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CÂNCER DE MAMA

Mamografia 3D reduz quantidade e falsos positivos e repetições

Dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer) revelam que as taxas de mortalidade por câncer de mama no Brasil continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágio avançado. Somente este ano serão diagnosticados cerca de 50 mil novos casos da doença. Para mais de 11 mil mulheres o câncer de mama será fatal. Nesse cenário, a mamografia 3D se destaca em termos de diagnóstico, reduzindo a quantidade de repetições e de falsos positivos.

De acordo com o doutor Aron Belfer, médico radiologista do CDB Premium, em São Paulo, “a mamografia 3D, ou tomossíntese, produz múltiplas imagens da mama, sob diferentes ângulos. Essas projeções, quando reconstituídas numa imagem tridimensional da mama, eliminam a superposição de tecidos, melhoram a visualização dos contornos da lesão e aumentam entre 10% e 15% a detecção do câncer de mama”.

A tomossíntese oferece outros importantes benefícios para as mulheres. “Além de permitir a detecção de tumores menores, reduz de forma relevante o número de pacientes submetidas a biópsias por conta de falsos positivos”, diz Belfer.

Independentemente de a paciente se submeter a uma mamografia convencional, digital ou 3D, o especialista alerta que mulheres com mais de 40 anos – ou mais cedo, se houver histórico familiar – devem se submeter anualmente ao exame. O método continua sendo muito eficiente na detecção precoce de câncer da mama, podendo reduzir consideravelmente o índice de mortalidade, o custo do tratamento e, principalmente, o desgaste emocional da paciente.

Na opinião de Aron Belfer, em termos de tecnologia, a mamografia digital já é um avanço importante em relação à mamografia convencional, com filme. Mas a tomossíntese surge como uma tecnologia capaz de detectar lesões que antes passariam despercebidas na mamografia digital, principalmente em mamas muito densas. “A detecção de tumores menores permite recorrer a cirurgias menos mutilantes, resulta em menor custo global do tratamento, maior sobrevida e melhor qualidade de vida das pacientes”.

Fonte: Dr. Aron Belfer, médico radiologista do CDB Premium, em S.Paulo

(www.cdb.com.br)


ENXAQUECA: SAIBA COMO A ALIMENTAÇÃO PODE COMBATER ESSE MAL

Você sabia que as dores de cabeça também podem ser causadas por um estilo de vida ruim: estresse, falta de exercício físico e, principalmente uma má alimentação pode desencadear o problema, explica a nutróloga e médica ortomolecular Liliane Oppermann.

Os alimentos podem contribuir tanto para amenizar as dores de cabeça como também contribuir para o surgimento dela. As dores de cabeça quando permanecem constantes devem ser consultadas por um médico, mas adquirir alguns hábitos alimentares são essenciais para a manutenção da saúde. Vale ressaltar que a alimentação pode influenciar nas dores de cabeça de indivíduos de qualquer faixa etária.

A nutróloga preparou algumas dicas de alimentos e hábitos alimentares para evitar a terrível enxaqueca.

-Azeite de oliva extravirgem, óleo de pequi ou azeite de dendê- Esses óleos combatem inflamações. Porém, não os aqueça a altas temperaturas e não os consuma em excesso.

-Frutas, verduras e legumes-São ricos em minerais, vitaminas e fibras, ingredientes essenciais ao equilíbrio hormonal e químico do corpo. Na medida do possível, escolha os orgânicos, produzidos sem agrotóxicos.

-Beba muita água- A hidratação é super importante no combate as dores de cabeça. Fazer a reposição de líquidos que foram perdidos combatem as enxaquecas por desidratação.

-Evite o tabagismo.

-Evite a ingestão de refrigerantes e álcool- Algumas pessoas também sentem enxaquecas ao ingerir frituras, refrigerantes e alimentos com sal em excesso. Lembrando que estes alimentos devem ser evitados em qualquer situação.

-Evite tensões e motivos de estresse.

-Evite a ingestão de estimulantes como chá, chocolate, café e refrigerantes.

-Procure dormir pelo menos 6 horas toda noite.

-Fique longe de fumaça e perfume fortes.

- Procure realizar as refeições nos horários corretos, evitando passar muito tempo sem alimentar-se.

Obs- A nutróloga Liliane Oppermann ressalta que além de uma alimentação saudável existem outros fatores que desencadeiam as dores de cabeça. Não existe uma dieta a ser seguida para evitar essas dores, ao perceber os alimentos que possam provocá-las recomenda-se que eles não sejam mais utilizados. O uso de anticoncepcionias, o estresse, o alcoolismo, o tabagismo e reações alérgicas podem ocasionar dores de cabeça.

Apneia e Depressão associadas à hipertensão

Dois problemas importantes, que aparecem com freqüência no paciente hipertenso são debatidos durante o XVIII Congresso Brasileiro de Hipertensão

Dois temas importantes, com vários pontos em comum. Os problemas relacionados ao sono, com especial atenção para a apneia, a depressão e a ansiedade são altamente prevalentes em pacientes hipertensos. Essas condições mostram-se de difícil diagnóstico e exigem cuidado especial do médico. Esta foi a tônica da mesa redonda de debates durante o XVIII Congresso Brasileiro de Hipertensão.

Para o Dr. Márcio Gonçalves de Souza, assistente da Seção de Hipertensão Arterial e Nefrologia do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, o médico precisa reconhecer, identificar e saber tratar os distúrbios do sono. Ele mostra que 63% dos brasileiros reclamam do sono e que desse grupo, 40% é hipertenso.

A conjunção das duas doenças ocorre porque com a apneia, a faringe, ao relaxar durante o sono, torna estreita a passagem de ar, provocando as vibrações típicas do ronco, até se fechar completamente e interromper o fluxo respiratório temporariamente. Numa reação de defesa, o organismo libera adrenalina, que contrai os vasos, restringindo assim o espaço por onde o sangue circula. Por isso, ocorre uma rigidez das artérias e como o volume sanguíneo precisa correr por vias contraídas, há o aumento da pressão.

Das pessoas com apneia, 70% possuem hipertensão resistente, 50% insuficiência cardíaca e 35% hipertensão arterial, o que mostra o risco de um episódio cardíaco durante o sono. Portanto, apesar da doença ainda ser subdiagnosticada, recomenda-se o tratamento. A terapia mais eficaz e com maior comprovação científica para a síndrome das apnéias obstrutivas do sono é o CPAP, aparelho colocado no nariz do paciente durante o sono, consiste basicamente em manter abertas as vias aéreas, tornando-as permeáveis.

“Os resultados com o CPAP são extremamente positivos, reduzindo bastante a apnéia, porém, a mesma redução não é observada em relação aos níveis pressóricos”, comenta Dr. Márcio. “Ainda assim, recomendo o tratamento pelo benefício da redução do risco de complicações cardiovasculares”, acrescenta.

Segundo o Dr. Geraldo Amaral, professor adjunto do Departamento de Saúde Mental e Medicina Legal FM/UFG, a depressão e ansiedade são temas aparentemente fáceis, mas é preciso cuidado para o diagnóstico correto. Ressalta que é fundamental a diferenciação entre estados de tristeza e humor deprimido, ou uma anedonia, que é a perda total por interesse e prazer nas suas tarefas rotineiras. Ao mesmo tempo em que a complexidade dos sintomas, as dores físicas podem auxiliar no subdiagnóstico.

A depressão, assim como a ansiedade, tem grande prevalência entre os hipertensos, variando de 20% a 44% dependendo da gravidade do quadro manifesto.

“Um dos grandes problemas é identificar corretamente e manter o tratamento das duas doenças simultaneamente, uma vez que a hipertensão precisa ter controle constante e a depressão apresenta alto grau de reincidência”, argumenta Dr. Geraldo.

Verminoses em adultos são mais comuns em quem se alimenta fora de casa

Crianças não são as únicas vítimas das verminoses. Adultos que comem fora de casa também são alvo do problema, pois a ingestão de alimentos mal higienizados e crus é a principal fonte de contaminação por verminose.

A infectologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Ligia Raquel Brito, destaca que é importante redobrar a atenção na hora da refeição feita fora de casa. “Escolha verduras e legumes cozidos e carnes bem passadas, pois o calor destrói os vermes e seus ovos. Além disso, observe a higiene do ambiente e o cuidado dos funcionários no manuseio dos produtos”, alerta.

Normalmente, as verminoses não apresentam sintomas, mas algumas vezes podem ser confundidos com os da infecção alimentar, como as cólicas abdominais e diarreia. “Outras manifestações comuns da verminose são constipação intestinal, flatulência, náuseas, vômitos, falta de apetite ou muita fome, coceira anal e na pele e, em alguns casos extremos, crises convulsivas”, explica.

A especialista ressalta a importância de se fazer exames de fezes periódicos que identificam a presença de ovos e/ou parasitas de grande parte das verminoses que atingem os adultos. As mais frequentes são ascaridíase (lombriga), teníase (solitária), oxiuríase, tricuríase e ancilostomíase (amarelão). Com o diagnóstico a verminose é eliminada com remédios específicos ingeridos via oral. “Se não for possível passar por exames regulares, pode-se ingerir os medicamentos uma vez por ano, de forma preventiva e sempre com orientação médica”, finaliza.

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 780 médicos. Anualmente, realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações, 205 mil consultas ambulatoriais, 140 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,3 milhão de exames.

Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

Rua Borges Lagoa, 1.450 – Vila Clementino, zona sul de São Paulo

Tel. (11) 5080-4000

www.hpev.com.br

Ambulatório de Pediatria da UNICID oferece atendimento gratuito a crianças com doenças respiratórias e alérgicas provocadas pela baixa qualidade do ar de São Paulo

A cidade de São Paulo foi colocada nessa semana em estado de alerta pela Defesa Civil por causa do ar extremamente seco. A baixa umidade do ar tem elevado a procura por atendimento médico, principalmente por problemas respiratórios e alérgicos, como rinite, asma, bronquite e pneumonia. Para o professor do curso de Medicina da Universidade Cidade de São Paulo - UNICID e especialista em pneumologia pediátrica, o Dr. Walter Perez Scaranto, os pacientes mais suscetíveis são as crianças e os idosos. "Os pais devem sempre ficar atentos para o estado de ânimo das crianças. Se elas estiverem cansadas ou espirrando ou tossindo muito, é preciso procurar atendimento."

Na Zona Leste, o recém-inaugurado Ambulatório de Pediatria da UNICID está oferecendo atendimento gratuito a crianças com problemas provocados pela baixa qualidade do ar. O serviço é realizado no campus da Instituição, no bairro do Tatuapé, em São Paulo. Os pais interessados no atendimento para diversas especialidades, além de doenças virais, podem obter mais informações pelo telefone (11) 2178-1240. As consultas são acompanhadas por uma equipe composta pelos professores Walter Perez Scaranto, Rita de Cássia Soares e Juang Horng Jyh, além de alunos do curso de Medicina.

Os pais que procurarem o serviço do Ambulatório de Pediatria não terão de se preocupar com o local onde levarão os seus filhos para efetuar exames. É que a UNICID também possui um Laboratório de Análises Clínicas com a capacidade para realizar 20 mil análises por mês, entre as mais comuns para as crianças, como emograma e glicemia. São mais de 130 tipos de exames que podem ser feitos com preços acessíveis, que variam de R$ 3,00 a R$ 8,00. Além do baixo custo, a população tem outra vantagem ao utilizar o laboratório da UNICID: o prazo de entrega dos resultados, que é de, no máximo, 72 horas, dependendo de cada avaliação.

Cuidados simples podem prevenir problemas

De acordo com o professor do curso de Medicina da Universidade Cidade de São Paulo - UNICID e especialista em pneumologia pediátrica, Walter Perez Scaranto,quando o tempo está seco, os vírus, as bactérias e são transmitidos com mais facilidade. Além disso, o clima seco provoca o ressecamento do nariz e da garganta, reduzindo a proteção do organismo contra vírus, bactérias e alergias.“Cuidados simples podem aliviar os sintomas provocados pelo ar seco. Entre elas estão beber bastante água; espalhar bacias de água ou toalhas úmidas pelos cômodos, lavar o nariz e os olhos com soro fisiológico e evitar a prática de atividades físicas das 10h às 16h”, explica o especialista.

SERVIÇO

Ambulatório de Pediatria - UNICID

Informações e agendamentos: (11) 2178-1240, de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Endereço: Rua Melo Peixoto, 1.407, Bloco C, Tatuapé – São Paulo – SP.

LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS - UNICID

Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h

Endereço: Rua Melo Peixoto, 1.243, Tatuapé – São Paulo – SP.

Universidade Cidade de São Paulo

Rua Cesário Galeno, 448/475, Tatuapé – São Paulo – SP.

Tel.: 11 - 2178 1212 - www.unicid.br

Mulheres modernas optam por não menstruar

A decisão pode se basear em problemas de saúde, na necessidade de amenizar os sintomas da TPM ou simplesmente no fato de não desejar menstruar todos os meses

As exigências da vida moderna são muitas e para a maioria das mulheres não é fácil administrar a agenda e investir no próprio bem-estar e na saúde. Por isso, cada vez mais, elas procuram soluções que as auxiliem a ter mais conforto e comodidade no dia a dia. Por esta razão e também por questões de saúde – problemas como endometriose (crescimento do tecido que reveste o útero fora da cavidade uterina) e anemias, entre outros --, muitas têm optado por não menstruar, evitando assim os inconvenientes e sintomas característicos do período pré-menstrual e menstrual.

Neste sentido, os contraceptivos orais com baixa dose hormonal são grandes aliados da mulher moderna. Com dosagens até 10 vezes menores do que na época do lançamento da primeira pílula, hoje estes medicamentos têm menos efeitos adversos e são muitas vezes indicados para uso contínuo (com suspensão da menstruação), contribuindo para a autoestima e qualidade da vida feminina.

Porém, a decisão de continuar ou não menstruando é cercada de dúvidas e de alguns mitos. Um dos receios da contracepção contínua é o de que venha a afetar a fertilidade da mulher, prejudicando planos futuros de constituir uma família. Gisele Macea da Gama, 31 anos, advogada e professora da Faculdade ENIAC de Guarulhos (SP), é uma prova de que esta preocupação não tem fundamento. Ela tomou anticoncepcional em regime contínuo por dois anos e só parou ao decidir que era hora de engravidar. Seu primeiro filho, hoje com nove meses, nasceu muito saudável, com 3,7 quilos e 51 cm. “Há três meses, quando comecei a oferecer outros alimentos ao meu pequeno Heitor, fui ao ginecologista e pedi para voltar a tomar a pílula sem pausa, pois me sinto muito melhor sem cólicas, inchaços e outros sintomas pré-menstruais”, afirma.

Para Gilmara Soares, 26 anos, arquiteta, parar de menstruar foi uma questão de melhoria na qualidade de vida, pois sempre sofreu muito com crises de enxaqueca no período menstrual, até que seu médico indicou o uso de contraceptivo oral contínuo para amenizar as dores. “A minha enxaqueca diminuiu muito e percebi que minha pele melhorou com redução de meus problemas com acne”, declara Gilmara.

Saúde também foi a razão que levou Marize Gonçalves Nazareth, 30 anos, barista da Starbucks, ao regime contínuo. “Comecei a tomar anticoncepcionais injetáveis aos 14 anos, porque ficava absolutamente irritada nos dias que antecediam minha menstruação, além de ter fortes cólicas, dores nas mamas, menorragia (sangramento excessivo) e o inchaço. Mas achava que menstruar era um processo natural até ter endometriose e me submeter a uma cirurgia”, explica. Após o procedimento cirúrgico, seu médico recomendou tomar contraceptivo em regime contínuo, parando somente a cada três meses. “Agora sou uma pessoa mais calma, os sintomas pré-mestruais ficaram mais amenos e tive como benefícios extras redução de acne e crescimento mais rápidos dos meus cabelos”, conclui Marize.

Dr. Achilles Machado Cruz, especialista em ginecologista e obstetrícia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), reforça que os produtos de última geração representam uma nova revolução para o universo feminino. “Além de evitar a gravidez, as novas pílulas contribuem para amenizar sintomas menstruais e melhorar aspectos da pele e dos cabelos, bem como para prevenir doenças e reduzir o risco de câncer de ovário”.

Elani 28 – é um anticoncepcional hormonal oral combinado de uso contínuo, com 28 comprimidos. Ao optar por sua adoção, sempre com acompanhamento médico, a mulher não faz pausa entre as cartelas, ficando sem menstruar durante três, seis ou 12 meses, conforme indicação médica. Sua composição hormonal (30mcg de etinilestradiol associado à 3mg de drospirenona) bloqueia o eixo hipotálamo-hipófise-ovariano, com consequente estabilização da produção hormonal pelos ovários, inibição da ovulação e da proliferação endometrial. Tem como benefícios adicionais, além de evitar a gravidez com alta eficácia e aliviar os sintomas menstruais, diminuir a retenção hídrica (inchaço corporal) e melhorar sinais de hiperandrogenismo, como acne, seborréia, oleosidade da pele e aumento de pelos.

Libbs Farmacêutica – Presente no mercado de medicamentos éticos desde 1958, a empresa tem 1.356 funcionários e opera uma moderna fábrica e a unidade de química fina em Embu (SP). Distribuindo medicamentos em todo o País, é um dos poucos laboratórios farmacêuticos no Brasil que mantêm uma unidade industrial de química fina para produção de insumos para a indústria farmacêutica. Um dos maiores laboratórios farmacêuticos de capital nacional, a Libbs tem forte atuação também nas áreas cardiovascular, ginecológica, neuropsiquiátrica, gastroenterológica, respiratória, dermatológica e oncológica.

Sete dicas para atenuar a dor no pescoço Queixa é mais frequente entre pessoas estressadas, diz especialista

A dor no pescoço é vice-campeã de reclamações nos locais de trabalho. A campeã é a dor nas costas. Nos Estados Unidos, por exemplo, pacientes crônicos têm direito a reduzir atividades que possam agravar o quadro e a acomodações apropriadas no ambiente profissional. De acordo com o ortopedista Gilberto Anauate, do Hospital Santa Paula (SP), a dor no pescoço não é causada apenas pela má postura, podendo ser um problema emocional.

“O estresse pode ser o grande vilão da cervicalgia em grande parte dos casos. Os músculos localizados atrás do pescoço têm de estar sempre tensos para suportar a parte de cima do corpo. Quando eles trabalham além da conta, sofrendo contrações constantes de fundo nervoso, a dor é inevitável. Inclusive, pode ser irradiada para os ombros ou ainda resultar em dor de cabeça”, diz o médico.

O ortopedista afirma que, por apresentar grande mobilidade em relação ao restante da coluna, a região cervical está mais sujeita a dores e contraturas musculares devido à friagem e, principalmente, episódios de alta tensão psicológica. Uma vez diagnosticada a raiz do problema, Anauate orienta o paciente a buscar ajuda especializada.

“Cada vez mais surgem recursos terapêuticos que podem amenizar a dor no pescoço. O paciente pode ser orientado a seguir um tratamento à base de anti-inflamatórios e relaxantes musculares, ou mesmo a buscar terapias complementares, como a acupuntura. O ideal é que seja feita uma investigação personalizada”. O médico faz ainda um alerta: “Ninguém pode se acostumar com a dor. Se ela começar a irradiar para os braços, ou se o paciente começar a sentir ‘pinçadas’ no pescoço, é necessário uma investigação diagnóstica mais detalhada”.

O doutor Gilberto Anauate aponta sete dicas para driblar a dor no pescoço:

  1. Nos dias frios, agasalhe-se bem e evite tomar friagem;
  2. Quem trabalha o dia inteiro diante do computador deve fazer pausas para movimentar ombros e pescoço lentamente, por alguns minutos, a cada duas horas. Esse hábito alivia a tensão que normalmente se acumula ao longo do dia;
  3. Quem passa horas no trânsito não pode descuidar do pescoço. Além do cinto de segurança, é importante contar com um encosto de cabeça devidamente ajustado ao corpo, mantendo os braços esticados e as mãos firmes no volante. Não dirija se a dor estiver muito forte;
  4. Massagens suaves com óleos aromáticos ou anti-inflamatórios em gel ou creme também contribuem para aliviar a dor;
  5. Donas-de-casa devem se acostumar com novos hábitos na hora de se abaixar ou suspender objetos. É importante usar mais a força das pernas para abaixar ou se levantar.
  6. É importante praticar regularmente atividades de relaxamento para a mente e o corpo. Isso inclui terapias alternativas, hobbies, ou simplesmente se dar ao luxo de descansar mais;
  7. Usar travesseiro é indicado. Mas a escolha deve recair sobre um modelo que não seja nem muito fino, nem muito grosso. O ideal é dormir de lado e escolher um travesseiro que se encaixe muito bem entre a extremidade do ombro e o início do pescoço.

Fonte: Dr. Gilberto Anauate, médico ortopedista do Hospital Santa Paula (www.santapaula.com.br)

Leite de vaca pode proteger recém-nascidos

Uma equipe de pesquisadores israelenses descobriu que o consumo precoce de leite de vaca por bebês aumenta a resistência destes a alergias perigosas provocadas pelo próprio leite. Segundo a pesquisa desenvolvida pela equipe do dr. Yitzhak Katz, da Universidade de Tel Aviv, se o bebê consumir leite de vaca nos primeiros 15 dias de vida ele desenvolverá imunidade contra a Alergia de Proteína do Leite de Vaca (CMA na sigla em inglês). No estudo, os pesquisadores examinaram 13.019 crianças. Os bebês que ingeriram uma fórmula com proteína de leite de vaca nos primeiros 15 dias de vida ficaram 19 vezes mais protegidos de desenvolver a CMA do que os bebês que foram alimentados depois de 15 dias. A CMA provoca erupção cutânea, problemas respiratórios, choque e até a morte.

A equipe de Katz ainda não conseguiu determinar a quantidade de proteína de leite necessária para produzir o efeito protetor, mas ele sugere uma única mamadeira durante a noite para as mães que estão amamentando, embora reconheça que sejam necessários estudos mais conclusivos.

Mais informações através do link:

http://www.israel21c.org/201008028192/health/mothers-told-to-feed-their-babies-formula

Livre a pele do ressecamento em dias de baixa umidade

A baixa umidade relativa do ar, que está em torno de 30%, de acordo com a Defesa Civil municipal de São Paulo e considerada como estado de atenção pela Organização Mundial de Saúde (OMS), exige que as pessoas tenham um pouco mais de cuidado para evitar danos especialmente à pele. “O clima mais frio e o ar mais seco favorecem o ressecamento da derme. Mas, se a pessoa adotar alguns hábitos e controlar outros considerados prejudiciais, dá para manter a pele bonita e viçosa”, diz a fisioterapeuta Ingrid Peres, da rede de clínicas de estética Onodera. Confira dicas simples da especialista, até que o tempo melhore:

- Não abuse de banhos muito quentes e demorados;

- Use cremes hidratantes, de preferência, logo após o banho. Atenção a partes mais ásperas do corpo, como cotovelos, calcanhares e joelhos;

- Evite o uso do ar-condicionado, inclusive dentro do carro.

- Para manter o ambiente mais úmido, uma bacia com água pode ser usada no lugar de um vaporizador;

- Lembre-se de que é recomendado beber no mínimo dois litros de água por dia, também durante o inverno;

- Para casos de peles mais secas e sensíveis, tratamentos estéticos de hidratação profunda são bastante recomendados.

Serviço:

Ingrid Peres, fisioterapeuta da rede de clínicas de estética Onodera

(11) 2144-5588 para capital paulista e 0800 702 7223 para outras localidades

www.onodera.com.br


Cuidados que reduzem riscos de contaminação em salões de beleza

Higiene, materiais próprios e informação são pré-requisitos básicos

Passar aquele tempinho para relaxar e cuidar das unhas das mãos e dos pés é prática de muitas mulheres. Mas se por um lado os salões de beleza têm um papel fundamental na manutenção de um visual bonito, por outro eles também são um ambiente propício para a contaminação por vírus, bactérias e fungos.

Deixar os pés numa bacia com água morna pode ser suficiente para o desenvolvimento de uma desagradável micose. Já um simples corte enquanto se tira a cutícula com o alicate pode expor uma pessoa a vírus e doenças contagiosas, por exemplo, que são transmitidas por meio do sangue. Segundo a Organização Mundial da Saúde, é possível que surjam todos os anos três a quatro milhões de novos casos de hepatite no planeta.

E o ritmo frenético dos profissionais de manicure e pedicuro, que normalmente atendem muitas clientes por dia, pode comprometer uma adequada esterilização dos equipamentos. Em estudo realizado pela Secretaria de Saúde de São Paulo, foi constatado que um em cada dez profissionais tem hepatite. Mas, na prática, bastam alguns cuidados simples para evitar dores de cabeça:

Leve seu próprio kit ao salão de beleza. Não compartilhar com outras pessoas alguns itens como lixa de unhas e pés, espuma antisséptica, cortadores de unhas e, principalmente, alicates, já reduzem bastante os riscos de contaminação.

Evite usar bacias. Ou então exija que elas estejam isoladas por um plástico, que deve ser trocado a cada nova cliente.

Converse com quem está cuidando de você. O estudo aponta ainda que apenas 5% dos profissionais usam luvas durante o trabalho, e nenhum costuma lavar as mãos nos intervalos entre clientes. Você pode indicar o uso do antisséptico do seu kit particular, como Soapex Espuma antisséptica, por exemplo. Além disso, esses profissionais podem ser vacinados gratuitamente contra a hepatite por meio do SUS.

Sobre Soapex Espuma antisséptica:

O Soapex Espuma antisséptica é uma alternativa ao álcool gel, contém em sua fórmula o triclosano que é eficaz no combate a vírus e bactérias, incluindo o influenza-A, responsável pela gripe H1N1.

Além disso, por possuir em sua fórmula ingredientes como o Dimeticonol, o Soapex Espuma antisséptica cria uma película protetora, deixando as mãos com um toque suave, sem causar o ressecamento da pele.

Em embalagem que cabe na bolsa (50 ml), o produto pode ser utilizado facilmente no dia a dia para a limpeza das mãos antes das refeições, no escritório ou na rua, já que não exige enxágue.

Sobre a Galderma:

Galderma é uma companhia farmacêutica exclusivamente dermatológica, criada a partir de uma joint-venture entre Nestlé e L’Oréal, em 1981. Presente em 65 países, é líder mundial no segmento e, no Brasil desde 1995, já conquistou o segundo lugar no ranking nacional da dermatologia. Especializada em pesquisa, desenvolvimento e comercialização de soluções terapêuticas, corretivas e estéticas para doenças de pele, unhas e cabelos, a Galderma possui centros dedicados à inovação em dermatologia em Sophia Antipolis (sudeste da França), Princetown (New Jersey, EUA) e Tóquio (Japão), além das fábricas localizadas na França, Canadá e em Hortolândia, interior do estado de São Paulo. Para mais informações, visite www.galderma.com.br

Coo saber se é ‘infarto’?

Cardiologista aponta cinco indícios de que é hora de buscar socorro imediato

Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia revelam que 300 mil pessoas morrem por ano neste país devido a doenças do coração. Esse é o mesmo número de casos de dor no peito de origem gastresofágica diagnosticados nos Estados Unidos*, por exemplo. Sensação de ‘aperto’ no peito é um relato comum de quem apresenta problemas digestórios, assim como daqueles que estão infartando. É necessário, então, saber o que difere uma queimação de estômago de um infarto e buscar prevenir os dois, sempre que possível.

De acordo com o cardiologista Otávio Gebara, diretor clínico do Hospital Santa Paula, a sensação de queimação no estômago leva quase sempre ao diagnóstico de refluxo gastresofágico. “Em cada três pessoas, duas já sentiram ou virão a sentir esse tipo de mal-estar durante a vida. Algumas com certa constância. Mas é importante distinguir a queimação no estômago de um outro tipo de dor no peito, que é a angina. Geralmente, a angina é provocada pelo excesso de esforço físico e acomete pessoas com mais de 50 anos. O quadro tende a melhorar depois do repouso, ao contrário do refluxo”.

Gebara alerta para a necessidade de recorrer ao pronto-atendimento cardiológico sempre que a dor no peito tiver algumas das cinco características abaixo:

1. Dor no centro do peito ou na parte superior do abdome pela primeira vez;

2. Dor mais intensa do que a habitual;

3. Dor que aparece com o esforço físico e desaparece com repouso;

4. Dor que se irradia para o braço esquerdo ou para o pescoço;

5. Dor acompanhada de náuseas, suor frio, tontura, falta de ar ou desmaio.

“Seja qual for a origem da dor, é sempre bom seguir um esquema preventivo. A primeira medida é parar de fumar, já que o cigarro contribui tanto para o refluxo e a queimação como para as cardiopatias”, diz o especialista.

Gebara alerta para a importância de se perder peso quando necessário, buscando adotar uma alimentação saudável e reduzir o consumo de álcool. “Procure fazer várias pequenas refeições ao dia, mastigando com calma e muito bem os alimentos. Isso inibe o refluxo e contribui para a sensação de bem-estar. Por fim, pratique exercícios regularmente e controle o nível de stress, buscando dormir bem à noite. Atitudes como essas costumam aumentar a expectativa de vida com saúde”, diz o cardiologista.

* Dados referentes a estudo da Mayo Clinic.

Fonte: Dr. Otávio Gebara, cardiologista e diretor clínico do Hospital Santa Paula, de São Paulo (www.santapaula.com.br)


SAÚDE NO INVERNO

Técnica inédita de sanitização de ambientes fechados auxilia na prevenção de doenças respiratórias



Equipe SuperSAN

O inverno começou e, com ele, a época do ano onde as doenças respiratórias mais se proliferam. O frio somado à baixa umidade do ar e a uma maior concentração dos poluentes são um prato cheio para esse tipo de enfermidade. Quem mais sofre são crianças e idosos, mas quando a temperatura começa a cair e a umidade do ar é baixa, não há quem agüente. As alergias respiratórias viram verdadeiros problemas. A poeira e os ácaros são os grandes culpados pela maior parte das crises alérgicas. Um exemplo assustador é a cama de casal onde é possível encontrar mais de 2 milhões de ácaros! Contra eles, só medidas enérgicas. O que promete ajudar a ter mais saúde e qualidade de vida no inverno é a nova tecnologia de sanitização de ambientes fechados feita pela SuperSAN. A técnica brasileira é a única no mundo que elimina e impede o desenvolvimento de microorganismos nocivos causadores de rinite, asma, bronquite e outras reações alérgicas.

As temperaturas mais baixas obrigam a população a manter a casa bem fechada contra o frio. É aí que mora o problema. Ambientes fechados facilitam a proliferação de microorganismos nocivos à saúde respiratória. Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que uma em cada três pessoas no mundo, neste exato momento, esteja em um ambiente doente. E os dados ficam realmente alarmantes no inverno. O frio somado à baixa umidade do ar e a uma maior concentração dos poluentes chega a aumentar em até 40% os casos de doenças respiratórias.

Além de ser eficaz contra problemas de fundo alérgico, a sanitização em ambientes da SuperSAN também auxilia na prevenção do contágio de doenças como gripe, pneumonia, tuberculose e meningite. Não há restrição de local. Tanto ambientes residenciais, como casas e apartamentos, a sanitização pode ser realizada em escolas, empresas, cinemas, hotéis e até automóveis. A aplicação é feita em todo o ambiente, como paredes, teto e chão. E em todos os objetos, como colchões, carpetes, armários, ar condicionado, cortinas e bichos de pelúcia.

A SuperSAN é uma empresa que atua com tecnologia inédita e exclusiva de desinfecção de superfícies de amplo espectro e alta durabilidade. O processo é feito via nebulização a frio. Elimina e impede a proliferação de bactérias gram-positivas, negativas, ácaros e fungos que provocam patologias decorrentes de contaminação microbiana e cria uma camada protetora durante seis meses. É uma poderosa arma na prevenção de doenças como rinite alérgica, asma, bronquite alérgica e sinusite. A solução protege, previne e conserva o local sanitizado. Não deixa resíduos, cheiro ou manchas. Conta com aprovação do Ministério da Saúde (ANVISA) e Ministério da Agricultura, além de laudos de eficácia e toxicidade emitidos por laboratórios conceituados como Ecolyzer e Microbiotécnica, do Dr. Roberto Martins Figueiredo, conhecido como Doutor Bactéria. A SuperSAN conta hoje com 14 operações e 5 unidades próprias.

Para fazer o controle microbiológico, a SuperSAN usa um produto biotecnológico que tem aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura, além de laudos de eficácia e toxicidade emitidos por laboratórios conceituados como Ecolyzer e Microbiotécnica, do Dr. Roberto Martins Figueiredo, conhecido como Doutor Bactéria. O processo é feito via nebulização a frio, formando uma névoa fina, que adere as superfícies, eliminando e impedindo por contato a proliferação de microorganismos nocivos por até 6 meses. É uma poderosa arma na prevenção de doenças respiratória. A solução protege, previne e conserva o local sanitizado. Não deixa resíduos, cheiro ou manchas. Hoje, a empresa brasileira conta com 14 franquias e 5 operações próprias de atendimento pelo Brasil. Até o final do ano, espera chegar a 47 unidades e expandir o serviço para outros países, como Dubai, Portugal, Argentina e Austrália.

Por: Tiago Cabreira

Adolescência - Os Riscos do Início Precoce da Atividade Sexual

O início precoce da atividade sexual trás sérias consequências para a vida dos adolescentes, entre as mais preocupantes estão às relacionadas às doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez.

Gravidez

A gravidez na adolescência tem causado muita preocupação. Apesar do número de adolescentes grávidas ter caído nos últimos 10 anos segundo pesquisas divulgadas pelo IBGE, ainda existem dúvidas quanto a educação sexual para os adolescentes.
Sem a maturidade física e emocional necessária para o enfrentamento das sérias consequências que envolvem o advento de um filho, a vida dos jovens sofre mudanças bruscas que, na maioria das vezes, foge de controle. Uma das mudanças é a queda na qualidade de vida. Pesquisa realizada pelo ambulatório de Planejamento Familiar da Unifesp apontou que as adolescentes grávidas têm menos oportunidades no mercado de trabalho e acabam abandonando os estudos por conta do bebê.
Além disso, existem os casos de adolescentes que, por causa da repressão familiar, fogem de casa ou se entregam nas mãos de pessoas inescrupulosas, provocando abortos criminosos que, inevitavelmente, produzem danos físicos e emocionais dificilmente superados. O fato foi destacado recentemente na novela Passione, da TV Globo. A personagem adolescente Fátima, vivida pela atriz Bianca Bin, engravidou depois de uma aventura com o personagem Danilo, vivido pelo ator Cauã Reymond. Ao praticar o aborto ilegal, em condições inapropriadas, Fátima acaba entre a vida e a morte no leito de um hospital.

DSTs
E não é só a gravidez indesejada que preocupa os pais dos adolescentes. Outro problema que merece atenção são as DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). Muitas vezes o jovem inicia a vida sexual sem ter a preocupação com a prevenção já que nessa fase da vida temos a sensação de que nada ruim pode nos acontecer.


Dá-se então a necessidade de maior diálogo entre pais e filhos e uma participação da escola nesse sentido.


Estudos apontam que o contexto familiar tem uma relação direta com a época em que se inicia a atividade sexual. Portanto, esse é um fator que deve ser ressaltado, pois, o afastamento dos membros da família e a desestruturação familiar somam maior insegurança no adolescente que, totalmente despreparado, dá vazão aos anseios sexuais determinados pelos estímulos característicos da puberdade. Seja por separação, seja pelo corre-corre do dia-a-dia, alguns pais estão cada vez mais afastados de seus filhos que, sem terem para quem dar satisfações de sua rotina diária, só procuram os pais ou responsáveis quando o problema já se instalou. A falha de comunicação entre pais e filhos dá ao adolescente uma liberdade sem responsabilidade e é assim que muitos jovens iniciam suas vidas sexuais sem o menor cuidado.
Mas porque é tão difícil para os pais conversarem abertamente sobre sexualidade com seus filhos? Conhecer essas dificuldades é primordial para que os pais as vençam, estabelecendo maior intimidade e aproximação emocional com os adolescentes. Todos os esforços nesse sentido são essenciais, pois, não se pode simplesmente fechar os olhos para a realidade que se impõe em fatos. Ouvir o adolescente com carinho e atenção; jamais demonstrar menosprezo por suas preocupações, mesmo que pareçam pueris; observar seu comportamento, suas amizades; ou seja, percorrer com ele o máximo possível essa fase tão turbulenta da adolescência são medidas que podem além de evitar muito sofrimento no futuro, ainda promover maior união e alegria familiar. O discurso moralista quase sempre provoca enfado no adolescente, enquanto o diálogo afetuoso o orienta, estimula e compromete.


Suely Buriasco - Educadora e Mediadora de Conflitos
www.suelyburiasco.com.br / twitter: @suelyburiasco


CUIDADOS COM A PELE E CABELOS DEVEM SER REDOBRADOS DURANTE O FRIO

Muitas pessoas redobram os cuidados com a pele e cabelo somente no verão e esquecem que durante o inverno os tratamentos devem ser mantidos, uma vez, que as baixas temperaturas, o vento e, principalmente, os banhos muito quentes e demorados são fatores principais para danificar a saúde e a beleza da pele e cabelo.

O dermatologista do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa, Valter Claudino alerta que a baixa umidade do ar, a diminuição da transpiração, o uso de roupas inadequadas também colaboram para o ressecamento da pele, alergias, descamações e cabelos desidratados.

Nessa época do ano o ideal é evitar água muito quente, pois ela desgasta a gordura existente na camada superficial da pele deixando-a mais sensível a penetração de bactérias e fungos, além do aparecimento ou agravamento de problemas dermatológicos, como a psoríase, dermatites e as caspas muito comuns nesta época. Algumas áreas ficam mais pré-dispostas a infecções como virilha, axilas e pés.

A pele do rosto é a que mais sofre com as baixas temperaturas e o ideal é limpá-la com água morna e sabonete com glicerina. No corpo é permitido abusar dos hidratantes, melhor aplicá-lo com a pele ainda úmida para maior absorção. Mesmo no inverno o filtro solar deve ser utilizado de acordo com o tipo de pele.

Os cabelos também sofrem com as baixas temperaturas e para mantê-los nutridos e bonitos durante este período deve-se hidratá-lo com produtos derivados de vegetais. Os condicionadores e cremes sem enxágue devem ser utilizados da metade para baixo do comprimento dos fios, evitando o contato com o couro cabeludo. Já os secadores de cabelo devem ser utilizados longe dos cabelos para evitar o aquecimento do couro cabeludo e evitar descamações.

