Estação Pinacoteca expõe mais de 30 obras inéditas de arte sacra restauradas com apoio da MAPFRE
 Exposição de Arte Sacra
As pessoas que visitarem a Estação Pinacoteca, em São Paulo, a partir desta semana, já podem apreciar 31 obras restauradas de arte sacra da Coleção Nemirovsky, famosa por deter um núcleo antológico do modernismo brasileiro e cujo maior destaque é o quadro Antropofagia de Tarsila do Amaral.
O trabalho de restauro das peças, datadas desde o século XIV e que ficarão expostas até 25 de março de 2011, teve como objetivo resgatar as características estéticas e funcionais de cada obra que, desta maneira, serão exibidas ao público com aspecto ainda mais próximo e realista ao da época em que foram concebidas por seus criadores.
De acordo com a diretora de Sustentabilidade da MAPFRE, Fátima Lima, “no Brasil, a companhia tem buscado cada vez mais fomentar ações em prol da preservação da cultura, tendo como um de seus principais compromissos colaborar com a disseminação da arte e da cultura brasileiras”, conclui.
Além da exposição “Arte Sacra na Coleção Nemirovsky”, a MAPFRE já patrocinou outras mostras em parceria com grandes instituições de artes paulistas, como o MASP – Museu de Arte de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Museu de Arte Sacra de São Paulo.
Arte Sacra na Coleção Nemirovsky
Até 25 de março de 2011 Estação Pinacoteca - Lago General Osório, 66 Tel. 3335-4990
De terça a domingo, das 10h às 18h
Entrada: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia). Grátis aos sábados
Classificação etária: Livre Curadoria: Maria Alice Milliet
Sobre a MAPFRE Seguros
Com 55 anos de atuação no Brasil, a MAPFRE é uma das mais importantes seguradoras do País. Subsidiária do Sistema MAPFRE, grupo líder na Espanha e um dos principais investidores na Europa e América Latina, a companhia atua em todo o Território Nacional, oferecendo mais de 80 soluções personalizadas a todos os clientes. Para atender a seus mais de 15 milhões de segurados, a companhia conta com 123 sucursais próprias e 18 Diretorias Territoriais.
Eroscivilização
A exposição coletiva eroscivilização será inaugurada dia 18 de agosto e ficará aberta à visitação pública até 30 se setembro, no Casarão Brasil, em São Paulo - Capital, com a curadoria de Robert Richard, presidente da ABAPC - Associação Brasileira dos Artistas Plásticos e de Colagem
A exposição eroscivilização reúne o trabalho de cinco artistas plásticos que trouxeram para suas obras o erótico, uma visão particular de cada um deles sobre os caminhos pelos quais o erotismo vem permeando a história da civilização até a contemporaneidade, seja sob o aspecto mítico, espiritual, cultural, sensorial, tátil, histórico, sexual ou social.
Os artistas, Adriana Rizkallah, Fernanda Rodante, Thereza Carvalho, Nino Millán e Antonio Rodante contemplam o erotismo na sua arte não como fim, porém como caminho de vida, como privilégio do homem - único ser dotado dessa possibilidade para explorar todas as formas de prazer a partir do seu corpo, da relação com o corpo do outro ou ainda da imaginação desses corpos.
O trânsito do erotismo através da civilização nem sempre foi tranquilo. Até hoje é vítima do tabu, promovido pelas instituições em geral e pelo homem em particular na sua impossibilidade de se expressar. Em contrapartida, o erotismo também é arma poderosa de resistência contra as travas políticas e morais de qualquer ordem, da cultura de massa, na sociedade moderna e contemporânea que reduziu o sexo a objeto de consumo, destituindo-o do seu papel primordial como meio de expressão da liberdade, de prazer e de felicidade, simplesmente .
O erotismo, no seu poder intrínseco de estimular fantasias, desponta como crítica e sua negação leva à castração e às enfermidades de tudo aquilo que compõem a existência do homem: mente, corpo e espírito – a própria vida, quando interdito.
