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TWITTER NO TRABALHO: 10 DICAS PARA NÃO QUEIMAR O FILME COM O CHEFE
Confira as dicas de Daniela do Lago, especialista em comportamento corporativo e professora dos MBAs da Fundação Getúlio Vargas, para a carreira de quem é fã do Twitter
Quem já não consegue viver sem twittar pelo menos meia dúzia de mensagens por dia nem sempre avalia os impactos que o uso desta rede social pode trazer para carreira. Nada demais em aderir a esta nova onda, o perigo, no entanto, é perder a noção de alguns limites. Afinal, os twits de agora estarão nos computadores de dezenas (ou centenas e quem sabe até de milhares) de pessoas em questão de minutos. Fica difícil então dizer ao chefe que não teve tempo de concluir aquele relatório quando o twitter entrega dezenas de mensagens postadas na tarde anterior. O conteúdo de cada perfil pode ser outro problema. Dá mesma forma que nem sempre pode-se dizer tudo que vem a mente, também deve-se tomar cuidado para não twittar frases muito reveladoras ou de mal gosto.
O novo “queridinho virtual”, ao mesmo tempo em que se configura como eficaz ferramenta de comunicação, inclusive para o ambiente empresarial, pode ser um grande foco de distração para os funcionários ou uma vitrine para entregar pessoas inconvenientes. Para a especialista em comportamento corporativo e professora da Fundação Getúlio Vargas Daniela do Lago, o segredo para o bom uso do Twitter é adotar uma postura adequada aos padrões da empresa e abusar do bom senso. Veja 10 dicas da especialista para twittar sem errar.
1 O Twitter é ambiente público
O Twitter é uma ferramenta veloz e tem largo alcance. Por isso, pense bem antes de postar uma mensagem. O que se “twitta” ganha grande visibilidade e a repercussão é sempre amplificada. Estamos expostos, tanto para admiração como para críticas: lembre-se disso.
2 Opiniões fortes sobre assuntos polêmicos
No Twitter, são naturais as discussões de idéias. É sempre bom, no entanto, tomar cuidado com comentários sobre temas polêmicos – como religião, política e opções sexuais. Cada ser humano tem seus valores e uma opinião extremada pode ferir os valores de alguém. Cuidado com as animosidades desnecessárias.
3 Cuidado para não ser mal interpretado
Evite muitas abreviações. Apesar de permitir apenas 140 toques, não é necessário espremer tudo em uma mensagem. Sempre considere o que os demais irão entender. Escrever para si não funciona e pode gerar muitos conflitos. Evite ser mal interpretado.
4 Fofoca que sufoca
A fofoca nunca é recomendada. Um fofoqueiro dificilmente será promovido por não ser bem quisto pelos demais. Não fale de ninguém. Ninguém ganha pontos ao ficar depreciando uma pessoa. Você acaba sendo visto como aquele que vive falando mal dos outros, e estraga a própria imagem.
5 Cuidado com os desabafos
O Twitter pode ser usado como um canal pelo qual os profissionais desabafam de modo informal sobre acontecimentos da empresa. Um desabafo pode ser mal interpretado por um colega e, no futuro, ser usado contra aquele que desabafou.
6 Pense bem antes de escrever informações da empresa
Fique atento - às vezes uma informação simples para você, pode causar sérios prejuízos à empresa.
A executiva de uma grande indústria de beleza me confidenciou um caso interessante: ela possui Twitter e “segue” vários profissionais de empresas concorrentes. Certa vez, um comentário de uma dessas pessoas lhe chamou a atenção. De acordo com ela, a concorrente afirmava estar, naquele momento, em um órgão do governo para conseguir autorização de venda de um novo produto. Sabendo disso, a executiva agilizou o processo interno de sua empresa e antecipou o lançamento de um produto similar antes que a concorrência obtivesse tal licença. Sem essa informação, talvez isso não ocorresse.