Segundo o especialista, é importante ficar atento durante a escolha das roupas, dando preferência aos casacos e blusas de moletom, algodão ou flanela. “A lã e os fios sintéticos devem ser utilizados com uma camiseta de algodão por baixo para evitar contato direto com a pele, prevenindo alergias”, recomenda o médico.

As crianças também precisam de cuidados, pois são mais vulneráveis aos problemas de pele e podem ser atingidas pela dermatite atópica - alergia crônica – um tipo de ressecamento, que ocorre em razão da falta de hidratação do organismo, causando coceiras e lesões, que podem formar crostas e soltar secreções.

“Com o frio os lábios ressecam e também precisam de hidratação, já as unhas podem enfraquecer, quebrar e descamar. Por isso, ao passar hidratante nas mãos é importante não se esquecer das unhas, já que elas também são uma entrada para as infecções”, explica o especialista.

No inverno, olhos exigem mais atenção

Dor, vermelhidão e sensação de areia nos olhos podem indicar

‘síndrome do olho seco’. Sintomas devem ser tratados prontamente

Baixas temperaturas, vento frio e seco. Durante o inverno, o corpo todo se ressente e precisa de mais energia para manter a temperatura interna equilibrada. Pele e olhos são os que mais ressecam. Mas os olhos exigem atenção especial, já que estão mais vulneráveis a doenças como conjuntivite e, principalmente, olho seco.

“De modo geral, no inverno as pessoas precisam dormir muito bem, tomar bastante água – mesmo sem sede – e praticar exercícios físicos regularmente. Essas atitudes, ao lado de uma alimentação balanceada, previnem doenças oportunistas, que geralmente surgem quando o organismo está com baixa imunidade. Para quem passa muitas horas em frente ao computador, por exemplo, a síndrome do olho seco pode incomodar bastante e ainda evoluir para quadros mais graves quando não tratada adequadamente”, diz o oftalmologista Renato Neves, diretor da clínica Eye Care, em São Paulo.

De acordo com o especialista, vários fatores podem afetar a qualidade e a quantidade do filme lacrimal, que recobre a córnea e a conjuntiva, provocando alterações nos olhos e inclusive perda de visão. “A quantidade de lágrimas também pode variar quando a pessoa está em repouso ou sob stress. Dor, vermelhidão, visão embaçada e sensação de areia nos olhos são alguns dos sintomas mais comuns do olho seco”.

Além dos cuidados pessoais, Neves recomenda que as pessoas evitem ambientes empoeirados e com ar-condicionado nesta época do ano, procurem umidificar o quarto durante a noite, e redobrem os cuidados com a higiene das mãos e dos olhos. “Se os sintomas persistirem por alguns dias, é necessário procurar um oftalmologista. Apesar de comuns na estação mais fria do ano, os sintomas podem indicar outras doenças, como alergias oculares e infecções que precisam ser tratadas prontamente”.

Fonte: Dr. Renato Neves, médico oftalmologista, diretor da clínica Eye Care (SP) – www.eyecare.com.br // www.olhos.org.br

Exames clínicos: cinco dicas para se preparar corretamente

Os grandes centros de diagnóstico costumam receber em média 500 pacientes de todas as faixas etárias por dia e seus acompanhantes. Em meio à expectativa da realização do exame e, principalmente, do diagnóstico, muita gente deixa de fazer perguntas simples, mas que contêm informações importantes para o resultado final.

De acordo com Paulo Campana, médico patologista do Centro de Diagnóstico do Brasil (CDB), muitas pessoas deixam de se preparar corretamente para os exames, tendo de remarcar a data e retardando o tratamento, pela simples inibição de tirar suas dúvidas no momento do agendamento. Abaixo, cinco dicas do especialista:

1. ALGUNS EXAMES EXIGEM A PRESENÇA DE UM ACOMPANHANTE

Há exames em que é necessária a presença de um acompanhante maior de 18 anos, como endoscopia, mamotomia, biópsia, agulhamento e artrorressonância. A colonoscopia, por conta da sedação, também não deve ser realizada em pacientes desacompanhados”.

2. TODO JEJUM DEVE SER RESPEITADO

“Com exceção do hemograma simples, a maioria dos exames de sangue exige jejum. Para a dosagem de triglicérides e colesterol, por exemplo, são necessárias 12 horas de jejum. Já para a dosagem de glicose, entre oito e 12 horas. Água em pequena quantidade é permitido. Mas vale prestar atenção às recomendações transmitidas no momento do agendamento do exame”.

3. SE NÃO FOR URGENTE, PESSOAS GRIPADAS DEVEM ADIAR SEUS EXAMES

“É importante relatar ao atendente, na hora de preencher os dados, se está fortemente gripado, com febre, e inclusive informar se está tomando medicamentos para atenuar os sintomas. Caso o exame não seja emergencial, e o paciente possa adiar por uma semana, tanto melhor”.

4. A MENSTRUAÇÃO INTERFERE EM ALGUNS EXAMES

“Alguns exames sofrem interferência direta quando realizados durante a menstruação, como o de urina, a colpocitologia oncótica, a colposcopia e a cultura de secreção vaginal. Nesses casos, não sendo emergencial, pode-se adiar o exame por alguns dias a fim de obter o melhor diagnóstico possível”.

5. INGERIR ÁGUA ANTES DO ULTRASSOM MELHORA A VISUALIZAÇÃO

“Geralmente, até a 12ª semana de gestação é necessário ingerir entre cinco e seis copos d’água antes de se submeter ao exame de ultrassonografia. Depois disso já não é tão necessário. Com relação ao ultrassom transvaginal, algumas clínicas dispensam a ingestão de água. Entretanto, recomendamos a ingestão de pelo menos quatro copos d’água, já que isso contribuirá muito para a visualização da região pélvica como um todo”.

Fonte: Dr. Paulo Campana, médico patologista do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB) www.cdb.com.br

PROBLEMAS ORTOPÉDICOS PIORAM NO INVERNO

Especialistas recomendam medidas simples para driblar o frio e amenizar as dores agravadas nesta época do ano

O Inverno começa hoje e com as baixas temperaturas, tempo seco e mais poluição é bastante comum o agravamento de algumas doenças, como as alergias respiratórias, pele ressecada, problemas ortopédicos, entre outros.

Os ortopedistas Dr. Maurício de Moraes e Dr. Rubens Rodrigues, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia de São Paulo (IOT-SP), explicam que o frio proporciona o aumento dos sintomas decorrentes das patologias ortopédicas. Com isso, as pessoas se queixam mais de dores nesta época do ano.

A lombalgia (dor na parte inferior das costas), por exemplo, é agravada porque o frio pode provocar a contração muscular e a neurite (inflamação dos nervos). “As dores articulares, de artrites e artroses, em geral, também pioram no inverno por causa da rigidez articular.”, explica o Dr. Maurício de Moraes.

No entanto, algumas medidas simples podem ajudar a driblar o frio e o sofrimento. “As principais dicas são realizar atividades físicas que proporcionam uma proteção muscular, manter-se aquecido com roupas adequadas e evitar choques térmicos”, recomenda o Dr. Rubens Rodrigues. O médico também aconselha não ficar sentado por mais de 50 minutos. “Levantar por três a quatro minutos a cada 50 minutos é uma forma de poupar a coluna”.

Segundo os especialistas, o tratamento inicial, no caso de agravamento do quadro, inclui repouso relativo, calor local (cinco minutos – duas a três vezes ao dia), uso de analgésicos e, principalmente, a consulta ao médico ortopedista que orientará o paciente.

SOBRE O IOT-SP

Fundado em 1967, o Instituto de Ortopedia de São Paulo é um dos mais conceituados no segmento de tratamentos minimamente invasivos. Com uma equipe de ponta, o IOT-SP possui consultórios, uma unidade de urgência – uma espécie de pronto-atendimento ortopédico, clínica de fisioterapia, sala de gesso, sala de raio X e todas as condições de acessibilidade para os pacientes.

O Caso Bruno e o trio explosivo: sexo, paixão e endorfinas.

O caso do desaparecimento de Eliza, ex-amante do goleiro do Flamengo, Bruno, é mais um exemplo, dentre tantos outros, de como o trio - sexo, paixão e endorfinas - pode levar a desfechos trágicos e até mortais.
A paixão (fase inicial do amor, onde há desejo sexual e atração física) é um estado alterado do cérebro, em que um coquetel de hormônios e substâncias provoca seus sinais característicos, tais como euforia, intenso busca por satisfação sexual, sensação indisfarçável de felicidade, energia aumentada, insônia, perda de apetite, tremor nas mãos, palpitação, respiração acelerada, pensamentos obsessivos, grande empatia, intensa saudade e dependência emocional e finalmente, a focalização somente nas qualidades do ser amado.
Estar apaixonado é experimentar um turbilhão de emoções, muitas vezes contraditórias e volúveis, como medo, insegurança e dúvidas. Mas à medida que o casal vive intensamente essa relação, provoca um “embaçamento” da visão crítica do outro. Morar junto precocemente, comprar um imóvel juntos, emprestar dinheiro para o parceiro, ou até engravidar sem planejamento podem ser exemplos de equívocos cometidos por casais completamente submersos nos hormônios da paixão e sem discernimento racional adequado do outro.
E por que isso acontece? Os pesquisadores acreditam que é porque certos hormônios e substâncias “ligam” áreas cerebrais do prazer e “desligam” algumas áreas do julgamento crítico. As endorfinas (um tipo de opióide) são liberadas no cérebro em grandes quantidades durante a paixão (principalmente durante a atividade sexual) e produzem uma sensação de prazer, relaxamento, bem-estar e felicidade muito característica no apaixonado.
Os estudos mostram que as endorfinas, juntamente com outras substâncias, “estimulem” certas áreas do cérebro que favorecem o estado de prazer intenso e, por outro lado, inibem outras regiões que reduzem o discernimento crítico sobre o ser amado. O cérebro nos engana e cria uma percepção irreal do outro, em que defeitos não existem, o medo do desconhecido é drasticamente reduzido e, os critérios de avaliação racional do parceiro estão muito diminuídos.
No caso do goleiro, Eliza parece que vivia uma paixão intensa e obsessiva por Bruno, que provavelmente fez com que ela perdesse seu censo crítico, e se apaixonasse por uma pessoa de caráter um tanto duvidoso. Aliás, outro caso é o da advogada Mércia Nakashima que, talvez, contenha componentes deste tipo de distúrbio.
Os dois casos ainda estão sob investigação da polícia e não nos cabe julgar.
O que faço aqui é uma reflexão, utilizando a minha experiência profissional. É fato que alguns apaixonados já sofreram por não enxergarem os defeitos do ser amado. Por isso acho que vale a pena meditarmos um pouco mais sobre esse turbilhão de emoções e hormônios com que convivemos diariamente, buscando conhecer melhor a química da paixão, para fazermos boas escolhas em nossas vidas.

AUTORA: CIBELE FABICHAK – Médica Fisiologista

O perigo dos anabolizantes

Confira os principais efeitos colaterais e os riscos a que os usuários estão expostos

Ter o corpo definido é um dos principais desejos de grande parte da população, especialmente entre os jovens. Com objetivo de conquistar os tão sonhados músculos, sem ter que se dedicar anos a fio aos exercícios e à dieta balanceada, muitas pessoas se vêem tentadas pelos milagres dos anabolizantes.

Apresentados por amigos ou até mesmo por instrutores que se fazem passar por especialistas no assunto, estes jovens sentem rapidamente os efeitos no espelho, e logo propagam a outros colegas as maravilhas dos resultados.

Porém, cedo ou tarde os problemas começam a aparecer. E são prejuízos que vão desde a dependência psicológica até um ataque cardíaco fulminante.

Na opinião do cardiologista Paulo Celso Moreira, presidente da Regional de Marília da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) e docente da Faculdade de Medicina de Marília, dentro de uma hierarquia saudável, não há milagres.

“O ideal é a pessoa fazer musculação e ter uma dieta adequada. Para rendimento de crescimento muscular, proteínas e carboidratos associados à alimentação oferecem maior projeção ao treino, mas sempre sob orientação competente e sem exageros”, diz ele.

Segundo o dr. Nabil Ghorayeb, especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte e responsável pela Seção de Cardiologia do Esportes do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e do Hospital do Coração (HCor), o aparelho cardiovascular é uma das vítimas do uso indiscriminado destas substâncias.

Além de hipertensão arterial, ocorre um aumento das gorduras LDL (colesterol ruim) e diminuição importante do HDL (colesterol bom) que chega cair até níveis de 14 mg% (o normal é acima de 40 mg%). Os muitos infartos do miocárdio em usuários de anabolizantes têm ocorrido devido a isso.

O crescimento exagerado e anormal do coração é outro efeito terrível, em curto período de tempo. “No nosso serviço registramos seis levantadores de peso usuários de anabolizantes que tiveram complicações circulatórias antes dos 30 anos”, diz dr. Nabil.

Perigo nas academias

Nas academias, acredita-se que seu uso seja ainda mais frequente. Um dos motivos é o acesso fácil. “A garotada não tem ideia do risco que está correndo comprando anabolizantes de forma ilícita, muitos deles de uso veterinário, tomados literalmente doses cavalares”, ressalta dr. Nabil.

Outros efeitos do uso de anabolizantes é atrofia dos testículos, dos ovário e alto risco de câncer de fígado. “Mesmo depois de sofrer um infarto, um dos fisiculturistas atendidos dizia que continuaria usando porque aquilo era a vida dele”, conta dr. Nabil.

Com esse tipo de exemplo, o melhor é que os pais de adolescentes estejam sempre atentos. “Todo crescimento acelerado de musculatura deve ser investigado. O problema não é virtual, pode causar graves doenças crônicas e até impotência”, alerta.

O especialista também sugere aos médicos que abordem mais o tema com seus pacientes desta faixa etária mais suscetível. “Deve haver explicação e elucidação. Temos explorar mais a questão em consultório, pois estamos em condição de informar a população de forma correta”.

Anabolizantes e os atletas profissionais

Uma das principais características dos usuários de anabolizantes é não admitir o uso da substância. Isto se torna um problema, principalmente em relação a atletas profissionais.

“Mesmo informados sobre os riscos, os brasileiros são famosos por achar que nada causará problema”, diz dr. Nabil Ghorayeb. “Prova disso é o aumento vertiginoso de casos confirmados de doping. Em 2009 batemos o recorde em detecção de doping no Brasil, com mais de 30 atletas pegos em testes que confirmavam o uso de anabolizantes”.

Nestes testes também são flagrados os que fazem uso de diuréticos, que embora não condenem o atleta, estão relacionados aos anabolizantes, pois mascaram (escondem) seu uso.Cuidados que devemos tomar com as lesões nos esportes

Give me freedom, give me fire, give me reason, take me higher” é o som que está conquistando todos os corações, da África para o mundo. A bola vai rolar e o Brasil continuará respirando esporte, com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Com a disseminação da prática esportiva, precisamos aprender a identificar e prevenir as principais situações que provocam as lesões esportivas (fraturas ósseas, lesões na musculatura, articulações, tendões, ligamentos).

A vitória começa com a integridade do corpo ao término da partida. Ao girarmos as articulações para movermos no espaço, criamos uma aceleração angular e linear, que gerarão forças maiores do que o nosso peso. No contato com outro corpo ou objeto, por exemplo a bola, submetemos o corpo a forças ainda maiores.

O cérebro é capaz de ativar reflexamente a musculatura, muito antes de termos conhecimento dessa ativação, gerando forças que contrapõem aos efeitos das colisões. Porém, em várias situações, a intensidade e a rapidez da força de colisão é bem maior do que a capacidade biológica de reação. Ou seja, o bom senso manda ficar longe das colisões esportivas. Mas o prazer da prática esportiva sempre irá prevalecer sobre os riscos.

Se der tempo, saia fora do alcance dos “bois bravos“ do esporte. E não ignore uma dorzinha recorrente. Ela pode ser um sinal para você procurar ajuda. Nos esportes, as micro lesões acumulam com o tempo, até provocar um efeito devastador de difícil tratamento.

Não dá para virar atleta em um final de semana. O correto é sempre começar com um treinamento leve e ir aumentando gradualmente a carga para que o corpo possa melhor adaptar e reagir a ela. Nunca comece uma prática esportiva sem um bom alongamento e aquecimento do corpo. Isso irá ajudar no funcionamento dos músculos, ligamentos e cartilagens. Também não termine abruptamente uma atividade física. Diminua o ritmo gradualmente.

Com a lesão aparecem inchaço, vermelhidão e inflamação e a temperatura local aumenta. É a resposta do corpo para curar os tecidos dilacerados. Se sofrer uma lesão pare, restrinja qualquer tipo de movimento na área lesada e coloque gelo sobre a mesma. Use um tecido entre a pele e o gelo e nunca aplique-o diretamente sobre a pele. Se possível, coloque uma bandagem para comprimir levemente a região lesada. Mantenha a área lesada sempre elevada e procure ajuda imediata de um profissional da saúde.

Nunca tome remédio sem prescrição médica. Os anti-inflamatórios não esteróides ajudam a diminuir o inchaço e a inflamação. O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional irão orientá-lo sobre a melhor conduta para acelerar o processo de recuperação da lesão.

Para o condicionamento físico geral, o profissional da educação física está preparado para orientá-lo sobre a melhor escolha e implementação do programa de treinamento. Todo esporte tem a sua técnica apropriada que ajuda no seu rendimento e evita lesões. O profissional da educação física está treinado para lhe ensinar as técnicas corretas para realizar um determinado esporte.

A vida é o seu bem maior. Não a entregue nas mãos de amadores. Consulte apenas profissionais inscritos em seus conselhos profissionais. Os conselhos foram criados para proteger você. No Estado de São Paulo, visite o sites cremesp.org.br (médicos), crefitosp.gov.br (fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais) e crefsp.gov.br (profissionais da educação física) e veja se o profissional que está te atendendo está autorizado pelo estado para exercer a sua profissão.

Com esses cuidados poderemos celebrar a liberdade de viver com saúde e bem estar que alcançamos com a prática adequada dos esportes.

Prof. Gil Lúcio Almeida

Fisioterapeuta, mestre pela UFSCar, doutor e PhD por importantes instituições norte-americanas. Autor do livro O Engraxate que virou PhD


Acredite! Virar o colchão significa maior conforto e durabilidade

O assunto é polêmico, principalmente entre as empresas fabricantes de colchão, porém é importante que o consumidor saiba exatamente o que significa o “não precisa virar” estampado em diversos anúncios de marcas de colchões.

Virar o colchão era um hábito comum até o momento em que eles passaram a ficar cada vez mais altos, pesados e difíceis de mudar de lado. Com a dificuldade e reclamação dos consumidores, os fabricantes passaram a inovar nas tecnologias para fabricar o colchão que não precisaria ser virado, sem afetar na qualidade e vida útil do produto. No entanto, essa idéia foi adaptada e hoje, especificamente na linha de molejo (com molas), muitos colchões passaram a ser construídos de maneira que somente podem ser usado de um único lado.

“Em uma das faces o fabricante usa tecidos de qualidade inferior, às vezes até mesmo TNT (tecido não tecido produzido a partir de fibras desorientadas que são aglomeradas e fixadas) e também não colocam camadas de espuma, assim sendo, apesar dele falar que não precisa virar, na verdade esse colchão não pode ser virado. Dessa maneira o produto fica mais competitivo, mas por outro lado, o consumidor está levando, literalmente, meio colchão para casa”, avisa Luiz Castro, gerente comercial da F.A Sleep Comfort.

É fundamental que o consumidor tenha essa consciência na hora da compra. “Não precisa virar”, não significa que o colchão possui uma qualidade superior, e sim que ele na verdade “não pode virar” porque o outro lado não possui a mesma estrutura interna. “Se na hora da compra, o consumidor exigir um colchão que possa ser usado dos dois lados, estará levando um produto com durabilidade e garantia de conforto muito maiores, e pagando apenas um pouco a mais por isso”, informa o gerente.

Para quem optar pelo colchão que pode ser usado dos dois lados, vire-o a cada dois meses. Dessa forma prolongará a vida útil do seu colchão sem perder a qualidade do sono e descanso que seu corpo merece.

Dermatite de contato: a importância de se identificar problemas que podem ser causados até por cosméticos

· Pequenas irritações, coceiras ou pequenas bolhas podem ser tornar graves e gerar infecções se não forem tratadas adequadamente.

· Produtos que utilizam as ceramidas são um dos mais indicados

O contato da pele com alguma substância que provoque reações pode resultar em problemas sérios se a pessoa não identificar o agente causador e tratar corretamente a situação.

E isto pode acontecer com qualquer tipo de substância ou superfície, seja um poluente no ar, um cosmético, produto de limpeza ou outros elementos como artefatos de borracha ou metal.

“Qualquer pessoa, em qualquer idade e com qualquer tipo de pele pode sofrer algum tipo de reação, que chamamos dermatite de contato, resultando em vermelhidão, inchaço, bolhas, crostas ou escamações”, revela a dermatologista Marcella Mendes Delcourt, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, regional de São Paulo.

É possível prevenir as dermatites de contato utilizando-se de cremes de barreira, que são hidratantes potentes com princípios ativos especialmente desenvolvidos para evitá-las.

Esses cremes possuem ação diferenciada em relação ao creme hidratante comum (que apenas mantém a pele hidratada), pois agem como uma película protetora entre a pele e o agente causador da dermatite, detendo ou reduzindo a ação dos agentes nocivos.

Ceramidas

Segundo Marcella Delcourt, dentre os produtos mais eficazes estão aqueles em cuja fórmula encontram-se as ceramidas – principais lipídeos componentes da pele, que evitam a perda da água cutânea e são altamente eficazes na recuperação das barreiras.

Os cremes de barreira mais potentes são vendidos, nos Estados Unidos, sob prescrição médica. No Brasil, os dermatologistas geralmente prescrevem fórmulas para manipulação a base de óleo de silicone, óleo de framboesa, glicerina, lactato de amonia ou ceramidas, mas existem ótimos produtos industrializados no mercado.

A médica alerta, ainda, que ao observar alguma das reações que caracterizam uma dermatite de contato, a pessoa deve evitar a substância suspeita e realizar uma avaliação com um especialista.

“Uma dermatite de contato, se não tratada adequadamente, pode se complicar e até ocorrer uma infecção secundaria, levando o paciente a um quadro de febre e de prostração geral”, finaliza.

Sobre a SBD-SP

A Sociedade Brasileira de Dermatologia - Regional do Estado de São Paulo (SBD-SP) é uma entidade médica sem fins lucrativos, organizada com a finalidade de fomentar a pesquisa, o ensino e o aprimoramento científico da dermatologia como especialidade médica. Fundada em 1970, a SBD-SP congrega atualmente mais de 2.000 associados. A entidade organiza uma série de eventos durante todo o ano, como os Cursos de Educação Médica Continuada em Dermatologia (CEMC-D), as Jornadas, a RADESP (Reunião Anual dos Dermatologistas do Estado de São Paulo, realizada no final de cada ano), e cursos sobre essa especialidade voltados exclusivamente para jornalistas. Além dos eventos regionais, a SBD-SP dá apoio aos eventos e iniciativas da SBD Nacional, como a Campanha contra o Câncer de Pele.

Mantenha a sua saúde mesmo dentro de casa

Fisioterapeutas do Crefito-SP (Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Estado de São Paulo) dão dicas de como se prevenir para não prejudicar a sua saúde em casa.

A queda é a primeira no ranking das fraturaras nos ossos, lesões nas articulações e nos músculos. A probabilidade de ocorrer uma queda aumenta na primeira infância, quando as crianças estão aprendendo a se equilibrar, e volta a crescer na terceira idade, porque vamos perdendo a destreza que ganhamos na juventude. A triste notícia é que a queda provoca a morte de um em cada cinco idosos. O escorregão é o primeiro passo para uma queda, portanto prevenir é um santo remédio.

Usar o bom senso é a melhor forma de descobrir essas camuflagens que muitas vezes estão na frente de nossos olhos. Algumas dicas podem ajudar a desvendar esses perigos. Quando andamos, o chão dá sustentação aos nossos passos, gerando uma força contrária à direção de nossas passadas, permitindo que os músculos nos joguem para frente. Superfície lisa ou escorregadia elimina o atrito dos pés com o chão e, no lugar de irmos para frente, acabamos escorregando. Portanto, com base no que acabamos de tomar conhecimento, seguem algumas dicas, do Dr. Gil Lúcio Almeida, presidente do Crefito-SP (Conselho de fisioterapia e terapia ocupacional do estado de São Paulo), que, com certeza, irão nos ajudar a manter a saúde mesmo em casa:

ü Enxugue o piso molhado imediatamente e coloque tapetes antiderrapantes nos lugares onde cai água com frequência, como próximo das pias. Encerar o piso da cozinha só vale se o seu objetivo é transformá-la em pista de patinação.

ü Lembre-se: Quanto mais tempo vivemos em nossa casa, mais automatizado ficam as nossas passadas e menos olhamos onde pisamos. Retire imediatamente do seu caminho “as cascas de banana”, que podem ser um pedaço de plástico, jornal, colher, pano seco, caixa de fósforo e chave. A memória adora nos pregar peças. Às vezes você vira as costas para fazer algo que julga mais urgente do que pegar uma chave no chão, quando volta lá está ela fazendo-o cair. Aqui vale o ditado: “Não deixe para depois o que se pode fazer agora”.

ü Mantenha gavetas e gabinetes abertos apenas o tempo suficiente para tirar o que você precisa.

ü Cadeira foi feita para sentar. Para retirar objetos do alto use sempre uma escada. Ela tem uma base de apoio maior, é feita para lhe dar mais estabilidade acima do solo. Para pegar qualquer objeto, mantenha contraída a musculatura do abdômen e do bumbum, isso mantém uma coluna firme que ajuda a absorver o impacto do peso do objeto em seu corpo. Nossos braços não funcionam como pegadores de objetos no alto. Para isso o homem desenvolveu braços com garras mecânicas de design arrojado. Então, nem pensar em elevar os braços acima da cabeça para recolher um objeto em um armário alto. Isso, além de facilitar a ocorrência de acidentes, pode provocar lesões nas articulações do ombro. Leve o seu corpo o mais próximo do objeto que quer pegar. Preste atenção na superfície do objeto, quanto mais lisa maior a força nos músculos das mãos. Você não precisa pensar nisto porque o seu cérebro já faz os cálculos automaticamente.

ü Muito cuidado com os imprevistos do cotidiano. Você pode segurar um recipiente achando que ele está vazio, sem saber que existe um peso lá dentro. Levante o objeto um pouquinho acima da superfície onde ele está antes de começar a transportá-lo.

ü Morder os lábios ou serrar os dentes quando estamos carregando um peso não ajuda a sustentá-lo. Relaxe os músculos que não precisam ser usados.

ü Nunca dobre a coluna ao pegar um objeto no chão. Os joelhos foram feitos para que você possa flexioná-los e, assim, abaixar da maneira correta. Procure manter a coluna ereta. Quanto mais próximo e distribuído no seu corpo estiver um objeto, mais fácil será carregá-lo e você evitará torções nas articulações. Para toda regra existe uma exceção. Se for um objeto cortante ou uma panela quente o seu corpo vai decidir por fazer um esforço muscular extra para mantê-lo longe da pele.

ü Na cozinha dê preferência às panelas com dois cabos curtos, se possível aquelas que não aquecem com o calor. A biomecânica nos ensina que quanto maior o cabo da panela maior será o esforço muscular dos braços para movê-la. Na dúvida, nunca esqueça as luvas. Não tente trazer uma panela cheia, principalmente se for líquido, próximo do corpo, só para reduzir o esforço muscular. Pense no lado bom, um esforço adicional e comedido vai ajudar a manter a musculatura dos braços mais esbelta.

ü Para finalizar, quando estiver fazendo a limpeza da sua casa utilize vassouras com cabos longos o suficiente para que você não precise dobrar a coluna para limpar o piso. Para pegar o lixo dobre os joelhos, caso o cabo da pá seja pequeno.

Consultoria: Prof. Gil Lúcio Almeida – Fisioterapeuta, mestre pela UFSCar, doutor e PhD por importantes instituições norte-americanas.

Distúrbios do sono podem causar arritmias cardíacas

Pacientes com históricos de problemas cardíacos devem se preocupar ainda mais com a qualidade do sono

Cansaço, sonolência e ronco são alguns dos sintomas de portadores de distúrbios respiratórios do sono, mas estes não são os mais graves. Estudos feitos pelo American College of Cardiology mostram que os distúrbios do sono podem causar problemas cardíacos.

Pessoas que sofrem de apnéia obtrutiva do sono - que se caracteriza por obstrução repetida da via aérea superior (garganta) devem ficar atentos a outros problemas de saúde, inclusive cardíacos. Por isso os pacientes com históricos cardíacos devem se preocupar ainda mais com a qualidade do sono.

A fibrilação atrial, uma das arritmias mais comuns está associada a apnéia do sono em cerca de 50% dos casos. Nos indivíduos com episódios recorrentes de fibrilação atrial, o tratamento da apnéia do sono reduz significativamente o risco de recorrência da arritmia.

“Os mecanismos associados à gênese de arritmias envolvem oscilações da pressão arterial, da frequência cardíaca e nos níveis de oxigenação sanguínea e aumento da atividade do sistema nervoso decorrentes das apnéias”, explica Dr. Pedro Genta, pneumologista do Centro de Medicina do Sono HCor.

Segundo o pneumologista, é recomendável procurar um especialista em medicina do sono caso apresentar sintomas como ronco alto, pausas respiratórias durante o sono, cansaço e sonolência durante o dia. “O tratamento da apnéia do sono diminui o risco de doenças como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e arritmias”, completa Dr. Genta.

Já, para o chefe do Serviço de Arritmias do HCor, Dr. José Carlos Pachón, a obstrução das vias respiratórias faz com que o organismo precise de uma força maior para que o ar chegue até o pulmão e possa ser distribuído para o organismo, o que força o coração a bombear o sangue com mais força ou rapidez. Tipos diferentes de distúrbios do sono estão associados a diferentes tipos de arritmias. Pacientes com históricos de problemas cardíacos devem se preocupar ainda mais a qualidade do sono.

Serviço de Arritmias Cardíacas do Hospital do Coração:

O HCor desempenha um importante papel nas pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias para o tratamento das arritmias cardíacas. Com um dos mais avançados centros tecnológicos de saúde da América Latina, o hospital atende mais de 1,5 mil pacientes por mês para investigação diagnóstica, prevenção e tratamento dos mais variados tipos de arritmias cardíacas.

A Instituição sempre foi inovadora e pioneira ao buscar e oferecer aos seus pacientes os mais avançados recursos, tanto de diagnóstico quanto de tratamento. O HCor reúne profissionais especializados e equipamentos de ponta para oferecer o que há de melhor na cardiologia mundial, tendo se transformado num centro de referência para o diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças cardiovasculares.

Inovação e tecnologia para o tratamento das arritmias:

O Serviço de Arritmias do HCor é pioneiro na utilização de sistemas computadorizados de navegação tridimensional e mapeamento espectral de arritmias. A superfície interna do coração pode ser reproduzida em um computador e a movimentação precisa dos eletrodos pode ser obtida por tecnologia de realidade virtual em três dimensões.

Para o tratamento das arritmias cardíacas o HCor dispõe, também, além dos modernos medicamentos da farmacologia mundial, de desfibriladores e de marcapassos cardíacos, que são pequenas próteses altamente eficazes que previnem ou promovem a imediata recuperação das arritmias que causam parada cardíaca e, dessa forma, evitam a morte súbita. O implante é realizado sem a necessidade de abertura do tórax e o paciente tem alta hospitalar de até dois dias.

Centro de Medicina do Sono HCor

O Centro de Medicina do Sono do HCor é pioneiro na integração entre diagnóstico e tratamento das diversas patologias relacionadas ao sono. O centro é composto por uma equipe multidisciplinar formada por especialistas em medicina do sono, pneumologistas, endocrinologistas, otorrinolaringologistas, neurologistas, dentistas, fonoaudiólogas, fisioterapeutas e psicólogas, com toda a linha de dispositivos de pressão positiva (CPAP e BiPAP – aparelhos adequados para a aplicação de pressão nas vias aéreas por meio de máscaras) para demonstração e adaptação dos pacientes portadores de AOS e distúrbios respiratórios do sono.

Segundo o Dr. Pedro Genta, pneumologista do Centro de Medicina do Sono HCor, o diagnóstico da apnéia do sono começa na identificação dos sintomas como ronco, pausas respiratórias e sonolência diurna pelo paciente e seus familiares. Após detectado os sintomas, a próxima etapa é passar por uma avaliação médica cuidadosa. Caso for confirmado a suspeita de apnéia, é indicado ao paciente a polissonografia - exame que avalia diversas variáveis como eletroencefalograma (o qual avalia o sono e suas fases), variáveis respiratórias (detecção das apnéias e das quedas de oxigenação associadas), e eletrocardiograma.

No Centro de Medicina do Sono HCor dispomos de aparelhos de polissonografia de última geração para o diagnóstico das diversas patologias relacionadas ao sono. Após a constatação do diagnóstico, o tratamento deve ser feito por uma equipe multiprofissional focado na boa orientação ao paciente para o sucesso do tratamento.

DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA VOLUNTÁRIA

CAMPANHA, QUE TEM COMO PADRINHOS ASTRID FONTENELLE E NARCISO DOS SANTOS, PRETENDE CONSCIENTIZAR A POPULAÇÃO DE QUE UM SIMPLES GESTO PODE SALVAR VIDAS

De 14 a 21 de junho aconteceu a Semana de Incentivo à Doação de Medula Óssea. Embora no Brasil existam cerca de 1,5 milhão de cadastrados no REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), mais de 2.500 pacientes não encontram um doador compatível na família e, para o sucesso no tratamento, dependem de um doador voluntário.

Em 2010, a ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) faz uma campanha informativa com cartazes, folderes, spot e videos, além de palestra e chat com especialistas na onco-hematologia.

A campanha tem Astrid Fontenelle, jornalista e apresentadora de televisão, e Narciso dos Santos, ex-jogador da seleção brasileira e dos Santos Futebol Clube e atual treinador da equipe sub-20 do mesmo time, como madrinha e padrinho, respectivamente.

Dentre as pessoas que podem ser beneficiadas com a doação voluntária de medula óssea estão Yara, 62 anos, mãe de dois filhos e que desde o dia 14 de abril está entre idas e vindas na área de isolamento do Hospital Sírio Libanês à espera de um doador, e Gabrielle, jovem com apenas 18 anos que luta contra leucemia e vê no transplante de medula óssea sua única esperança.

E para mostrar que é fácil se tornar um doador, os familiares da Yara e Gabrielle, em parceria com a ABRALE e AMEO (Associação da Medula Óssea) vão organizar um evento aberto, no próximo dia 19 de junho, das 9h às 16h, no condomínio Ilhas do Sul, próximo ao Parque Villa Lobos. No evento estarão presentes pacientes que estão na fila para o transplante ou que já realizaram o procedimento para dividirem suas histórias e mostrar o quanto este simples gesto pode salvar vidas.

Para ser um doador voluntário é necessário:

· Ter entre 18 e 54 anos e estar em bom estado de saúde;

· Comparecer a um hemocentro de sua região e cadastrar-se no Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea);

· Apresentar RG e CPF originais, e fornecer os dados de identificação e localização;

· Coletar uma simples amostra de sangue para a realização do exame de compatibilidade, conhecido como Tipagem HLA;

· Se houver algum paciente compatível, você será convocado para fazer novos exames.

*Em São Paulo, procurar a Santa Casa de São Paulo.

TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças benignas ou malignas que afetam as células do sangue. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula.


O transplante pode ser autólogo, quando as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor). Ele é dito alogênico, quando a medula ou as células provêm de um outro indivíduo (doador). O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

ABRALE - A Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia é uma Organização Não-Governamental (ONG), sem fins lucrativos. Sua missão é divulgar informações e oferecer suporte a pacientes com doenças onco-hematológicas (linfoma, leucemia, mieloma múltiplo e mielodisplasia), mobilizando parceiros para que o melhor tratamento esteja disponível no Brasil. A Associação oferece atendimentos psicológico e jurídico, além de programas educacionais gratuitamente. Informações podem ser obtidas no site www.abrale.org.br ou pelo telefone 0800 773 9973.

PERFIL

ABRALE - Presidente

Merula Steagall é formada em Administração de Empresas pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) e pós-graduada em Administração de Terceiro Setor pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Preside a ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) e a ABRASTA (Associação Brasileira de Talassemia) e faz parte da diretoria de organizações internacionais como Lymphoma Coalition (Coalizão Linfoma), da Inglaterra, e da Alianza Latina, rede latino-americana de organizações de apoio a pacientes de doenças hematológicas, da qual também foi idealizadora.

Em 2008, Merula foi eleita empreendedora social pela ASHOKA, organização mundial sem fins lucrativos, pioneira no trabalho e apoio a empreendedores sociais, tornando-se uma de suas representantes brasileiras.

Portadora de talassemia major e tendo um filho que passou pelo diagnóstico de linfoma, participa ativamente de negociações com o governo para a melhoria das políticas de saúde brasileiras e mobiliza parceiros na iniciativa privada para disponibilizar o melhor tratamento no país para os pacientes com leucemia, linfoma, mieloma múltiplo, mielodisplasia e talassemia.

Proteja suas pernas no inverno

Além de aquecer, as meias Kendall previnem problemas vasculares; marca comemora 50 anos e apresenta nova tabela de meias de compressão graduadas e inovações na cor, elásticos e medidas

No inverno, por conta do frio, as pessoas tendem a se exercitar menos e a consumir alimentos mais calóricos. Esses fatores podem contribuir com o surgimento de algumas complicações vasculares, como problemas circulatórios periféricos, além de varizes e vasinhos nas pernas.

As varizes são veias que se tornam doentes, ficam tortuosas, alongadas e dilatadas, dificultando a circulação sanguínea. Outros fatores, como sedentarismo, alterações hormonais, hereditariedade, obesidade, cigarro, uso diário do salto alto, entre outros, podem aumentar a incidência do problema.

Pensando no bem estar das mulheres, a Hanesbrands oferece as meias Kendall, que em 2010 completa 50 anos de sucesso no mercado nacional e apresenta, além dos tamanhos especiais para gestantes, mudanças significativas, como nova padronização da cor mel, elástico aparente na versão meia-calça, assim como fundelo de algodão, que permite um melhor ajuste e conforto na região da cintura e entre as pernas. Nas meias 7/8 de alta compressão (20-30mmhg), a mudança fica por conta da aplicação de silicone, responsável por uma melhor adaptação no uso.