A Exposição eroscivilização é a representação artística desse dom original concedido pelos Deuses ao homem para seu deleite, no olhar particular de cada um desses artistas. Também, a exposição chama a atenção para o exercício da liberdade do erotismo com os cuidados nas relações sexuais, para a prevenção dos riscos para com a saúde do corpo, para o comportamento responsável de quem exerce a sexualidade, em todas as suas formas de prazer, preservando a si e ao outro, numa atitude de respeito, de consciência desse legado erótico, sem o qual a vida não teria valia.
Os artistas Adriana Rizkallah, Fernanda Rodante, Thereza Carvalho, Nino Millán e Antonio Rodante revelam seu olhar sobre os caminhos do erotismo na civilização em sua arte, agregando um prazer a mais, o da beleza estética, ao entendimento do erótico a que cada um de nós tem o direito e o privilégio de exercer.
AVE EROS!
Feminino - A obra de Adriana Rizkallah (são esculturas e estruturas em papel machê), revela o erotismo pela forma e pelo viés feminino, a marca de seu trabalho. Os elementos com que Adriana constrói suas peças sugerem o erótico seja pelo espaço vazado, pela utilização constante dos círculos e pelas formas que se assemelham ao feminino, aliando a elas a possibilidade do toque, a instância tátil tão estimuladora do erotismo a partir do corpo feminino.
Alegria - As pinturas de Fernanda Rodante são um convite ao erotismo nos entrelaçamentos dos personagens que habitam suas telas como o palhaço e a bailarina, em malabarismos cubistas – uma visão de alegria que ela também transpõe para locais inusitados, nas telas, para o desenho em cerâmica e para os objetos mais banais do cotidiano, como um avental.
Arte & Fetiche – Thereza Carvalho (escultura, pintora e desenhista), joga com a relação triangular: liberdade, fantasia e imaginação, para desconstruir a função original das coisas. Ela extrai desses novos objetos construídos a partir dessa desconstrução o fetiche, dialogando com artistas como Louise de Borgeois, Niki de Saint Phale, René Magritte. A artista utiliza o “realismo mágico” para provocar estranhamento sobre os objetos e utilizá-los como fetiche, ampliando a possibilidade de erotismo na arte.
Desejos - As esculturas em ferro de Nino Millán são inspiradas no comportamento humano e no amor. Desejos, entre abraços e beijos, revelam formas sensuais quando o amor se intensifica no jogo das pressões e arranhões, sintomas daqueles que estão intensamente apaixonados, um só corpo, uma só alma. Estes jogos sobre o amor traduzem as famosas posições do Kama Sutra.
Cenas - As obras de Antonio Rodante são de técnica mista, híbridas de foto, colagem e acrílico. São cenas cotidianas do imaginário voyer: lugares comuns (Mercado Municipal, ponto de ônibus, Museu do Ipiranga e uma esquina do extinto Largo da Batata), flagrando personagens em situações incomuns. Uma das telas retrata um frame de filme erótico, desses que fazem número em sites free de sexo.
EROSCIVILIZAÇÃO
A exposição reúne o trabalho de cinco artistas plásticos que trouxeram para suas obras o erótico, uma visão particular de cada um deles sobre os caminhos que permearam o erotismo ao longo da história da civilização até a contemporaneidade, seja sob o aspecto mítico, espiritual, cultural, sensorial, tátil, histórico, sexual ou social.
Eros como Deus primordial permitiu que o caos se reorganizasse no cosmos, este em que estamos inseridos e únicos entre os seres viventes capazes de promover o erotismo, não como fim, porém como caminho de vida, de legado de uma existência muito singular apenas dada ao homem - ser imperfeito, instável, hemisférico, mortal, e essencialmente erótico.