7 Foque em informações gerais
Evite escrever informações precisas sobre o que se está fazendo, mesmo que seja essa a proposta inicial do Twitter. Dependendo da profissão, isso pode gerar problemas. Profissionais que trabalham em casa, por exemplo, perdem a credibilidade se disserem que dormiram até mais tarde ou foram passear.
8 Excesso de exposição
Tenha cuidado ao exibir fotos na web. Nem todas as imagens da última festa na empresa devem ter link no seu Twitter, afinal, alguém pode ver e não gostar (um futuro empregador, por exemplo). Além disso, as pessoas que estão na foto também podem não querer ver suas fotos publicadas na web.
9 Não fale mal do próprio emprego
Não se deve falar mal da empresa na internet em hipótese alguma. Além de ser horrível, tal atitude acarreta perda de respeito e confiança das pessoas com quem se está interagindo. Claro que um comentário ocasional não vai provocar grandes estresses. Mesmo assim, fique atento. Se não conseguir se “conter“, pense e procure escrever frases muito abertas de forma que ninguém possa ligar os fatos à empresa.
10 Não ligue para seus críticos
Estamos expostos no Twitter, tanto para admiração, quanto para críticas. Os críticos fazem parte da vida, algo que todos temos de encarar. A única maneira de se evitar críticas é vivendo uma vida isolada – o que, definitivamente não ocorre ao se usar o Twitter. Lembre-se, o comentário que seus seguidores adoram pode irritar outras pessoas e, por mais que tentemos evitar, sempre haverá alguém para nos criticar.
Pais ou heróis?
Quando transferimos aos nossos pais a ideia de heroísmo, não podemos de maneira alguma impor sobre eles a condição de seres inabaláveis, pois cada pai é um ser como qualquer outro. O que o difere, na verdade, é a forma tão especial como um dia ele se assumiu como pai, como nosso pai.
Contudo, a ideia de heroísmo pode ser perfeitamente defendida se, como herói, quisermos dizer que ele, nosso querido papai, é (co) protagonista de uma grande história, a história da nossa vida, que foi e está sendo construída sobre as bases de ensinamentos indispensáveis para cada um de nós.
Cada pai é um herói que não tem poder de vencer, sozinho, os muitos obstáculos impostos a nós pela vida, mas, em todos os momentos em que alguma pedra quiser nos impedir de continuar, bem sabemos que o nosso herói estará ali por perto, sempre disposto a nos confortar, ainda que seja apenas com a sua presença, a sua indispensável presença em cada instante de nossas vidas.
O heroísmo que por muitos é defendido só existe na ficção. Mesmo assim, ainda podemos identificar traços de um verdadeiro “homem de ferro”. Não obstante se imaginar tão forte como as características desse precioso metal, o que o torna forte de fato é o amor sem reservas que ele tem por nós, apesar de não saber muitas vezes demonstrar esse sentimento.
É comum este amor tentar embaraçá-lo nos passos do dia a dia. Às vezes, a mamãe precisa ser mãe dele também, puxando a orelha quando nos ajuda a bagunçar a casa, depois de momentos em sua amada companhia. Dá o maior trabalho colocar as coisas novamente no lugar depois de um domingo em casa com o papai.
O mais engraçado é que não há amor sem reservas nos super-heróis que aparecem na TV. Como, então, podemos chamá-lo assim? Ele é o nosso herói porque é e sempre será lembrado por nós pelas atitudes de coragem, ainda que essa coragem seja para nos acompanhar na hora de tomar uma injeção quando estamos doentes.
Às vezes nosso herói tira seu uniforme e vai conosco, numa tarde de domingo, ao parque perto da nossa casa para nos ajudar a fazer um gol ou a soltar pipa. Engraçado é quando ele age como nós. Deve ser por isso que é tão complicado impor sobre ele uma imagem de algo distante como são os super-heróis da TV.
Pai é herói porque busca ser nosso companheiro a todo custo, nem que seja por meio de um telefonema fora do horário comercial, quando já estamos cansados e querendo dormir. Pai tem mesmo dessas coisas e é isso que o diferencia de todos os demais homens. Ele é especial em ser tão comum em muito do que faz, mas mesmo assim consegue atrair nossa atenção para ele. Será que tem superpoderes para conseguir tal proeza?