“O uso de meias em geral se torna mais comum no inverno e melhor ainda quando, além de aquecerem, elas também podem auxiliar na saúde das pernas. As meias de compressão suave Kendall ajudam na prevenção e no tratamento das varizes tanto em mulheres como nos homens e podem ser usadas por todos aqueles que sentem algum sintoma de problemas circulatórios desde os mais simples, como inchaço, até mais graves”, explica a gerente de relações públicas e porta-voz da Hanesbrands, Márcia Castelo Branco.

Segundo a executiva, apesar das vendas de meias de compressão elástica aumentarem nesta estação do ano, o uso é recomendado para o alívio dos sintomas das doenças vasculares durante todo o ano e é essencial para quem sofre de doenças venosas.

De acordo com levantamento da Organização Mundial de Saúde (OMS), as varizes atingem 20% da população adulta e a doença arterial obstrutiva periférica (problemas circulatórios em extremidades do corpo) acomete 20% dos idosos, limitando a qualidade de vida para quem não controla os fatores de risco.

A Hanesbrands, líder mundial na venda de roupas casuais e íntimas, tem em seu portfólio as consagradas meias Kendall de suave compressão, nos modelos masculinos e femininos, com tamanhos, modelos e cores variados.

“As meias Kendall de suave compressão são, comprovadamente, as mais prescritas por médicos para a prevenção de problemas vasculares nas pernas. Além disso, ajudam a mantê-las aquecidas no frio”, explica Márcia.

Os produtos Hanesbrands estão disponíveis para compra em grandes redes comerciais e no varejo em todo o Brasil.

Sobre as Meias Kendall

Presente no Brasil há 50 anos, a Kendall, marca de tradição, sucesso e confiança, se estabeleceu para a classe médica como sinônimo de meia terapêutica. A marca é a mais prescrita pelos médicos para prevenir e tratar problemas venosos com conforto e moderna tecnologia. www.kendall.com.br

Sobre a Hanesbrands Inc.

A Hanesbrands Inc. é líder mundial na venda de roupas casuais e íntimas com marcas de consumo globais como Hanes, Champion, Playtex, Bali, Just My Size, Barely There, Wonderbra e Zorba, líder no mercado brasileiro de cuecas. A empresa é responsável pelo desenvolvimento, manufatura, fornecimento e venda de camisetas, lingerie, roupas íntimas masculinas, meias e roupas esportivas. A Hanebrands possui aproximadamente 40 mil funcionários em mais de 25 países. Mais informações estão disponíveis no web site www.hanesbrands.com.br


 

Meu filho não come! E agora?

Saiba como lidar com esse dilema e garantir uma alimentação adequada e saudável às crianças

Para muitas mães, a hora das refeições é a verdadeira hora do pesadelo! Não importa o tempo dedicado para tentar tornar a comida mais apetitosa e bonita (seja desenhando carinhas com arroz e feijão ou disfarçando as verduras no meio de hamburgueres). A resposta de algumas crianças é sempre um sonoro ‘não’ seguido de uma cara emburrada e chorosa. E é aí que começa o teste de paciência. Sem forças para lutar após desgastadas – e frustradas – tentativas, os pais amolecem e acabam cedendo ao encantos dos pequenos e não inistem mais com a comida.

Essa prática é muito perigosa, tanto para os pais quanto, principalmente, para as crianças. A desnutrição é sinônimo de falha de crescimento, pode causar anemia e tem efeitos negativos na saúde geral da criança. E mesmo em crianças bem nutridas e saudáveis, não fazer um desjejum tem efeito negativo sobre o seu desempenho cognitivo.

Esse problema, geralmente, tem início a partir dos 2 anos de idade, que é quando a criança já desenvolve uma certa autonomia ao passar da alimentação infantil (papinhas e mamadeira) para um formato mais adulto, com a inclusão de alimentos sólidos. Essa mudança faz com que os pais estranhem a criança, que antes ‘comia de tudo’, e depois passa a rejeitar qualquer tipo de alimento.

Chamadas de picky eaters (ou ‘comedores seletivos’), essas crianças têm um comportamento alimentar que pode variar, desde excluir determinados grupos de alimentos (sendo os mais comuns as verduras, legumes e peixes), pular refeições ou, ainda, comer muito pouco. O problema é mais comum do que se imagina: estima-se que cerca de 50% das crianças entre 2 e 5 anos possam ser consideradas picky eaters. Apesar de passageiro, o problema causa diversos transtornos que afetam tanto a criança (progresso cognitivo, desenvolvimento e crescimento) quanto os pais (brigas entre o casal, stress).

Diante deste cenário, surge a principal pergunta: Como lidar com uma criança que possui dificuldades em se alimentar? Antes de se tomar qualquer atitude, o ideal é procurar o auxílio de um profissional. O pediatra ou o nutriciosta têm propriedades e conhecimentos necessários para saber lidar com essa situação, identificando a causa e indicando o melhor caminho a ser seguido.

O tratamento de readequação alimentar deverá incluir orientações nutricionais, comportamentais e psicológicas; mas não só para as crianças como também para os pais e irmãos. Isso porque os hábitos alimentares dos pais exercem papel fundamental na criação dos filhos e, mais, uma criança poderá influenciar a outra (no caso, seu irmão), disseminando o transtorno. Por isso, o tratamento multidisciplinar e extensivo é de extrema importância.

Em muitos casos, o uso de suplementos nutricionais se faz necessário, o mais importante, é saber definir qual é o produto indicado. O mais importante é buscar por um que conte com uma fórmula completa e balanceada, diluída em água, que garanta a ingestão dos nutrientes essenciais para preencher as lacunas nutricionais na fase em que a criança não come adequadamente. Seguir algumas dicas e apostar em suplementos nutricionais como o PediaSure, desenvolvido pela Divisão Nutricional da Abbott Laboratórios, podem melhorar o aporte nutricional dos pequenos e acalmar os ânimos à mesa. Suplementos como este são uma alternativa de incrementar a dieta infantil e evitar que a criança fique em risco nutricional enquanto passa pelo processo de adaptação a uma dieta mais saudável.

Paralelamente, não se pode lançar mão de algumas estratégias para despertar o interesse dos pequenos pela comida balanceada. Apostar em preparações mais atrativas para a criança pode ser uma boa dica. Apresentar pratos coloridos, fazer carinhas com a comida e oferecer o alimento rejeitado pelo menos dez vezes, em refeições e com apresentações diferentes (modo de preparo: cozido, frito, assado, purê).

O ideal é brincar com o alimento, mas não brincar com a alimentação. Isto é, não distrair, não enganar, não forçar, não castigar ou premiar. O famoso aviãozinho, por exemplo, está fora de cogitação, pois é uma maneira de enganar e distrair a criança quando na verdade, ela precisa se concentrar na atividade da refeição, sentir o sabor dos alimentos e entender a sensação de fome e de saciedade. Com uma distração – por exemplo, uma TV ligada - a criança, e qualquer pessoa, come automaticamente. Às vezes, pode comer mais do que o suficiente para saciar sua fome. É muito importante que os pais imponham limites aos filhos – horários para as refeições, locais apropriados, ritmo de alimentação sem exageros na duração.

Distúrbios do sono podem causar arritmias cardíacas

Pacientes com históricos de problemas cardíacos devem se preocupar ainda mais com a qualidade do sono

Cansaço, sonolência e ronco são alguns dos sintomas de portadores de distúrbios respiratórios do sono, mas estes não são os mais graves. Estudos feitos pelo American College of Cardiology mostram que os distúrbios do sono podem causar problemas cardíacos.

Pessoas que sofrem de apnéia obtrutiva do sono - que se caracteriza por obstrução repetida da via aérea superior (garganta) devem ficar atentos a outros problemas de saúde, inclusive cardíacos. Por isso os pacientes com históricos cardíacos devem se preocupar ainda mais com a qualidade do sono.

A fibrilação atrial, uma das arritmias mais comuns está associada a apnéia do sono em cerca de 50% dos casos. Nos indivíduos com episódios recorrentes de fibrilação atrial, o tratamento da apnéia do sono reduz significativamente o risco de recorrência da arritmia.

“Os mecanismos associados à gênese de arritmias envolvem oscilações da pressão arterial, da frequência cardíaca e nos níveis de oxigenação sanguínea e aumento da atividade do sistema nervoso decorrentes das apnéias”, explica Dr. Pedro Genta, pneumologista do Centro de Medicina do Sono HCor.

Segundo o pneumologista, é recomendável procurar um especialista em medicina do sono caso apresentar sintomas como ronco alto, pausas respiratórias durante o sono, cansaço e sonolência durante o dia. “O tratamento da apnéia do sono diminui o risco de doenças como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral e arritmias”, completa Dr. Genta.

Já, para o chefe do Serviço de Arritmias do HCor, Dr. José Carlos Pachón, a obstrução das vias respiratórias faz com que o organismo precise de uma força maior para que o ar chegue até o pulmão e possa ser distribuído para o organismo, o que força o coração a bombear o sangue com mais força ou rapidez. Tipos diferentes de distúrbios do sono estão associados a diferentes tipos de arritmias. Pacientes com históricos de problemas cardíacos devem se preocupar ainda mais a qualidade do sono.

Serviço de Arritmias Cardíacas do Hospital do Coração:

O HCor desempenha um importante papel nas pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias para o tratamento das arritmias cardíacas. Com um dos mais avançados centros tecnológicos de saúde da América Latina, o hospital atende mais de 1,5 mil pacientes por mês para investigação diagnóstica, prevenção e tratamento dos mais variados tipos de arritmias cardíacas.

A Instituição sempre foi inovadora e pioneira ao buscar e oferecer aos seus pacientes os mais avançados recursos, tanto de diagnóstico quanto de tratamento. O HCor reúne profissionais especializados e equipamentos de ponta para oferecer o que há de melhor na cardiologia mundial, tendo se transformado num centro de referência para o diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças cardiovasculares.

Inovação e tecnologia para o tratamento das arritmias:

O Serviço de Arritmias do HCor é pioneiro na utilização de sistemas computadorizados de navegação tridimensional e mapeamento espectral de arritmias. A superfície interna do coração pode ser reproduzida em um computador e a movimentação precisa dos eletrodos pode ser obtida por tecnologia de realidade virtual em três dimensões.

Para o tratamento das arritmias cardíacas o HCor dispõe, também, além dos modernos medicamentos da farmacologia mundial, de desfibriladores e de marcapassos cardíacos, que são pequenas próteses altamente eficazes que previnem ou promovem a imediata recuperação das arritmias que causam parada cardíaca e, dessa forma, evitam a morte súbita. O implante é realizado sem a necessidade de abertura do tórax e o paciente tem alta hospitalar de até dois dias.

Centro de Medicina do Sono HCor

O Centro de Medicina do Sono do HCor é pioneiro na integração entre diagnóstico e tratamento das diversas patologias relacionadas ao sono. O centro é composto por uma equipe multidisciplinar formada por especialistas em medicina do sono, pneumologistas, endocrinologistas, otorrinolaringologistas, neurologistas, dentistas, fonoaudiólogas, fisioterapeutas e psicólogas, com toda a linha de dispositivos de pressão positiva (CPAP e BiPAP – aparelhos adequados para a aplicação de pressão nas vias aéreas por meio de máscaras) para demonstração e adaptação dos pacientes portadores de AOS e distúrbios respiratórios do sono.

Segundo o Dr. Pedro Genta, pneumologista do Centro de Medicina do Sono HCor, o diagnóstico da apnéia do sono começa na identificação dos sintomas como ronco, pausas respiratórias e sonolência diurna pelo paciente e seus familiares. Após detectado os sintomas, a próxima etapa é passar por uma avaliação médica cuidadosa. Caso for confirmado a suspeita de apnéia, é indicado ao paciente a polissonografia - exame que avalia diversas variáveis como eletroencefalograma (o qual avalia o sono e suas fases), variáveis respiratórias (detecção das apnéias e das quedas de oxigenação associadas), e eletrocardiograma.

No Centro de Medicina do Sono HCor dispomos de aparelhos de polissonografia de última geração para o diagnóstico das diversas patologias relacionadas ao sono. Após a constatação do diagnóstico, o tratamento deve ser feito por uma equipe multiprofissional focado na boa orientação ao paciente para o sucesso do tratamento.

Treinamento para superar o medo de voar

Psicóloga criou metodologia que inclui terapia em grupo, simulações de voo, conversa com um comandante, visita a um hangar e viagem de avião!

A cada ano, mais brasileiros trocam as viagens de ônibus pela agilidade do avião. Voar está mais acessível, as passagens têm preço competitivo, somados as facilidades de financiamento e a diferença que pode significar dias no tempo da viagem. As estatísticas também contribuem para reforçar a segurança deste meio de transporte: estudos mostram que para cada 1,32 milhões de passageiros de avião apenas um poderá morrer em acidente aéreo, enquanto mais de 265 poderão morrer no trajeto até o aeroporto. Para algumas pessoas, no entanto, nada disso é argumento suficiente para fazê-las entrar em um avião.

O medo de voar atinge 40% dos brasileiros com manifestações em diferentes níveis, do mais ameno - no qual as pessoas utilizam o transporte aéreo com receio - ao mais extremo – no qual as pessoas não o utilizam em hipótese nenhuma. Há os casos emblemáticos de artistas, jogadores de futebol que cancelam shows ou deixam de assinar contratos simplesmente para não passar pelo pânico que uma viagem aérea representa.

Para quem não pode perder oportunidades, seja de uma viagem a passeio ou a negócios, a boa notícia é que existe tratamento. A psicóloga Elvira Gross é especialista neste tipo de fobia. Já curou centenas de pessoas com uma terapia que combina técnica da Psicologia Comportamental e da Psicologia Cognitiva. Ela explica que a cura do medo de voar e de outras fobias correlatas passou a ser atingida com um alto índice de sucesso - acima dos 90%.

Ela explica que as pessoas que tem medo de voar, geralmente são muito ansiosas e ao pensar na viagem começam a ter pensamentos catastróficos. O tratamento, que dura em média dois meses, busca trabalhar as causas dessa ansiedade e ao mesmo tempo traz o lado prático, demonstrando que o avião é um meio de transporte seguro.

“Todo o tratamento busca fazer com que o paciente desenvolva controle sobre as suas emoções e identifique suas sensações e comportamento desagradáveis para, a partir daí, aprender a lidar com situações difíceis, com exposição gradual diante de seus traumas”, explica Elvira.

Após entrevista individual, o tratamento é realizado em grupos, de até seis pessoas. Inclui visitas ao aeroporto, palestra de um comandante de avião e treinamento em um simulador de voo. O simulador é CAE South América, o mesmo utilizado por comandantes dos diversos países da América do Sul.

A terapia se encerra com uma viagem de todo o grupo acompanhado por um psicólogo. “O acompanhamento é constante. Na terapia cognitiva são trabalhados os pensamentos que geram emoções. O paciente é estimulado a prestar atenção ao seu padrão mental e a tentar mudar os pensamentos improdutivos ou nocivos à saúde” conta Elvira.

A psicóloga também é autora do livro “Avião – Viaje Sem Medo”, publicado pela editora Alaúde em 2009.

Histerossalpingografia: exame centenário é fundamental na investigação da fertilidade feminina

Mensalmente, mulheres jovens e saudáveis têm 20% de chance de engravidar. Depois dos 35 anos, essa taxa cai para 5%. Cada vez mais os casais modernos – que vêm adiando planos de casamento e de formar uma família – se deparam com a necessidade de buscar ajuda médica para ter um filho. E um exame radiológico ‘centenário’ é justamente a ferramenta básica para se investigar a fertilidade feminina: a histerossalpingografia.

De acordo com a médica radiologista Vivian Schivartche, do CDB Premium (São Paulo), quando os exames realizados no homem não acusam problemas e a ovulação e as taxas hormonais da mulher estão normais, é preciso investigar outras causas de infertilidade, que podem ser malformações, miomas, pólipos e alterações tubárias que só podem ser encontradas através de exames de diagnóstico por imagem. “Embora os avanços tecnológicos permitam imagens de ultra-som e ressonância com muita clareza, o exame mais importante na avaliação das tubas uterinas – as trompas – ainda é a histerossalpingografia”.

Apesar do nome quase impronunciável, a especialista diz que o exame identifica com precisão possíveis obstruções e alterações das tubas e patologias uterinas. “A histerossalpingografia consiste na introdução de uma sonda no colo do útero da paciente. Com auxílio do contraste, são obtidas imagens da cavidade uterina e das tubas, detectando possíveis anormalidades.”

Na opinião da doutora Vivian, um dos principais avanços desse exame ao longo do século diz respeito à sonda empregada. “Antigamente, era necessário pinçar o colo uterino, causando cólica. Atualmente, utilizamos sondas flexíveis e ultrafinas, sem pinçar o colo, e com o auxílio da radiologia digital o tempo de realização do exame ficou bem mais rápido.”

Fonte: Dra. Vivian Schivartche, médica radiologista do CDB Premium, em São Paulo (www.cdb.com.br)

A higiene das mãos começa na escola

A vulnerabilidade dos adolescentes e crianças nas escolas exige o hábito de lavar as mãos

É verdade que entre as regras básicas que a criança aprende na escola, a lavagem das mãos parece ser a mais simples. Mas, no decorrrer dos anos esse ensinamento passa despercebido e, às vezes, cai no esquecimento em meio à quantidade de informações recebidas durante o aprendizado.

As atividades recreativas e a rotina na sala de aula proporcionam aos alunos uma grande exposição ao contágio de doenças. Seja no ato de emprestar um lápis, nos esportes coletivos ou até mesmo na hora de comer um lanche, é muito importante manter as mãos limpas.

Bactérias e vírus estão por toda a parte, mesmo onde não imaginamos. No ano passado, a gripe H1N1 despertou a preocupação das pessoas em relação à higiene das mãos e diversas campanhas foram realizadas nas escolas.

Muitas doenças como conjuntivite, gripe comum e até mesmo diarréia infeccional podem ser evitadas pelo simples hábito de higienizar as mãos. A prática ganhou até um dia de conscientização, o “Dia Mundial de Lavagem das Mãos”. Nessa data, diversas atividades foram promovidas pela OMS, Organização Mundial de Saúde, para reforçar a importância da higiene das mãos.

Para os adolescentes não é fácil manter o hábito porque a rotina nessa etapa da vida traz tantas novidades que regras simples acabam sendo deixadas de lado. Visando buscar uma alternativa eficiente, o álcool gel é um item prático que tem sido usado desde que a Influenza A se tornou uma ameaça.

Apesar da praticidade, o álcool gel possui um efeito indesejado que causa certa rejeição em relação ao uso, o ressecamento da pele. Mas para esse problema existe solução. O Soapex Espuma antisséptica, possui a mesma praticidade do álcool gel e não resseca as mãos. Basta encontrar um cantinho na bolsa ou na mochila que as mãos estarão sempre limpas, até mesmo para quem vive a agitação da adolescência.

Sobre Soapex Espuma antisséptica:

O Soapex Espuma antisséptica é uma alternativa ao álcool gel, contém em sua fórmula o triclosano que é eficaz no combate a vírus e bactérias, incluindo o influenza-A, responsável pela gripe H1N1.

Além disso, por possuir em sua fórmula ingredientes como o Dimeticonol, o Soapex Espuma antisséptica cria uma película protetora, deixando as mãos com um toque suave, sem causar o ressecamento da pele.

Em embalagem que cabe na bolsa (50 ml), o produto pode ser utilizado facilmente no dia a dia para a limpeza das mãos antes das refeições, no escritório ou na rua, já que não exige enxágue.

Sobre a Galderma:

Galderma é uma companhia farmacêutica exclusivamente dermatológica, criada a partir de uma joint-venture entre Nestlé e L’Oréal, em 1981. Presente em 65 países, é líder mundial no segmento e, no Brasil desde 1995, já conquistou o segundo lugar no ranking nacional da dermatologia. Especializada em pesquisa, desenvolvimento e comercialização de soluções terapêuticas, corretivas e estéticas para doenças de pele, unhas e cabelos, a Galderma possui centros dedicados à inovação em dermatologia em Sophia Antipolis (sudeste da França), Princetown (New Jersey, EUA) e Tóquio (Japão), além das fábricas localizadas na França, Canadá e em Hortolândia, interior do estado de São Paulo. Para mais informações, visite www.galderma.com.br

Ejaculação Precoce: 'fantasma' que afeta homens de todas as idades pode ser combatido

Diversos “fantasmas” assombram os homens no que diz respeito à vida sexual. Um dos mais freqüentes é a ejaculação precoce, geralmente associada a ansiedade, stress e outros fatores psicológicos e orgânicos, que acometem jovens e adultos. “A ejaculação precoce atinge homens de todas as idades e influencia não apenas no ato sexual, mas na segurança e autoestima masculina”, afirma o médico Érico de Rolvare, do Centro Médico Masculino de Campinas. De acordo com ele, há homens maduros que convivem com o problema desde muito jovens, mas a ejaculação precoce pode se manifestar também já em idade adulta.

Sobre as causas, o médico explica que fatores psicológicos aparecem com freqüência maior, mas outros fatores podem existir. “O órgão masculino tem uma temperatura de 0,5 a 0,7 grau mais baixo que o resto do corpo. Em pessoas que apresentam uma sensibilidade muito alta na glande, essa diferença de temperatura pode gerar um estímulo mais intenso, que favorece a ejaculação precoce”, explica Érico de Rolvare.

Segundo ele, considera-se que um homem tem ejaculação precoce quando ela ocorre com menos de 05 minutos após a penetração, na maioria de suas relações sexuais. “O tempo de ejaculação é muito variável e leva em conta outros fatores, ligados a companheira e ao ambiente - envolvimento, atração, local, grau de excitação, que estão relacionados a cada episódio. Portanto, não significa que o homem tem problemas de ejaculação precoce se isso acontecer em uma relação isolada, apenas quando o quadro se repete insistentemente, sem que o homem tenha controle desse evento.”

Com relação à solução do problema, é comum, por parte de alguns profissionais, a indicação de medicamentos estimulantes que ajudam a manter a ereção por mais tempo. O médico, porém, faz ressalvas. “O uso de estimulantes, entre os quais o mais conhecido é o Viagra, não é um tratamento para a ejaculação precoce, pois nesse caso o que ele faz é prolongar a ereção. Como todo medicamento, ele tem seus efeitos colaterais especialmente se usado indiscriminadamente e em excesso. O uso prolongado desde a juventude pode trazer conseqüências mais sérias”.

Para um tratamento eficaz, o ideal é primeiro determinar as causas do problema, o que só pode ser feito mediante avaliação médica. “Quando percebemos que o paciente apresenta ejaculação precoce em decorrência de aspectos psicológicos, é comum a indicação de acompanhamento terapêutico, podendo haver ou não associação medicamentosa, de acordo com cada caso. Quando as causas são físicas, é possível tratar o problema usando desde medicamentos até técnicas de dessensibilização da glande.

Segundo o médico, é importante encarar a solução da ejaculação precoce como um tratamento que, portanto, exige um período de acompanhamento médico. “É comum pacientes com ejaculação precoce ficarem tão preocupados em melhorar sua performance sexual que acabam apresentando outros problemas que podem prejudicar a qualidade de suas ereções.”

Muitos homens, por causa de algum evento isolado, passam a acreditar que têm ejaculação precoce, quando, na verdade, apresentam ejaculação normal. “Para eliminar essas dúvidas, obter um diagnóstico correto, e, se necessário, receber o tratamento adequado, a indicação é sempre procurar um profissional especializado”, finaliza De Rolvare.

* Érico de Rolvare, é médico do Centro Médico Masculino de Campinas

DORES LOMBARES SÃO TRATADAS COM EXERCÍCIOS DIRECIONADOS

A lombalgia ou dor lombar como é popularmente conhecida são um conjunto de dores na região baixa da coluna vertebral que atingem pessoas de todas as idades no mundo. Atualmente essas dores representam a segunda causa de afastamento do trabalho no Brasil, sendo responsável por em média 30% dos casos. Os problemas com a coluna são uma questão de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% da população sofre ou sofrerá com dores lombares em algum momento da vida, o que gera uma parcela imensa de pacientes "sofredores de coluna.

A região lombar, próxima ao quadril, é uma área que recebe bastante carga do nosso corpo, principalmente quando estamos sentados ou levantamos peso. Dentre os fatores que podem levar a uma sobrecarga nesta área, acelerando os processos degenerativos e causando dor, podemos citar a má postura, uso de salto alto por longos períodos, gravidez, sedentarismo e até mesmo o carregamento de peso de forma inadequada.

A hérnia de disco e a degeneração discal são doenças degenerativas da coluna e também são causas comuns de lombalgia em pacientes acima dos 45 anos. Atualmente a fisioterapia oferece exercícios específicos de mobilização, alongamento, estabilização e fortalecimento da coluna, que podem aliviar e tratar essas dores.



Exercícios específicos de mobilização, alongamento, estabilização e fortalecimento da coluna, que podem aliviar e tratar essas dores.


Seguem alguns exercícios:

Exercício Ativação de multifidus

Deitado de lado apóie dobre a perna de cima e apóie sobre um coxim, deixe a outra perna esticada. Realize movimentos lentos e leves jogando o joelho pra frente e para trás. Repita o movimento do outro lado sucessivamente.

Exercício Alongamento

Deitado de barriga para cima com as pernas dobradas, puxe a perna em direção à barriga, alongando a parte posterior do quadril. Segure aproximadamente 20 segundos. Repita 3 vezes o movimento para cada perna.

Exercício Ostra

Deitado de lado com as pernas dobradas, levante o joelho de cima, tomando cuidado para não separar os calcanhares.

Exercício Ponte

Deite de barriga para cima com as pernas dobradas, eleve o quadril contraindo os glúteos e volte à posição inicial.

"A prevenção é fundamental para evitar o aparecimento de dores e problemas na coluna, que acabam trazendo diminuição da qualidade de vida e até mesmo invalidez. Para quem já tem o problema, tratamentos conservadores realizados através de exercícios e fisioterapia dão ótimos resultados"- explica o fisioterapeuta Elder Camacho da Fit & Fisio, serviço de Fisioterapia ligado ao Instituto de Patologia da Coluna.

O tratamento conservador não traz melhorias apenas para os pacientes, mas também beneficia diversos setores da sociedade, diminuindo gastos com tratamentos médicos, e evitando despesas conseqüentes dos afastamentos e aposentadorias precoces.

A conscientização e orientação por parte das empresas, funcionários e toda a população em geral trará não só alivio nas dores nas costas, mas também melhor rendimento nas atividades do dia a dia, bem estar físico e mental, e principalmente aumento da produtividade de toda a população que hoje sofre com problemas de coluna.

“Meu filho não come!”. Essa é uma das principais queixas dos pais de crianças em idade pré-escolar (entre 1 e 6 anos). Em alguns casos o assunto requer preocupação e investigação para saber se há um problema mais sério. Mas, na maioria das vezes, de acordo com a professora do curso de Nutrição da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), Thelma Fernandes Feltrin Rodrigues, a questão está ligada aos hábitos alimentares da família. “Os filhos espelham os hábitos e os costumes dos pais, portanto, não dá para exigir que eles comam verduras e legumes se esses alimentos não fazem parte do cardápio da casa. Por não apreciarem determinadas hortaliças, alguns pais não compram, não preparam e não oferecem às crianças”, observa.

Profa. Thelma diz que a criança está experimentando novidades nessa fase de transição, passa a ter acesso às guloseimas propagandeadas pela mídia e começa a deixar de lado os hábitos saudáveis – ingestões de sopas e de sucos – de quando era bebê. “É muito importante sentar- se na mesa e comer junto com a criança os alimentos que ela rejeita. Vendo os outros integrantes da família comer, a criança voltará a experimentar”, explica.

Os pais devem explicar para os filhos, desde cedo, a importância de se ter uma dieta saudável e variada, dizendo (em linguagem apropriada) que os alimentos vão ajudá-los a crescerem fortes e com os cabelos e as unhas mais bonitos. Nos casos mais difíceis, a Profa. Thelma aconselha recorrer a um nutricionista, que pode ajudar dando dicas de preparo de pratos saborosos com os ingredientes que a criança recusa. O momento das refeições, segundo a especialista, deve ser agradável e prazeroso, devendo-se evitar o desvio da atenção da criança com televisão ou brinquedos.

O que não pode faltar?

Todos os nutrientes, como as vitaminas, os minerais, as proteínas, as gorduras e os carboidratos, são essenciais para o bom desenvolvimento neuropsicomotor e o crescimento adequado dos filhos, por isso, é tão importante uma alimentação contrabalançada e variada. “São durante os primeiros anos de vida que a criança forma hábitos alimentares, portanto, uma alimentação saudável e equilibrada, incentivada precocemente, trará reflexos positivos em sua saúde. As mães não podem se esquecer de oferecerem diariamente aos seus filhos cereais, grãos, frutas, laticínios, carnes, legumes e verduras. Além disso, a oferta de água é fundamental ao bom funcionamento do organismo infantil”, enumera a nutricionista.

A alimentação saudável, segundo a Profa. Thelma, deve ser priorizada desde os primeiros meses de vida da criança, logo após o período de aleitamento materno exclusivo, que deve durar até o sexto mês de vida. Aos poucos, após essa fase, o pediatra deve orientar a introdução de novos alimentos, como sucos naturais e papas de frutas frescas, de legumes, de tubérculos e de carnes.

De acordo com a nutricionista, chocolates, guloseimas e fast foods devem ser limitados. Não é preciso proibir, mas a criança precisa saber que esses produtos não podem ser consumidos todos os dias. Profa. Thelma alerta ainda para que os pais não utilizem as guloseimas como recompensas, pois oferecer balas, pirulitos e chocolates quando o filho come toda a refeição é um erro. “Esses alimentos são altamente calóricos e contribuem muito para o surgimento da obesidade na infância”, esclarece.

Dormiu mal? O problema pode estar no quarto

Insônia, dores de cabeça, agitação podem ser causadas por excesso de irradiação

O quarto é um lugar sagrado, é onde recuperamos nossas energias. No entanto, o que deve ser um oásis de conforto e aconchego, pode se tornar um espaço de acúmulo de tensões.

Segundo a geoterapeuta Sil Berti, o dormitório deve ser o mais “clean” possível, livre da emissão exagerada de cargas eletro-magnéticas. “O ideal é não ter TV, computadores e aparelhos eletrônicos, haja vista que a irradiação emitida por estes equipamentos pode fazer com que o nosso cérebro mantenha a frequência alta. O resultado disso é que as pessoas não relaxam e não têm um sono tranquilo e reparador. Acordam mais cansadas do que quando foram dormir. É como se o corpo permanecesse em estado de ALERTA”, adverte ela.

Entre os sintomas mais freqüentes da influência radioativa estão irritação, estresse, dores de cabeça e no corpo, insônia, entre outros. De acordo com a terapeuta, outra dica importante é utilizar o mínimo de elementos sintéticos em carpetes, colchas e cortinas que geram eletricidade estática e acúmulo de ácaros.

“Tomadas e fiação devem estar distantes da cabeceira da cama. Celulares e lap tops, nem pensar!”, alerta. Para Sil Berti, camas com cabeceiras de metal funcionam como transmissores de corrente elétrica e os colchões de mola precisam ser muito bem balanceados. “No caso dos colchões de mola, o geoterapeuta verifica com bússolas o posicionamento das molas. Caso estejam desalinhadas, as pessoas podem ter problemas de saúde. Se utilizamos materiais como madeiras ou fibras naturais, conseguimos atenuar os malefícios das correntes elétricas” finaliza.

Depressão: problema de saúde ou social?

ü 20% da população mundial apresentarão a doença ao longo da vida

ü Incidência: entre 20 e 45 anos

ü Terceira causa de morte entre adultos

ü Segunda causa de morte entre jovens e adolescentes

E mais!

“A substituição da interação com a vida real por salas de bate papo e sites de relacionamentos contribui para o isolamento e pode agravar casos de depressão ou mesmo iniciá-los. A pessoa deixa de se relacionar, de praticar esportes, ir ao cinema, enfim, viver a vida real”

A cada dia, os consultórios médicos recebem pacientes com sintomas de depressão. Uma patologia que cresce assustadoramente entre os jovens adultos na faixa etária entre 20 e 45 anos. Já é considerada a terceira causa de morte no mundo entre a população adulta e a segunda entre adolescentes e jovens. “Infelizmente, o suicídio entre esses pacientes já é um dos problemas médicos-sociais mais relevantes”, diz o médico psiquiatra e coordenador da equipe de psiquiatria do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dr. Vladimir Bernik.

Os sintomas são vários e para um diagnóstico preciso e necessário

convergência entre eles. Para auxiliar no entendimento da patologia, o médico disponibiliza em seu site (www.vladimirbernik.med.br) um teste de autoavaliação muito simples. Mas alerta: “é importante ficar atento, porque muitas são as alterações de comportamento nas pessoas acometidas pela depressão e só um médico especializado pode diagnosticar com precisão a patologia. Mas a pessoa entristece, não come, não dorme, perde o ânimo e a vontade de viver e ai começa a pensar em suicídio.”

No entanto, ainda faltam informações sobre a depressão o que leva a

um diagnóstico errado ou mesmo ao não diagnóstico. Isso porque, segundo Bernik, há uma barreira cultura e uma tratativa estigmatizada da depressão, o que pode levar a um diagnóstico e tratamento tardio. “Muitos pacientes deprimidos são vistos pela família e colegas como preguiçosos, caráter

fraco ou falta de vontade.”

Tratamento – O processo de tratamento inclui medicamentos e terapia. O mercado farmacêutico disponibiliza muitos antidepressivos, mas para aplicá-los, segundo Bernik, é preciso conhece sua eficiência e sempre associada à dose segura. “É importante esclarecer que o medicamento só começa a surtir efeito após 10 ou 15 dias, por isso, é preciso ter calma e não tentar mudar o medicamento. Também precisamos lembrar que, para um bom resultado, é importantíssimo o relacionamento interpessoal e a comunicação entre médico, paciente e familiares sobre os efeitos colaterais da medicação”, explica.

Custo Social – A depressão já é considerada a doença maior custo social para os sistemas de saúde. Isso porque pode levar ao afastamento, que, em alguns casos, chega a um ano ou até mesmo a aposentadoria precoce. “A depressão é a primeira causa de aposentadorias em psiquiatria e a segunda causa na estatística geral da Previdência, perdendo apenas para as lombalgias crônicas”, esclarece o Dr. Vladimir Bernik.

Dr. Vladimir Bernik – médico psiquiatra e coordenador da equipe de psiquiatria do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Hipotireoidismo: sintomas podem confundir pacientes e médicos

Diagnóstico preciso da doença é fundamental para garantir melhor qualidade de vida aos pacientes

Depois dos 30-40 anos, as mulheres têm três vezes mais chances de desenvolver distúrbios da tireoide, principalmente o hipotireoidismo. Nesse caso, a glândula tireoide – que tem a forma de uma borboleta e está localizada na base do pescoço – passa a apresentar redução na quantidade de hormônio produzido, comprometendo diversas funções do organismo e podendo dificultar o diagnóstico.

Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas é comum a paciente apresentar fadiga, enfraquecimento das unhas, queda acentuada de cabelo, sonolência, ganho de peso, constipação e dor no corpo. Algumas chegam a apresentar depressão e perda de memória. Com tantas manifestações distintas, somente um diagnóstico acertado poderá controlar o problema e garantir mais qualidade de vida à paciente.

“A doença pode ser diagnosticada por um simples exame de sangue em que são realizadas as dosagens dos hormônios tireoidianos T3 e T4, além do TSH – hormônio produzido pela hipófise e que estimula a produção da tireoide. Também poderá ser solicitada a dosagem de auto-anticorpos. Entretanto, quando o médico endocrinologista suspeita da presença de nódulos, poderá sugerir a realização de exames complementares, como ultrassonografia, cintilografia ou mesmo uma biópsia”, diz a médica radiologista Maria Cristina Chammas, do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo.

A presença de um nódulo na tireoide na maioria das vezes não significa câncer. Entretanto, a doença é detectada em 5% dos nódulos de tireoide. De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), esse tipo de câncer tem baixa ocorrência e costuma representar pouco mais de 1% de todos os casos de câncer registrados – que, na maioria das vezes, apresenta ótima evolução. Mas pacientes com história de irradiação prévia na região do pescoço ou com histórico da doença na família devem ser submetidas a um exame mais minucioso.

Avanços na detecção do câncer de tireoide são vistos com ressalvas

Vários artigos apontam que o mapeamento dúplex-Doppler colorido, ou seja, a análise conjunta da ultrassonografia convencional e do mapeamento Doppler colorido e pulsado, é a melhor forma de selecionar os nódulos com risco aumentado para presença de câncer. Dessa forma, é possível indicar melhor os nódulos que necessitam ser investigados por meio de biópsia aspirativa por agulha fina, evitando procedimentos desnecessários.

Por outro lado, “como o Brasil tem proporções continentais e nem todos os centros diagnósticos podem contar com equipamentos sensíveis e operadores bem treinados, há casos em que é preferível não levar em conta os dados do mapeamento Doppler e se concentrar tão-somente nas características apresentadas pelo ultrassom para tentar selecionar os nódulos com risco aumentado”, alerta a médica.

De acordo com a doutora Maria Cristina, “o sucesso do médico executante da ultrassonografia da tireoide está na realização desse procedimento com equipamento sensível e transdutor de frequência apropriada. Além disso, é fundamental ter plena consciência do que procurar durante o exame, utilizar a técnica corretamente, produzir boa documentação fotográfica e descrever as alterações significativas no corpo do laudo, principalmente os critérios necessários para análise do risco do nódulo tireoidiano. Esses passos certamente beneficiarão o paciente, bem como irão satisfazer os anseios do médico solicitante do exame”.

Fonte: Dra. Maria Cristina Chammas, médica radiologista do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo. (www.cdb.com.br)

29 de abril: Dia do Cão-Guia Pequenos super-heróis Entenda como os cães-guias ajudam os deficientes visuais e descubra como ajudar o Brasil a ter mais animais preparados

Enquanto o número de deficientes visuais do país chega a 2 milhões, país tem apenas 60 cães-guia

Impecáveis e dedicados ao trabalho, os cães-guia têm a função de manter os donos longe do perigo. Sem dúvida, trata-se de um trabalho nobre e comovente, que sensibiliza a todos. No próximo dia 29 de abril, comemora-se o Dia do Cão Guia, um momento para celebrar os importantes feitos desses animais, e explicar à população como é possível ajudar na formação de mais cães, para que um número maior de deficientes seja ajudado.

Segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, existem hoje no país cerca de 2 milhões de deficientes visuais no Brasil, ao passo que são apenas 60 cães-guias em todo o território nacional. A discrepância de números possui uma explicação: o valor para treinamento e capacitação dos animais. Para preparo de cada animal, o investimento chega a R$ 25 mil.