O trânsito do erotismo através da civilização nem sempre foi tranquilo. Se em algumas sociedades o erótico era parte da cultura e exercido com naturalidade, em outros momentos foi subjugado, punido, demonizado e assim negado, mutilando o próprio homem, tornando-o interdito, impedido de ser pleno no arbítrio da vida.
Quanto mais destituído pelas instituições, mais o erotismo se fez heróico, espada de si mesmo, empunhando-se para transgredir, para rebelar-se, para emergir ainda mais evidente como uma possibilidade de resistência diante das travas políticas e morais de qualquer ordem, da cultura de massa, na sociedade moderna e contemporânea.
Seu poder intrínseco de estimular fantasias desponta como crítica e sua negação leva à castração e às enfermidades de tudo aquilo que compõem a existência do homem: mente, corpo e espírito – a própria vida.
A Exposição Eroscivilização é a representação artística desse dom primordial concedido pelos Deuses ao homem para seu deleite, no olhar particular de cada um desses artistas. Também a exposição é a oportunidade de lembrar e orientar, chamar a atenção para o exercício da liberdade do erotismo que tem de ser feito com cuidados, com prevenção no aspecto da saúde do corpo, no comportamento responsável de quem o exerce, em todas as suas formas de prazer, preservando a si e ao outro, numa atitude de respeito, de consciência desse legado erótico, sem o qual a vida não teria valia.
Os artistas Adriana Rizkallah, Fernanda Rodante, Thereza Carvalho, Nino Millán e Antonio Rodante revelam seu olhar sobre os caminhos do erotismo na civilização em sua arte, agregando mais prazer, através da beleza estética, ao entendimento do erótico a que cada um de nós tem o direito e o privilégio de exercer. AVE EROS!
(Patrícia Cicarelli – jornalista e cronista literária) Artistas Plásticos:
Adriana Rizkallah - www.adrianarizkallah.com.br, adrianarizkallah@uol.com.br
Fernanda Rodante: fernandarodante@gmail.com, www.fernandarodante.com, www.diariosdepincel.blogspot.com/
Thereza Carvalho: thereza737@hotmail.com
Nino Millán: artisidera@ig.com.br
Mostra Brasil-Japão
“Hiroshima e Nagasaki: um agosto para nunca esquecer”
Exposição na Associação Paulista de Medicina relembra a tragédia que mudou a história do planeta 65 anos atrás
A Associação Paulista de Medicina (APM) promove, entre 2 de agosto e 3O de setembro, a mostra “Hiroshima e Nagasaki: um agosto para nunca esquecer!”. Um dos objetivos é provocar reflexões sobre esse trágico momento da história mundial, 65 anos atrás. O material veio do Japão, por intermédio da Associação Médica de Hiroshima. São 30 pôsteres com imagens e textos informativos e cinco DVDs que reúnem testemunhos dos sobreviventes, documentários e animações japonesas.
A abertura ocorrerá no próprio dia 2 de agosto, às 20h, com vídeoconferência ao vivo, direto do Japão, com Steven Leeper, presidente da Hiroshima Peace Culture Foundation.
De acordo com Milton Massato Hida, um dos colaboradores da exposição, o intuito, além de relembrar as consequências da tragédia, é homenagear os sobreviventes que moram no Brasil, incentivar a abolição das armas nucleares e celebrar a paz.
A mostra terá entrada franca. Poderão ser agendadas visitas de alunos do ensino médio e universitários, que participarão de uma contextualização histórica e da proposta de feitura dos tsurus, pássaros de origami (técnica de dobradura em papel) que incentivam a paz.
Bombardeios
O lançamento das bombas atômicas nas cidades de Hiroshima e Nagasaki ocorreu no final da Segunda Guerra Mundial, em 6 e 9 de agosto de 1945, respectivamente. Estima-se que cerca de 220 mil pessoas foram mortas nos ataques, e outros milhares sofreram graves sequelas pela exposição à radiação.