Pai, com o seu dia sendo comemorado, é importante lembrá-lo de que nenhum herói vai fazer por nós o que o senhor já fez. O senhor é muito mais forte quando está consertando o carro que quebrou a caminho do passeio do fim de semana do que os super-heróis que conseguem erguer carros gigantes apenas com a força do braço e poderes especiais. Os seus poderes são muito mais especiais quando determina o horário de voltarmos para casa, ainda que façamos cara feia quando isto nos é imposto.
Não somente neste dia tão especial! O senhor sempre será o herói que dá mais audiência na história da nossa vida, a qual foi e está sendo edificada e sustentada pelos seus poderes mais do que especiais.
Por: Erika de Souza Bueno é Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br). Consultora-Pedagógica de Língua Portuguesa da empresa Planeta Educação. Professora de Língua Portuguesa e Espanhol pela Universidade Metodista de São Paulo. Articulista sobre assuntos de língua portuguesa e família.
DIA DOS PAIS
NO DIA DOS PAIS INOVE: PRESENTEIE SEU FILHO COM MAIS TEMPO
Quanto tempo você tem dedicado para o seu filho? Pense, nessa última semana, quantas vezes vocês conversaram sobre como foi o dia. Caso tenha filhos pequenos, reflita sobre quando reservou um tempo para brincarem e ajudá-lo a realizar as tarefas da escola. O Dia dos Pais é uma ótima data para você fazer as pazes com o relógio e, principalmente, com o seu filho. Pense em algumas alternativas e atitudes para que essa relação seja cada vez mais forte:
Hora de ser pai
Ser um excelente pai é tão importante quanto ser um excelente profissional, não é mesmo? Então, se você agenda reuniões, datas para entrega de relatórios e tarefas a cumprir no trabalho, por que não colocar no seu planejamento o almoço com seu filho? Dedique um horário para ele e, principalmente, comprometa-se a cumpri-lo! Aproveite esses bons momentos para recuperar as energias, pois a felicidade gerada com a criança vai trazer ainda mais disposição para voltar ao emprego na segunda-feira.
Organize sua semana
Não adianta estar com seu filho pensando na reunião da semana seguinte ou no e-mail que deveria ter enviado. É muito comum os pais fingirem que estão dando atenção total à criança, mas com olho no computador ou no noticiário. Mantenha todas as atividades profissionais dentro do expediente. Lembre-se de separar um tempo para as urgências que possam surgir. Assim, poderá curtir ao máximo os passeios que planejar fazer com seu filho.
Adote um único método de planejamento
Ganhar uma agenda de presente pode ser uma ótima ideia nesse Dia dos Pais, será um presente para você e para o seu filho. Não é preciso se perder em vários meios de anotação (Outlook, post-it, caderno, agenda...). Para manter o controle dos seus compromissos, centralize as tarefas em um único método, assim encontrará com facilidade o planejamento das atividades que deverá cumprir durante o dia.
Dar atenção ao filho não é uma obrigação
Você não deve pensar que estar com seu filho é uma obrigação a cumprir, algo que tem que fazer e aliviar sua consciência como pai. Ao contrário disso, filhos são um alívio para nossas tensões e são eles que nos dão a motivação para trabalhar.
CAÇADOR DE SONHOS
Como o Visual Merchandising influencia as mulheres na hora do consumo
Qual o verdadeiro poder de uma vitrine sobre a mulher?
 A vitrine é a fase conclusiva de um processo.
A vitrine é a fase conclusiva de um processo que teve início muito antes, ela reflete a estética interna da empresa. Uma vitrine acentua grupos, traduz tendências de mercado e da moda numa linguagem tridimensional. É através dela que as mulheres vêem a afirmação de uma tendência que já viu na TV, num desfile ou numa revista e está determinada a seguir.
