Sul, e com exportação para vários paises.


DICAS DO CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTA - SP

Frutas: fonte de vitaminas, fibras e minerais.


Sol, verão, calor. Nesta época do ano aumenta o consumo de frutas, principalmente preparadas na forma de sucos.

Embora o Brasil seja um país tropical, onde existe uma ampla variedade de frutas disponíveis o ano todo, seu consumo ainda é muito baixo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), seria necessário o consumo de cerca de 400g de frutas, verduras e legumes por dia para prevenir doenças crônicas não transmissíveis, como a obesidade, o diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer.

Além disso, consumir frutas garante um aporte adequado de fibras, vitaminas e minerais, importantes para o bom funcionamento de nosso organismo, garantindo-nos saúde e bem-estar. Como são fontes de fibras, as frutas ajudam a regular o trânsito intestinal e contribuem também para normalizar os níveis de colesterol e glicose no sangue.

Variar os tipos de frutas também é essencial, pois desta forma aumentamos a variedade de nutrientes que cada uma delas oferece.

O ideal é que as frutas sejam consumidas in natura, podendo ser servidas frescas, em uma salada de frutas ou incrementando uma salada de folhas verdes.

Durante o verão, os sucos de frutas são uma ótima maneira de manter-se hidratado e bem nutrido, lembrando que os sucos naturais ajudam a aumentar as defesas do organismo.

É importante preparar o suco minutos antes de bebê-lo ou o quanto antes for possível, já que as vitaminas hidrossolúveis (C e complexo B) das frutas se perdem em contato com o ar.

Uma boa dica é combinar alguma fruta com ervas (hortelã, cidreira), com legumes (cenoura, beterraba) ou até mesmo folhas (couve, agrião), por exemplo. A combinação exótica de sabores e de nutrientes garantirão não apenas o verão, mas o ano inteiro cheio de saúde.

Receitas:

Suco bronzeado duradouro

½ cenoura

1 fatia fina de mamão

1 copo de suco de laranja

Bater tudo no liquidificador, adoçar se necessário e acrescentar gelo.

Suco refrescante

1 fatia de abacaxi

1 folha pequena de couve

5 folhinhas de hortelã

Completar com 1 copo de água de coco e bater tudo no liquidificador.

Adoçar se necessário e acrescentar gelo.

scolha seu brinde e aproveite a época mais agradável do ano.


 

 


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