A tragédia guardou histórias simbólicas como a da menina Sadako Sasaki, que será retratada na exposição. Personagem da luta pela paz, ela tinha dois anos de idade na época do ataque. Devido à radiação teve leucemia, e após compreender que a doença fora causada pela guerra, passou a dobrar origamis de Tsuru (pássaro da paz) em manifestações públicas por sua saúde e pela paz.
Um dos últimos Tsurus feitos por Sadako será entregue na cerimônia de abertura à Associação Hibakusha Brasil pela Paz, instituição que reúne vítimas da bomba atômica.
Segundo o curador da exposição dr. Ruy Tanigawa, secretário-geral da Associação Paulista de Medicina, a mostra busca exibir as consequências da arma nuclear, mostrando para o público seus efeitos impactantes no Japão e no mundo, e a importância em relação à paz:
“A exposição será direcionada principalmente aos mais jovens, no sentido de promover uma ação educativa pela paz entre os povos”.
Mais informações pelo telefone (11) 3188-4304 ou pinacoteca@apm.org.br.
Exposição sobre história da bomba de Hiroshima
Data: 2 agosto a 30 de setembro de 2010
Horário: 12h às 21h
Visitas agendadas: manhã, tarde e noite.
Local: APM
Endereço: Brigadeiro Luís Antônio, 278 - São Paulo - SP
Informações e inscrições: (11) 3188-4304
E-mail: pinacoteca@apm.org.br
COMO TRATAR DEFICIENTES VISUAIS CORRETAMENTE
Feche os olhos – Esta ação o fará entender um pouco da realidade dos deficientes visuais, os meio pelos quais se inserem na sociedade atual e como transformam informação em conhecimento.
01 – Ofereça sua ajuda sempre que um cego parecer necessitar. Mas não ajude sem que ele concorde.
02 – Sempre pergunte antes de agir. Se você não souber em que e como ajudar, peça explicações de como fazê-lo.
03 – Para se guiar uma pessoa cega, ela deve segurar-lhe pelo braço, de preferência no cotovelo ou no ombro. Não a pegue pelo braço – além de perigoso, isso pode assustá-la. À medida que encontrar degraus, meios fios e outros obstáculos, vá orientando-a. Em lugares muito estreitos para duas pessoas caminharem lado a lado, ponha seu braço para traz de modo que a pessoa cega possa lhe seguir.
04 – Ao sair de uma sala informe o cego. É desagradável para qualquer pessoa falar para o vazio. Não evite palavras como cego, olhar ou ver, os cegos também usam.
05 – Ao explicar ás direções para uma pessoa cega, seja o mais claro e específico possível. Não se esqueça de indicar os obstáculos que existem no caminho que ela vai seguir. Como algumas pessoas cegas não tem memória visual, não se esqueça também de indicar as distâncias em metros (por exemplo – uns vinte metros à frente). Mas se você não sabe corretamente como direcionar uma pessoa cega, diga algo como – eu gostaria de lhe ajudar, mas como é que devo descrever as coisas?, e ele dirá.
06 – Ao guiar um cego para uma cadeira, guie a sua mão para o encosto da cadeira e informe-o se a cadeira tem braços ou não.
07 – Num restaurante é de boa educação que você leia o cardápio e os preços.
08 – Uma pessoa cega é como você, só que não enxerga, trate-a com o mesmo respeito que você trata uma pessoa que enxerga.
09 – Quando você estiver em contato social ou trabalhando com portadores de deficiência visual, não pense que a cegueira possa vir a ser problema e por isso nunca a exclua de participar plenamente, nem procure minimizar sua participação. Deixe que decidam como participar. Proporcione a ela a chance de ter sucesso ou de falhar, tal como qualquer pessoa.
10 – Quando estiver com pessoas com visão subnormal (alguém com sérias dificuldades visuais), proceda com o mesmo respeito, perguntando-lhe se precisa de ajuda, quando notar que ela está em dificuldade.
Fonte: Extraído e adaptado do site da Sociedade dos Cegos do Rio Grande do Norte - SOCERN
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