Pesquisas comprovam que as mulheres procuram diversos benefícios numa vitrine. No aspecto social elas procuram a auto-realização, encaixar-se em algum grupo social e até fazer inveja à uma "concorrente". No aspecto psicológico, buscam consolo na vida cotidiana e contemporânea, além de compensações de frustrações. Que mulher não levou fora um dia e foi direto ao shopping? O hábito da compra no perfil das mulheres está ligado a sonhos e ao inconsciente. Diferente dos homens que são objetivos na hora de comprar qualquer item, seja roupa, sapato e até no supermercado.
Em muitos casos, este consumo da mulher é puramente consumista mesmo, pois o ato de gastar demanda a afirmação de que “eu posso”, e funciona em esferas contrastantes, tanto pode comprar bugigangas de R$1,99 ou uma bolsa de 30 mil reais.
O Visual Merchandising usufrui da “queima de sutiã” para eliminar as regras. O design tem um movimento que não existe mais um padrão, um único estilo a ser seguido. O mundo não é mais o mesmo, porém quando falamos de grupos e segmentos, nunca se teve tanta preocupação com o indivíduo.
É uma situação contraditória porque o mundo globalizado criou seres individualizados. A sensação de “foi feito pra mim” é muito usada, vemos isso nas concept stores que traduzem essa personalização, embora no Brasil ainda seja um conceito muito pouco utilizado.
A sociedade contemporânea tem um grupo compulsivo que cresce no mundo, principalmente no Ocidente. Fora daqui, é o Japão que ganha destaque no consumo mundial, pois dinheiro não é problema para a maioria e dá importância às marcas ocidentais por simbolizar a sua abertura com o mundo.
Ao mesmo passo que temos o perfil de mulheres que se preocupam excessivamente com a imagem e compram para mostrar às pessoas, hoje existe um grupo que compra somente por necessidade ou que segue os pilares da sustentabilidade. É um grupo recente que se preocupa com ecologia e família, mudando as linhas de produção e competição.
Diferente da década de 80, hoje em dia temos grupos diferentes de consumidores. Os profissionais de Visual Merchandising tem o papel de compreender todos estes tipos, desde os consumos compartilhados, os adolescentes, o luxo, ao vanguardista e o retrô. É preciso estudar o que cada consumidor em potencial sente, o que vivenciam e como se sentem gratificados, para se criar uma encenação (vitrine) que explore todos os sentidos do observador, a fim de elevar o desejo acima do nível da razão.
www.vitrinaecia.com.br
Fotos anexadas de cases atendidos pela Vitrina & Cia: Handbook, Louis Vuitton, Guilherme Duque (Feira Feninjer) Referências internacionais: Diesel e Dolce & Gabanna
Peso ideal é determinante para sucesso e felicidade?
Em contrapartida à ditadura da beleza é possível ter autoestima e se dar bem mesmo longe do que todos consideram o “peso ideal”
Mesmo com os rígidos padrões estéticos atuais, a beleza, o sucesso com o sexo oposto e a felicidade podem sim estar acompanhados de uma manequim acima do trinta e oito. Especializada em comportamento e blogueira famosa na rede – com seus artigos que abordam temas como relacionamento e autoestima – a terapeuta floral Fátima Repanas garante o que muita gente parece ainda não ter percebido: para encantar e conquistar outras pessoas alguns atributos contam muito mais. “A aparência impressiona sim, durante os primeiros dez minutos! Depois é você com seu charme, inteligência, carisma, sensualidade e alma”, aponta. “Todo este sucesso pode vir em um corpo mais robusto ou muito mais robusto. O processo de se olhar no espelho e se ver bonita começa na cabeça. Só depois vem o cabelo, a maquiagem, o peso”.
Fátima é autora do polêmico artigo “A menina gorda”, um texto que ilustra o sucesso e a felicidade que uma pessoa segura a respeito dos seus pontos positivos pode conquistar, independente do peso. “No texto, inspirado em muitas experiências, a menina nem percebe que está acima do que os outros consideram um peso ideal. Ela é segura a respeito de sua imagem, é feliz e faz muito sucesso com o sexto oposto”, detalha. A profissional afirma que o posicionamento adotado pela personagem criada por ela, acaba chocando algumas pessoas. “Infelizmente invejamos o bem sucedido, o que brilha, Quando vemos uma gordinha linda, que se ama e é sensual, isso nos deixa com raiva. Então tentamos destruir, desdenhar”.