Na contrapartida, profissionais ligados à área salientam a importância do cão-guia para a qualidade de vida do deficiente visual. "O cão-guia possibilita a inclusão social do deficiente, ao garantir mais liberdade. É uma alternativa de vida que garante maior contato com demais pessoas; é uma nova realidade", aponta Fabiano Pereira, instrutor da Federação Internacional de Escolas de Cães-Guias (IGDF).

"Vale destacar que, para isso, precisamos preparar tanto o cão quanto o dono que irá recebê-lo. O entrosamento e relação de confiança mútua são fundamentais para o sucesso das atividades", salienta Pereira. Tanto que o processo de seleção do cliente engloba uma série de fatores. "Primeiramente, o candidato passa por uma entrevista para conhecermos seu real potencial para a utilização do cão-guia, seu estilo de vida, temperamento e estado de saúde. Com esses dados, comparamos com as características dos cães disponíveis até encontrarmos um que se enquadra com seu perfil", conta.

Pereira treina cães da Escola de Cães Guia Helen Keller, única no Brasil reconhecida pela IGDF, sediada na Inglaterra e, atualmente, capacita, com supervisão de um instrutor sênior enviado pela Federação, nove cães-guias e seus respectivos futuros donos. Futuramente, com a construção do centro de treinamento, a instituição prevê o treinamento de até 18 cães.

Por ser uma instituição sem fins lucrativos, o deficiente visual não paga nada para receber a posse do cão-guia e seu treinamento, "mas a propriedade do animal continua sendo da escola, para que possamos salvaguardar seu bem estar e sua utilização adequadamente", ressalta.

A Escola de Cães Guia Helen Keller conta hoje com ajuda da multinacional Evialis, empresa francesa que está entre as líderes mundiais na produção de alimentação animal, para alimentação dos cães. "A Evialis entende a relação entre os cães-guias e seus proprietários, e, por isso, oferece produtos específicos para a alimentação destes animais", afirma Roberto Vituzzo, diretor de negócios Pet Food da Evialis. Ele acrescenta que ao promover a saúde e bem estar dos cães, a empresa pode melhorar a qualidade de vida dos deficientes visuais, facilitando sua mobilidade e permitindo maior independência.

Com a celebração do Dia do Cão-Guia em todo o país, espera-se que a iniciativa inspire movimentações nesse sentido em todo o país, rumo à inclusão social dos deficientes visuais.

Evialis

A Evialis, empresa francesa e uma das líderes mundiais em Nutrição Animal, está presente industrialmente em 16 países, possui mais de 74 unidades industriais e comercializa produtos e serviços em 50 países. A empresa possui mais de quatro mil funcionários e está presente no mercado mundial há mais de 50 anos. Para mais informações, visite http://www.evialis.com.br/

Atuando no Brasil há mais de 70 anos por meio da marca Socil e hoje também com as marcas Purina, Zoofort, Royal Horse, Evimix e Ocialis, o grupo Evialis possui fábricas localizadas em Barra Mansa (RJ), Canoas (RS), Contagem (MG), Descalvado (SP), Inhumas (GO), Paulínia (SP) e duas em São Lourenço da Mata (PE), além de sua subsidiária Zoofort, em Primavera do Leste (MT). O grupo atua nos mais diversos segmentos de nutrição animal: ruminantes, eqüinos, aqui-cultura, aves, suínos e pet-food, através do fornecimento de rações completas, suplementos minerais e premixes.

Ao redor do mundo, a empresa tem atuação no México, Espanha, Vietnam, Polônia, Indonésia, Bélgica, China e França.

Trata-se de um grande grupo especializado em nutrição animal, preparado e capacitado para proporcionar ao mercado tecnologias específicas e voltadas para cada objetivo e necessidade dos produtores rurais.

Saiba mais sobre os negócios do Grupo nos sites:

www.evialis.com.br
www.socil.com.br
www.nutrimentospurina.com.br
www.zoofort.com.br

Mitos e Verdades do ronco

O ronco é um dos principais distúrbios de sono dos mais de 70 conhecidos, acometendo mais de 30% da população brasileira. Ele representa um problema importante tanto para o paciente quanto para o cônjuge, visto que pode resultar em sérios danos à saúde, além de contribuir para a diminuição da qualidade do sono.

O que é o ronco?

Durante a noite, a musculatura da garganta relaxa e a passagem de ar pode ser parcialmente bloqueada. Quando o ar consegue ultrapassar esse bloqueio, as estruturas da garganta vibram e chacoalham, causando o som familiar do ronco. Quanto maior o bloqueio de ar, maior a intensidade do ronco.

Para entender melhor algumas das questões relacionadas ao ronco e os distúrbios do sono, conheça agora alguns Mitos e Verdades sobre esse mal:

- Quem ronca tem má qualidade de sono.

Verdade. O ronco pode causar a famosa apneia do sono. Quando o ar não consegue chegar aos pulmões, o cérebro manda um sinal de que a pessoa deve “acordar” e assim desobstruir a passagem da respiração. Esse intervalo é conhecido como apneia do sono, muito comum em pessoas que roncam.

- Roncar incomoda e cria problemas aos parceiros.

Verdade. Para o parceiro (a) que dorme com uma pessoa que ronca, o cansaço no dia seguinte pode ser um problema sério. Muitas vezes ele é acompanhado da sonolência, fadiga, irritabilidade e até depressão.

- A obesidade é a causa do ronco.

Mito. A obesidade é uma das doenças relacionadas. Quem está acima do peso precisa procurar tratamento médico, mas o ronco também pode estar relacionado a outros fatores.

- Mulheres roncam mais que os homens.

Mito. Segundo o estudo brasileiro realizado pelo Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo, acima dos 40 anos, cerca de 25% das mulheres roncam, enquanto os homens chegam a 36%.

- Ronco tem cura.

Verdade. Além da mudança no hábito de vida, o ronco pode ser resultado do excesso de peso, problemas de má respiração e na faringe, a pessoa que ronca precisa procurar auxílio médico.

- Respire Melhor ajuda a tratar problemas com ronco.

Verdade. Respire Melhor é uma haste flexível que abre as vias respiratórias nasais e aumenta em até 31% o fluxo de ar. É indicado para redução do ronco, alivio da congestão nasal e respiração mais fácil.

TRATAMENTO UROGINECOLOGICO BENEFICIA PACIENTES

A Uroginecologia é uma subespecialidade que relaciona o trato urinário com suas estruturas pélvicas adjacentes como um todo, incluindo útero, vagina e reto. Seu objetivo é diagnosticar, prevenir e tratar enfermidades como cistite, incontinência urinária, "bexiga baixa" e "vagina larga".

Uma condição considerada comum pela maioria das mulheres, mas não uma enfermidade e que leva a uma situação de perda da auto-estima, vergonha e isolamento social. Existe uma crença de que a incontinência urinária é um processo que faz parte do envelhecimento dificultando muitas vezes o relato espontâneo por parte das pacientes, no entanto, a perda de urina não é normal em nenhuma idade e deve ser sempre investigada e tratada corretamente.

Procurar um especialista regularmente e relatar as queixas, sem constrangimentos, é a melhor arma contra problemas futuros que devem ser diagnosticados e tratados.

Apesar da eficácia da fisioterapia ter sido comprovada, sanando o problema através de exercícios específicos para reeducação pélvica, existem casos que requerem uma intervenção cirúrgica, como o uso de telas para sustentação da uretra e outros que necessitam de tratamento medicamentoso, dependendo do tipo de incontinência.

Dra. Annic Teixeira Carvalho

Ginecologista, obstetra e uroginecologista.

Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher

A Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher é coordenada pelo ginecologista e feminólogo Dr. Eliezer Berenstein. Ele reuniu oito profissionais de saúde que atuam buscando a qualidade de vida feminina por meio do exercício da feminologia clínica. Essa nova técnica é aplicada por meio de uma equipe multi e trans disciplinar.

Os diferentes tipos de parto

Com vantagens e indicações específicas, a opção deve levar em conta a saúde da mãe e do bebê

À medida que se aproxima a data de nascimento do bebê, crescem as dúvidas das gestantes sobre o tipo de parto. O parto natural, como o próprio nome diz, segue as leis da natureza, com um mínimo de intervenções, trazendo uma série de benefícios para a mulher e especialmente para o bebê. A mãe se restabelece mais rápido, recebendo alta logo após as recomendáveis 48 horas, e reduzindo consideravelmente o risco de dificuldades respiratórias na criança. A amamentação também é beneficiada devido à ausência de dor da mãe no pós-parto.

Já na cesariana, por ser uma cirurgia, os riscos de complicações são maiores. Hemorragia, infecção e outras intercorrências ocorrem com muito maior frequência, afirma dr. Corintio Mariani Neto, presidente da Comissão de Aleitamento Materno da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Além disso, se tudo ocorrer bem, a alta é prevista para no mínimo 72 horas após o parto, ou seja, pelo menos um dia a mais do que o parto normal.

No entanto, a decisão da via de parto não cabe apenas à mãe ou ao médico que acompanha a gestante no pré-natal, deve ser discutida e avaliada segundo diversas variáveis. Um exemplo é a identificação, durante o pré-natal, nos exames de rotina, como o ultrassom, ou mesmo durante o trabalho de parto, de algo que possa comprometer o nascimento natural. Mas são casos específicos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a via abdominal não deve ultrapassar 15% dos partos.

Contudo, no Brasil, os números são bastante diferentes, principalmente no sistema privado de saúde, no qual a taxa chega a quase 90%. “Se a gente levar em conta a medicina de consultório e de convênio, nós temos cerca de 80% a 90% de cesariana, sendo a maioria fora do trabalho de parto. As cesarianas têm sido marcadas antes que a mulher entre em trabalho de parto, sem a chance de saber se o parto poderia ser normal”, relata o dr. Corintio.

Sobretudo nas grandes capitais, mulheres independentes, que trabalham fora, bastante esclarecidas, muitas vezes escolhem a cesariana por motivos infundados, como medo de sentir dor ou pela praticidade de saber de antemão data e horário do nascimento. Enquanto isso, no SUS, a taxa de cesarianas está em torno de 30%.

Segundo dr. Corintio, “a mulher que tem um plano de saúde, a priori, tem melhores condições globais, sócio-econômicas, culturais e de saúde. Mesmo realizando mais consultas pré-natais e tendo maior acesso à informação, acaba optando pela cesárea”.

Parto em casa

Em países considerados desenvolvidos, com alta rentabilidade e população instruída, como a Holanda, a prevalência do parto natural é evidente, inclusive o domiciliar, que chega a 35%. Embora o ambiente familiar traga maior tranquilidade para a mulher, ele não é o mais indicado para o parto. Este procedimento deve ser realizado em ambiente hospitalar, com disponibilidade de UTIs e de recursos tecnológicos, ainda que a primeira opção seja o parto normal, pois intercorrências como a necessidade de realização de uma cirurgia de emergência ou de atendimento ao recém-nascido não estão descartadas. Nestes casos, a demora para chegar a um hospital pode ser decisiva para a saúde da mãe e do bebê.

Além disso, a área de obstetrícia vem inovando, e são cada vez mais comuns as maternidades com suítes de parto, LDR (Labor and Delivery Room), que conciliam o conforto de uma casa com a credibilidade de um hospital. No Brasil, é possível ter acesso a estas facilidades nas principais maternidades do país.

Hospital viValle – Dia Mundial da Saúde (7 de abril)

Criado no dia 7 de abril de 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Dia Mundial da Saúde surgiu da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde da população e alertar sobre os principais problemas que podem afetá-la.

Segundo a OMS, ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, mantendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas em harmonia. Pensando em soluções práticas para o dia a dia, dr. Paulo Maurício Chagas Bruno, superintendente clínico do Hospital viValle selecionou algumas dicas importantes, para serem anotadas na agenda e virarem hábitos para uma vida mais saudável:

Atenção com a alimentação.

Quando adotamos hábitos alimentares inadequados, colocamos em risco nossos melhores esforços para controlar o peso e fortalecer nosso corpo.

O grande segredo é comer um pouco de tudo, o famoso prato colorido. Elimine da dieta o excesso de gorduras e carnes vermelhas e acrescente cereais integrais, legumes e verduras. Beba muita água, ela é fonte de vida.

Pratique exercícios físicos.

Procure fazer pelo menos três caminhadas de 30 minutos por semana. Além de ajudar a queimar calorias, a prática de exercícios regularmente acelera o metabolismo dificultando o aumento de peso. Mas antes de estabelecer esta nova rotina, procure seu médico, para certificar-se que tudo está bem e que você não tem nenhuma restrição.

Lembre-se que fumar é prejudicial à saúde. Fique longe deste vício.

No Brasil, cerca de 200 mil mortes por ano estão relacionadas ao tabagismo.

O excesso de bebidas alcoólicas é extremamente prejudicial à saúde. Não abuse!

GAGUEIRA

O Instituto Brasileiro de Fluência – IBF disponibiliza em seu site www.gagueira.org.br , o livreto "Gagueira: conversa com os professores" onde busca esclarecer as dúvidas mais frequentes e fornecer diversas orientações para professores de alunos com gagueira.

Este trabalho foi organizado pela fonoaudióloga Eliana Maria Nigro Rocha; conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Fluência (IBF) e do Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa). 

Os interessados poderão fazer download  GRATUITO clicando:

http://gagueira.org.br/livreto_para_professores.shtml



Má higiene bucal pode causar câncer de boca

Dr. Leandro Lukacsak, da Clínica OralFix, fala sobre as causas da doença

O câncer de boca inclui os cânceres de lábio e da cavidade oral (mucosa bucal, gengivas, palato duro, língua oral e assoalho da boca). O câncer de lábio é mais freqüente em pessoas brancas, e registra maior ocorrência no lábio inferior. O câncer em outras regiões da boca acomete principalmente tabagistas e os riscos aumentam quando essa pessoa também é alcoólatra.

Os principais fatores que podem levar ao câncer de boca são idade superior a 40 anos, vício de fumar cachimbos e cigarros, consumo de álcool, má higiene bucal e uso de próteses dentárias mal-ajustadas. O principal sintoma é o aparecimento de feridas na boca que não cicatrizam em uma semana. Dificuldade para falar, mastigar e engolir, além de emagrecimento acentuado, dor e presença de linfadenomegalia cervical (caroço no pescoço) são sinais de câncer de boca em estágio avançado.

Os processos patológicos básicos aparecem, clinicamente, por variadas alterações morfológicas, na pele ou mucosa bucal. As principais são: manchas esbranquiçadas ou avermelhadas ou máculas, placas (rugosas, verrugosas, onduladas ou lisas) erosões, úlceras, bolhas, pápulas e nódulos (lesão sólida e elevada).

"Todas essas lesões geralmente só são notadas pelo dentista, portanto qualquer que seja a alteração que tenha na boca, é imprescindível que as pessoas procurem um dentista imediatamente. Se o próprio dentista não diagnosticar a lesão, certamente ele indicará um cirurgião dentista especialista em estomatologia, que tratará o problema", diz Dr. Leandro Lukacsak, ortodontista da Clínica OralFix.

Veja como prevenir o aparecimento do câncer bucal:

    • Não fume;

    • Não beba em excesso;

    • Use sempre o protetor solar;

    • Alimente-se de maneira saudável, com verduras, frutas e legumes;

    • Execute o autoexame todo mês;

    • Faça a higiene bucal corretamente

    • Faça uma consulta odontológica de controle a cada seis meses;
 
Serviço:
Clínica Odontológica OralFix
R. Estado de Israel, 166 – Vila Clementino – São Paulo/SP
Tel. (11) 3881-1004 –
www.oralfix.com.br


SEM DESCULPAS: EXISTE TEMPO PARA OS EXERCÍCIOS FÍSICOS

A maratona diária em que vivemos não é uma atividade esportiva, mas uma corrida contra o tempo que tem como objetivo tentar fazer o máximo de tarefas possíveis, pessoais ou profissionais, em apenas 24 horas. Trabalho, estudos, compromissos, família. Muitas vezes esquecemos que cuidar da nossa saúde é vital para darmos continuidade a essa rotina dinâmica, e, para tanto, a falta de tempo não é mais desculpa. Não acredita?

Estudo realizado por um grupo na Universidade McMaster, Canadá, revelou que é possível ter importantes ganhos mesmo com poucos minutos de atividade física diária. Isso significa que, se administrarmos de forma eficiente o nosso dia, além de mantermos o ritmo de cumprimento das atividades voltadas para a carreira, também podemos dedicar um tempo para nosso bem estar. Segundo a pesquisa, realizar dez séries de apenas um minuto de bicicleta, com um minuto de descanso entre elas, três vezes por semana, são tão eficientes na melhoria da musculatura quanto à prática de muitas horas de exercícios convencionais de longa duração. São menos de 30 minutos para manter-se em forma.

Ótimo, não? Se você pretende mudar seu dia a dia e iniciar uma vida mais saudável, existem algumas tarefas que podem ser realizadas e organizadas para otimizar seu tempo no trabalho e conquistar esse momento para suas atividades físicas. Seguem algumas sugestões de como alcançar essa melhoria:

· Se possível, procure um especialista: antes de tudo, ocupe um espaço da sua agenda para procurar um preparador físico e verificar se você está apto a praticar exercícios. Se isso não for possível, inicie seu treinamento com atividades leves como, por exemplo, uma simples caminhada. Afinal, não adianta administrar bem o seu tempo se, quando iniciar o treinamento, você sofrer alguma lesão;

· Planejamento antecipado: pegue a sua agenda e visualize a situação da próxima semana para alocar as prioridades, seguindo a ordem ao longo dos dias. Não se esqueça de incluir neste planejamento um tempo para dedicar aos exercícios físicos. Priorize para cada dia da semana apenas aquilo que será feito, as possibilidades devem ficar de lado;

· · Ache um parceiro: no começo, ir sozinho para fazer exercícios pode ser realmente desestimulante. A dica é encontrar alguém que compartilhe da mesma necessidade para um apoiar o outro. Incluir relacionamentos importantes nessa atividade é também uma ótima forma de utilizar seu tempo para realizar prospecções pessoais e profissionais;

· Compromisso com você mesmo: para dar certo a realização das atividades físicas diárias, você precisa estar bastante comprometido com você mesmo. No começo, provavelmente precisará rever sua agenda e a forma como tem se organizado. Mas, o importante é começar, depois você irá se mais fácil adaptar-se à nova rotina;

· O período da manhã pode ser a melhor opção: ao iniciar a prática de exercícios físicos, muitas pessoas acabam escolhendo os horários vagos entre trabalho e universidade, ou o pós-trabalho. Não se esqueça que o período da manhã também é uma ótima opção! Acordar mais cedo lhe dá ânimo para aguentar o dia, além de culminar em aumento de produtividade pela sua maior disposição. Isso sem contar que esse período costuma ser mais fresco do que à tarde;

· Escolha um exercício que lhe agrade: se você odeia caminhar, não opte utilizar o seu tempo em uma esteira, você desistirá logo dos treinamentos. O grande segredo para as realizações darem certo é se sacrificar um pouco para fazer aquilo que realmente gosta. Pode ser abdominal, levantamento de peso, bicicleta, correr, praticar dança aeróbica, ou todos os exercícios mesclados. A escolha é sua;

Sair da inércia é difícil, principalmente por estarmos acostumados com essa correria da vida moderna. Mas, lembre-se que praticar exercícios pode, além de trazer uma sensação de disposição para seguir os dias, aumentar a sua produtividade diária profissional e estimular a atenção na realização de suas atividades. Não é somente estética, exercícios físicos também são sinônimos de saúde e qualidade de vida.

*Christian Barbosa - Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em Reunião e co-autor do Mais Tempo, Mais Dinheiro.

www.triadedotempo.com.br e www.maistempo.com.br  

OS NOVOS RECURSOS DA ODONTOLOGIA MODERNA

A prevenção é a melhor forma de evitar problemas e complicações no futuro. Quando crianças os pais têm uma preocupação em levar os filhos ao médico regularmente, essa prática no decorrer do crescimento e desenvolvimento da criança vai se perdendo, e as pessoas passam a procurar um especialista apenas quando já estão doentes.

A melhor forma de se prevenir e saber como está a saúde é realizar um check-up, que consiste em uma bateria de exames executados por especialistas. Infelizmente no Brasil, a prática do check-up não é muito comum, geralmente as pessoas só procuram um especialista quando já estamos com algum problema. Mas há quem pense que o check-up é a salvação de todos os problemas. Na realidade, ele evita grandes complicações e quando realizado periodicamente é capaz de detectar um problema logo no inicio o que influencia no processo de recuperação.

Segundo os especialistas do Instituto Bernal & Oliveira de Odontologia, com a saúde bucal não é diferente, e muitos acreditam que apenas escovar os dentes, passar o fio dental e usar um enxaguante bucal é o suficiente. De fato, essa prática é importante, mas as visitas ao dentista regularmente é fundamental, pois só o especialista sabe identificar as reais necessidades do paciente.

Pensando no conceito sobre a importância da prevenção, a odontologia moderna traz um novo recurso tecnológico, capaz de detectar o aparecimento de uma doença antes mesmo dos sintomas surgirem. Esse recurso, chamado de Check-up Digital Preventivo, é capaz de evitar o sofrimento. O tratamento acontece de forma precoce, sem traumas, com custo mais baixo e a saúde é mantida sob controle.

Já existe no mercado uma tecnologia parecida, contudo, com o recurso digital é possível um aumento de até 60 vezes da imagem, capaz de detectar e prevenir complicações futuras, além de acompanhar o tratamento. Apenas as melhores clínicas no país possuem essa máquina, desenvolvida no Brasil pelo Grupo Sky.

Distúrbios de aprendizagem causados por problemas de visão

Segundo, ATKINSON, 2000 e SHOR, 1989, estima-se que cerca de 85% de tudo o que aprendemos ou assimilamos do ambiente, bem como o desenvolvimento normal sensorial e motor, dependem de nossas habilidades visuais nos primeiros seis meses de vida. Quando as crianças atingem o período escolar a atenção de pais e professores sobre essas dificuldades deve se tornar constante.

O médico Oftalmologista Luiz Gustavo Ribeiro dá algumas dicas para que os responsáveis possam observar e o quanto antes procurar um especialista:

  • fotossensibilidade (sensibilidade aumentada a luz),
  • desfocamento à leitura com distorções visuais,
  • restrição do campo visual periférico,
  • dor de cabeça,
  • lacrimejamento,
  • coceira e ardência ocular,
  • esfregar os olhos constantemente,
  • tampar/fazer sombra nos olhos enquanto lê,
  • apertar e piscar os olhos excessivamente,
  • balançar ou tombar a cabeça,
  • cansaço após 10 a 15 minutos de leitura

O Dr. Luiz Gustavo pode ainda ajudar em pautas sobre como os professores podem fazer testes com alunos neste início de ano letivo e sobre como os pais podem observar se a visão de seus filhos está saudável.

Perfil do Especialista

Luis Gustavo Ribeiro é médico oftalmologista graduado pela Faculdade de Medicina do ABC. É membro da Academia Americana de Oftalmologia e da Sociedade Americana de Catarata e Cirurgia Refrativa. Chefe do setor de Administração em Oftalmologia e Professor Assistente do setor de Cirurgia Refrativa do Departamento de Oftalmologia da Faculdade de Medicina do ABC é também Diretor Clínico do IBV – Instituto Brasileiro da Visão. Possui trabalhos científicos publicados em diversas revistas brasileiras especializadas. Médico Voluntário do Projeto Catarata do ABC, Projeto Amazonas Visão 2000 e do Mutirão da Visão na Baixada Santista.

Incontinência urinária e bexiga hiperativa – dos anticolinérgicos à toxina botulínica

A incontinência urinária pode ser definida como a perda involuntária de urina e pode ocorrer tanto em homens, como mulheres ou crianças. Dentro deste conceito uma série de situações e doenças, transitórias ou definitivas, com mecanismos de ocorrência variados apresenta como fator comum a perda de urina. Pode-se dizer que a incontinência urinária é uma “síndrome”.

Desse modo, ao nos depararmos com uma pessoa cuja queixa é incontinência urinária, devemos estabelecer o diferencial com um grande número de possíveis diagnósticos etiológicos entre os quais: a incontinência urinária de esforço, malformações congênitas, fístulas urinárias e a bexiga hiperativa. A Síndrome da Bexiga Hiperativa (SBH) é definida como uma combinação de sintomas urinários: necessidade de urinar rapidamente (urgência miccional), aumento do número de micções, micções noturnas, acompanhada ou não por incontinência urinária. Sua prevalência é da ordem de 16% em países da Europa e Estados Unidos.

No Brasil um levantamento realizado no sul do país demonstrou que 19% da população apresenta sintomas compatíveis com bexiga hiperativa. Tanto homens, como mulheres podem sofrer da SBH, embora os casos com incontinência sejam predominantes no sexo feminino. O impacto da bexiga hiperativa é multidimensional, com um custo anual estimado em 12,6 bilhões de dólares nos Estados Unidos e 4 bilhões de Euros só na Alemanha. A qualidade de vida também é comprometida de modo severo. Portadores de bexiga hiperativa evitam sair de casa e limitam suas atividades com a disponibilidade de banheiros no trajeto, ou destino para qual irão.

Enquanto sua etiologia permanece alvo de investigações, nenhum tratamento específico foi desenvolvido. Todos os recursos até o momento empregados visam inibir a ocorrência de contrações vesicais involuntárias da bexiga, ou apenas reduzir os sintomas que caracterizam a síndrome. Seu tratamento inicial está baseado no treinamento vesical e fisioterapia, terapia comportamental, terapia medicamentosa, ou uma associação destas modalidades. Os anticolinérgicos orais correspondem à classe de medicamentos mais utilizada. Trata-se de medicações com eficácia e segurança comprovadas mais no campo subjetivo do que objetivo.

A despeito das novas opções de anticolinérgicos disponíveis no mercado farmacêutico, ainda persiste nessa classe de medicamentos um número considerável de efeitos adversos, como a sensação de boca seca, coceira, obstinação e visão turva. Com isto a tolerabilidade a estes medicamentos é comprometida levando a freqüentes relatos de abandono de tratamento. Este número de interrupções do tratamento pode superar a marca de 80% após seis meses de uso de anticolinérgicos.

Para os casos de falha de tratamento com a medicação oral a opção até pouco tempo era o tratamento cirúrgico (ampliação vesical). Para preencher esse espaço entre as condutas mais conservadoras e a cirurgia surgiram opções de tratamento como a aplicação vesical de toxina botulínica.

A introdução da toxina botulínica no armamentário terapêutico da bexiga hiperativa foi o evento de maior impacto neste segmento da Urologia, podendo ser considerado como divisor de uma era. Em um curto espaço de tempo o elevado interesse científico despertado pelos resultados favoráveis dessa modalidade terapêutica conduziu a pesquisas básicas que promoveram um melhor conhecimento da bexiga hiperativa.

Os resultados têm sido reiteradamente comprovados por diversos autores no mundo todo, inclusive no Brasil. A taxa de restabelecimento da continência atinge os 80%, além de outros efeitos protetores para o trato urinário. A qualidade de vida também é restabelecida após o uso da Toxina Botulínica, como demonstrado em estudos publicados nos principais periódicos especializados nessa área.

Fonte: Dr. José Carlos Truzzi, doutor em urologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Autor do livro: “Bexiga Hiperativa: aspectos práticos”, ao lado da Dra. Miriam Dambros, pela editora O Nome da Rosa.

HÉRNIA DE DISCO TEM VÁRIAS FASES E EXIGE DIFERENTES TRATAMENTOS, QUE PODEM SER MINIMAMENTE INVASIVOS.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aproximadamente 5,4 milhões de brasileiros sofrem de hérnia de disco. Grande parcela dessa população não tem informações corretas sobre essa doença e acaba submetendo-se a tratamentos que nem sempre são eficazes para acabar com as dores, o que pode gerar aumento dos sintomas e progressão da doença, gerando a médio e longo prazo problemas mais sérios na coluna.

Segundo o neurocirurgião Luiz Pimenta, atual presidente da Sociedade Mundial de Coluna e diretor do Instituto de Patologia da Coluna - IPC - em São Paulo, a principal dificuldade está em reconhecer a fase em que a hérnia de disco se encontra. "As diferentes fases requerem diferentes tratamentos, mas muitas vezes são tratadas erroneamente como se fossem a mesma patologia", - explica o especialista.

SINTOMAS E DIAGNÓSTICO:



Para o diagnóstico correto, é necessária uma avaliação clínica e radiológica do paciente, definindo sintomas, localização da patologia e fase de degeneração em que ela se encontra. O principal sintoma é conhecido como ciática, que consiste na dor irradiada para as pernas.

Dependendo da raiz nervosa atingida pela hérnia, a dor será irradiada para uma área específica do membro, o que deverá ser diagnosticada pela avaliação clínica e confirmada pelos exames de raios-x, tomografia computadorizada ou ressonância magnética.

A ressonância magnética é o exame mais indicado para o diagnóstico correto da doença, pois fornece ao médico informações valiosas a respeito da localização, grau de degeneração e as estruturas envolvidas, permitindo assim um tratamento específico direcionado para cada caso.

Disco intacto: O disco intervertebral tem como função principal a absorção de impacto, bem como permitir movimentos em diferentes eixos de rotação. Ele é formado por um núcleo pulposo (centro gelatinoso) e pelo ânulo fibroso (periferia rígida) que circundam o núcleo. São essas características anatômicas que dão ao disco a capacidade de absorção de carga e movimentação.

A hérnia de disco divide-se em 4 fases, de acordo com o seu grau de degeneração. Além disso, ela pode estar ou não associada a outras doenças do disco vertebral e da coluna:

1ª Fase - Abaulamento discal: Etapa inicial da doença. O disco intervertebral começa a apresentar sintomas de envelhecimento e suas fibras (anel fibroso) apresentam fissuras que levam o disco a uma forma de arco. É como uma câmara de pneu velha que perde a capacidade de manter sua forma natural, formando-se bolhas.

Tratamento: Nessa fase o tratamento deve incluir antiinflamatórios, e na fase aguda repouso. Na fase pós-aguda fisioterapia e reforço muscular para evitar o avanço da degeneração.

2ª Fase - Protrusão discal: Nessa etapa o abaulamento do disco é maior podendo atingir nervos, medula e saco dural. A doença está em uma fase mais avançada, normalmente acompanhada de início de degeneração discal.

Tratamento: Nos casos de protrusões são indicados procedimentos minimamente invasivos como injeções espinhais. Dependendo do caso o tratamento também pode ser cirúrgico.

3ª Fase - Hérnia de Disco: A hérnia de disco consiste em uma extrusão do disco vertebral, normalmente contendo o núcleo pulposo do disco intervertebral envolvido pelo anel fibroso já em estágio avançado de degeneração. As estruturas nervosas estão comprometidas pelo estreitamento dos canais por onde passam os nervos, medula ou saco dural (canal medular).

4ª Fase - Seqüestro ou Fragmento: Essa é a etapa mais rara da patologia, e consiste na ruptura da parte herniada com o disco intervertebral. Parte do disco que se encontrava extruso se separa do disco e acaba comprometendo as estruturas nervosas, dependendo da posição do fragmento.

Tratamentos: Para as etapas mais avançadas, é necessária a descompressão das estruturas afetadas, retirando-se o fragmento da hérnia. Esse procedimento também pode ser realizado de uma maneira minimamente invasiva, em que através de uma pequena incisão chega-se até o local afetado, retirando-se apenas o fragmento extruso. Para os casos mais graves é recomendada a retirada total do disco e a fusão dos corpos intervertebrais."Atualmente existem tratamentos minimamente invasivos para todas as fases da patologia, desde o tratamento clínico, através de fortalecimento muscular e educação postural, até os procedimentos cirúrgicos de artrodese e artroplastia. O importante é que o paciente procure um bom especialista, que será capaz de diagnosticar e oferecer os tratamentos mais indicados para cada caso." - finaliza Dr. Pimenta.

PERFIL DR. LUIZ PIMENTA

Dr. Luiz Pimenta é um dos mais conceituados especialistas em coluna do Brasil na atualidade.

Formado em medicina na Universidade de São Paulo (1971), ele especializou-se em Neurocirurgia pela Escola Paulista de Medicina (1971 -1977), e é PhD em Neurocirurgia pela mesma Instituição (1980).

Entre outras atividades é Professor Associado [associate professor] do Departamento de Neurocirurgia da UCSD (University of Califórnia San Diego) nos EUA; é o Presidente em exercício da Sociedade Mundial de Coluna (World Spine Colunm Society), Membro da diretoria do SAS (Spine Arthroplasty Society - Sociedade Internacional para o avanço da cirurgia de coluna) nos EUA, e diretor do Instituto de Patologia da Coluna em São Paulo.

Membro de diversas outras Sociedades no Brasil e exterior o trabalho do Dr. Luiz Pimenta se destaca pelos estudos e pelas inúmeras publicações em livros e revistas científicas internacionais, além de ser o idealizador de diferentes projetos em avanços das cirurgias de coluna, como por exemplo, o Disco Artificial Cervical "PCM". Atualmente ele é reconhecido em sua área por sua extensa contribuição para a medicina mundial.

PERFIL INSTITUTO DE PATOLOGIA DA COLUNA

O Instituto de Patologia da Coluna - IPC, sob direção do especialista Dr. Luiz Pimenta - Presidente da Sociedade Mundial de Coluna (World Spine Column Society) - traz um conceito inovador, inédito, e integrado com o que há de mais moderno no mundo em termos de tratamentos e cirurgias para a coluna. O Instituto tem como objetivo principal o bem estar físico e emocional dos seus pacientes e para isso criou uma equipe multidisciplinar que atende cada indivíduo de forma exclusiva.

Com o crescimento da expectativa de vida, anualmente cresce o número de pessoas com problemas na coluna em todo o mundo, o IPC oferece tratamentos clínicos e cirúrgicos da coluna vertebral sendo especializado em técnicas de cirurgias minimamente invasivas.

SERVIÇO

INSTITUTO PATOLOGIA DA COLUNA
Rua Vergueiro, 1421 - 3º andar - São Paulo
Tel.: (11) 2936-8838
www.patologiadacoluna.com.br

DURANTE O VERÃO OS CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO PRECISAM SER REDOBRADOS

O verão é uma das épocas mais agradáveis do ano e uma oportunidade para rever hábitos alimentares inadequados. Neste período, recomenda-se ingerir alimentos com baixas calorias e evitar os gordurosos. A nutricionista do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, Sheila Silva Castro, alerta que nos dias quentes o corpo perde mais líquidos e minerais, em conseqüência da elevação da temperatura corporal e transpiração excessiva, daí a importância de aumentar a ingestão de líquidos.

É desnecessário esperar sentir sede para beber água, pois este é um sinal de que o organismo está precisando de reposição hídrica. Quando as perdas são maiores do que a reposição, o organismo desidrata o que ocasiona danos à saúde, em casos extremos, pode ser fatal.

Um adulto chega a perder cerca de 2,5 litros de água por dia no verão, portanto toda a água perdida deve ser reposta, seja na forma pura ou na forma de alimentos, já que existe água em todos os alimentos principalmente nas frutas, verduras e legumes.

A transpiração excessiva leva a perda de sais minerais que podem ser repostos por sucos de frutas e água de coco, além dos isotônicos e repositores hidro-eletrolíticos recomendados para praticantes de atividade física.

Segundo a nutricionista a atenção deve ser redobrada com as crianças e idosos. "Mesmo que a criança não peça é importante que ela beba água, em pequenas porções e que esteja fresca e em temperatura agradável, quatro copos diariamente é o suficiente. Também é importante substituir os refrigerantes pelos sucos naturais de frutas e vegetais, chás e água de coco”, orienta a especialista.

Os líquidos somente devem ser evitados durante as refeições, para não dificultar a digestão.

O clima quente colabora para o consumo de alimentos crus, como frutas, verduras e legumes, onde se encontram vitaminas, minerais e fibras.

Uma opção saudável são as carnes magras, carnes brancas de aves e peixes que proporcionam fácil digestão. O ideal é que estes alimentos sejam cozidos, grelhados ou assados. As frituras devem ser excluídas, pois não combinam com o clima quente do verão.

Abuse das folhas verdes e legumes - de preferência crus – cuidado com o tempero das saladas, evite molhos prontos e maionese, substitua-os por azeite, limão, vinagre e molhos a base de iogurte.

Os cereais integrais são outra boa opção e combinam com saladas e pratos frios. As gorduras vegetais, como azeite, óleo de girassol, canola e soja podem ser utilizados, pois são mais saudáveis do que as gorduras de origem animal.

Para a sobremesa são mais indicadas as frutas ou doces a base delas, picolés de frutas, compotas geladas de frutas e saladas de frutas.

No verão torna-se difícil manter uma dieta equilibrada. “Procure deixar a alimentação mais saudável substituindo alguns alimentos, dando preferência aos alimentos frios, crus ou gelados; abuse das saladas, frutas e sucos e fique longe das feijoadas, chocolates, suflês e frituras” sugere a nutricionista.

Na hora do lanche ou almoço opte pelos pães com recheios magros - peito de peru, queijo branco, cottage, peito de frango desfiado, atum em água, sempre acompanhado de salada. Sucos mais elaborados é uma ótima opção, já que verão não combina com barriga inchada – consequência dos refrigerantes - crie e prepare sucos diversos, abacaxi com hortelã, melancia com limão e laranja com maracujá. Substitua os salgadinhos fritos pelos assados, pois possuem menos gordura.

Algumas dicas devem ser lembradas:

- Consuma carboidrato em 60% das refeições do dia, pois gera energia e ativa o metabolismo;

- Faça entre cinco e seis refeições de pequeno volume por dia estimula o metabolismo e aumenta o gasto energético;

- Beba no mínimo dois litros de água ao dia, hidrata o corpo e auxilia na eliminação de toxinas.

- Evite o consumo excessivo de açúcar, bem como de carnes gordas, queijos gordurosos, molhos à base de creme de leite, maionese, frituras e bebidas alcoólicas.
- Atenção com os alimentos à base de leite, gordura e ovos, pois precisam de refrigeração adequada e o calor aumenta a proliferação de bactérias que causam intoxicação alimentar;

- Evite alimentar-se em locais sem condições de higiene e atenção onde consumir frutos do mar e pescados.

É comum algumas pessoas sentirem indispostas para se alimentar no verão, isto ocorre em razão de alimentação inadequada como longos períodos sem se alimentar, não alimentar no café da manhã, ingerir alimentos gordurosos ou não hidratar-se durante o dia.

A época favorece a prática de atividades ao ar livre, inspirando cuidados especiais com a alimentação. A prática de esportes em jejum ou em longos períodos sem se alimentar pode provocar desmaios. O ideal é fazer lanches antes e após os treinos para a manutenção dos estoques de energia e recuperação muscular. Os cuidados com a hidratação também devem ser redobrados e a reposição de líquidos constante, não só durante o treino, mas durante todo o dia.