A terapeuta esclarece também que na vida real o olhar que temos sobre nossa imagem está ligado à autoestima e que isso independe de estar dentro dos padrões tidos como ideais. “Cada um tem um espelho próprio. Ele começa a ser construído quando ainda somos crianças, por nossa família, nossa turminha no colégio, da rua. Dependendo do espelho que construímos, quando adultos nos amamos o suficiente para não ligar para comentários negativos. Logo, estar acima do peso é um detalhe”, aprofunda a profissional. “Magros, gordos, belos, não tão belos, brancos, negros, exóticos, extremamente lindos, enfim, não existe biótipo específico para baixa autoestima”.
Fátima lembra ainda que o processo de construção da autoestima é contínuo e sofre influência de fatores externos, como a cultura do local onde vivemos. “Por aqui, nos vendem que para sermos amados e amar temos que ser magros, sarados. As personagens principais de uma novelas podem ter muitos perfis: boa, má, branca, negra, rica ou pobre. Porém, todas só têm uma coisa em comum: são magras”, cita. “Infelizmente, muitas vezes os valores começam de fora para dentro, o que acaba gerando uma busca por um padrão distante do real, difícil de atingir".
Quando o assunto é beleza, Fátima acredita em uma regra: você reflete o que seu interior emana. “Portanto, a questão de ser bela pode ser muito mais fácil de surgir em você, só olhando para seu interior, do que seguir a dieta do brócolis por uma semana”, diz. “É preciso se amar, se aceitar de verdade. O mundo sentirá isso e devolverá com a mesma intensidade”. Para isso o caminho é o autoconhecimento. “Mergulhar dentro de si mesma e descobrir que o mundo é muito maior do que aquilo que te cerca é a verdadeira saída. Uma pessoa segura de si mesma consegue o que quer, independente da sua aparência”.
Um dos caminhos para esse mergulho se tornar mais fácil é a terapia. A ajuda de um profissional pode ser fundamental para entender as emoções e ações e fornecer ferramentas para promover verdadeiras transformações na autoesima. Uma dessas ferramentas podem ser os Florais de Bach, reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e com resultados comprovados em diferentes partes do mundo. As 38 essências têm como função básica restaurar o equilíbrio das emoções, agindo sobre o paciente e não sobre o problema. Existem algumas combinações que, inclusive, podem ajudar na melhora da autoestima. “É importante dizer que essas combinações de florais são individuais. Cada pessoa é um universo diferente, portanto cada floral é particular. O floral muda de acordo com as suas mudanças, na sua velocidade e aceitação”. explica a terapeuta.
Sobre Fátima Repanas
Especialista em comportamento com experiência de mais de 15 anos de consultório, sendo oito deles com o complemento dos florais de Bach, a Terapeuta Floral Fátima Repanas é reconhecida pelos internautas que lêem frequentemente seus artigos e crônicas no blog http://fatirepanas.blogspot.com. Leves e atrativos, os textos abordam temas que variam entre autoestima, amor, decepções, amizade, ansiedade, entre outros aspectos do comportamento humano.
A Terapia Floral é método reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que tem resultados comprovados em diferentes partes do mundo na melhora do estado físico e psicológico dos pacientes. Os Florais de Bach têm como função básica restaurar o equilíbrio das emoções, agindo sobre o paciente e não sobre a doença. São muito procuradas porque não possuem contra indicações, podendo ser eficientes para bebês, crianças, adultos, idosos, animais e inclusive plantas.
SERVIÇO
Fátima Repanas
Terapeuta floral especialista em comportamento
fatimarepanas@hotmail.com.br
11 9699-1281
OS SOBREVIVENTES
Cada dia que passa computo como mais um de sobrevivência. O nível de violência está chegando a um patamar insuportável para os cidadãos brasileiros.
Sempre acreditei que a base da política de uma nação deveria estar apoiada primeiramente na educação, depois na saúde e finalmente na segurança. Infelizmente, diante da nossa triste realidade, percebo que a segurança hoje tem de ser encarada como a primeira preocupação de nossos governantes.
O cidadão que pode está prisioneiro dentro da sua própria casa, e só se sente seguro com altos muros, grades, alarmes e tudo aquilo que lhe dá uma falsa sensação de proteção, o que sabemos que não é garantia de absolutamente nada. O sonho de consumo é o carro blindado, que oferece pelo menos uma chance de não ser roubado ou agredido nos faróis, bem como fornece a esperança da proteção das armas de fogo, que o indivíduo não pode possuir, mas os facínoras as têm. Isso sem falar nos crimes eletrônicos aos quais estamos sujeitos e que nos afligem a todo instante.
Sair de casa para o trabalho, para o lazer e para as necessidades do dia-a-dia se tornou uma aventura perigosa. Ir a um banco, então, nem se fala. Tornou-se uma atividade de alto risco! Também não podemos nos esquecer de andar sempre com o “dinheiro do ladrão”... O custo da nossa proteção está ficando cada dia mais alto e inclui, seguros, alarmes, seguranças, guardas de ruas, flanelinhas e outros profissionais, cujo preço já é compulsório.
Para os cidadãos de bem só sobram os impostos e o medo, já para os corruptos e assassinos permanecem leis frouxas e quase sempre burladas, fora a defesa dos “direitos humanos”, que só se preocupa em preservar os criminosos que, ao serem pegos pelos seus delitos, se tornam coitadinhos e protegidos, na esperança de um dia voltarem recuperados à sociedade, o que quase nunca acontece.
A cada dia que passa agradeço por ter sobrevivido, mas infelizmente o medo se faz cada vez mais presente e sei que é uma questão de tempo para que eu ou os meus venham a fazer parte das estatísticas criminais desta nossa terra sem lei.
Por: Sylvia Romano, advogada trabalhista, responsável pelo Sylvia Romano Consultores Associados, em São Paulo. E-mail: sylviaromano@uol.com.br
DESCUIDO COM A APARÊNCIA PODE INFLUENCIAR NA CONQUISTA DE UM EMPREGO
Essa é a conclusão dos especialistas Dr. Roberto Aranda, da Clínica OralFix, e Renato Grinberg, diretor geral do portal de empregos Trabalhando.com.br
Há quem acredite que o sorriso é o melhor cartão de visitas de uma pessoa. O descuido com os dentes provoca cáries, problemas gengivais, tártaro, entre outras doenças e, ainda, contribui negativamente nas relações profissionais e interpessoais. De acordo com Renato Grinberg, diretor geral do portal de empregos Trabalhando.com.br, a aparência é importante na conquista de uma oportunidade de emprego, especialmente no atendimento direto ao cliente. Quando falamos em aparência, não quer dizer que alguém que se julgue feio não tenha chances no mercado, este quesito refere-se aos cuidados que a pessoa tem consigo mesma.
“Chegar em uma entrevista de emprego com barba mal feita, cabelos despenteados, roupas inadequadas ou até mesmo com algum problema dentário que signifique descuido pode prejudicar a avaliação deste profissional. Isso porque passa a impressão de que essa pessoa também não tem cuidados especiais com as demais coisas que fazem parte da vida pessoal ou profissional”, explica Grinberg.
Segundo Dr. Roberto Aranda, implantodontista da Clínica OralFix, a odontologia avançou muito nos últimos anos e existem diversas técnicas que possibilitam tornar os dentes bonitos, alinhados, livres de cáries e doenças gengivais. "As pessoas devem ter um cuidado todo especial com os dentes. Isto é, fazendo a escovação após cada refeição, usar fio-dental, enxaguatórios bucais e não deixar de visitar o seu dentista regularmente”, diz Aranda.