Sintomas de infarto, como dormência e formigamento nas mãos, podem ser Síndrome do Túnel do Carpo

HCor alerta que possíveis sintomas de infarto, como é o caso de mão e braço dormentes, podem ser um problema de compressão de nervos

É fato que algumas doenças possuem sintomas semelhantes. Em muitos casos, as pessoas acabam por supor enfermidades, se auto-medicar e, em paralelo, procuram um atendimento clínico especializado em ambulatórios, consultórios médicos e até em pronto-socorros. No caso de formigamento e dormência das mãos, os sintomas podem ser caracterizados como um princípio de infarto, porém outras doenças podem ter sinais semelhantes, como é o caso da Síndrome do Túnel do Carpo – doença que comprime o nervo mediano na região da mão quando da sua passagem túnel do carpo.

De acordo com o supervisor do Pronto-Socorro do HCor – Hospital do Coração, em São Paulo, Dr. César Jardim uma parte significativa dos pacientes que procuram o atendimento do Pronto Socorro do hospital apresentam estes sintomas .”Recebemos diariamente um grande número de pessoas que chegam ao pronto-socorro com os sintomas de dormência e formigamento nas mãos, porém em muitos casos eles não se atribuem a um risco cardíaco”.

“Normalmente os sintomas da angina ou mesmo do infarto estão ligados a outros sinais como dor no peito, sudorese, falta de ar e palidez. Para certificar que o paciente não está passando por um problema cardiovascular realizamos todos os exames necessários e, caso o diagnóstico seja negativo encaminhamos o paciente para a especialidade responsável”, completa.

A Síndrome do Túnel do Carpo consiste no aumento da pressão dentro do túnel do carpo, em que o nervo mediano sofre um processo compressivo, que será caracterizado pela dormência, formigamento e dor da mão, podendo se estender para o cotovelo e até o ombro. A doença é tratada pelo especialista em cirurgia da mão e microcirurgia, que poderá através de uma avaliação clínica e laboratorial, definir a melhor forma de tratamento.

De acordo com o Dr. Marcelo Rosa de Rezende, cirurgião de mão e microcirurgião do HCor, a patologia se dá principalmente por fatores genéticos, que predispõem um grupo de pessoas a este tipo de compressão. “O diagnóstico pode ser feito com um exame clínico, baseado na queixa do paciente e na positividade de alguns testes provocativos. Na suspeita clínica solicitamos o exame de eletroneuromiografia, que avaliará, de forma objetiva, a presença e o grau de compressão do nervo mediano. Considerando a presença de um processo inflamatório dentro do canal do carpo, devemos recorrer ao uso de anti-inflamatório e uso de tala para o punho por um período determinado”, alerta.

Segundo Marcelo Rosa, cerca de 30% das pessoas atendidas no ambulatório de cirurgia da mão apresentam o diagnóstico deste tipo de compressão nervosa, sendo que muitas vezes o paciente já passou por vários outros especialistas, como é o caso do médico vascular e cardiologista. A eficácia do tratamento está associada ao correto diagnóstico e estadiamento do grau de compressão. “É preciso sempre afastar todas as possíveis causas para o sintoma de formigamento, sem esquecer que a síndrome do túnel do carpo é muito mais frequente do que se possa imaginar”, completa.

Conheça os sintomas da Síndrome do Túnel do Carpo

· Se manifestam principalmente no período noturno, quando o paciente refere acordar várias vezes a noite com dormência e formigamento da mão;

· No período matinal a queixa é de sentir a mão inchada e dormente;

· Durante o dia os sintomas tendem a ser menos importante, contudo nas formas graves pode-se ter atrofia muscular, e mesmo perda significativa da sensibilidade da mão.

Quem pode ter a doença

· Pode acometer ambos os sexos, no entanto a mulher, principalmente a partir do período da menopausa é o grupo de maior risco;

· A gestante poderá apresentar este tipo de compressão, devido a retenção hídrica no período gestacional, entretanto os sintomas normalmente acabam de forma espontânea após o término da gestação;

· Outras causas menos comuns estão relacionadas a situações traumáticas como fraturas e luxações;

· Pacientes com doenças de base como o hipotiroidismo, diabetes e reumatismo são mais susceptíveis a este tipo de compressão nervosa.

Tratamento

· O tratamento varia de acordo com o grau de compressão podendo variar desde conservador ou até mesmo cirúrgico. Atualmente, é possível realizar-se a cirurgia de liberação do túnel do carpo com método minimamente invasivo pela via endoscópica.

Artrite reumatoide causa dor e modifica rotina dos pacientes

Doenças reumáticas atingem hoje 30 milhões de pacientes.

Sentir dor incomoda e, em grande parte dos casos, um analgésico é o suficiente para barrar este incômodo. No entanto, quando a dor é mais intensa e com inflamação no local, é preciso ter atenção e cuidado, pois estes são alguns dos sintomas de uma doença reumática séria: a artrite reumatoide.

Além das fortes dores, a artrite reumatoide caracteriza-se por intensa inflamação das juntas. Os sintomas impactam negativamente na qualidade de vida dos pacientes e a progressão da doença leva à incapacidade de realizar tarefas diárias, tanto pessoais como profissionais (pentear o cabelo, se vestir, dirigir, manusear microcomputadores e etc). Uma característica importante da artrite reumatoide é o padrão simétrico: se um joelho for afetado, o outro também geralmente será.

Atualmente, no Brasil, 30 milhões de pacientes sofrem com doenças reumáticas, sendo mais de 1,5 milhão com artrite reumatoide. As mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Ao contrário do que pensa a maioria da população, a enfermidade não atinge apenas pessoas com idade avançada: adultos entre 30 e 50 anos são as grandes vítimas desse distúrbio, que se agrava conforme a doença evolui.

Segundo o reumatologista da Escola Paulista de Medicina, Daniel Feldman, mesmo após inúmeras pesquisas, o estímulo que desencadeia a artrite reumatoide ainda não foi descoberto. “Sabemos apenas que ocorre uma resposta anormal do sistema imunológico, que passa a atacar as articulações, causando a dor e o inchaço”, explica o especialista. Além do comprometimento das articulações, febres ocasionais e mal-estar, outros sintomas, como cansaço intenso, ocorrem por conta da anemia que a doença provoca.

A boa notícia é que aproximadamente 75% dos portadores de artrite reumatoide apresentam evolução positiva quando são tratados precocemente no inicio da doença. Em contrapartida, cerca de 10% são incapacitados por ela. Sendo assim, para evitar danos mais severos, o diagnóstico precoce é essencial, ou seja, ao surgirem os primeiros sintomas, como dor nas juntas, em especial das mãos e pés, um reumatologista deve ser procurado.

Apesar de não ter cura, a eficiência das novas terapias, desenvolvidas principalmente na última década, tem cooperado para o melhor controle da doença. Para o Dr Daniel Feldman, os medicamentos biológicos (à base de biotecnologia) proporcionaram uma nova abordagem terapêutica aos pacientes que não obtiveram uma boa resposta aos tratamentos tradicionais. No Brasil, o medicamento mais recentemente lançado foi o tocilizumabe (Actemra®) aprovado recentemente também pelo FDA, em janeiro de 2010, para o tratamento da doença. “Na era dos medicamentos biológicos, é possível proporcionar aos pacientes mais qualidade de vida, fazendo com que retornem a uma rotina mais próxima à que tinham antes da doença”, esclarece o reumatologista.

Sobre a Roche

Com sede em Basiléia, na Suíça, a Roche é uma das líderes mundiais na pesquisa de produtos para a saúde, atuando fortemente e de modo combinado nas áreas farmacêutica e de diagnóstico. A Roche é a maior empresa de biotecnologia do mundo, e tem medicamentos realmente diferenciados para as áreas de oncologia, virologia, inflamação, metabolismo e SNC. Além disso, a Roche é líder mundial em diagnóstico in vitro e no diagnóstico tecidual de câncer, e pioneira no tratamento do diabetes. A estratégia de medicina personalizada da Roche tem como foco o fornecimento de medicamentos e ferramentas de diagnóstico que possibilitem melhoras tangíveis na saúde, qualidade de vida e sobrevida dos pacientes. Em 2008, a Roche tinha mais de 80.000 funcionários em todo o mundo, e investiu quase 9 bilhões de francos suíços em P&D. O Grupo registrou vendas de 45,6 bilhões de francos suíços. A Genentech, nos Estados Unidos, é uma subsidiária integral do Grupo Roche. A Roche tem participação majoritária na Chugai Pharmaceutical, do Japão. Mais informações na página: www.roche.com.

50 anos da pílula anticoncepcional

Revolução feminina e a evolução da pílula anticoncepcional nas últimas décadas.
Como o método contraceptivo influenciou a tomada de decisões pessoais e profissionais pelas mulheres

Em uma sociedade contemporânea em que a mulher exerce diversos papéis, seja como profissional, administradora do lar, estudante, solteira, esposa ou mãe, as influências comportamentais e a moda feminina que marcaram as décadas anteriores são visíveis no dia a dia. Com um ritmo de vida dinâmico, a mulher atual, a exemplo de alguns ícones femininos do passado, vive em constante busca por independência. Neste contexto, o surgimento da pílula anticoncepcional, no início da década de 60, permitiu que a mulher passasse a controlar sua fertilidade, conquistasse liberdade sexual com segurança e praticidade e, mais recentemente, aliasse a contracepção a outros benefícios propiciados pela pílula.

Estudo realizado pelo Instituto Guttmacher, organização de saúde sexual dos Estados Unidos, revela que 80 milhões de mulheres utilizam a pílula anticoncepcional no mundo. O maior percentual de consumidoras reside na Europa e nos Estados Unidos e utilizam o método para planejar o tamanho da família, se dedicar aos estudos e à carreira. O estudo revela ainda que, na América Central e do Sul, cerca de 16 milhões de mulheres utilizam a pílula anticoncepcional, sendo que as brasileiras usam os contraceptivos orais durante um período maior – entre dois e cinco anos -, enquanto as mexicanas utilizam o método por apenas um ano sem interrupção. “Normalmente, as mulheres realizam uma pausa no uso da pílula por razões culturais, no entanto, não é um procedimento recomendado, justamente por haver a possibilidade de ocorrer uma gestação não planejada neste período”, afirma o Prof. Dr. Afonso Nazario, Chefe do Departamento de Ginecologia da UNIFESP. O levantamento do Instituto Guttmacher mostra ainda que a taxa de contracepção na América Central e do Sul aumentou consideravelmente, de 15% em 1969, para mais de 70% em 2000.

O atual índice elevado de utilização da pílula anticoncepcional contrasta com o período de seu lançamento, ocorrido quando o cenário mundial pregava uma conduta moral de castidade feminina - na época o método era receitado apenas para as mulheres casadas e com autorização dos maridos. A primeira pílula, lançada nos Estados Unidos, possuía formulação com altas doses de hormônio, que gerava alguns efeitos colaterais, e assim não conquistou as usuárias. Em 1961, a Bayer Schering Pharma (BSP) lançou ANOVLAR®, a primeira pílula disponibilizada em países da Europa, Austrália, e Brasil, com formulação seis vezes maior que a quantidade de princípio ativo dos contraceptivos atuais.

No auge dos anos 70, surge a chamada segunda geração de pílulas, com redução significativa da quantidade de hormônios usados nas primeiras versões. No final dos anos 90 é inaugurada a terceira geração da pílula anticoncepcional, com formulações de baixas doses e princípios ativos mais modernos que proporcionam outros benefícios além da contracepção.

Paralelo ao surgimento da pílula, as mulheres iniciaram uma revolução silenciosa e discreta. A taxa de fecundidade brasileira decresce da média nacional de 6,3 filhos em 1960 para 5,8 filhos em 1970, chegando ao patamar de 2,3 filhos em 2000. A região Sudeste foi a que registrou o menor índice de fecundidade, 2,1 filhos por mulher, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com a opção de controlar a fertilidade, a mulher pode escolher o momento ideal para ingressar no mercado de trabalho em busca de sua independência financeira ou ampliação dos bens de consumo de toda a família”, afirma Flavio Gikovate, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor.

A expansão do ensino nas décadas de 60 e 70 permitiu que as mulheres aumentassem sua escolaridade e, com isso, passassem a pensar no desenvolvimento de uma carreira. “A pílula anticoncepcional surgiu em um momento já favorável para o início da ‘revolução de costumes’, período em que a sexualidade humana ganhou importância própria, desvinculando-a da necessidade de reprodução e permitindo que as mulheres pensassem em relações sexuais sem o pavor da gestação”, ressalta Gikovate.

De acordo com os indicadores da Fundação Carlos Chagas, a participação da mulher no mercado de trabalho ou procurando emprego em 1976 era de 28,8%. Já em 2007, este índice representou um total de 43,6%. Em 2009, dados atualizados do IBGE revelam que o trabalho feminino já corresponde a 45,1% da população empregada no País.

Observe como a evolução feminina no mercado de trabalho impactou os índices de fecundidade nas últimas décadas:

Ano

População brasileira (em milhões)*

População economicamente ativa feminina*

Taxa de fecundidade brasileira*

Década de 70

93.139.037

28,8%

5,8 filhos

Década de 80

119.002.706

33,5%

4,4 filhos

Década de 90

146.825.475

35,5%

2,9 filhos

2000

169.799.170

-

2,3 filhos

2007

183.987.291

43,6%

1,95 filho

* População recenseada no Brasil e taxa de fecundidade brasileira – dados do IBGE

* População economicamente ativa feminina – dados da Fundação Carlos Chagas

Fontes:

Instituto Guttmacher – Facts on Induced Abortions Worldwide – Oct. 2008

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Taxas de fecundidade Brasil e grandes regiões 1940-2000

Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/08052002fecundidade.shtm

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Estudo especial sobre a mulher

Disponível em:

http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1099&id_pagina=1

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – População recenseada no Brasil

Disponível em: http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/pesquisas/demograficas.html

Fundação Carlos Chagas – Mulheres brasileiras, educação e trabalho

Disponível em: http://www.fcc.org.br/mulher/series_historicas/mbet.html 

Mulher hipertensa: uma ‘bomba-relógio’

Elas têm mais medo de um câncer de mama do que de um ataque
cardíaco. Mas as doenças do coração matam 300 mil pessoas ao ano

Enquanto especialistas tentam compreender por que as mulheres se apavoram mais ao perceber um caroço no seio do que quando constatam que estão sofrendo de pressão alta, a mídia reforça a importância da prevenção das cardiopatias através da eliminação dos fatores de risco.

“A mulher hipertensa é como uma bomba-relógio. O aumento da pressão arterial leva a doenças do coração – aumentando as chances de um ataque cardíaco –, compromete vasos sanguíneos e, inclusive, o funcionamento dos rins”, diz Rafael Munerato, cardiologista e diretor técnico do Hospital Santa Paula, de São Paulo.

Quando não tratada, a pressão alta é a principal causa de infarto agudo do miocárdio (IAM). Nos Estados Unidos, mais de meio milhão de mulheres morrem de cardiopatias a cada ano – o que corresponde a mais do que todas as dez principais causas de morte somadas.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 300 mil pessoas morrem de doenças do coração a cada ano. “Considerando que as mulheres representam metade desse número, temos 150 mil mortes por ano contra nove mil que sucumbem ao câncer de mama”, diz Munerato.

Segundo o cardiologista, a hipertensão atinge entre 10% e 15% dos brasileiros. Em cada dez infartos, quatro atingem mulheres. Mas elas costumam apresentar menor taxa de sobrevivência. “Além de controlar a hipertensão, as mulheres precisam reduzir outros fatores de risco que têm negligenciado, como tabagismo, estresse, sedentarismo, níveis de colesterol e triglicérides, obesidade e taxa de açúcar no sangue. Aquelas que têm parentes próximos que morreram de cardiopatias também devem redobrar os cuidados com a saúde”, diz o médico.

Fonte: Dr. Rafael Munerato, médico cardiologista e diretor técnico do Hospital Santa Paula, de São Paulo*

SAÚDE INFANTIL

 “De Olho” nos Recém-Nascidos



Existem aproximadamente 400 mil crianças cegas no mundo. A maioria dos casos poderia ser evitado com o “teste do olhinho”

Recife recentemente foi palco de um episódio médico que repercutiu na imprensa brasileira. Mas de uma dezena de recém-nascidos foi internada em UTI em função do Teste do “Reflexo Vermelho”, popularmente conhecido como o “Teste do Olhinho”.

Muitos pais sequer sabem o que é, e qual a importância de se fazer este teste. Trata-se de um exame rápido, de baixo investimento, que não causa dor nem efeitos colaterais e que promove a detecção precoce de qualquer anomalia que promova obstrução na visão, como catarata, glaucoma congênito, tumores, entre outras patologias.

Segundo o médico oftalmologista, Dr. Luis Gustavo Ribeiro, no Brasil, a alta incidência de rubéola nas grávidas (facilmente detectável pelo teste) resulta em infecções congênitas que levam também à cegueira infantil.


“O incidente no nordeste só prova a necessidade que o país tem de aprovar o projeto de lei nacional que regulamente a prática correta do exame”, afirma o médico, que esclarece ainda que ao definir parâmetros e práticas adequadas, a prevenção será alcançada. O Brasil é vitrine para inúmeras práticas médicas de sucesso. Para estar entre os países referência na área de prevenção da cegueira no mundo será necessário colocar mais foco nesta questão.


No Brasil estima-se que existam entre 25 a 30 mil crianças afetadas. Há aproximadamente 150 a 180 crianças cegas para cada milhão de habitantes e 600 a 700 crianças com visão subnormal. Estes números podem diminuir substancialmente com a prática regular do teste. **


Uma criança cega a cada minuto no planeta

Diversas patologias que são facilmente detectáveis no nascimento não são devidamente diagnosticadas devido à falta de informação dos pais e também da inexistência de uma regulamentação adequada.


Como é o Teste

Teste realizado em menos de 5 minutos por um pediatra treinado. O único equipamento necessário é um oftalmoscópio.


**Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica).

 


COMO TER UMA CASA SAUDÁVEL NO VERÃO

As casas precisam de uma ação constante de prevenção e controle das pragas urbanas como garantia de proteção da saúde de seus moradores. Para que as habitações sejam saudáveis, é necessário que saibamos que existem pragas urbanas que se instalam e proliferam no interior dos domicílios, enquanto outras se reproduzem no ambiente externo e invadem as casas em busca de alimentos.

No Brasil, a dengue é um dos principais problemas de saúde pública, principalmente nos meses de janeiro a maio, pelas condições climáticas favoráveis ao mosquito transmissor, o Aedes aegypti. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), milhões de pessoas se infectam anualmente (50 a 100 milhões), em mais de 100 países. Cerca de 550 mil doentes necessitam de hospitalização e 20 mil morrem em consequência da dengue.

Os cuidados básicos para que a dengue e outras pragas urbanas não tenham condições de invadir e infestar nossas habitações devem ser permanentes. São atitudes simples, que mudam o dia a dia. Esses cuidados vão desde a adequação de guarda de alimento e da proteção de resíduos sólidos, principalmente orgânicos, até a coleta do lixo para o destino final e a escolha e o uso adequado de inseticidas seguros e eficazes contra as pragas urbanas.

DICAS DO QUE SE DEVE FAZER PARA DEIXAR A CASA MAIS SAUDÁVEL

Evitar acúmulo de água que permita proliferação de mosquitos.
Proteger alimentos em recipientes bem vedados.
Manter resíduos, principalmente de alimentos, em lixeiras bem tampadas até a coleta pela limpeza urbana.
Limpar eletrodomésticos após processar alimentos.
Evitar consumir alimentos, ao usar computador, para impedir que resíduos atraiam formigas e baratas.
Preencher com areia pratos necessários sob vasos de plantas.
Recolher durante a noite alimentos colocados para animais, evitando atrair ratos, baratas e moscas.
Lavar e guardar utensílios após as refeições, principalmente noturnas, e lavar e secar bancadas da cozinha.
Evitar acúmulo de materiais inservíveis em jardins e quintais, mantendo a grama bem aparada e combatendo o crescimento de mato.

Confira as soluções que a Reckitt Benckiser traz para proteger a casa e toda a família durante o verão: Nova linha Repelex Family Care REPELEX FAMILY CARE LOÇÃO, EPELEX FAMILY CARE LÍQUIDO, REPELEX FAMILY CARE AERO, REPELEX KIDS, REPELEX ACTIVE Lançamentos SBP: SBP Multi Citronela, SBP Multi Automático

Como evitar a acne pós-sol

Durante o verão, muitas pessoas recorrem ao sol na tentativa de “secar” as espinhas e esconder a acne com o bronzeado. De fato, o sol tem ação antiinflamatória e ameniza o problema temporariamente. “Mas a acne tende a voltar e pode até mesmo se agravar, pois a exposição solar faz com que a pele produza mais oleosidade, o que facilita o aparecimento de novos cravos e espinhas”, afirma a dermatologista Alessandra Nogueira, gerente médica da Galderma. É ela quem dá as dicas:

Para evitar o problema:

- utilize um protetor solar adequado ao seu tipo de pele;

- verifique se os seus hidratantes, protetores solares e cosméticos são não comedogénicos, ou seja, não obstruem os poros;

- utilize água fria para lavar o rosto;

- tenha cuidado ao escolher os produtos para limpar sua pele: opte por um sabonete que limpe profundamente sem causar ressecamento;

Além disso, a mudança de hábitos, como manter uma alimentação saudável e a distância do cigarro também contribuem para conservar sua pele sempre saudável! Também é importante lembrar-se de beber muito líquido, para repor a água que a pele precisa para eliminar as toxinas, o recomendável é dois litros por dia (cerca de oito copos).

Mas se a acne pós-sol já se instalou:

- não lave o rosto muitas vezes para tentar resolver o problema: isso só irá fazer com que a oleosidade aumente, pois a pele tende a produzir mais sebo para se defender do ressecamento causado pela limpeza excessiva;

- lave o rosto com água fria e com produtos que não ressequem excessivamente a pele;

- não use esfoliantes na pele queimada ou logo após a exposição solar;

- Siga as orientações e os produtos prescritos pelo seu dermatologista para driblar a acne nesta época do ano.

- evite a tentação de espremer as espinhas ou cravos, eles podem infeccionar e causar cicatrizes;

- Não deixe de retirar a maquiagem antes de dormir.

Uma grande linha de produtos específicos para o tratamento de cravos e espinhas já existe. Mas vale ressaltar que é importante o acompanhamento de um dermatologista. “A correta aplicação dos produtos e a manutenção do tratamento é fundamental para o sucesso no combate ao problema”, explica Dra. Alessandra.

Sobre a Galderma:

Galderma é uma companhia farmacêutica exclusivamente dermatológica, criada a partir de uma joint-venture entre Nestlé e L’Oréal, em 1981. Presente em 65 países, é líder mundial no segmento e, no Brasil desde 1995, já conquistou o segundo lugar no ranking nacional da dermatologia. Especializada em pesquisa, desenvolvimento e comercialização de soluções terapêuticas, corretivas e estéticas para doenças de pele, unhas e cabelos, a Galderma possui centros dedicados à inovação em dermatologia em Sophia Antipolis (sudeste da França), Princetown (New Jersey, EUA) e Tóquio (Japão), além das fábricas localizadas na França, Canadá e em Hortolândia, interior do estado de São Paulo. Para mais informações, visite www.galderma.com.br

A importância da alimentação na 3ª idade

Doutora Andrea Dario Frias dá dicas de como prevenir ou reverter a síndrome da fragilidade em idosos

Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) e divulgado no início deste mês concluiu que a fragilidade em idosos de São Paulo é precoce em relação aos países desenvolvidos e, depois dos 75 anos, avança com rapidez.

Os principais sintomas são a perda de peso involuntária, fadiga, fraqueza, diminuição da velocidade de caminhada e baixa atividade física. A amostra contou com 689 idosos com mais de 75 anos e mostrou que o problema triplicou em apenas dois anos - passou de 14% para 45%.

Segundo a doutora Andrea Dario Frias, coordenadora do Centro de Pesquisa Sanavita e PhD em nutrição, a fragilidade é causada principalmente pela má alimentação e/ou desnutrição, cenário que em nosso país é um pouco desanimador. “Estima-se que no Brasil existam cerca de 1,3 milhões de idosos com baixo peso, sendo que a desnutrição representa atualmente mais de 35% nos registros de mortes de idosos nas regiões metropolitanas”, afirma.

Além disso, estudos que avaliaram a alimentação de idosos no estado de São Paulo mostraram que existe um consumo insuficiente de vitaminas e minerais, tais como cálcio, ferro, magnésio, vitamina B6 etc, além de um baixo consumo de proteínas e fibras. “Muitos idosos que vivem sozinhos ou apenas com seu cônjuge acabam dando preferência pelo consumo de alimentos industrializados prontos, fáceis de preparar. Na maioria das vezes tais alimentos são ricos em gorduras, sódio e açúcar, possuindo o que chamamos de calorias vazias, ou seja, não possuem nutrientes que garantem mais disposição, saúde e bem estar nessa fase da vida” comenta Andrea.

Para piorar a situação, com o envelhecimento a absorção de certos nutrientes como vitaminas e minerais fica prejudicada e isso resulta no agravamento da síndrome da fragilidade. Por isso, a especialista chama a atenção para um cuidado maior com a alimentação dos idosos. “É importante ficarmos atentos aos sinais da fragilidade que podem se manifestar precocemente, por volta dos 60-65 anos. Para que esse problema seja prevenido ou revertido, a dieta dos nossos pais, avós e outros entes queridos deve ser balanceada, rica em frutas, hortaliças, cereais integrais, carnes magras e laticínios desnatados” explica a pesquisadora.

“Nessa faixa etária, é altamente recomendável que se faça uma suplementação com alimentos que sofreram adição de nutrientes, fortificados com substâncias antioxidantes, entre outros princípios ativos benéficos, pois dessa forma é possível assegurar que o organismo esteja recebendo tudo o que ele precisa para chegar bem aos 80, 90 ou quem sabe até os 100 anos de vida” diz Andrea.

Um exemplo de alimento que pode ser recomendado para esse momento da vida é o Suprinutri Sênior. Avaliado em estudo clínico com 60 idosos residentes no Lar dos Velhinhos de Piracicaba e aprovado pela Anvisa como alimento especial para população idosa, o complemento alimentar é formulado com ingredientes nobres e saudáveis como a aveia, isolado protéico de soja, germe de trigo, castanhas, gergelim e enriquecido com as vitaminas e minerais que mais se encontram deficientes em uma alimentação na vida adulta. “Quando incorporado à alimentação diária, esse complemento alimentar proporciona, em apenas uma porção, uma quantidade adicional de proteínas de alto valor biológico, fibras, vitaminas e minerais”, afirma a coordenadora do Centro de Pesquisa Sanavita.

Os principais resultados alcançados com o consumo do complemento é a melhora na saúde óssea, o bom funcionamento intestinal e o aumento da disposição mental e física, ou seja, uma ótima alternativa para prevenir ou conter a síndrome da fragilidade em idosos.

Doutora Andrea Dario Frias é coordenadora do Centro de Pesquisa Sanavita, PhD em nutrição e atua na pesquisa e desenvolvimento de alimentos especiais e funcionais, possuindo vários trabalhos científicos publicados em revistas nacionais e internacionais e é conselheira científica da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais – SBAF.

CARNAVAL FAVORECE A TRANSMISSÃO DE DOENÇAS

Durante o Carnaval crescem as chances de contágio de doenças respiratórias, bucais, sexualmente transmissíveis e até meningite

Para muitas pessoas o Carnaval é a época mais esperada do ano. A festa, uma das mais populares do Brasil, costuma reunir milhares de pessoas para dançar e comemorar nas ruas ou em salões. Infelizmente, por trás de toda essa animação existem ameaças que podem colocar a saúde dos foliões em risco.

Nem todos estão preparados para a verdadeira maratona que costuma ser o carnaval brasileiro. Nas festas de rua, a ingestão de bebida alcoólica, a má alimentação e os longos trechos percorridos a pé – pelas escolas de samba e pelos blocos de rua – podem deixar os foliões debilitados, com o sistema imunológico abalado.

“Durante os quatro dias ou até uma semana de folia, a pessoa que não se alimentar direito, se hidratar, dormir cerca de oito horas por dia, acaba expondo a sua saúde a diversos perigos”, ressalta o médico infectologista, Dr. Artur Timerman, chefe do setor no Hospital Professor Edmundo Vasconcelos.

Os riscos são ainda maiores para aqueles que não dispensam conhecer novas pessoas e experimentar beijos sem compromisso. Durante um beijo na boca, junto com as trocas naturais de saliva, ácidos e microorganismos que fazem parte da flora bucal pode acontecer também troca de bactérias e vírus causadores de doenças, como gengivite, cárie, amidalite, faringite, mononucleose (conhecida como doença do beijo) e até meningite.

As possibilidades crescem ainda mais quando o número de parceiros beijados também aumenta. Um estudo recente realizado pelo Instituto de Saúde Infantil de Londres e pela Agência Britânica de Proteção Sanitária concluiu que as chances de se contrair meningite entre os jovens que beijam várias pessoas é quatro vezes maior do que a média. “Trocar beijos com várias pessoas, somado a um cenário de baixa imunidade, aumenta ainda mais a exposição a seres de alta virulência. Isso sem falar das doenças sexualmente transmitidas, como herpes, gonorréia, sífilis, hepatite B e o HIV”, alerta Timerman.

No ambiente dos salões de bailes de Carnaval, o médico especialista em imunidade alerta que estão reunidos riscos do verão e do inverno. “Aglomerações em locais fechados podem acarretar em infecções do trato respiratório”, afirma Dr Timerman. Esse aviso serve para todos os tipos de ambientes fechados com alta concentração de pessoas. A quantidade de bactérias e outros seres que podem transmitir doenças também fica alta e aqueles que estiverem com o sistema imunológico enfraquecido, tornam-se vítimas fáceis desses males.

Para fortalecer o organismo e melhorar o pique durante a folia, o ideal é ingerir bastante água e líquidos não-alcoólicos como sucos naturais, se alimentar corretamente e procurar intercalar o agito com períodos de sono e descanso de pelo menos oito horas.

MÉDICO ALERTA PARA OS EXAGEROS COMETIDOS NO CARNAVAL

O carnaval é uma das datas mais esperadas pelos foliões e por aqueles que aproveitam o período para descansar. Nesta época evitar os exageros, ter uma boa alimentação e cuidados básicos são fundamentais para gerar energia e garantir o sucesso das folias, segundo o médico do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, o clínico geral Fernando Noboru Miyake.

Quem vai dirigir durante as viagens ou bailes é importante redobrar a atenção nas estradas, principalmente após as chuvas. O ideal é que o motorista não consuma nenhum tipo de bebida alcoólica.

Segundo o médico é importante lembrar que 90% dos acidentes nesta época são causados por distrações e excesso de bebidas. “O álcool causa diminuição dos reflexos, da capacidade de julgamento e de tomar decisões, além de muitas vezes causar sono”, alerta o especialista.

Como as viagens costumam ser mais longas, em razão dos congestionamentos, é possível ficar algumas horas embaixo do sol, portanto, é aconselhável a ingestão de líquidos aos passageiros, de meia em meia hora, para evitar a desidratação.

Outro fator que merece atenção é em relação à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. É muito importante o uso de preservativos para evitar que o excesso de alegria não leve os foliões a relações sexuais de risco.

Também é importante conciliar um cardápio saudável à folia. Diante do calor e da agitação é natural que ocorra perda de líquidos e sais minerais, seja pela exposição ao sol ou pelo desgaste físico em decorrência da elevação da temperatura corporal. Daí a importância de aumentar a ingestão de líquidos.

Não espere sentir sede para beber água, pois este é um sinal de que o organismo precisa de reposição hídrica, que deve ser feita por meio natural, alimentos, sucos de frutas e água de coco, já que a transpiração excessiva provoca perda de sais minerais. Portanto durante a folia vale abusar dos líquidos.

O clima quente colabora para o consumo de alimentos crus, frutas, verduras e legumes, onde se encontram vitaminas, sais minerais e fibras.

As carnes magras, brancas de aves e peixes são mais saudáveis, pois são de fácil digestão. As frituras devem ser excluídas.

E para quem vai cair na folia procure evitar bebidas alcoólicas, ir aos bailes ou desfiles em jejum ou em longos períodos sem se alimentar. O ideal é fazer lanches antes e após a diversão.

Nas viagens preste atenção aos alimentos à base de leite, gordura e ovos, que precisam de refrigeração adequada; evite alimentar-se em locais sem condições de higiene e fique atento onde consumir frutos do mar.

A atenção também deve ser redobrada em relação à exposição solar, que deve ser sem exageros e com cuidado. Procure tomar sol entre 8 e 10 horas da manhã e após as 16 horas, use protetor solar de acordo com o tipo de pele e lembre-se dos bonés e óculos de sol.

O dia 11 de fevereiro foi instituído pela Igreja Católica como o Dia do Enfermo.
 
Oração e cura - fato ou fantasia?

Por mais polêmica que seja a discussão sobre a interferência da fé em nossa saúde física e mental, esse assunto transcende os nossos consultórios quando transmitimos aos pacientes um diagnóstico desfavorável.

Devemos permanecer calados, frios ou até sarcásticos quando nos fazem referência à pretensa proteção divina? Evidentemente que não, pois a nossa impotência profissional sempre é reafirmada pela inexorabilidade do sofrimento e da morte. Além da nossa competência profissional e técnica, não podemos nos esquecer que à nossa frente pode estar um ser que sofre e que, independente da sua doença, está ali para ser ouvido e muitas vezes para ter o seu sofrimento compartilhado com aquele que o atende.

Todo o cartesianismo e o ceticismo de vários cientistas ficaram extremamente abalados com os acontecimentos que ocorreram em muitos santuários marianos de todo o mundo. Incapazes de provar eventuais fraudes, foram obrigados a admitir os fatos, embora não conseguissem explicá-los. Isso ocorreu em Lourdes, pequena cidade dos Pirineus Franceses, onde anualmente acontecem milhares de curas inexplicáveis segundo a ciência, atribuídas à fé e às orações pelo comitê internacional de médicos.

Em 1903, Aléxis Carrel, médico cirurgião de Lyon, França, testemunhou publicamente a cura milagrosa de um peregrino em Lourdes. O episódio gerou um enorme desconforto com o professor titular de cirurgia da universidade onde fazia seus estudos que terminou por desligá-lo do curso. Este fato o obrigou a se transferir para os Estados Unidos, onde anos mais tarde receberia o Premio Nobel em fisiologia.

Com a abertura da Igreja Católica ao pentecostalismo cristão, iniciado nos Estados Unidos nos anos 70, reuniões de oração se multiplicaram e com elas uma quantidade enorme de curas em todo o mundo. A ciência não ficou alheia ao que acontecia. Grupos médicos começaram a analisar os casos, inicialmente apenas para verificar possíveis fraudes, mas depois para tentar compreender a essência dos fatos.

A partir do final dos anos 90, surgiram cursos, congressos, eventos enfocando a relação entre a espiritualidade e a saúde, dando como frutos uma enormidade de trabalhos científicos publicados no mundo todo. São estudos qualitativos como entrevistas, grupos focais e inquéritos; e quantitativos como coortes (status de exposição), casos-controles, estudos tranversais, ensaios clínicos randomizados, metanálises e revisões da literatura. Os resultados mais consistentes que saíram dessas publicações demonstraram associação entre freqüência a serviços religiosos e redução das taxas de mortalidade, especialmente no sexo feminino.

Muitas críticas foram feitas por vários pesquisadores alegando a fragilidade metodológica dos estudos, principalmente pela existência de inúmeras variáveis não controladas durante os trabalhos. Recentemente, no entanto, os trabalhos publicados têm recebido maior atenção metodológica, controlando-se variáveis que poderiam influir nos resultados, tais como, sexo, suporte social, idade e renda.

É extremamente interessante o estudo da relação entre o envolvimento religioso e a saúde, aspecto que tem ocasionado aumento significativo das pesquisas nessa área, principalmente com a realização de exames não invasivos capazes de reconhecer áreas cerebrais envolvidas durante a oração, tais como a tomografia computadorizada com emissão de positrons, o PET scan e a ressonância magnética funcional.

Existem inúmeras explicações dos possíveis mecanismos envolvidos na relação entre envolvimento religioso e estado de saúde como a prática de ritos e crenças que podem levar as pessoas a viverem com níveis de estresse menores ou a fazerem experimentar emoções positivas como a capacidade de perdoar promovendo, dessa forma, uma melhor qualidade de vida.

Por outro lado, um grande número de pesquisas tem demonstrado a associação dos efeitos negativos do estresse sobre o estado de saúde, ocasionando várias patologias, entre elas a doença cardiovascular, principal responsável pela mortalidade nos dias de hoje. Por isso, o interesse dos pesquisadores vem se dirigindo à interação entre os sistemas imunológico, neurológico e psicológico, que exerce papel preponderante na gênese dos benefícios que o envolvimento religioso poderia trazer aos indivíduos no tratamento auxiliar de várias patologias, como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, depressão, ansiedade, entre outras.

O envolvimento religioso ou espiritual é uma das grandes forças que atuam no mecanismo de defesa contra o estresse crônico, podendo ser excelente no auxílio à prevenção ou combate de inúmeras moléstias e também no aumento da expectativa de vida.

Por:Roque Marcos Savioli, cardiologista, doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP, diretor da Unidade de Saúde Suplementar do INCOR e integrante da Association Medicale International de Lourdes. É pregador da Comunidade Canção Nova e autor do livro “Um coração saudável”, da Editora Canção Nova.

Cuidado com os inibidores de apetite

Médicos alertam para uso indiscriminado do medicamento e estudo indica que a sibutramina eleva o risco cardiovascular

Eles têm diversos nomes e não é difícil encontrar nas farmácias diferentes preços dos inibidores de apetite com sibutramina, princípio ativo que aumenta a sensação de saciedade e que é utilizado em tratamentos para emagrecimento. Embora o consumo da substância dependa da avaliação do especialista médico, muitas pessoas acreditam numa matemática aparentemente simples: o uso do medicamento vai cortar a fome para que se chegue ao corpo dos sonhos. O problema não está na droga e sim na falsa idéia criada em torno dela.

Inibidores de apetite são drogas de auxílio no emagrecimento e o seu uso não substitui a necessidade de um controle alimentar adequado. Além disso, o comprimido pode não promover o efeito esperado e, mesmo que ele diminua o apetite, o efeito pode acabar assim que o uso é interrompido. Por isso, os médicos se preocupam cada vez mais com a busca desenfreada por estes recursos para emagrecer.