Confira cinco dicas importantes para arrumar um emprego:
1) Avalie quais são as suas qualificações e competências. A partir disso, foque a busca de emprego em áreas e posições onde essas competências são mais relevantes;
2) Não descuide de higiene pessoal;
3) Tenha uma rotina para envio de currículos e um planejamento para ter um melhor direcionamento nesta procura;
4) Use vestimentas de acordo com o estilo da empresa;
5) Tenha perseverança e não desanime.
ATÉ QUE O ESTRESSE NOS SEPARE
Próximo ao Dia dos Namorados, umas das maiores preocupações desses amantes é em encontrar o presente capaz de tocar o coração da pessoa amada. Mas, na correria do dia a dia, o que muitos se esquecem é de analisar como tem andado o próprio relacionamento ao longo dos outros dias do ano. Tão importante quanto dar um presente nesta data, em sinal da lembrança e do carinho que sente pela pessoa, pequenos gestos também podem demonstrar esses sentimentos. Você tem lembrado mais de dizer “eu te amo” para o seu par sempre que tem vontade ou ultimamente está mais preocupado em apontar os defeitos dele? A briga tornou-se rotina ou vocês trocam pontos de vista com tranquilidade?
Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a quantidade de uniões por 100 mil brasileiros tem um sutil aumento a cada ano. Quando avaliado um período de 10 anos – entre 1998 e 2008 – o instituto comprovou que o número de casamentos cresceu 34,8%. Porém, neste mesmo período, os divórcios e as separações cresceram relativamente ao mesmo nível, 33%. É preciso entender que somos “administradores” e os responsáveis em construir a nossa felicidade e que é sim possível continuar a sonhar com a constituição de um casamento repleto e duradouro, mas, para isso, precisamos aprender a superar algumas questões.
Um estudo recente publicado no periódico Biological Psychiatry apontou que é possível prever o momento de autorregulação de um ser humano diante de uma emoção, ou seja, nós temos a capacidade de adotar padrões de como lidar com problemas diante de um conflito cotidiano. Portanto, não só podemos como devemos exercitar esta habilidade. Talvez, esse seja um dos caminhos para começarmos a prestar mais atenção em nosso namoro e ver que, para sustentá-lo, é preciso mais que amor e romance.
Outro ponto ao qual devemos nos atentar seria para os pequenos desentendimentos que avançam pela semana. Vocês brigaram por um motivo justo, ou ambos estavam com desgaste físico e mental, sem forças para apontar pontos de vistas de maneira favorável? Por que, no trabalho, buscamos digerir o que os outros nos dizem antes de entrar em um conflito e, em casa, com as pessoas que amamos, não temos essa paciência?
Mario Quintanda dizia que “o amor é quando agente mora um no outro”. Lembre-se, então, que namorar é compartilhar. Quando digo compartilhar, não me refiro somente a bens, contas a pagar ou responsabilidades. As pessoas devem dividir seus momentos bons, aqueles vividos no trabalho ou em um passeio com os amigos. Ao invés de contar somente como foi a bronca do seu chefe, porque não fale do seu almoço descontraído com o pessoal do trabalho? Precisamos entender que, tanto quanto nós, o companheiro também teve um dia agitado, às vezes ruim, e quer receber um apoio, ou um refugio para esse estresse.
Uma maneira simples de mostrar como seu namorado é importante para sua vida, é declarar os sentimentos que tens por ele. Há modo melhor e mais simples do que dizer “eu te amo”? Sei que algumas pessoas encontram dificuldade em expor suas emoções. Mas, existem saídas também para os introvertidos. Pequenos gestos podem dizer mais que mil palavras. Ao sair de casa pela manhã, por exemplo, deixe um cartão simples sobre a mesa desejando um excelente dia para a pessoa amada. Ligue no meio do dia para saber como ela está. Ou, se preferir, compre uma pequena lembrança. Como no livro “Meu jeito de dizer que te amo”, que traz mais de 60 formas diferentes para declarar o seu amor, inove e reinvente-se de maneiras diversas.