“Grande parte do sucesso de um tratamento está no comportamento. O primeiro trabalho é entender que não há como obter resultados rápidos e satisfatórios, buscando perder peso a qualquer custo, sem dispender esforço. A fórmula certa é a dieta bem feita combinada à atividade física”, diz Alex Leite, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz.

Em dezembro do ano passado, um estudo feito com 10 mil pacientes com fatores de risco cardiovasculares, nos EUA, mostrou que a sibutramina também aumenta chances de infarto e de derrame. A investigação, realizada em larga escala e conhecida como Scout, revelou que 11,4% dos que tomaram sibutramina sofreram paradas cardíacas ou derrames.

“O uso do remédio não precisa ser banido por causa deste novo resultado do Scout porque a segurança do medicamento foi bem estudada. O importante é observar que a medicação foi usada em um grupo de pessoas que não deveria estar recebendo tal medicação”, ressalta Alex Leite.

Como a sibutramina age no organismo

O FDA, órgão norte- americano que regula a comercialização de medicamentos nos EUA, aprovou o uso da sibutramina para o tratamento da obesidade no ano de 1997. O princípio ativo atua diretamente no sistema nervoso central e a ‘falta de fome’ ocorre porque a substância inibe em 73% a absorção da serotonina, em 54% da norepinefrina e em 16% da dopamina, neurotransmissores envolvidos no controle do apetite, bem-estar e prazer. “A sibutramina e seus metabólicos promovem uma maior permanência da serotonina e da noradrenalina nas sinapses nervosas e, dessa forma, aumentando a saciedade”, esclarece o endocrinologista.

O uso do medicamento depende de uma análise criteriosa do paciente, que inclui o detalhamento da existência de fatores de risco cardiovascular como história de infarto na família e derrame prévios, incluindo a hipertensão arterial.

Outro ponto importante é entender que possivelmente o ideal de beleza que move a busca por um tratamento muitas vezes não é obtido. “O sucesso no emagrecimento depende de características genéticas individuais e dos hábitos que a pessoa manteve a vida inteira. Em casos de sucesso na redução do peso, a retirada da droga deve ser gradativa para promover a manutenção dos resultados obtidos”, finaliza o endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz.

Sobre o Hospital e Maternidade São Luiz

Um dos mais avançados e maiores hospitais do país, o São Luiz é composto por três unidades (Itaim, Morumbi e Anália Franco) e é referência nacional como hospital geral, pronto-atendimento, diagnósticos e maternidade. A rede tem 803 leitos, 14 mil médicos credenciados e 4,5 mil funcionários. Por mês, realiza 4,4 mil internações, 3,4 mil cirurgias, 50 mil pronto-atendimentos e 69 mil exames através de seus centros de diagnósticos, além de 13 mil partos ao ano. A maternidade está entre as principais do país e a UTI Neonatal é referência na América Latina. A rede foi a primeira do Brasil a implementar o conceito de hotelaria hospitalar e possui avançado centro cirúrgico, referência em cirurgias neurológicas, urológicas, cardiovasculares e torácicas. Desde 2001, é o hospital oficial do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. O Hospital ainda conta com programas de Gestão de Qualidade e três Centros de Estudos, um em cada unidade.
www.saoluiz.com.br

Infecção bucal pode atingir outros órgãos do corpo

A saúde da boca não pode ser separada da saúde geral do organismo! É com essa frase que o dentista Sidnei Goldmann, especialista em implantodontia, ressalta, diariamente aos pacientes, que as infecções ao redor dos dentes podem sim proliferar e gerar problemas ao restante do corpo. “Endocardite inflamatória, reumatismo articular agudo, gastrite e até partos prematuros são algumas das sérias consequências que uma infecção bucodentária pode provocar”, enfatiza Goldmann.

As bactérias, devido ao estado inflamatório, se espalham pelo corpo, tanto pela via digestiva (engolidas), quanto pela circulação sanguínea, causando um desequilíbrio no organismo. E, quando essa bactéria (streptococcus), que é comum e faz parte da flora natural da boca, atinge o coração, especificamente o tecido endocárdico, o resultado é uma Endocardite Infecciosa, doença que acomete o coração e pode matar.

Segundo o dentista Sidnei Goldmann as pessoas com históricos de alterações cardíacas, que já tiveram lesões nas válvulas cardíacas ou já foram vitimas da doença cardiopatia congênita (anormalidade da estrutura do coração), são mais vulneráveis à ação de bactérias e fungos e têm maior probabilidade de ter uma endocardite. “Essa doença pode ser fruto da manipulação de áreas bucais infectadas para tratamentos odontológicos. Por isso, dependendo da alteração cardíaca, o cirurgião dentista tem que fazer um trabalho em conjunto com um cardiologista e verificar se o momento é oportuno para a realização do tratamento”, alerta o implantodontista Goldmann.

Os vírus e bactérias de uma inflamação bucal, quando disseminados na corrente sanguínea, podem também atingir as articulações, causando um reumatismo articular agudo e resultar em muita dor. “As incontáveis bactérias conseguem proliferar por todo o organismo. As consequências são graves. Outro órgão que também pode sofrer bastante com a invasão dos microorganismos bucais é o estomago. As substâncias infecciosas passam a irritar a mucosa do estômago, originando em uma forte gastrite”, conta Goldmann.

Uma pesquisa da Universidade do Alabama, na cidade de Birmingham, Estados Unidos, com duas mil grávidas, constatou que as mulheres com doença bucal, periodontite, têm até sete vezes mais chances de dar à luz a bebês prematuros. “A infecção bucal aumenta os níveis dos fluidos biológicos que estimulam o trabalho de parto”, informa Sidnei Goldmann.

A solução apontada pelo implantodontista, da clinica Goldmann Odontologia, é: o cuidado diário com a saúde bucal. “Temos que cuidar da boca como qualquer outro órgão do nosso corpo. Ela faz parte do conjunto. Qualquer alteração na saúde bucal, todo o organismo irá sofrer. A prevenção, uma boa escovação, uso de fio dental e visitas periódicas ao dentista, é a maneira menos dolorida, menos preocupante e a melhor forma de evitar problemas que se tornariam graves. A saúde da boca é também a saúde do corpo”, finaliza o especialista.

Para saber mais acesse: www.goldmannodontologia.com.br 


Artrite reumatoide causa dor e modifica rotina dos pacientes

Doenças reumáticas atingem hoje 30 milhões de pacientes.

Sentir dor incomoda e, em grande parte dos casos, um analgésico é o suficiente para barrar este incômodo. No entanto, quando a dor é mais intensa e com inflamação no local, é preciso ter atenção e cuidado, pois estes são alguns dos sintomas de uma doença reumática séria: a artrite reumatoide.

Além das fortes dores, a artrite reumatoide caracteriza-se por intensa inflamação das juntas. Os sintomas impactam negativamente na qualidade de vida dos pacientes e a progressão da doença leva à incapacidade de realizar tarefas diárias, tanto pessoais como profissionais (pentear o cabelo, se vestir, dirigir, manusear microcomputadores e etc). Uma característica importante da artrite reumatoide é o padrão simétrico: se um joelho for afetado, o outro também geralmente será.

Atualmente, no Brasil, 30 milhões de pacientes sofrem com doenças reumáticas, sendo mais de 1,5 milhão com artrite reumatoide. As mulheres são duas vezes mais afetadas que os homens. Ao contrário do que pensa a maioria da população, a enfermidade não atinge apenas pessoas com idade avançada: adultos entre 30 e 50 anos são as grandes vítimas desse distúrbio, que se agrava conforme a doença evolui.

Segundo o reumatologista da Escola Paulista de Medicina, Daniel Feldman, mesmo após inúmeras pesquisas, o estímulo que desencadeia a artrite reumatoide ainda não foi descoberto. “Sabemos apenas que ocorre uma resposta anormal do sistema imunológico, que passa a atacar as articulações, causando a dor e o inchaço”, explica o especialista. Além do comprometimento das articulações, febres ocasionais e mal-estar, outros sintomas, como cansaço intenso, ocorrem por conta da anemia que a doença provoca.

A boa notícia é que aproximadamente 75% dos portadores de artrite reumatoide apresentam evolução positiva quando são tratados precocemente no inicio da doença. Em contrapartida, cerca de 10% são incapacitados por ela. Sendo assim, para evitar danos mais severos, o diagnóstico precoce é essencial, ou seja, ao surgirem os primeiros sintomas, como dor nas juntas, em especial das mãos e pés, um reumatologista deve ser procurado.

Apesar de não ter cura, a eficiência das novas terapias, desenvolvidas principalmente na última década, tem cooperado para o melhor controle da doença. Para o Dr Daniel Feldman, os medicamentos biológicos (à base de biotecnologia) proporcionaram uma nova abordagem terapêutica aos pacientes que não obtiveram uma boa resposta aos tratamentos tradicionais. No Brasil, o medicamento mais recentemente lançado foi o tocilizumabe (Actemra®) aprovado recentemente também pelo FDA, em janeiro de 2010, para o tratamento da doença. “Na era dos medicamentos biológicos, é possível proporcionar aos pacientes mais qualidade de vida, fazendo com que retornem a uma rotina mais próxima à que tinham antes da doença”, esclarece o reumatologista.

Sobre a Roche

Com sede em Basiléia, na Suíça, a Roche é uma das líderes mundiais na pesquisa de produtos para a saúde, atuando fortemente e de modo combinado nas áreas farmacêutica e de diagnóstico. A Roche é a maior empresa de biotecnologia do mundo, e tem medicamentos realmente diferenciados para as áreas de oncologia, virologia, inflamação, metabolismo e SNC. Além disso, a Roche é líder mundial em diagnóstico in vitro e no diagnóstico tecidual de câncer, e pioneira no tratamento do diabetes. A estratégia de medicina personalizada da Roche tem como foco o fornecimento de medicamentos e ferramentas de diagnóstico que possibilitem melhoras tangíveis na saúde, qualidade de vida e sobrevida dos pacientes. Em 2008, a Roche tinha mais de 80.000 funcionários em todo o mundo, e investiu quase 9 bilhões de francos suíços em P&D. O Grupo registrou vendas de 45,6 bilhões de francos suíços. A Genentech, nos Estados Unidos, é uma subsidiária integral do Grupo Roche. A Roche tem participação majoritária na Chugai Pharmaceutical, do Japão. Mais informações na página: www.roche.com.

POR QUE ALGUNS CASOS DE QUEDA CAPILAR SÃO DIFÍCEIS DE DIAGNOSTICAR?

Um dos maiores temores da vaidade, tanto masculina quanto feminina, é a queda de cabelos. Seja por questões estéticas ou de saúde, esse é um dos grandes motivos que levam muitas pessoas a procurarem por ajuda médica.

A tricologia, área da ciência que estuda os cabelos e os problemas de quedas capilares tem como objetivo entender os processos que levam ao desenvolvimento de tais manifestações que tanto incomodam.

Apesar de muita gente acreditar que as quedas capilares são de simples diagnóstico e podem ser generalizadas apenas como queda de origem genética ou por estresse já se sabe hoje, que essas são apenas algumas das possíveis causas de quedas de cabelo, estudadas na tricologia.

Reconhecer o grande universo de causas envolvidas nas quedas capilares torna esta área da ciência fascinante. Sem a pretensão de ser um material completo, mas sim de ter conteúdo resumido, as informações aqui contidas, dão uma breve dimensão das dificuldades que muitas vezes o médico poderá enfrentar para encontrar um diagnóstico preciso e definir um tratamento que traga benefícios totais ou parciais para seus pacientes.

CAUSAS DAS ALOPECIAS

Queda Capilar Difusa

Queda Capilar Localizada

Tipo Não Cicatricial

Tipo Não Cicatricial

Alopecia androgenética

Alopecia Androgenética

Alopecia Areata

Alopecia areata

Eflúvio Anágeno

Tricotilomania

Hipotricose ou atriquia congenita

Alopecia de tração

Anormalidades das fibras capilares

Anormalidades das fibras capilares

Sífilis

Tinea capitis (micose de couro cabeludo)

Eflúvio Telógeno

Sífilis

Problemas da Tireóide

Infecção herpética

Queda Pós-parto

Cicatriciais

Queda Pós-menopausa

Lacerações

Queda provocada por medicamentos

Pós-cirúrgicas

Deficiência de ferro

Por queimaduras

Desnutrição

Por radiações

Estresse Físico

Causadas por cancer

Estresse Psíquico

Lupus Eritematoso Discóide

Sarcoidose

Dermatomiosite

Lichen plano pilar

Esclerodermia (Morfea)

Arterite temporal

Foliculite Bacteriana

Dr. Ademir Jr. (CRM 92.693) é médico dermatologista especialista em tricologia (medicina capilar) pela Internacional Association of Trichologists. Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, da Sociedade Brasileira de Termalismo, e da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Presidente do Grupo de Assistência a Problemas Capilares – GAPCA e Presidente do Grupo de Apoio a Portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos - GAPSOP. Professor de Anatomia e Fisiologia da pele no curso de Pós-Graduação em Cosmetologia das Faculdades Oswaldo Cruz – SP/SP. Autor dos Livros: “Socorro, Estou ficando careca”, publicado pela Editora MG em 2005, “Tem alguma coisa errada comigo – Como entender, diagnosticar e tratar a Síndrome dos ovários Policísticos”, publicado pela Editora MG em 2004 e “É outono para meus cabelos – Histórias de mulheres que enfrentam a queda capilar” – Editado pela Editora Summus.

Dr. Ademir Jr. – (11) 3864-3967 – www.ademirjr.com.br


Protozoário encontrado em piscina é resistente ao tratamento com cloro e pode causar doença crônica. Só a luz ultravioleta C tem o forte poder de matá-lo

O Cryptosporidium causa uma doença chamada criptosporidiose. Os sintomas são diarréia, desidratação, perda de peso, dor abdominal, febre, náuseas e vômitos. E pode se tornar um caso de infecção crônica em pacientes com baixa imunidade, principalmente as crianças. Portanto, é preciso cuidar bem da piscina para que os usuários não sejam contaminados pelo protozoário. Só a luz ultravioleta C atua diretamente no DNA do parasito, por isso é capaz de inativá-lo. O Pool Clean UVC da Sibrape é pioneiro no Brasil em descontaminação de água de piscina por meio dessa luz germicida       

O Cryptosporidium é transmitido na piscina de uma pessoa para outra por meio de oocistos, formas de resistência com formato oval ou esférico, bem pequenas, que são eliminadas nas fezes de indivíduos infectados por essa parasitose. Os oocistos, muito resistentes ao cloro, “abrigam” o protozoário que permanece protegido das condições adversas do ambiente.

A infecção se dá quando a pessoa infectada vai ao banheiro, não faz a higiene adequada e em seguida entra na piscina. Os resíduos fecais contendo oocistos contaminam a água e podem infectar outros indivíduos que, acidentalmente, a ingere. Os oocistos já saem nas fezes na forma infectante e permanecem resistentes no ambiente até três meses.

“Os pacientes infectados podem apresentar quadros de diarréia que, em alguns casos, podem ser severos, assemelhando-se à colera. O acometimento varia de acordo com o estado de imunidade de cada pessoa. O período de incubação vai de sete a 10 dias. E não existe, até o momento, um remédio altamente eficaz para o tratamento”, informa a infectologista Karen Mirna Loro Morejón, que é médica do departamento de moléstias infecciosas do Hospital das Clínicas.

“Aproximadamente 17% dos casos de diarréia na população infantil são associados com infecção por Cryptosporidium. E como os oocistos são resistentes ao cloro, não é fácil a inativação do protozoário”, explica a bióloga e presidente da Sociedade Paulista de Parasitologia, Regina Maura Bueno Franco, que é mestre e doutora em parasitologia e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Parasitologia da Unicamp, Universidade Estadual de Campinas-SP.

Em artigo científico publicado em revistas nacionais e internacionais, a bióloga fala sobre a preocupação que se deve ter com as águas de recreação, que constituem um risco de aquisição desses agentes parasitários. “As formas de resistência desses protozoários são capazes de sobreviver aos processos de cloração da água e apresentam elevada persistência às condições adversas ambientais”, esclarece a bióloga. A composição da parede do oocisto faz com que ele seja impermeável a maior parte dos desinfectantes, inclusive o cloro. “O parasito sobrevive longos períodos em ambientes úmidos e frios, sendo resistente não só à cloração, como também à ozonização, completa a infectologista do HC.

Agora temos uma doença que é resistente à principal barreira usada para exterminar a maioria dos germes transmitidos na piscina, o que gera grande preocupação. Muito há de se evoluir a respeito da prevenção, mas a boa notícia é que já existe um método indicado para esse fim, que é a luz ultravioleta. “A luz ultravioleta atua diretamente no DNA do parasito e, dessa forma, ele não pode se multiplicar. Isso significa que o usuário da piscina pode até ingerir o oocisto presente em águas que passam pela tecnologia de desinfecção por luz ultravioleta, mas não irá desenvolver a doença (criptospodiriose) porque a ação infectante do oocisto é inativada pela luz, não sendo mais capaz de complementar seu ciclo biológico”, acrescenta a coordenadora do Programa de Pós-graduação em Parasitologia da Unicamp.

O Pool Clean UVC da Sibrape, sistema de descontaminação de água de piscinas por meio da luz ultravioleta, é pioneiro no Brasil no oferecimento dessa tecnologia avançada. “O equipamento combate todos os tipos de micro-organismos presentes na piscina, como o Cryptosporidium e também a Giárdia, que é outro protozoário resistente ao cloro. O UVC é o único método de descontaminação de água de piscinas que reduz a aplicação de processos químicos”, informa o gerente de negócios da Sibrape UVC, Marcelo Sorrilha.

Ao recircular, a água passa pelo filtro da piscina e, depois, pela poderosa luz germicida ultravioleta C do Pool Clean. Instantaneamente, os micro-organismos são eliminados. Não existem riscos de alta dosagem, pois quanto mais a água passa pelo equipamento, mais descontaminada retorna à piscina.

O Pool Clean está presente não só em residências, como também em hotéis, clínicas, clubes e academias. “Hoje, mais pessoas buscam alternativas de bem-estar e saúde, e uma piscina bem tratada, com baixa quantidade de cloro, é uma delas. Os alunos ficam mais dispostos e as mães notam a diferença”, comenta a proprietária da Belaqua Academia, de Ribeirão Preto-SP, Rosana Vanzella. Essa nova água não resseca a pele, os cabelos e nem irrita os olhos. “O cheiro de cloro sumiu, a água ficou leve e o rendimento nas aulas se tornou mais visível”, acrescenta o presidente do clube Associação Atlética Botucatuense, de Botucatu-SP, Carlos Bonaldo. 

Existem modelos de Pool Clean para cada tamanho de piscina. Todos vêm com uma caixa de monitoramento inteligente para controlar a vida útil da lâmpada, uma até avisa quando a luz vai chegando ao fim.

Protozoário também contamina rios, lagos, mares e oceanos

Quando os oocistos do Cryptosporidium são direcionados para os esgotos juntamente com as fezes, os processos de tratamento (aeróbio ou anaeróbio: com ou sem oxigênio) não são totalmente eficazes na remoção desses protozoários. Pelo menos 20% permanecerão no efluente e novamente serão lançados nos rios, lagos, mares e oceanos. Portanto, o grande potencial de veiculação hídrica do protozoário também tem despertado a atenção da Saúde Pública e tornou-se uma constante preocupação para as empresas de saneamento que captam água dos mananciais e a tratam para distribuir à população — o problema preocupa, ainda, a indústria de alimentos pela ingestão dos que são mal cozidos e contaminados pelo
Cryptosporidium.

“O protozoário já foi detectado no Rio Tietê, em São Paulo-SP. Ele também aparece em serras e matas, onde passam águas límpidas e cristalinas. Isso é válido, inclusive, como argumento para o uso do UV, quando pessoas querem simplesmente canalizar essas águas para uma cisterna usando apenas cloro”, alerta Roberto Santos, diretor da Technolamp, empresa especializada em tecnologias de ponta com aplicações em purificação de água, desinfecção de efluentes e ambientes em geral.

O Centro de Vigilância Epidemiológica mantém um registro dos surtos da doença no estado de São Paulo. Os primeiros casos de criptosporidiose em ser humano aconteceram em 1976. Posteriormente, no início da década de 80, uma série de 21 registros chamou a atenção de especialistas em virtude dos fatores epidemiológicos em comum: as vítimas eram jovens, saudáveis e do sexo masculino
.


O Cryptosporidium causa uma doença chamada criptosporidiose. Os sintomas são diarréia, desidratação, perda de peso, dor abdominal, febre, náuseas e vômitos. E pode se tornar um caso de infecção crônica em pacientes com baixa imunidade, principalmente as crianças. Portanto, é preciso cuidar bem da piscina para que os usuários não sejam contaminados pelo protozoário. Só a luz ultravioleta C atua diretamente no DNA do parasito, por isso é capaz de inativá-lo. O Pool Clean UVC da Sibrape é pioneiro no Brasil em descontaminação de água de piscina por meio dessa luz germicida       

O Cryptosporidium é transmitido na piscina de uma pessoa para outra por meio de oocistos, formas de resistência com formato oval ou esférico, bem pequenas, que são eliminadas nas fezes de indivíduos infectados por essa parasitose. Os oocistos, muito resistentes ao cloro, “abrigam” o protozoário que permanece protegido das condições adversas do ambiente.

A infecção se dá quando a pessoa infectada vai ao banheiro, não faz a higiene adequada e em seguida entra na piscina. Os resíduos fecais contendo oocistos contaminam a água e podem infectar outros indivíduos que, acidentalmente, a ingere. Os oocistos já saem nas fezes na forma infectante e permanecem resistentes no ambiente até três meses.

“Os pacientes infectados podem apresentar quadros de diarréia que, em alguns casos, podem ser severos, assemelhando-se à colera. O acometimento varia de acordo com o estado de imunidade de cada pessoa. O período de incubação vai de sete a 10 dias. E não existe, até o momento, um remédio altamente eficaz para o tratamento”, informa a infectologista Karen Mirna Loro Morejón, que é médica do departamento de moléstias infecciosas do Hospital das Clínicas.

“Aproximadamente 17% dos casos de diarréia na população infantil são associados com infecção por Cryptosporidium. E como os oocistos são resistentes ao cloro, não é fácil a inativação do protozoário”, explica a bióloga e presidente da Sociedade Paulista de Parasitologia, Regina Maura Bueno Franco, que é mestre e doutora em parasitologia e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Parasitologia da Unicamp, Universidade Estadual de Campinas-SP.

Em artigo científico publicado em revistas nacionais e internacionais, a bióloga fala sobre a preocupação que se deve ter com as águas de recreação, que constituem um risco de aquisição desses agentes parasitários. “As formas de resistência desses protozoários são capazes de sobreviver aos processos de cloração da água e apresentam elevada persistência às condições adversas ambientais”, esclarece a bióloga. A composição da parede do oocisto faz com que ele seja impermeável a maior parte dos desinfectantes, inclusive o cloro. “O parasito sobrevive longos períodos em ambientes úmidos e frios, sendo resistente não só à cloração, como também à ozonização, completa a infectologista do HC.

Agora temos uma doença que é resistente à principal barreira usada para exterminar a maioria dos germes transmitidos na piscina, o que gera grande preocupação. Muito há de se evoluir a respeito da prevenção, mas a boa notícia é que já existe um método indicado para esse fim, que é a luz ultravioleta. “A luz ultravioleta atua diretamente no DNA do parasito e, dessa forma, ele não pode se multiplicar. Isso significa que o usuário da piscina pode até ingerir o oocisto presente em águas que passam pela tecnologia de desinfecção por luz ultravioleta, mas não irá desenvolver a doença (criptospodiriose) porque a ação infectante do oocisto é inativada pela luz, não sendo mais capaz de complementar seu ciclo biológico”, acrescenta a coordenadora do Programa de Pós-graduação em Parasitologia da Unicamp.

O Pool Clean UVC da Sibrape, sistema de descontaminação de água de piscinas por meio da luz ultravioleta, é pioneiro no Brasil no oferecimento dessa tecnologia avançada. “O equipamento combate todos os tipos de micro-organismos presentes na piscina, como o Cryptosporidium e também a Giárdia, que é outro protozoário resistente ao cloro. O UVC é o único método de descontaminação de água de piscinas que reduz a aplicação de processos químicos”, informa o gerente de negócios da Sibrape UVC, Marcelo Sorrilha.

Ao recircular, a água passa pelo filtro da piscina e, depois, pela poderosa luz germicida ultravioleta C do Pool Clean. Instantaneamente, os micro-organismos são eliminados. Não existem riscos de alta dosagem, pois quanto mais a água passa pelo equipamento, mais descontaminada retorna à piscina.

O Pool Clean está presente não só em residências, como também em hotéis, clínicas, clubes e academias. “Hoje, mais pessoas buscam alternativas de bem-estar e saúde, e uma piscina bem tratada, com baixa quantidade de cloro, é uma delas. Os alunos ficam mais dispostos e as mães notam a diferença”, comenta a proprietária da Belaqua Academia, de Ribeirão Preto-SP, Rosana Vanzella. Essa nova água não resseca a pele, os cabelos e nem irrita os olhos. “O cheiro de cloro sumiu, a água ficou leve e o rendimento nas aulas se tornou mais visível”, acrescenta o presidente do clube Associação Atlética Botucatuense, de Botucatu-SP, Carlos Bonaldo. 

Existem modelos de Pool Clean para cada tamanho de piscina. Todos vêm com uma caixa de monitoramento inteligente para controlar a vida útil da lâmpada, uma até avisa quando a luz vai chegando ao fim.

Protozoário também contamina rios, lagos, mares e oceanos

Quando os oocistos do Cryptosporidium são direcionados para os esgotos juntamente com as fezes, os processos de tratamento (aeróbio ou anaeróbio: com ou sem oxigênio) não são totalmente eficazes na remoção desses protozoários. Pelo menos 20% permanecerão no efluente e novamente serão lançados nos rios, lagos, mares e oceanos. Portanto, o grande potencial de veiculação hídrica do protozoário também tem despertado a atenção da Saúde Pública e tornou-se uma constante preocupação para as empresas de saneamento que captam água dos mananciais e a tratam para distribuir à população — o problema preocupa, ainda, a indústria de alimentos pela ingestão dos que são mal cozidos e contaminados pelo
Cryptosporidium.

“O protozoário já foi detectado no Rio Tietê, em São Paulo-SP. Ele também aparece em serras e matas, onde passam águas límpidas e cristalinas. Isso é válido, inclusive, como argumento para o uso do UV, quando pessoas querem simplesmente canalizar essas águas para uma cisterna usando apenas cloro”, alerta Roberto Santos, diretor da Technolamp, empresa especializada em tecnologias de ponta com aplicações em purificação de água, desinfecção de efluentes e ambientes em geral.

O Centro de Vigilância Epidemiológica mantém um registro dos surtos da doença no estado de São Paulo. Os primeiros casos de criptosporidiose em ser humano aconteceram em 1976. Posteriormente, no início da década de 80, uma série de 21 registros chamou a atenção de especialistas em virtude dos fatores epidemiológicos em comum: as vítimas eram jovens, saudáveis e do sexo masculino
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O estresse pode se revelar na voz

As doenças ligadas à rouquidão nem sempre têm causas físicas. Situações de estresse podem provocar aumento da tensão muscular ou mesmo fadiga da musculatura das pregas vocais. De acordo com Ronaldo dos Reis Américo, otorrinolaringologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, o sistema límbico, que controla o emocional, pode interferir na regulação dos sistemas motores. Desta forma, o emocional pode provocar disfunção motora das pregas vocais gerando rouquidão e até afonia. “No geral, esta relação não é percebida. Um exemplo é o caso de pessoas que, quando irritadas, perdem a voz”, diz.

Para definir se a rouquidão tem relação com estresse é fundamental que seja realizado um exame otorrinolaringológico completo buscando possíveis desordens orgânicas que promovam a disfonia. Esta avaliação pode ser complementada com o exame de Laringoscopia, que é de grande valia para a observação do aspecto visual da mucosa, movimentação e características vibratórias das pregas vocais. “Durante todo esse processo é observado a possibilidade de sinais de estresse, ansiedade exacerbada, insatisfações, ou outras possíveis manifestações de alterações ou distúrbios que possam estar ocorrendo na esfera psíquica”, diz o médico.

O tratamento para a rouquidão causada pelo estresse deve ser dirigido para a causa, sendo assim, mudanças comportamentais que possam melhorar a qualidade de vida são importantes ferramentas, para que o indivíduo reencontre seu equilíbrio vocal. Hábitos de vida saudáveis e a prática de atividades físicas ajudam a controlar o nível de estresse e são recomendáveis. “Para que a voz se mantenha saudável, é importante cuidar da saúde geral do corpo, beber muito líquido, não gritar, não realizar esforço vocal enquanto apresentar infecções de via aérea superior como gripes e resfriados, evitar fumo, álcool, drogas e poluição”, diz.

Em alguns casos específicos, de maior dificuldade de tratamento pode ser necessário aliar outras formas de terapia, como atendimento fonoterapêutico, psicológico e por vezes tratamento medicamentoso.

O Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, localizado em São Paulo, é um dos maiores do País, conta com cerca de 780 médicos e atua em 44 especialidades. Realiza anualmente cerca de 10 mil cirurgias, 12 mil internações, 200 mil consultas ambulatoriais e 110 mil atendimentos de Pronto-Socorro.
Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

Rua Borges Lagoa, 1.450 – Vila Clementino, zona sul de São Paulo
www.hpev.com.br

HIPERIDROSE PIORA COM O ESTRESSE, AFIRMA ESPECIALISTA MÉDICO

Um excesso de suor que pode ocorrer em diversas partes do corpo e aumentar sem causa aparente, a Hiperidrose é uma sudorese que ultrapassa o controle da regulação da temperatura corporal – e traz desconforto. Uma patologia comum, que atinge cerca de 0,6 a 1% da população, com aumento do suor na axila, mãos, pés e rosto ou em outra parte do corpo esclarece o médico Cirurgião Torácico, Antonio Rissoni Júnior, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, alertando que o estado emocional pode piorar o processo da Hiperidrose, levando o paciente a insegurança e tensão.

A pele é composta por dois tipos de glândulas, as apócrinas e as écrinas, porém as que estão diretamente ligadas ao processo de Hiperidrose são as écrinas responsáveis pelo controle da temperatura e o excesso de secreção. Estão localizadas nas axilas, mãos e pés. Existem cerca de 2 a 5 milhões de glândulas écrinas distribuídas por todo o corpo.

Há dois tipos de Hiperidrose, a primária e a secundária. A primária não tem causa conhecida e é resultante de fatores genéticos, se manifesta em qualquer fase da vida. Já a secundária está associada a uma causa, como a obesidade, menopausa, drogas antidepressivas, alterações endócrinas e neurológicas. Medicamentos neurológicos, psiquiátricos, morfina e excesso de hormônios da tireóide também podem desencadear a Hiperidrose.

Segundo o especialista, a doença não é grave, mas piora com a intensidade das emoções e é errôneo dizer que sua causa é emocional. “A patologia também ocorre sem situação emocional ou motivo aparente, o que muitas vezes leva o paciente ao constrangimento, dando a impressão de descontrole emocional. O indivíduo que tem Hiperidrose apresenta sudorese sob as mesmas condições de quem não tem, só que em quantidade maior e em diferentes situações. Vale lembrar que o desconforto pode surgir em qualquer temperatura, baixa ou alta”, explica Rissoni.

Geralmente os pacientes que apresentam a doença têm a “Síndrome do Gatilho da Hiperidrose”, assim que o indivíduo percebe que vai começar a suar, surge um processo de ansiedade, gerado pela própria doença, que desencadeia uma sudorese mais forte, provocando um círculo vicioso.


Existem diversos tratamentos para a Hiperidrose porém o mais eficaz e seguro é a cirurgia Simpatectomia Torácica por Videotoracoscopia, que interrompe a condução nervosa responsável pelo problema com a retirada dos gânglios nervosos. O resultado é imediato. É

utilizado na Hiperidrose palmar, axilar e facial dependendo do caso.

Após a cirurgia pode surgir a Hiperidrose Compensatória - aumento de suor em outras partes do corpo – um processo normal e leve, que desaparece com o tempo. Vale lembrar que ela não é uma complicação da cirurgia e sim um efeito colateral do tratamento.

Este procedimento cirúrgico não é recomendado aos pacientes com Hiperidrose secundária, portadores de insuficiência respiratória ou cardiovascular e com sequela de tuberculose e outras patologias que possam causar alterações anátomo funcionais no tórax.

Já os tratamentos com remédios, drogas antidepressivas, ansiolíticas e anticolinérgicas proporcionam alívio parcial e inibem o neurotransmissor que controla as glândulas sudoríparas, age em todas as partes do corpo reduzindo a produção de suor, mas pode apresentar efeitos colaterais.

Alguns fatores podem aumentar a sudorese sem que se apresente a Hiperidrose e quem possui a doença deve evitá-los, como por exemplo, trabalhar em atividades pesadas, exercitar ou se expor ao sol em dias muito quentes, ingerir cafeína, álcool, comidas picantes, chocolate, chá, carne de porco. Algumas emoções também podem gerar suor, uma condição normal, e fazer com que o corpo perca fluído e mantenha a temperatura estabilizada.

 Especialista alerta para o risco de hipertensão arterial em crianças

Consumo de sal no primeiro ano de vida tem a maior correlação com o desenvolvimento da hipertensão arterial na fase adulta. Cuidados com a nutrição infantil ajudam na prevenção de outras doenças e garantem uma vida longa e saudável

Existem evidências científicas de que problemas de saúde do adulto podem ser desencadeados já na alimentação infantil. A nutrição na infância tem sido estudada há muitos anos no sentido de garantir um crescimento saudável, livre de doenças.

Na última década, os pesquisadores passaram a se preocupar não só com o crescimento saudável, mas quanto desta alimentação poderá promover uma vida saudável na maturidade. Eles verificaram que a fase da vida em que o sal tem a maior correlação com o desenvolvimento de Hipertensão Arterial é no primeiro ano. Em nenhuma outra fase da vida o sal pode ser tão relacionado com esta patologia do adulto quanto no primeiro ano.

O sal é oferecido na introdução de sólidos, onde a criança ainda não desenvolveu este paladar, mas os adultos provam os alimentos e colocam sal baseados em seu próprio paladar. “Ao acrescentarem sal na alimentação, estão estimulando este paladar e em geral oferecendo excesso deste nutriente. Além disto, as crianças que recebem leite de vaca integral ao invés de leite humano também acabam excedendo a ingestão de sódio (principal componente do sal)”, diz NOME COMPLETO E CARGO Spolidoro. O leite de vaca tem altas concentrações de sódio, assim como de proteína, que por sua vez tem sido associado à síndrome metabólica e obesidade na vida adulta.

Estudos constataram que excesso de proteína e ganho de peso muito rápido, especialmente em prematuros e recém nascidos de muito baixo peso, promove distúrbios metabólicos, alterações gênicas (isto se chama epigenética), favorecendo o desenvolvimento desta grave patologia na vida adulta.

A obesidade é o mal do século, acometendo uma população cada vez maior em todo o mundo, e isto pode ter seu início na alimentação do primeiro ano de vida. “Assim, cuidar da alimentação de nossos bebês é da maior importância, evitando excessos e ganho de peso além das curvas de crescimento normal”, finaliza Spolidoro.

Assim já sabemos há muito tempo que o leite materno deve ser o alimento único nos primeiros seis meses de vida, garantindo um crescimento ideal, redução de infecções e alergias, garantindo nos primeiros meses uma vida saudável. “Vale ressaltar que uma criança nos primeiros seis meses dobra o peso de nascimento e triplica seu peso até um ano. É um período onde a nutrição tem papel fundamental na base da saúde”, destaca José Spolidoro, presidente da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (SBNPE).

Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral
Site:
www.sbnpe.com.br


QUAL A MELHOR FORMA DE CONTRIBUIR COM A SAÚDE DOS SEUS FUNCIONÁRIOS?

Ginástica laboral promove a saúde, aumentando a produtividade e reduzindo as tensões emocionais diárias.



Por muito tempo, as empresas não prestavam atenção sobre a necessidade de colaborar com a qualidade de vida dos seus funcionários. Entretanto, este quadro tem mudado e as organizações estão mais atentas e preocupadas com a saúde dos profissionais. Com os benefícios da ginástica laboral, por exemplo, é possível melhorar o bem-estar do funcionário.

Para se ter sucesso em todos os segmentos, ações de qualidade de vida nas organizações são imprescindíveis para a obtenção de uma maior produtividade no trabalho, e também no crescimento profissional, emocional, financeiro, intelectual do empregado, sem contar com o fortalecimento da empresa.Saiba mais.

Segundo Ana Lúcia Zalaquett, Diretora Executiva da ADF - organização especializada em saúde e bem-estar -, a ginástica laboral contribui para os benefícios pessoais na empresa. “Os impactos negativos por sedentarismo ou trabalho podem gerar problemas físicos, psicológicos ou sociais, e a prática de atividade física é uma forte aliada para que isso não aconteça”, diz.

Que as atividades físicas promovem a saúde e colaboram com a prevenção das doenças profissionais, muitos já sabem. Mas elas também ajudam a reduzir a sensação de fadiga no final da jornada e motivam o funcionário a ter novas rotinas. Além disso, ajudam com as tensões emocionais, e acima de tudo, melhoram a imagem da instituição junto aos empregados e a sociedade.

Pensando nisso, muitas companhias têm buscado empresas que levam aos colaboradores programas de ginástica laboral, sempre sob a orientação de profissionais formados e altamente qualificados. Esse é um recurso corporativo cada vez mais usado para a redução de faltas por motivos médicos, por exemplo.

ADF - AGÊNCIA DE FITNESS - www.agenciadefitness.com.br

Comandada pela empresária Ana Lúcia Zalaquett, a academia conta com uma estrutura completa para exercícios físicos, ginástica coletiva e piscina. Inclusive, é credenciada pelo Body Systems Latin América. Possui ainda programas específicos para alunos com mais de 50 anos, que trazem exercícios voltados para alongamento e condicionamento postural, fortalecimento muscular, equilíbrio e condicionamento cardiorespiratório. Além disso, a academia dispõe de Treinamento Funcional, que engloba equilíbrio, força e resistência. Além de abranger todas as fases de condição física, desde a regeneração até o desenvolvimento atlético, buscando mais qualidade e eficiência nas tarefas a se realizar com o corpo. Há também atividades e programas especiais para crianças, como o “Acampadentro” e a “Colônia de Férias”, misturando atividades físicas e culturais.


30% DOS ACIDENTES DE TRABALHO NO BRASIL ACOMETEM AS  MÃOS

As mãos estão envolvidas na maioria das atividades desempenhadas pelo ser humano, sendo um de seus principais instrumentos de trabalho. Perdê-la significa a interrupção de sua força profissional em uma faixa etária produtiva, além de um enorme trauma psicológico e físico, somado à uma perda econômica para empresa, governo e trabalhador. Apesar de sua importância para a realização da maioria das atividades, as mãos estão entre as partes do corpo humano mais sujeitas a acidentes. Segundo dados do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho, publicado em janeiro de 2008, 30% dos 503.890 acidentes de trabalho, atingem mãos, dedos e punhos.

Pensando nisso, a Associação Brasileira de Cirurgia da Mão lançou a Campanha Nacional de Prevenção a Acidentes e Traumas da Mão, já que muitos desses acidentes poderiam ser evitados com investimentos em máquinas mais modernas, com dispositivos de segurança, capacitação dos trabalhadores e processos de produção mais adequados.

A qualidade do primeiro atendimento é de extrema importância, pois é dele que depende toda a evolução caso. Um socorro mal conduzido gera sequelas graves e, muitas vezes, incapacidade funcional.

Além do trauma físico, outro problema a ser pensado é o custo desse tipo de acidente. “É importante ressaltar que a maior incidência dos acidentes e traumas da mão atingem a população economicamente ativa e o afastamento dessas pessoas de suas respectivas atividades, provoca um sério impacto econômico-social”, adverte Dr. Flávio Faloppa, da Associação Brasileira de Cirurgia da Mão.

Na maioria dos casos, os custos com acidentes englobam o atendimento médico e tratamento, indenização do acidentado, horas perdidas no trabalho, substituição do funcionário. Tudo isso gera prejuízo tanto para o governo, quanto para a empresa, mas principalmente para o trabalhador acidentado, que terá seu ganho diminuído durante a recuperação e, em casos de acidentes mais graves, carregará as seqüelas para o resto de suas vidas.

Durante o Fórum Político Social ocorrido no 29° Congresso Brasileiro de Cirurgia da Mão, órgãos ligados ao trabalho, como o INSS e FIESP, discutiram juntamente com médicos da ABCM a importância do desenvolvimento de políticas que cuidem da prevenção de acidentes no âmbito de trabalho. Isto porque cada vez mais empresas e órgãos do governo se mostram interessados em uma cooperação mútua, na tentativa de minimizar os danos causados ao acidentado e o impacto econômico gerado por estes.

As estatísticas oficiais brasileiras ainda são limitadas, mas como explica o Dr. Luiz Carlos Angelini, da Associação Brasileira de Cirurgia da Mão, um acidente deste tipo pode sair caro. ‘Pacientes que ficam traumatizados são caros, eu tenho alguns aqui no consultório que, somando todos os gastos,o tratamento todo saiu três vezes mais caro’, afirma ele.

Para que estes problemas tenham uma melhor solução, é que foi criada a especialidade de Cirurgia da Mão, que tem, além de conhecimento profundo de anatomia, fisiologia e fisiopatologia, um aprimoramento da técnica cirúrgica. O objetivo da Cirurgia da Mão nos traumatismos é recuperar a mão acidentada o mais rápido e o mais perfeito possível para que essas pessoas voltem às suas atividades.

SEIOS FARTOS VIRARAM A PREFERÊNCIA NACIONAL.

Até dois anos atrás a maioria das cirurgias plásticas realizadas no Brasil eram lipoaspirações. Segundo a última pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica pela primeira vez no país o número de implantes de silicone (96 mil) ultrapassou o número de lipoaspirações (91 mil).
Já se foi o tempo em que a morena do bumbum grande e o peito pequeno era o modelo de feminilidade brasileira. Esse estereótipo deu lugar ao padrão de beleza feminino das americanas: seios fartos e cintura fina. Inspiradas no corpo da boneca Barbie que invadiu o Brasil nos anos 80 o gosto da mulher brasileira mudou. O bumbum foi perdendo seu reinado e agora a bola da vez são os seios. 

"No início dos anos 90 colocar uma prótese de silicone era muito mais complicado. As próteses usadas eram "lisas" e o gel que as preenchiam internamente era quase líquido. Complicações como a contratura capsular; o famoso enrijecimento do silicone; que fazia a membrana estourar eram comuns. "- explica o cirurgião plástico Lecy Cabral.

Hoje para quem quer desfilar com um belo decote, amenizar uma flacidez ou simplesmente aumentar o volume dos seios as notícias são ótimas. Atualmente existem diversas técnicas e tipos de silicones específicos para cada perfil de paciente. As próteses estão cada vez mais modernas, elas tem paredes mais espessas que diminui muito o risco de rompimento, além de serem fabricadas com silicone coesivo que apresenta uma consistência bem macia ao toque, e não se espalha no corpo no caso de uma ruptura.

Seu revestimento pode ser texturizado, liso ou de poliuretano, escolhido pelo médico de acordo com a paciente e tipo de cirurgia que será utilizada. Existem diversos tipos de prótese com larguras, alturas e até formatos diferentes, tudo depende do que combina mais com o corpo da mulher.

As próteses de silicone podem ser colocadas de diversas maneiras: as mais comuns são VIA AREOLAR (ao redor da aréola) e VIA SULCO INFRAMAMÁRIO (na dobra logo abaixo da mama). Uma técnica diferenciada é a colocação da prótese VIA AXILAR ATRAVÉS DE VÍDEO-CIRURGIA. Nessa técnica o médico coloca a prótese pelas axilas da paciente com auxílio do vídeo, a vantagem é que a paciente não fica com nenhuma cicatriz na mama.

COMO "AUMENTAR" OS SEIOS SEM RECORRER A CIRURGIA

Truque de maquiagem

Para dar uma impressão de ter seios maiores para ir a uma festa um truque de maquiagem pode ser interessante. Segundo a maquiadora Edy Karan do Tez Esthétique et Coiffeur em São Paulo com apenas um pó compacto ou um blush marrom ou terracota é possível dar esse efeito: "Basta passar o blush nos seios seguindo a curvatura natural deles, fazendo o próprio movimento do decote. Dessa forma conseguimos um efeito de profundidade."- garante a especialista.

PERFIL DR. LECY MARCONDES CABRAL

- Formado pela Faculdade de Ciências Médicas “Dr. José A. G. Coutinho”- Pouso Alegre-MG. (1982);

- Mestre em Cirurgia Plástica pela Escola Paulista de Medicina (1990);

- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica;

- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Laser e Medicina;

- Membro da Federação Ibero-Latinoamericana de Cirurgia Plástica (FILAPAC);

- Membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery;

- Membro da Academia Cientifica de Nova York;

- Membro da Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica;

- Membro do Corpo Clínico do Hospital e Maternidade Israelita Albert Einstein;

- Membro do Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Luiz;

- Membro da Comissão de Ética do Hospital e Maternidade São Luiz;

- Diretor da Associação Paulista de Medicina (1995/1996).


VIAJANTE BRASILEIRO GANHA GUIA DE VACINAÇÃO 

Recomendações da SBIm abrangem viagens nacionais e internacionais.

A rápida disseminação do vírus influenza A/H1N1 pelo planeta mostra a queda das fronteiras geográficas. Seja por trabalho ou lazer, as pessoas estão viajando mais, o que amplia o risco de transmissão e aquisição de doenças infectocontagiosas. Para ter uma ideia, o turismo no Brasil cresceu 76% entre 2000 e 2005. Os impactos dos frequentes deslocamentos na qualidade de vida da população levaram a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) a elaborar o Guia de Vacinação do Viajante Brasileiro, com apoio da Sanofi Pasteur, a divisão de vacinas do grupo Sanofi-Aventis. O lançamento ocorre neste sábado (29 de agosto), durante as XI Jornada Nacional de Imunizações e VI Jornada Fluminense de Imunizações, no Rio de Janeiro.

Esperamos que esse guia torne-se um importante instrumento para auxiliar a atuação de profissionais da área da saúde”, explica a vice-presidente da Sbim, Isabella Ballalai. “Infelizmente, ainda não existe uma vacina contra a gripe A/H1N1, mas há uma série de doenças, tão ou mais perigosas, que podem ser evitadas com a imunização. Além de ser um cuidado pessoal, a vacinação é um cuidado coletivo, evitando que doenças sejam introduzidas ou mesmo reintroduzidas no país por viajantes”, completa.

Elaborado com suporte de especialistas em imunizações e doenças infecciosas, o guia é dividido em três partes. A primeira aborda o que é medicina do viajante, riscos para aquisição de doenças contagiosas e viagem a trabalho. “É importante lembrar que a viagem profissional tem características especfícas, como a responsabilidade da empresa com a saúde do empregado e o fato de o trabalhador ser vetor e propagador de doenças infecciosas”, observa Ballalai.

A segunda parte do guia é dedicada especificamente à vacinação do viajante. Há destaque para seus critérios básicos e detalha as principais doenças que podem ser prevenidas com a imunização, como: hepatites A e B, doença meningocócica, febre tifoide, sarampo, febre amarela, cólera e diarreia do viajante. “A diarreia do viajante pode afetar mais de 80% das pessoas que se deslocam pelas áreas de risco. A hepatite B é uma infecção de distribuição mundial. Segundo a OMS, existem dois bilhões de pessoas infectadas no mundo", explica a especialista Flávia Bravo, que é membro da SBIm e da Sociedade Internacional de Medicina do Viajante (ISTM, na sigla em inglês).

CUIDADO REDOBRADO
Outro tópico abordado na publicação é a vacinação do viajante em condições clínicas especiais, tais como idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e imunodeprimidos. “De modo geral, esses indivíduos estão sujeitos a riscos maiores de aquisição de doenças infecciosas e de complicações decorrentes do adoecimento, por isso precisam receber orientações específicas sobre imunização”, afirma a vice-presidente da SBIm, Isabella Ballalai.

O Guia de Vacinação do Viajante Brasileiro da SBIm traz ainda, na terceira parte, um quadro resumido das principais vacinas indicadas para quem vai viajar, o que é definido pelo médico a partir da necessidade de colocar as imunizações do viajante em dia e da avaliação da condição de saúde: estado geral, doenças pré-existentes, idade, por exemplo. Além disso, da análise do roteiro de viagem, com o objetivo de mapear os riscos associados à ocorrência de doenças infecciosas em cidades brasileiras e de outros países e das chances de exposição ao risco conforme a programação de viagem (regiões de mata, serra, mar, situação de higiene e de assistência à saúde, por exemplo). Outros anexos são os calendários de vacinação da SBIm, mapas que indicam áreas endêmicas de algumas doenças, surtos e casos isolados de doenças no Brasil e no mundo e sites relacionados ao tema. O guia tem o apoio da Sanofi Pasteur.

JORNADAS DE IMUNIZAÇÕES

Entre os dias 26 e 29 de agosto, o Rio de Janeiro sediará a XI Jornada Nacional de Imunizações e a VI Jornada Fluminense de Imunizações. Especialistas de todo o país estarão reunidos para falar sobre vacinação e um dos temas abordados é medicina do viajante. Na ocasião, será lançado o Guia de Vacinação do Viajante da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Mais informações: www.sbim.org.br

Dores no corpo podem ser sintomas da depressão

Você sabia que dores de cabeça, nas costas ou mesmo distúrbios gastrintestinais podem ser sinal de depressão? Poucos sabem da relação dos sintomas físicos com a doença, que acomete 121 milhões de pessoas em todo o mundo*. Uma pesquisa realizada com 377 pacientes indica que 72% desconhecem que dores vagas ou difusas são sintomas da depressão, sendo que 30%** deles apresentam os sintomas físicos dolorosos por mais de cinco anos antes de receberem diagnóstico apropriado.

Quadros de depressão como estes necessitam de tratamento que combine o alívio dos sintomas emocionais e dolorosos. É o caso da duloxetina, uma moderna opção medicamentosa que age nos sintomas emocionais (tristeza, ansiedade, humor depressivo) e físicos (fadiga, dores vagas e difusas no corpo), além de apresentar bom perfil de tolerabilidade, aspecto importante para uma medicação que geralmente necessita ser utilizada por períodos longos.

Referências

* Dados da Organização Mundial da Saúde.

* Pesquisa “Depressão: A verdade dolorosa”. Efectuada pela Harris Interactive entre 21 de Fevereiro e 11 de Abril de 2005. Disponível em: http://www.wfmh.org/PainfulTruthsurvey.htm

Sobre a depressão

A causa da doença ainda é desconhecida, mas uma das teorias mais aceitas é que a depressão é conseqüência de uma disfunção no sistema nervoso central, que diminui e desequilibra as concentrações de dois neurotransmissores (a serotonina e a noradrenalina). Estes neurotransmissores são responsáveis pelo aparecimento dos sintomas físicos e emocionais da depressão.

Apesar do difícil diagnóstico e da gravidade da doença, existem tratamentos eficazes atualmente. Os mais comuns envolvem psicoterapia e medicamentos e, para que haja o desaparecimento completo dos sintomas, é preciso que seja aplicado um tratamento completo. Um dos mais recentes antidepressivos, a duloxetina, tem dupla ação, aumentando e balanceando os níveis de serotonina e noradrenalina no cérebro. Por isso, atua sobre os sintomas emocionais (tristeza, ansiedade, humor depressivo, perda do interesse, ideação suicida) e físicos (fadiga, perda de energia, alteração de peso e sono, dores de cabeça, nas costas, no pescoço, entre outras) da doença, proporcionando significativa melhora na qualidade de vida do paciente. A duloxetina, um medicamento dos laboratórios Boehringer Ingelheim e Eli Lilly, foi estudada até o momento em mais de 6.000 adultos com depressão e é comercializada em mais de 40 países, entre os quais Estados Unidos, México, Reino Unido, Alemanha e África do Sul.

É importante ressaltar, porém, que não se deve usar nenhum medicamento sem prescrição e rigoroso acompanhamento médico. Os pacientes com depressão devem também ser encorajados a modificar seus hábitos diários: realizar atividades físicas regulares, manter um período satisfatório de sono diário, ter uma boa alimentação e evitar o uso de substâncias como anorexígenos, álcool e tabaco.

Estresse e ganho de peso: como essa relação pode afetar nossas vidas? Será que o estressado crônico poderia engordar pelo excesso de corticóide, mesmo sem comer muito?

Dentre as queixas mais comuns entre os pacientes que procuram tratamento médico e nutricional para a obesidade, cerca de 80% relacionam seu ganho de peso ao estresse. “Na verdade, algumas características da vida moderna podem estar intimamente relacionadas a um balanço energético positivo, levando ao ganho de peso. Dentre elas, podemos citar alimentação inadequada, sedentarismo e mais recentemente, o estresse”, diz a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.

 Os fatores estressores da sociedade moderna são frutos da rotina puxada das empresas, das relações familiares e sociais, além de fatores intrínsecos, como a privação de sono, por exemplo. Geralmente, o corpo humano responde ao estresse através de adaptações físicas ou comportamentais, aumentando o estado de alerta diante de novas situações, a tolerância à dor e a produção e liberação de substratos energéticos dos estoques corporais, principalmente sob a forma de glicose e gordura. “Esses substratos em excesso são conhecidos por causarem alterações metabólicas ligadas à obesidade e ao diabetes. Será esta a relação possível? Ou seja, será esse o elo que liga a obesidade ao estresse da vida moderna?”, questiona a médica.

 A reação normal e a patológica ao estresse

Até certo ponto o estresse pode ser benéfico e conduzir o indivíduo a alcançar metas importantes no trabalho e na vida pessoal. A curto prazo, na maioria das vezes, o organismo se reequilibra, sem comprometimento da saúde física e mental. A reação normal esperada a um fator estressor pode se manifestar com enfretamento ou fuga. “Algumas vezes, a resposta não atende a nenhuma dessas condições e o indivíduo não consegue nem se engajar na luta, nem na fuga do agente estressor, sofrendo as consequências do estresse de maneira a gerar um estado de fragilidade a várias doenças, principalmente quando ele é intenso e prolongado”, afirma Ellen Paiva.

O hábito de comer talvez seja um dos fatores que mais sofre as repercussões do estresse da vida moderna. “Os relatos são unânimes: as pessoas comem muito mais quando expostas a fatores estressores, podendo ocorrer queixas de fome excessiva, comportamento beliscador e até uma necessidade patológica de consumir grandes volumes de alimentos: a compulsão alimentar”, destaca a endocrinologista.

 Um fato intrigante, relata Ellen Paiva, são os relatos de alguns pacientes, que não encontram explicação para o volume alimentar consumido e afirmam categoricamente que mesmo comendo pouco, ganham peso. Esse fato tem levantado a questão do papel do estresse na origem da obesidade, independentemente da alimentação.

 Efeitos da privação do sono  

Nos últimos 30 anos, a média de sono noturno das pessoas sofreu uma redução de 8/9 horas para 6/7 horas. Entre os americanos, a média de sono é ainda menor, uma vez que 30% deles dormem menos do que 6 horas por noite. Vários estudos recentes têm relacionado a privação do sono com a ocorrência aumentada de obesidade e de diabetes tipo 2. “A privação do sono pode estar relacionada à obesidade através de vários fatores. O primeiro deles trata-se de um estado de estresse crônico. Além disso, várias alterações hormonais induzidas pela privação de sono podem influenciar o ganho de peso, como é o caso da grelina e leptina, hormônios relacionados ao controle da fome e da saciedade”, diz a diretora do Citen. 

Hormônios do estresse e o ganho de peso 

Um fator importante na busca pelas causas da obesidade foi a constatação de que nos quadros de estresse, notamos um aumento de alguns hormônios relacionados à obesidade. Tratam-se dos corticóides, ou a conhecida cortisona, que tem a capacidade de aumentar o peso de pacientes, quanto utilizada sob a forma de medicamento, e até quando produzida em excesso pelo organismo, em algumas doenças. “Será que o estressado crônico poderia engordar pelo excesso de corticóide, mesmo sem comer muito?”, questiona a médica. 

“Nossas dúvidas não estão sanadas a esse respeito, uma vez que muitos indivíduos estressados e com elevação da cortisona não engordam e, por outro lado, muitos obesos estressados não expressam aumento do seu corticóide endógeno. Por isso, muito provavelmente, a diferença entre estes pacientes é o volume de alimentos ingeridos”, afirma Ellen Paiva.

A conclusão é que o estresse pode sim ser um fator favorecedor da obesidade, principalmente pelo aumento da resistência insulínica, pelas alterações dos hormônios relacionados à fome e à saciedade, pela privação do sono e até mesmo pelo excesso de corticóide. “Mas o maior fator associado ao ganho de peso é comportamental. O que engorda é o balanço energético desfavorável: a associação da ingestão excessiva de calorias somada ao sedentarismo”, conclui a endocrinologista.
CONTATO: 
www.citen.com.br  faleconosco@citen.com.br
 

Movimente-se e tenha muita disposição durante o dia! Que tal começar o dia cheio de disposição? O segredo está na realização de exercícios físicos diários para deixar você revigorado

O dia começa e tudo o que você quer é ficar deitado, aproveitando o conforto da cama. Abraçar o travesseiro e tentar não se lembrar do trânsito que terá de enfrentar, da rotina "puxada" do trabalho e de todos aqueles outros compromissos que dão preguiça só em pensar? “Está na hora de transformar este momento em movimento. Saiba que dedicar alguns minutos da manhã ao corpo e à mente é uma fórmula eficaz para conseguir mais disposição ao longo do dia. Não se trata de milagre, mas de exercícios moderados. São eles que têm a capacidade de deixar você mais animado fisicamente, especialmente quando praticados com regularidade”, defende o geriatra Eduardo Gomes de Azevedo, diretor da rede de Clínicas Anna Aslan, autor do livro Tudo Novo em seu Corpo: Atividade Física.

Recomendado por especialistas de todas as áreas da saúde como forma de condicionar o corpo e fortalecer o organismo, os exercícios proporcionam uma resposta positiva, quando o que se quer é conseguir mais saúde e bem-estar. “Dentre os exercícios moderados que podem ser praticados todos os dias, estão as caminhadas, que oferecem benefícios físicos e ainda atuam melhorando o sistema de defesa. No entanto, para que todos estes objetivos sejam alcançados, a indicação é que sejam praticados diariamente por, pelo menos, 30 minutos”, diz o médico.

Porém, com uma atividade realizada em um tempo menor (de 5 a 10 minutos), no período da manhã, antes de começar as tarefas do dia-a-dia, pode-se também obter vantagens em favor do organismo, dentre estas, a melhora da disposição. "O simples fato de reservar alguns minutos do dia para si já é importante, não apenas para o físico, mas também para o psicológico", diz o geriatra.

Outro benefício da prática de exercícios diários é manter os músculos flexíveis, o que faz com que as tarefas do dia-a-dia sejam feitas de forma mais vigorosa. “O alongamento é o exercício ideal para reduzir a tensão muscular. Isto ocorre porque os grupos musculares, que estão retraídos, tornam-se mais flexíveis com esta prática, que ainda por cima, melhora a força e a articulação da ossatura”, destaca Eduardo Gomes de Azevedo.

SERVIÇO:

http://www.annaaslan.com.br 


Oncologistas devem alertar pacientes sobre as implicações reprodutivas do tratamento de câncer 

Os avanços nos tratamentos quimioterápicos trazem consigo novos desafios, como o da preservação da fertilidade dos pacientes mais jovens, tanto mulheres, quanto homens.

Se os médicos recomendam que as mulheres providenciem perucas para a eventual queda de cabelos por causa da quimioterapia, por que não conversar sobre aspectos reprodutivos que podem estar envolvidos no mesmo tratamento? Esta foi uma das questões debatidas durante o Congresso Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, ASCO, realizado na Flórida, no final de maio.

Um levantamento realizado por um instituto de pesquisa da Flórida buscou avaliar como esta questão é abordada durante as consultas dos pacientes oncológicos. Mais de 600 oncologistas responderam ao questionário. As respostas - em princípio positivas - revelaram que 80% disseram abordar o tema durante o tratamento. Ainda assim, menos de 25% dos médicos encaminham as pacientes em idade fértil para os especialistas em reprodução humana.

O estudo revelou que, apesar da maioria dos médicos discutirem o tema com os pacientes, algumas barreiras ainda precisam ser vencidas. A principal dificuldade reportada pelos médicos é a conciliação entre a necessidade do início o mais rápido possível da quimioterapia com o encaminhamento da paciente ao especialista em reprodução humana e das eventuais providências e custos deste encaminhamento.

Outra barreira levantada pelos pesquisadores norte-americanos é o custo envolvido nos tratamentos de preservação da fertilidade que se somam aos custos do próprio tratamento do câncer. Nos Estados Unidos, não existe um padrão de cobertura para esses tratamentos pelas diferentes companhias seguradoras e planos de saúde. No aspecto regulatório, as legislações são predominantemente estaduais, o que dificulta ainda mais uma padronização de procedimentos pelos oncologistas e pelos especialistas em reprodução humana.

Preservação da fertilidade

A pesquisa apresentada na Flórida no mostra que os avanços nos tratamentos quimioterápicos trazem consigo novos desafios, como o da preservação da fertilidade dos pacientes mais jovens, tanto mulheres, quanto homens.

Quando o câncer afeta uma paciente jovem - apesar de o adulto jovem receber melhor os tratamentos contra o câncer - é preciso observar algumas peculiaridades dessa fase da vida, antes de iniciar o tratamento oncológico. “A preservação da fertilidade é um fator muito importante nos tratamentos de mulheres mais jovens. Muitas pacientes ainda não tiveram filhos e alguns medicamentos podem prejudicar o seu sistema reprodutivo. Dependendo do tipo de tumor é possível combinar remédios menos invasivos. Mas, se for impossível preservar a fertilidade destas pacientes, as técnicas de reprodução humana assistida podem auxiliar estas mulheres”, defende o Prof° Dr° Joji Ueno, ginecologista, diretor da Clínica GERA.

Segundo Joji Ueno, são as pesquisas americanas que apontam que a preservação da fertilidade é a maior preocupação das jovens com câncer de mama. Em, aproximadamente 29% das vezes, esta preocupação influencia na decisão terapêutica a ser adotada. “Por isto, é cada vez mais importante a atuação conjunta do especialista em reprodução humana com o oncologista, o ginecologista e o mastologista, visando preservar e restaurar a fertilidade desta paciente”, defende.

Potenciais efeitos do tratamento do câncer em mulheres jovens:

-interferência no funcionamento do hipotálamo e da hipófise;

-perda da função uterina normal;

-destruição total ou parcial da reserva de óvulos no ovário, ocasionando falência ovariana imediata ou em tempo variável;

-dificuldade de predizer o potencial reprodutivo futuro.

FONTE: CLÍNICA GERA

Para preservar a capacidade reprodutiva é possível:

- congelar óvulos, pois a infertilidade causada pelo tratamento da doença pode ser permanente. “O óvulo pode ser congelado por vários anos. Depois da cura do câncer, a fertilização será feita com o esperma do pai”, diz o médico. A técnica ainda apresenta poucos resultados positivos no mundo. “No entanto, as condições para gravidez com óvulos congelados estão melhorando gradativamente¨, afirma Joji Ueno;

- congelar pré-embriões. “O congelamento de pré-embriões sempre gerou uma discussão social muito fervorosa, principalmente devido a questões éticas e religiosas. O embrião também pode se manter congelado por um tempo indefinido, mas muitas religiões consideram que a vida se inicia no momento da concepção. O embrião, portanto, é tratado como um ser vivo. Seu eventual descarte pode ser considerado uma conduta anti-ética”, explica Joji Ueno. Uma outra dificuldade do congelamento de pré-embriões é que, se a mulher quiser implantá-los, terá de pedir autorização ao pai, ou seja, ao parceiro que fecundou o óvulo;

- congelar fragmentos do ovário, que posteriormente, podem ser transplantados novamente para a paciente ou submetidos a uma técnica laboratorial de amadurecimento in vitro. Ao se submeter à quimioterapia ou/e à radioterapia, os folículos dos ovários da paciente portadora de câncer serão destruídos e não se recomporão mais. “Por isso, os especialistas em Reprodução Humana Assistida fazem a retirada de uma parte superficial destes órgãos, antes da mulher se submeter a estes tratamentos. Esses fragmentos podem ser reimplantados mais tarde e a mulher passará a ovular novamente. Como esta técnica ainda é considerada experimental, somente no futuro, as pacientes poderão se beneficiar do congelamento de fragmentos do ovário mulheres com câncer de mama, de colo de útero, e ainda, leucemia, linfoma e sarcomas”, diz Ueno. 

Fibromialgia acomete 6% da população  

Dor crônica afeta principalmente mulheres perfeccionistas e detalhistas

A fibromialgia é uma síndrome dolorosa crônica, não inflamatória, que acomete 6% da população adulta. De acordo com a reumatologista e professora da UNINOVE, Márcia Veloso Kuahara, qualquer pessoa pode ter a doença, mas a incidência é de 15 mulheres para cada homem. Em sua tese de doutorado “A Percepção da Fibromialgia pela Mulher”, a professora observou que a maioria dessas mulheres é detalhista e perfeccionista. “São as melhores em casa e no trabalho até ficarem doentes”, observa.

Os principais sintomas da doença, segunda a médica, são dores pelo corpo, cansaço mesmo após dormir horas seguidas, fadiga, dores de cabeça, sensação de formigamento, agulhadas e inchaço, dores durante o período mestrual, rigidez no corpo pela manhã, sintomas de ansiedade e depressão, entre outros.

Como as dores parecem caminhar pelo corpo e os sintomas são variados, o paciente costuma ficar apavorado e com dificuldades de explicar ao médico o que sente. Segundo a especialistas, a média de tempo para o diagnóstico entre pacientes de classes A e B é de 5 anos e nas classes C e D, pode superar os 10 anos. “Essa dificuldade ocorre porque a doença não aparece em exames laboratoriais. Os médicos estão acostumados a valorizar apenas os exames laboratoriais e a maioria não têm tempo para ouvir o paciente. “Os pacientes ficam peregrinando de médico a médico, fazendo exames desnecessários que oneram o serviço de saúde público e privado, sem chegar a uma conclusão”, explica.

De acordo com a médica, a fibromialgia é uma doença crônica e seu tratamento deve ser multifocal. “O uso de medicamentos como antidepressivos, analgésicos e anti-inflamatórios deve ser aliado a exercícios físicos, massagens, acupuntura e pilates, entre outros”, diz. A prática de exercícios físicos, segundo a especialista, é a única maneira de aumentar a serotonina naturalmente. Entretanto, é preciso iniciar o tratamento com medicamentos para controlar a dor e dar condições para que o paciente consiga começar a se exercitar.

Pesquisa - O curso de medicina da Universidade Nove de Julho (UNINOVE) está recrutando mulheres com fibromialgia para participarem de uma pesquisa. O objetivo é avaliar os benefícios dos exercícios físicos e do pilates no tratamento da doença.

Para participar é necessário ter entre 18 e 50 anos, ter diagnóstico comprovado da doença e não realizar exercícios físicos com regularidade. As mulheres escolhidas terão acompanhamento médico do Ambulatório Integrado de Saúde da UNINOVE e vão se exercitar sob orientação de especialistas, duas vezes por semana.

As inscrições devem ser feitas com a pesquisadora Simone Ferreira, pelo tel. (11) 8214-4635.

O INVERNO EMAGRECE

Estação mais fria do ano é ideal para começar dietas, pois as baixas temperaturas facilitam a perda de peso.

O inverno está chegando e com ele o mito de que no frio é mais fácil ganhar alguns quilinhos indesejáveis. Porém, a nutricionista Daniela Cyrulin, do Instituto Saúde Plena, ressalta que as baixas temperaturas não representam uma ameaça para quem está de dieta ou quer manter o peso. Pelo contrário: o frio ajuda a gastar calorias.

Seja no inverno ou no verão, o corpo humano mantém uma temperatura constante, geralmente de 36,6º. Com o frio, o organismo precisa produzir mais calor para manter essa temperatura, o que acaba acelerando o metabolismo. “Metabolismo acelerado é sinônimo de gasto maior de calorias. Por isso, pessoas que vivem em países com inverno rigoroso têm mais dificuldade de engordar”, afirma Daniela.

A nutricionista explica que, na realidade, o inverno é a estação ideal para o início de uma dieta. “A dieta, quando seguida à risca, é mais eficiente no inverno do que no verão. Isso porque ao restringir o consumo de calorias, o corpo terá que gastar combustível guardado nas gordurinhas localizadas para se manter aquecido”.

Para ajudar a manter uma alimentação saudável e ainda perder peso durante a estação mais fria do ano, Daniela Cyrulin dá algumas dicas:

- Procure ingerir os alimentos bem quentes, pois isso auxilia na sensação de saciedade e prazer;

- Incremente os pratos com temperos picantes, como páprica, pimenta vermelha, pimenta-do-reino, alecrim, manjerona, gengibre, cebola, alho e vinagre de vinho. Esses temperos dão a sensação de calor e têm pouquíssimas calorias;

- Substitua o chocolate quente por um chá quentinho. Há muitas opções de chás que ficam deliciosos quando feitos com leite desnatado;

- Se optar pelo chocolate quente, faça-o com leite desnatado e achocolatado light ou com uma barra de chocolate meio amargo, que tem alta porcentagem de cacau, um antioxidante poderoso;

- Aproveite para saborear uma taça de vinho tinto encorpado durante o jantar. A bebida é rica em antioxidantes que protegem o coração;

- Abuse das sopas bem quentinhas. Elas ajudam a desintoxicar o organismo e têm poucas calorias;

- Fuja das sopas cremosas que contém manteiga e creme de leite, pois são muito gordurosas e calóricas, além de ricas em colesterol ruim;

- Incremente a salada com tomate grelhado e adicione, alternadamente, quinua, ovo de codorna, bolinhas de muçarela de búfala ou cubinhos de queijo branco;

- Complemente os pratos com verduras e legumes cozidos ou refogados. No caso de suflês e lasanhas de vegetais, opte pela versão light.

- Se não conseguir resistir a um prato calórico, como fondue ou feijoada, compense no dia seguinte com a ingestão de alimentos leves. Sopas e grelhados são ótimas opções. 

Dores no corpo podem ser sintomas da depressão

Você sabia que dores de cabeça, nas costas ou mesmo distúrbios gastrintestinais podem ser sinal de depressão? Poucos sabem da relação dos sintomas físicos com a doença, que acomete 121 milhões de pessoas em todo o mundo*. Uma pesquisa realizada com 377 pacientes indica que 72% desconhecem que dores vagas ou difusas são sintomas da depressão, sendo que 30%** deles apresentam os sintomas físicos dolorosos por mais de cinco anos antes de receberem diagnóstico apropriado.

Quadros de depressão como estes necessitam de tratamento que combine o alívio dos sintomas emocionais e dolorosos. É o caso da duloxetina, uma moderna opção medicamentosa que age nos sintomas emocionais (tristeza, ansiedade, humor depressivo) e físicos (fadiga, dores vagas e difusas no corpo), além de apresentar bom perfil de tolerabilidade, aspecto importante para uma medicação que geralmente necessita ser utilizada por períodos longos.

Referências

* Dados da Organização Mundial da Saúde.

* Pesquisa “Depressão: A verdade dolorosa”. Efectuada pela Harris Interactive entre 21 de Fevereiro e 11 de Abril de 2005. Disponível em: http://www.wfmh.org/PainfulTruthsurvey.htm

Sobre a depressão

A causa da doença ainda é desconhecida, mas uma das teorias mais aceitas é que a depressão é conseqüência de uma disfunção no sistema nervoso central, que diminui e desequilibra as concentrações de dois neurotransmissores (a serotonina e a noradrenalina). Estes neurotransmissores são responsáveis pelo aparecimento dos sintomas físicos e emocionais da depressão.

Apesar do difícil diagnóstico e da gravidade da doença, existem tratamentos eficazes atualmente. Os mais comuns envolvem psicoterapia e medicamentos e, para que haja o desaparecimento completo dos sintomas, é preciso que seja aplicado um tratamento completo. Um dos mais recentes antidepressivos, a duloxetina, tem dupla ação, aumentando e balanceando os níveis de serotonina e noradrenalina no cérebro. Por isso, atua sobre os sintomas emocionais (tristeza, ansiedade, humor depressivo, perda do interesse, ideação suicida) e físicos (fadiga, perda de energia, alteração de peso e sono, dores de cabeça, nas costas, no pescoço, entre outras) da doença, proporcionando significativa melhora na qualidade de vida do paciente. A duloxetina, um medicamento dos laboratórios Boehringer Ingelheim e Eli Lilly, foi estudada até o momento em mais de 6.000 adultos com depressão e é comercializada em mais de 40 países, entre os quais Estados Unidos, México, Reino Unido, Alemanha e África do Sul.

É importante ressaltar, porém, que não se deve usar nenhum medicamento sem prescrição e rigoroso acompanhamento médico. Os pacientes com depressão devem também ser encorajados a modificar seus hábitos diários: realizar atividades físicas regulares, manter um período satisfatório de sono diário, ter uma boa alimentação e evitar o uso de substâncias como anorexígenos, álcool e tabaco.

 FDA aprova nova opção de tratamento para forma mais comum e agressiva de câncer cerebral: o glioblastoma

Bevacizumabe foi aprovado para pacientes que tiveram progressão da doença após tratamento prévio

Nos EUA, pacientes com glioblastoma, o tipo de câncer cerebral mais comum e agressivo, receberam uma notícia esperançosa. O FDA (sigla em inglês de Food and Drug Administration), órgão regulatório de medicamentos e alimentos dos EUA, aprovou o medicamento Avastin (bevacizumabe) como nova opção de tratamento para pessoas que tiveram a progressão da doença após tratamento prévio.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), os gliomas representam a maioria dos tumores cerebrais em adultos (70%) e, destes, o glioblastoma é o tipo histológico mais frequente e maligno. Segundo especialistas, estima-se que cerca de 10 mil novos casos de glioblastoma sejam diagnosticados por ano, só nos Estados Unidos. No Brasil, não há dados oficiais sobre a incidência desse tipo de câncer.

“Os gliomas malignos se apresentam como desafios únicos, devido à localização, ao comportamento agressivo e ao crescimento infiltrativo difuso que levam a uma incapacidade extrema e progressiva, seguida por óbito na maioria dos casos”, explica o Dr. Artur Katz, oncologista do Hospital Sírio-Libanês. De acordo com Katz, apesar dos avanços em cirurgia, radioterapia e quimioterapia nos últimos 30 anos, na maioria dos casos é possível obter apenas um controle temporário do crescimento do tumor.

"Pessoas com este tipo de câncer cerebral não tiveram novos tratamentos em mais de uma década. Depois de tantos anos com poucos progressos neste campo, Avastin (bevacizumabe) foi associado à resposta duradoura no tumor e os médicos têm agora um novo medicamento para oferecer aos pacientes", afirma Katz.

A National Brain Tumor Society (Sociedade Nacional de Tumor no Cérebro), dos Estados Unidos, foi receptiva à aprovação de Avastin (bevacizumabe) pelo FDA. "Um diagnóstico de câncer de cérebro é devastador, pois os tumores invadem o tecido cerebral e podem causar uma deterioração rápida", diz Harriet Patterson, diretora de serviços para o paciente da Sociedade Nacional de Tumor no Cérebro. "Até agora, as pessoas com glioblastoma quase não tinham tratamento e tinham pouca esperança."

Após o tratamento inicial com quimioterapia e radioterapia, mais de 90% dos pacientes com glioblastoma verá o retorno de seu câncer e há poucos tratamentos eficazes quando a terapia inicial para de funcionar. Depois que a doença progride, os pacientes com esse tipo de câncer sobrevivem aproximadamente seis meses.

A eficácia do Avastin (bevacizumabe) para essa forma agressiva de câncer cerebral é baseada em uma melhora na taxa de resposta objetiva do Estudo BRAIN (AVF3708g) e do estudo NIC (NIC 06-C-0064E). Atualmente não há dados disponíveis de estudos randomizados controlados demonstrando uma melhoria nos sintomas relacionados à doença ou ao aumento da sobrevida com Avastin (bevacizumabe) em glioblastoma.

Sobre glioblastoma

Glioma (câncer das células gliais) é o tipo mais comum de tumor cerebral maligno primário (um tumor que se origina no cérebro), o que representa aproximadamente um terço de todos os casos diagnosticados. Glioblastoma (ou glioblastoma multiforme, GBM) é o mais comum e mais agressivo tipo de glioma. O prognóstico para pacientes com glioblastoma é pobre e, em geral, depende do sucesso da cirurgia de remoção do tumor.

Glioblastoma é um tipo de câncer que apresenta recidiva (volta) com frequência e afeta cerca de 10 mil pessoas por ano nos Estados Unidos. Atualmente as opções de tratamento são limitadas para os pacientes que apresentam recorrência da doença. De acordo com estimativas históricas, menos de 10% dos doentes com glioblastomas recorrentes respondem ao tratamento e cerca de 15% vão viver o período de seis meses sem que a sua doença piore.

Sobre Avastin (bevacizumabe)

Avastin (bevacizumabe) é um anticorpo biológico concebido especificamente para inibir o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), proteína que desempenha um importante papel no desenvolvimento e na manutenção de vasos sanguíneos, um processo conhecido como angiogênese. O VEGF é um potente ativador da angiogênese em todo o ciclo de vida de um tumor e é fundamental para sua capacidade de crescer e espalhar-se pelo corpo (metástase). Avastin (bevacizumabe) é aprovado na UE para o tratamento das fases avançadas de câncer colorretal, câncer de mama, câncer de pulmão e câncer renal. Mais de 500.000 pacientes foram tratados com Avastin (bevacizumabe) até agora.

Sobre a Roche

Sediada na Basileia, Suíça, a Roche é líder na área de saúde com foco em pesquisa, com uma forte presença nas áreas farmacêutica e diagnóstica. A Roche é a maior companhia de biotecnologia do mundo, com produtos e serviços diferenciados em oncologia, virologia, doenças auto-imunes, metabólicas e do sistema nervoso central. A companhia também é líder mundial no mercado de diagnóstico in-vitro e diagnóstico do câncer por meio de tecidos, além de pioneira em gerenciamento do diabete. A estratégia de medicina personalizada da Roche tem por objetivo oferecer medicamentos e recursos de diagnóstico que promovam melhorias tangíveis da saúde, qualidade de vida e sobrevida dos pacientes.

Em 2008, com mais de 80 mil colaboradores no mundo inteiro, a Roche investiu cerca de 9 bilhões de francos suíços, ou 20% de seu faturamento, em Pesquisa e Desenvolvimento. A empresa norte-americana Genentech é hoje completamente integrada ao Grupo Roche, que possui ainda participação acionista majoritária na empresa Chugai, do Japão. Mais informações estão disponíveis no site www.roche.com.br .

Vitamina D: mais do que proteger os ossos, a vitamina assegura longevidade.

Depois dos 50 anos, muitos especialistas preconizam doses mais elevadas de vitamina D, prescrevendo, de acordo com o caso, até mesmo a suplementação
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A gente não cansa de ouvir que a receita para uma vida longa e cheia de saúde deve incluir uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividade física, boas noites de sono e uma mente sem estresse. Hoje, muitos estudiosos já acrescentam a essa lista banhos de sol diários, nem muito extensos, nem muito curtos: bastam 15 minutos para que os raios solares ativem no organismo a produção de uma substância capaz de fortalecer os ossos, preservar a atividade cerebral e garantir que o coração bata por anos a fio. “Trata-se da vitamina D, uma substância que, com tantas qualidades elencadas nos tempos muito recentes, tem despertado o interesse de pesquisadores de várias áreas - de nutricionistas a bioquímicos”, afirma o geriatra Eduardo Gomes de Azevedo, diretor da rede de Clínicas Anna Aslan.

Um trabalho científico recente, que foi publicado na revista científica Archives of Internal Medicine revela que níveis adequados de vitamina D ampliam a expectativa de vida. A pesquisa avaliou mais de 13 mil homens e mulheres. Quem estava com taxas insuficientes da substância apresentou um risco de morte das mais variadas causas 26% maior em relação aos indivíduos com altos índices da molécula. “A vitamina D está envolvida em vários processos no organismo, participando inclusive da homeostase, o equilíbrio interno de todas as funções do corpo”, explica o médico.

Outra pesquisa da Universidade da Califórnia em Riverside, nos Estados Unidos, analisou o papel do nutriente em diversos tecidos do corpo. Seu autor, o bioquímico Anthony Norman, quis mostrar que os benefícios da vitamina D vão muito além do fortalecimento dos ossos. O pesquisador defende que a recomendação diária vá das atuais 400 UI (unidades internacionais) para 2 mil. “Os valores indicados hoje se baseiam apenas no aporte de cálcio, que a vitamina ajuda a fixar no esqueleto. Mas agora sabemos que a vitamina D atua no sistema imune, no coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas”, diz o geriatra Eduardo Gomes.

Para dar conta de tantas tarefas, a dose de vitamina D precisaria ser mesmo maior. “Atualmente, essa vitamina é considerada um potente modulador das células de defesa. Ela estimula a atividade das células imunológicas quando elas precisam entrar em ação. Sem o banho solar diário, ficamos indefesos”, explica a nutricionista da clínica Anna Aslan de Curitiba, Renata Rothbarth.

Boas doses de vitamina D são, ainda, sinônimo de peito forte. Isso porque ela controla as contrações do músculo cardíaco, vitais para o bombeamento de sangue. Sem contar que, em níveis desejáveis, mantém a pressão arterial em dia. “A razão para isto é que ela inibe, nos rins, a síntese de renina, uma enzima envolvida na secreção de um hormônio que faz a pressão disparar. A insulina é mais uma substância que depende da ação adequada da vitamina D, pois ela estimula o pâncreas a produzi-la”, explica Renata Rothbarth.

No caso do câncer, desconfia-se que a vitamina D regule genes vinculados à proliferação celular na mama, no cólon e na próstata. “A vitamina também comanda os genes que inibem a angiogênese, a formação de vasos que alimentam o tumor, ou seja, age contra o câncer em várias frentes”, explica a nutricionista.

O déficit de vitamina D pode estar por trás de problemas como o Parkinson, que provoca tremores involuntários. Esse elo foi verificado por cientistas da Universidade Emory, nos Estados Unidos. Os portadores do mal tinham uma carência acentuada do nutriente. “A hipótese é que a vitamina D ofereça uma maior proteção aos neurônios ameaçados pelo Parkinson”, explica a nutricionista.

Exposição solar adequada

A falta deste nutriente no organismo talvez se explique pelo fato de a população se expor cada vez menos ao sol, até mesmo no Brasil. O medo do câncer de pele não pode servir como desculpa para evitar os raios solares. “Os protetores não impedem que tenhamos uma quantidade adequada de vitamina D”, explica o geriatra Eduardo Gomes, adepto da prática ortomolecular.

Depois dos 50 anos, a vitamina D se torna ainda mais fundamental. Isso porque a partir dessa idade os ossos tendem a se desmineralizar em um ritmo acelerado, aumentando o risco de osteoporose. Além disso, o corpo perde massa muscular, o que favorece a ocorrência de quedas e até de certa dificuldade de locomoção. “O problema é que nessa idade a pele tem uma menor capacidade de síntese da vitamina. Por isso, muitos especialistas preconizam doses mais elevadas da substância, prescrevendo, de acordo com o caso, até mesmo a suplementação”, diz o geriatra Eduardo Gomes de Azevedo.

Apnéia: doença provoca noites mal dormidas e dias com sonolência diurna excessiva Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO investiga e trata a doença

Um pouco de História...

A síndrome de apnéia do sono tipo obstrutivo (Saso) seria a causa mais provável da sonolência diurna excessiva do imperador Dom Pedro II (1825-1891). A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), publicado nos Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Os estudiosos chegaram a tais conclusões, após realizarem um amplo levantamento bibliográfico em textos, fotos e outros documentos históricos, incluindo diários, cartas e reportagens de jornais e revistas da época.

De acordo com os pesquisadores, D. Pedro II era bastante obeso e naquela época não havia muita preocupação em controlar a obesidade. A pesquisa aponta que o imperador dormia durante o dia em inúmeras situações, como no teatro e em palestras, o que teria ocorrido com grande freqüência e durante muitos anos.

Naquela época não se conheciam as doenças que levam à sonolência diurna excessiva, uma vez que o conhecimento desse tipo de distúrbio ocorreu na segunda metade do século 20 com o avanço da tecnologia. Havia, portanto, uma causa orgânica para a sonolência excessiva do imperador. Esse achado contraria a versão mais usada na época pelos opositores de D. Pedro II que diziam, e publicavam em inúmeras charges, que ele dormia demais por não se importar com o Brasil.

No mundo de hoje...

Sonolência, cansaço, falta de energia durante o dia e nervos à flor da pele. Essas são algumas das conseqüências causadas por noites mal dormidas, uma realidade que afeta muitos brasileiros, por uma razão ou por outra. A Sociedade Brasileira do Sono avaliou cerca de 43 mil pessoas das principais capitais do país e revelou que mais da metade da população (53,9%) não tem um sono restaurador. E 43% apresenta sinais de cansaço no decorrer do dia. O Instituto do Sono, instituição ligada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realizou um levantamento epidemiológico semelhante, denominado Episonos, em 2007, com 1.056 pessoas entre 20 e 80 anos na capital paulista e descobriu que 39,9% da população sofre de insônia e 32,9% tem apnéia.

A insônia e a apnéia são os principais distúrbios que tiram literalmente o sono dos brasileiros. “A primeira é caracterizada como um sintoma e não uma doença, já que pode estar relacionada a outros fatores, na maioria dos casos psicológicos. A sonolência excessiva diurna também pode ser um indício da própria apnéia”, observa o Prof. Tomomi Harashima, coordenador do Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO.

A apnéia ocorre quando, no meio da noite, acontecem engasgos e paradas respiratórias, que levam à queda de oxigênio no sangue, fazendo com que o indivíduo acorde diversas vezes. Como conseqüência dessas paradas respiratórias - que duram mais de 10 segundos -, o sono passa a não ser restaurador e fica interrompido, fazendo com que o indivíduo apresente sonolência no dia seguinte. Entre os principais fatores que predispõem alguém a ter a apnéia estão o sexo, a obesidade e a constituição crânio-facial. Sua prevalência tanto no Brasil como no exterior é de mais de 6% da população de indivíduos adultos principalmente do sexo masculino. Ela é de quatro a cinco vezes mais comum nos homens, do que nas mulheres. Hoje, é considerada a principal causa de sonolência durante o dia, sendo também responsável por um número considerável de acidentes automotivos.

“Um dos caminhos para se chegar ao diagnóstico da apnéia é o ronco. O ronco sozinho é considerado um distúrbio menor, o maior problema associado é a apnéia. Todos que têm apnéia roncam, mas nem todos que roncam tem apnéia. Se alguém observar que a pessoa tem episódios de paradas respiratórias ou se ela própria queixar-se de sonolência, este pode ser um indicativo da apnéia. Nesses casos, é melhor procurar um especialista", recomenda o Prof. Tomomi Harashima.

Males de noites mal dormidas

A longo prazo, todos os que apresentam distúrbios de sono apresentarão também reflexos da privação de um sono restaurador. É possível notar alguns sintomas ou problemas decorrentes das noites mal dormidas, sejam eles insônia, apnéia ou outro. Pesquisadores da Universidade de Chicago descobriram que manter os olhos abertos durante a noite está fortemente ligado ao surgimento de diabetes tipo 2. Isso porque, quando os indivíduos acordam no momento em que estão prestes a entrar em sono profundo, o corpo torna-se incapaz de reconhecer sinais normais de insulina, ocasionando aumento nos níveis de açúcar do sangue.

“Quem sofre de apnéia deve se preocupar ainda mais. Há evidências de que a privação do sono promove efeitos indesejáveis ao coração e compromete o endotélio - camada mais interna das artérias. Isso contribui para diminuir a capacidade de dilatação das artérias, facilitando a ocorrência de pressão alta e de outras doenças coronarianas’, alerta o coordenador do Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO. O sono é um período de relativo repouso para o sistema cardiovascular. Em média, há uma queda da pressão e da freqüência cardíaca de 10% em relação ao período de vigília. O sono é importante não apenas para estar bem no dia seguinte, mas também para a integridade do sistema cardiovascular.

“Hoje, já existe um consenso entre os profissionais de Saúde que tratar a apnéia obstrutiva do sono reduz a progressão da arteriosclerose, o que pode contribuir para a diminuição do risco de ataques cardíacos e derrames cerebrais”, diz o Prof. Tomomi Harashima.

“O tratamento da apnéia abrange mudanças de comportamento por parte do paciente: deixar de beber, fumar e emagrecer. De acordo com cada caso, podemos indicar tratamentos conservadores, como o uso de aparelhos intra-orais, CPAP, medicamentos adequados e, em outros casos uma indicação cirúrgica”, explica Harashima.

No Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO, “firmamos uma parceria com uma grande instituição de saúde para que o paciente seja atendido ao mesmo tempo por dentistas e otorrinolaringologistas. A duração média do tratamento que realizamos é de 4 meses, com resultados positivos de cura e de remissão da apnéia”, destaca o Prof. Tomomi Harashima.

Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO

Para mais informações sobre o atendimento no Centro de Apnéia Obstrutiva do Sono do CETAO é preciso entrar em contato pelos telefones (11) 5051 2370/ 5051 6209, ou pelo e-mail: cetao@cetao.com.br.

UNINOVE oferece orientação para quem quer parar de fumar

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o tabagismo a principal causa de morte evitável em todo o mundo. Estima-se que o uso do tabaco causa por ano 4,9 milhões de mortes, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. E como esse é um vicio que tem aceitação social, os não fumantes também acabam prejudicados. “Aqueles que nunca fumaram, mas que compartilham ambientes com fumantes e inalam a fumaça rica em substâncias tóxicas, apresentam risco 30% maior de câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração”, explica a professora de fisioterapia da UNINOVE, Adriana Marques Battagin.

Largar o vício, segundo a especialista, não é uma tarefa fácil. “Pelo menos 70% dos tabagistas almejam parar de fumar e apenas 10% conseguem”. Mas segundo ela, vale a pena o sacrifício: “após dois dias sem tabaco o olfato e o paladar melhoram e após um ano o risco de morte por infarto é reduzido à metade”. Para auxiliar os fumantes a largar o vício a Universidade Nove de Julho – UNINOVE promove todas as quartas-feiras, às 18h30, uma palestra sobre Tabagismo no campus Memorial.

Os interessados são orientados e acompanhados por nutricionistas e fisioterapeutas que ensinam como driblar o vício com a ajuda do exercício físico e de uma alimentação equilibrada. “O exercício gera a mesma sensação de saciedade e prazer que o cigarro gera, por isso é muito importante nesse processo”, explica a professora de fisioterapia, Adriana Battagin. A palestra e o acompanhamento são gratuitos e abertos a comunidade. Os interessados devem confirmar presença pelo tel. 3665-9752. O campus Memorial fica na Av. Adolfo Pinto, 109 – em frente à estação Barra Funda do Metro.

Mulheres se dizem informadas sobre o câncer de mama, mas se deixam influenciar por mitos e descuidam da saúde. Pesquisa revela que a maioria delas relaciona o estresse à doença e não faz mamografia quando solicitada pelo médico.


O tema câncer de mama é bastante familiar para as mulheres, mas até que ponto elas estão bem informadas? De acordo com a pesquisa Câncer de Mama – experiências e percepções, realizada pela Pfizer, a maioria das mulheres se diz informada sobre a doença, mas elas apontam erroneamente, por exemplo, o estresse como um dos fatores de risco para esse tipo de tumor e não fazem mamografia de rotina. Realizada em cinco capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Salvador), a pesquisa teve como objetivo entender o impacto da doença no universo feminino. No total, foram ouvidas 320 mulheres – 200 portadoras de câncer de mama e 120 sadias.

A maioria das entrevistadas acredita que o estresse é um dos fatores de risco para o câncer de mama, sendo 87% de portadoras e 61% de sadias. Ainda entre as sadias, 43% acreditam que poderiam desenvolver a doença e, nesse grupo, 47% dizem que a causa do tumor seria emocional. “Elas contrariam estudos científicos, que relacionam a doença a fatores como: histórico de câncer de mama na família, primeira menstruação antes dos 11 anos, menopausa tardia (após os 50 anos), reposição hormonal, consumo excessivo de álcool, obesidade, ser mãe tardiamente ou não ter filhos”, explica Sérgio Simon, coordenador da pesquisa e oncologista clínico do Hospital Albert Einstein de São Paulo.

Outras causas que as portadoras apontam como principais para o desenvolvimento do câncer de mama são hereditariedade e predisposição (32%); sentimentos relacionados a emoções contidas, mágoas, morte de familiares, crise matrimonial, tristeza, angústia, entre outros (28%) e estresse (24%).

Quando se trata de diagnóstico, a pesquisa revela outro indício de informação equivocada sobre o câncer de mama entre as mulheres. Apenas 29% das sadias seguem a orientação do médico realizando a mamografia, principal forma de diagnóstico precoce da doença, e 33% fazem ultrassom do seio quando solicitadas. Já 81% das mulheres sadias fazem o autoexame sem saber que dificilmente conseguiriam detectar sozinhas um tumor na mama, especialmente em estágio inicial.

Um dado que pode indicar esse hábito feminino de não realizar exames aponta que “no Brasil, menos de 10% das mulheres são diagnosticadas com carcinoma ductal, um tipo de câncer de mama, em fase inicial”, alerta Simon. “Esse é o estágio com maior probabilidade de cura e o mais facilmente diagnosticado por mamografia – e quase sempre não é palpável”, completa.

A pesquisa confirma também a preocupação das mulheres com a saúde, já que 93% das sadias consultam um ginecologista ou mastologista ao menos uma vez ao ano. Porém, os resultados trazem um alerta ao mostrarem que elas não fazem os exames solicitados pelos médicos – ou seja, dificilmente conseguiriam um diagnóstico precoce do câncer de mama. Dados da pesquisa apontam que apenas 29% das mulheres sadias relatam fazer mamografia quando o médico pede

As mulheres também têm percepção distorcida sobre a faixa etária mais atingida pela doença. Apesar do contato das portadoras com o câncer de mama e de 78% das sadias conhecerem alguém que tem ou teve a doença, as entrevistadas acreditam que a fase mais crítica para se desenvolver esse tipo de tumor está entre 40 e 50 anos, quando na realidade 75% das pacientes têm mais de 50 anos. Segundo Simon, no Brasil, a idade média das portadoras é 59 anos.

Em relação à trajetória da doença, 58% das pacientes entrevistadas apontam como principal dificuldade encarar os efeitos do tratamento. Sendo que 71% delas submeteram-se à quimioterapia injetável e 62% à radioterapia.

Quem participou da pesquisa

A pesquisa ouviu mulheres das classes A e B, com idade média de 53 anos. Entre as portadoras, 54% estavam em tratamento, 21% tinham câncer de mama com metástase e o diagnóstico havia sido realizado em média há cinco anos.

Em relação à situação conjugal, as sadias dividiam-se em casadas (61%) e solteiras, divorciadas ou viúvas (39%). Entre as portadoras, 52% eram casadas e 48% eram solteiras, divorciadas ou viúvas. A média era de dois filhos por mulher, tanto para sadias quanto portadoras.

Foram traçados também hábitos de vida das entrevistadas: 37% das portadoras fumavam antes do tratamento, número que cai para 12% após a terapia. Entre as sadias, 24% são fumantes. No grupo de portadoras, 62% bebiam socialmente e 38% delas continuaram a beber depois de passar pelo tratamento do câncer. Entre as sadias, esse índice é de 53%. A alimentação saudável era hábito para 71% das portadoras antes da doença e passou a ser rotina para 90% delas; 73% das sadias costumam cuidar da dieta. A prática de esportes era rotina para 37% das portadoras antes e para 31% delas após o tratamento, enquanto 41% das sadias dizem ter alguma atividade física.

Sobre a doença

O câncer de mama é a reprodução e divisão desordenada das células nesse órgão. Existem diferentes tipos desse tumor, sendo o mais comum o que acomete os ductos que conduzem o leite para os mamilos, chamado carcinoma ductal. Apesar de a paciente raramente notar os sintomas quando a doença está em estágio inicial, qualquer alteração nas mamas deve servir de alerta, como surgimento de nódulos, vermelhidão, temperatura muito quente, aumento de volume, feridas, entre outros.

Para obter um diagnóstico precoce, é preciso consultar regularmente um médico e realizar exame clínico de mama e mamografia. O autoexame não deve ser adotado como única forma de detecção do câncer de mama, inclusive de acordo com recomendação do Instituto Nacional do Câncer (Inca). A evolução no tratamento tem aumentado cada vez mais as chances de sucesso no combate à doença, principalmente quando diagnosticada em estágio inicial. A atuação mais específica de medicamentos modernos, chamados terapias-alvo, proporciona maior eficácia com menos efeitos colaterais – pois diferentemente da quimioterapia tradicional, eles atingem preferencialmente as células tumorais.

Câncer de mama em números*

• Estimativas apontam cerca de 466 mil novos casos de câncer no Brasil em 2009

• No País, há 400 mil mulheres com a doença

• Esse é o tipo de câncer mais incidente, com aproximadamente 50 mil novos casos anualmente no Brasil, atrás apenas do tumor de pele não melanoma, com 59 mil novos casos por ano

• No mundo, há 1,2 milhão de novos casos de câncer de mama todos os anos

• O câncer de mama é o tipo que mais causa morte entre as mulheres



Medo da morte e de perder a mama são principais fantasmas causados pelo câncer. É o que revela pesquisa sobre as diferentes percepções da doença  
entre mulheres portadoras e sadias, solteiras e casadas.

A pesquisa Câncer de Mama – experiências e percepções, da Pfizer, revela que 68% das mulheres sentem medo e angústia ao receber o diagnóstico da doença. Após a descoberta do tumor, o principal medo é o da morte, apontado por 51% das pacientes entrevistadas. Já 51% das mulheres sadias temem em primeiro lugar a mutilação, seguida da morte, mencionada por 27% delas. “Antes de ter a doença a preocupação da mulher é com a aparência física, focando a preservação da mama, mas quando a doença aparece de fato o principal medo é o da morte”, destaca Sérgio Simon, coordenador da pesquisa e oncologista clínico do Hospital Albert Einstein de São Paulo. Entre as que realizaram a mastectomia, 58% não reconstituíram a mama.

O câncer de mama também provoca mudanças na vida afetiva das mulheres. Segundo a pesquisa, 37% das portadoras solteiras não tinham uma vida sexual antes do diagnóstico – número que salta para 53% depois do tratamento. Entre as casadas, esse índice aumenta de 5% para 8%. A qualidade e frequência do sexo também são prejudicadas pela doença. Enquanto 62% das portadoras consideravam a qualidade boa ou excelente antes do câncer, apenas 44% manteve a mesma opinião após a doença. Já a frequência, que era excelente ou boa para 53% das portadoras antes do surgimento do tumor, cai para 35% depois da doença. A pesquisa mostra ainda que durante o tratamento 45% das mulheres perderam a libido e 30% contou que o relacionamento afetivo esfriou nesse período.

Apesar do impacto na vida sexual, 88% das mulheres com câncer de mama encontram no parceiro (marido ou namorado), um apoio para todos os momentos. E mesmo os que não aceitaram a doença tentaram ajudar a esposa ou namorada – resposta de 36% das pacientes entrevistadas. Inclusive as portadoras solteiras concordam com esse apoio, pois 44% delas acreditam que um relacionamento as teria ajudado a passar melhor pelo tratamento.

Ainda em relação à rede de apoio das portadoras, para as solteiras, os amigos (45%) e parentes (41%) são mais fundamentais do que para as casadas (25% e 30%, respectivamente). Quando se trata de profissionais de saúde, as enfermeiras são mais relevantes no tratamento para as casadas (48%) do que para as solteiras (38%). Entre essas últimas, 34% contam mais coisas para os psicólogos do que as casadas (22%).

Compartilhar o problema é considerado um fator importante, já que 89% das mulheres com câncer de mama não esconderam a doença de ninguém. Contar o próprio caso pode ajudar outras pessoas com o mesmo problema na opinião de 91% das portadoras.

Na vida profissional, a doença permitiu que 62% das mulheres que trabalhavam antes do diagnóstico continuassem suas atividades (22% integralmente e 40% em ritmo diminuído), mas fez com que 39% das pacientes interrompessem o trabalho. Entre as que continuaram a trabalhar, a maioria pôde se ausentar quando necessário e contou com o apoio e a compreensão dos colegas, inclusive em relação aos efeitos colaterais do tratamento, por exemplo, o cansaço.

Instituto Nacional do Câncer (Inca) e Projeto Amazona

Câncer de mama – experiências e percepções

Curiosidades da pesquisa

As mulheres se consideram informadas sobre o câncer de mama

- 85% delas têm essa opinião

O estresse é considerado o principal fator de risco para a doença para

- 87% das portadoras

- 61% das mulheres sadias

43% das mulheres sadias acreditam que poderiam desenvolver o câncer de mama

Dessas, 47% acham que a causa seria emocional

As mulheres acreditam que não adianta prevenir, se o câncer tiver que aparecer, vai aparecer

- 65% das portadoras

- 35% das sadias

A maioria das mulheres costuma consultar um ginecologista ou mastologista ao menos uma vez ao ano

- 83% das portadoras

- 93% das sadias

Mas nem todas atendem ao pedido de mamografia feito pelo médico

- 29% das sadias

- 95% das portadoras

As sadias também não costumam realizar o ultrassom do seio como solicitado pelo médico

- 33% das sadias

- 94% das portadoras

As mulheres revelam o principal medo causado pelo diagnóstico do câncer de mama – ou possibilidade dele

- 51% das portadoras citam a morte

- 51% das sadias apontam a perda da mama

A vida sexual era similar para as sadias e para as portadoras antes da doença

- 62% das portadoras consideravam a qualidade excelente ou boa

- 63% das sadias tinham a mesma opinião

Após a doença, diminui o número de mulheres com qualidade da vida sexual excelente ou boa

- 44% das portadoras continuaram considerando a qualidade excelente ou boa

O companheiro tem papel importante para as pacientes na luta contra a doença

- 88% das portadoras apontam o marido ou namorado como um apoio para todos os momentos

- 44% das portadoras solteiras acreditam que um relacionamento teria ajudado a passar melhor pelo tratamento

A Pfizer é a indústria farmacêutica que mais investe em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos. O resultado desse trabalho são produtos que melhoram a saúde e a vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Fundada em 1849 e presente em 150 países, a Pfizer comercializa medicamentos na área de Saúde Humana e Animal, como Lípitor, Champix, Sutent, Celsentri, Celebra e Viagra. No Brasil há 55 anos, a companhia também desenvolve iniciativas sociais voltadas para a Educação em Saúde.

IRRITAÇÃO E ESTRESSE PODEM CAUSAR BRUXISMO

"O bruxismo ainda não tem cura definitiva, mas tratamento alivia os sintomas"


Quando degustamos um alimento sequer imaginamos a quantidade de músculos e articulações que entram em ação, pois o ato de mastigar é mais complexo do que parece. Vários grupos musculares, ligamentos, articulações, ossos e região dentária são responsáveis pela coordenação e harmonia da abertura e fechamento da boca. Porém quando este processo não acontece ou ocorre de maneira incorreta, pode surgir uma série de complicações, conforme explica o Cirurgião Buco-Maxilo-Facial, Pedro Luiz Pitarello, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André.

O problema deve ser corrigido assim que diagnosticado, pois pode ocorrer transtornos na articulação da mandíbula, o que ocasiona sintomas da Síndrome da Articulação Têmporo-Mandibular (SATM) ou Distúrbios do Aparelho Estomatognático, que alteram a musculatura facial. Espasmos nos músculos mastigatórios, luxações na articulação têmporo-mandibular, traumas no complexo maxilo-mandibular, problemas na oclusão dentária, bruxismo, tumores e alterações de desenvolvimento ósseo são problemas que requerem tratamento diferente.

Um dos mais comuns é o bruxismo, também conhecido por briquismo, caracterizado pelo ranger dos dentes durante o sono ou uma pressão excessiva durante o dia, raramente é identificado pelo paciente. Cerca de 15% da população é atingida, entre homens, mulheres e crianças. Não pode ser classificado como doença, mas como uma manifestação de que algo está errado.

As principais causas deste ato inconsciente estão ligadas ao fechamento inadequado da boca, alinhamento incorreto dos dentes, fatores psicológicos, tensão emocional, agressão reprimida, ansiedade, raiva, medo, frustrações, estresse emocional e físico. A maioria dos casos está relacionada ao estresse e forte tensão emocional.

Entre os sintomas estão dores ao morder, bocejar ou abrir a boca; estalo e rangido quando ocluimos os dentes; sensação de mordida desalinhada, torta ou cruzada; dor na face, ouvido, pescoço e nuca; dores de cabeça frequentes, além de estresse, ansiedade e depressão.

Segundo o especialista, dores de cabeça são os sintomas mais comuns em razão da contração excessiva dos músculos da mastigação, que também atingem a face, pescoço, ouvido e ombros. "A articulação temporo-mandibular, também pode ser comprometida com estalos, travamento de abertura e fechamento da boca e até provocar desvios laterais nesses movimentos, além de quadro doloroso que ocasiona desgaste dos dentes, que pode chegar ao tecido gengival. Os traumas e as fraturas nos dentes, os processos inflamatórios nas gengivas levam à perda do suporte ósseo", explica Pitarello.

O primeiro diagnóstico é feito pelo paciente, que ao detectar o problema deve procurar um especialista que realizará exame clínico de apalpação da face. Além do exame físico, os exames de imagem como radiografias, tomografias computadorizadas e a ressonância magnética são importantes para o diagnóstico. O tratamento vai de orientação mastigatória a terapias complementares, em alguns casos existe a necessidade de ajustes na oclusão, restabelecendo espaços protéticos, adequações de restaurações, próteses dentárias e o uso de aparelhos ortodônticos. Outro item importante do tratamento é descobrir a causa do bruxismo no dia-a-dia, que poderá ser identificado durante um exame clínico.

Para alívio dos sintomas são recomendadas placas de mordida, confeccionadas em resina acrílica - que aliviam e ajudam a preservar os dentes, evitando os desgastes; reabilitação oral por meio de próteses dentária; tratamentos ortodônticos; conscientização da disfunção; relaxamento da musculatura facial; acompanhamento psicológico ou psiquiátrico; bolsas de água quente na região afetada e massagens aliviam a dor.

"A psicoterapia ajuda no tratamento, pois identifica e trata as dificuldades emocionais associadas", recomenda o especialista.

Nas crianças, o bruxismo até os seis anos de idade é normal e faz parte do desenvolvimento facial. A intervenção profissional só deve ser feita se prejudicar os dentes, causar desgaste excessivo ou mobilidade dental. Nas crianças utiliza-se uma proteção para os dentes, uma placa de mordida de silicone. Após essa fase deverá ser realizado um tratamento com terapia de apoio.

As crianças com excesso de atividades e que passaram por problemas psicológicos, traumas, brigas de famílias ou cobranças da sociedade ou familiares têm grandes possibilidades de desenvolver o bruxismo.

Não existe cura definitiva, mas o tratamento ajuda a combater os sintomas e uma boa dica é praticar atividades esportivas ou de lazer para redução do estresse. O aumento da tensão só tende a piorar e agravar o problema.


Desvendando os Mitos e Verdades sobre a acne.
Descubra como prevenir, tratar e curar a doença

Comer muito chocolate, exagerar na maquiagem, ter o intestino preso e usar anticoncepcionais podem provocar o aparecimento ou agravamento da acne? Essas são apenas algumas das muitas dúvidas que jovens e adultos brasileiros gostariam de esclarecer sobre este importante problema dermatológico que acomete mais de 18 milhões de pessoas entre 13 e 18 anos, quase 80% da população jovem brasileira. Por ser uma doença que afeta a auto-estima e a autoconfiança, a acne pode causar traumas e uma série de consequências físicas e psicológicas.

A doença pode se manifestar em vários graus, com intensidade variável. A face é geralmente o principal alvo. A oscilação hormonal e o aumento na produção de sebo, associado à obstrução dos poros, é a principal razão para o surgimento dos incômodos cravos e espinhas. Embora tenha um alto índice de incidência, ainda existem diversos mitos e equívocos envolvendo o tema. Letícia Secco, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da American Academy of Dermatology e da European Academy of Dermatology and Venereology esclarece as verdades e mentiras sobre esse assunto e dá algumas dicas para manter a pele bonita e longe das espinhas.

Verdades

Mitos

Ansiedade e estresse pioram a acne

A ansiedade e principalmente o estresse podem sim agravar a inflamação e as espinhas.

Chocolate provoca espinhas

Não há estudos científicos que comprovem que qualquer alimento específico, inclusive o chocolate tenha relação com a acne.

Cosméticos em excesso podem prejudicar a pele e causar espinhas

Para manter uma pele saudável é fundamental mantê-la limpa e hidratada. Cosméticos muito gordurosos ou do tipo “pancake” podem piorar o aspecto da acne, principalmente em peles do tipo oleosa. Produtos com rótulos “oil free” ou “não comedogênicos“ são os mais indicados neste caso.

A acne só atinge os adolescentes e depois desaparece na fase adulta.

Normalmente a acne aparece durante a adolescência, já que é nesta época da vida que os hormônios estão em profunda ebulição. Mas isso não significa que adultos não têm acne. O quadro pode durar da adolescência até a fase adulta ou aparecer mais tarde. É necessário tratar a doença logo no início, para que a acne não provoque cicatrizes e se transforme em um problema crônico.

O clima interfere na qualidade da pele

O suor no verão, associado ao uso de filtros solares gordurosos, podem piorar a oleosidade da pele.

Intestino preso e acne têm relação

A função intestinal irregular não tem nenhuma relação com a acne.

Existem medicamentos que desencadeiam o processo acneico

Há medicamentos que podem induzir quadros de acne, conhecidos como erupções acneiformes. Entre eles é possível citar os corticóides, vitaminas do complexo B, lítio, isoniazida, entre outros.

O sol ajuda no combate à acne

Pode ocorrer uma melhora inicial nas lesões inflamatórias, mas não há evidência científica direta de que o sol melhore as espinhas.

A acne é hereditária

Existe uma predisposição genética para o aparecimento da acne. Portanto se seus pais tiveram espinhas na adolescência, é provável que você também vá ter o problema.

A poluição das cidades aumenta a probabilidade se desenvolver acne

A coloração preta dos comedões abertos, ou pontos pretos, está relacionado à oxidação da gordura e não à presença de sujeira na pele ou nos poros.

Exercício ajuda a melhorar a acne

Praticar exercícios físicos faz muito bem para a saúde, pois melhora a circulação sanguínea e oxigena melhor os órgãos do corpo, inclusive a pele.

Existe algum anticoncepcional que provoque acne
Na verdade, existem alguns anticoncepcionais orais que melhoram a acne, pois diminuem a captação do hormônio testosterona periférico, junto aos receptores da glândula sebácea.

Existe algum medicamento capaz de curar a acne

Atualmente, a isotretinoína oral, uma substância derivada da vitamina A, é o tratamento mais eficaz para acne, principalmente nos graus III e IV. Ela reduz o tamanho das glândulas sebáceas e ainda normaliza a queratina na abertura do folículo piloso. A isotretinoína consegue eliminar ainda as condições que propiciam o desenvolvimento de bactérias e a inflamação. Apesar de ser um dos tratamentos mais eficazes no caso da acne, o medicamento só deve ser indicado por um médico especialista

Creme dental diminui a espinha

A pasta de dente não contém substâncias efetivas para o tratamento do problema. A longo prazo, pode inclusive ocorrer uma piora da condição, pois, além de contaminar o local, o uso desse tipo de produto dificulta a eliminação da secreção sebácea, que está diretamente ligada à formação de cravos e espinhas.

Dicas da especialista:

Procure um dermatologista nas primeiras manifestações de cravos e espinhas.

Não faça tratamentos sem a indicação de um médico, pois pode prolongar e piorar o problema.

Leve o tratamento a sério.

Tenha uma alimentação saudável.

Beba de 1 a 2 litros de água por dia

Não esprema os cravos e as espinhas.

Procure mais informações sobre a doença e as formas de tratamento.



24 de março – Dia Mundial de Combate à Tuberculose

SPPT e a importância de conscientizar a população sobre os riscos da doença

A Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) investe continuamente no apoio aos pacientes com tuberculose, doença que faz cerca de 90 mil vítimas todos os anos no Brasil. Medidas preventivas e tratamento adequado são fundamentais para evitar que a doença se alastre, pois cada portador pode contaminar até dez pessoas ao ano.

Com alta incidência no Brasil e no mundo, a tuberculose ocupa o quarto lugar entre as mortes por doenças infecciosas e é uma das dez causas mais freqüente de internação no país. Tem como principais sintomas a tosse persistente por mais de três semanas, febre geralmente baixa no final da tarde, sudorese intensa principalmente à noite e perda de peso. Apesar dos números expressivos no país, o diagnóstico é feito pelo exame de escarro, um método simples, barato e disponível em território nacional. Além disso, a radiografia de tórax pode sugerir e indicar a necessidade de coleta do exame de escarro.

“Na maioria das situações, fatores como a falta de acesso à informação bem como situações de pobreza são os responsáveis pelo grande número de tuberculose. O Estado de São Paulo, por exemplo, o mais populoso da federação, registra cerca de 18.000 casos todos os anos”, alerta o dr. Sidney Bombarda, diretor da SPPT.

O Sistema Único de Saúde dispõe de recursos e tratamentos em todas as suas unidades básicas sem nenhum custo, informação que ainda é pouco disseminada à população. A falta de informação, aliás, é uma das principais preocupações da SPPT. É fundamental investir na prevenção e terapêuticas precoces, principalmente entre os grupos mais carentes, os mais suscetíveis à infecção.

“Vale ressaltar que o período mínimo para o tratamento é de seis meses. Boa parte dos pacientes apresenta melhora significativa nos três primeiros meses e acha que dá para interromper a medicação, o que pode resultar em recaída e internação”, pondera o dr. José Eduardo Delfini Cançado, presidente da SPPT.

Dr. Cançado lembra que ações governamentais, como o Tratamento Supervisionado, que integra as estratégias mundiais e já faz parte das práticas médicas em São Paulo, confere maior eficácia à terapêutica. Com a obrigatoriedade de o paciente ir diariamente à unidade de saúde para tomar os medicamentos, além de incentivos como vale-transporte, cesta básica e lanche, o índice de abandono diminui drasticamente.


Depressão tem cura?


É preciso combater a causa, e não os sintomas deste mal


Estresse e depressão são duas expressões cada vez mais presentes na sociedade. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, a cada quatro famílias, uma tem pelo menos um membro com diagnóstico psiquiátrico, na maioria das vezes depressão. As estimativas indicam ainda que cerca de 450 milhões de pessoas atualmente sofrem de distúrbios mentais como transtorno bipolar e síndrome do pânico, entre outras. Além dos números alarmantes, o grande problema é que a medicina tradicional trata dos sintomas e não das causas, por isso vem crescendo a procura por tratamentos alternativos, entre eles a Apometria, uma técnica terapêutica desenvolvida por um médico gaúcho, Dr. José Lacerda, nos anos 70.

A palavra vem do prefixo grego apo (além) e do radical metri

Exemplo dos pais é fundamental na boa alimentação infantil Nutricionista dá dicas de como inserir alimentos saudáveis na dieta da criança