A relação sexual também é prejudicada quando o estresse está presente. Aquele lado amoroso, o olhar nos olhos do parceiro, o amor na sua essência mais pura é deixado de lado e dá lugar ao sexo que congela as emoções. O sexo, que só serve como calmante físico sem a troca de energia e sentimento de outrora, vira rotineiro e obrigatório. A relação, neste caso, apenas existe para satisfazer uma vontade biológica, o que atrapalha a qualidade de vida do casal. É chegada a hora de mudar, traçar estratégias comportamentais e lidar de forma mais simples com o seu relacionamento. Isso pode fazer com que o casal reencontre o sentimento perdido, que alimentava o inicio da relação.
Aprender a lidar com as emoções se torna indispensável para que a relação seja saudável para ambos. Dar valor à pessoa que está ao nosso lado e entender que a felicidade está nas atividades mais simples da vida, pode trazer de volta o colorido dos nossos sonhos, e não deixar que o estresse ou reações indesejáveis destruam a verdadeira paixão existente. Aproveite o Dia dos Namorados e todos os outros dias do ano para viver o amor em toda sua plenitude.
*Anderson Cavalcante É administrador de empresas com ênfase em Marketing e MBC pela University of Florida. É empresário e ministra palestra para as maiores empresas do país, que buscam realizar ações lucrativas, porém humanizadas. Foi reconhecido, em 2004, como o palestrante mais jovem do Brasil por realizar palestras para empresários n exterior, no evento Expo Business Japan. É autor dos best-sellers “O que realmente importa?”; “As coisas boas da vida”, lançado também na Europa, entre outras obras produzidas pela Editora Gente. No Brasil, seus livros já venderam mais de 370 mil exemplares. Para mais informações, acesse www.andersoncavalcante.com.br
POR QUE SEMPRE NA ÚLTIMA HORA?
Muitas pessoas reclamam que estão repletas de urgências, que vivem em cima do prazo e suas atividades na empresa são sempre para ontem. A urgência tende a ser um dos principais causadores de infartos, do fim de relacionamentos e dos bons momentos. Tem gente que tem tanta urgência que só vive de “rapidinhas”, e a vida vai correndo e ficando sem graça.
Que estamos ocupados e cheios de atividades para fazer, sem dúvida, todos estamos. Agora, a pergunta que fica é: será que você está ocupado com tarefas realmente importantes? Que vão trazer resultados de fato para sua vida, para sua empresa? Ou apenas está correndo atrás de sabe-se lá o que?
Pare por um momento e analise as suas urgências. Você vai descobrir que a maioria delas foram esquecimentos, afazeres importantes negligenciadas, erros de comunicação, falhas de processo, pessoas que não sabem se planejar e por aí vai. Boa parte do urgente poderia ser evitado, mas nossa mente é focada em resolver urgências, não em previní-las.
Se não quiser viver com a síndrome do bombeiro por toda a sua vida, aceite que é possível mudar isso. Eu consegui, muitos conseguiram e você também pode fazer. Comece a pensar: como eu posso antecipar minha vida em dois dias? Lembre-se que o bombeiro é um profissional especializado em resolver urgências, este é o objetivo central dele, já o seu, qual é?
O que quero dizer com isso é que você deve começar a olhar para a frente e ver tudo aquilo que deve ser feito nos próximos três dias e trazer essas atividades a “tempo presente”, ou seja, se a tarefa deve ser cumprida na quarta-feira, faça-a na segunda-feira. Essa é a forma mais simples e básica de começar a diminuir as urgências. Elas nunca deixarão de existir, mas precisam ser colocadas sobre controle no seu tempo.
Adiantar sua vida. É isso que prego e é isso que começa a te dar mais controle sobre a sua vida. A ideia que devemos centralizar é evoluir ao invés de simplesmente agirmos freneticamente.
E então, o que você pode fazer para adiantar sua vida e minimizar as urgências?
Por: Christian Barbosa - Maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Ministra treinamentos e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em Reunião e co-autor do Mais Tempo, Mais Dinheiro. www.triadedotempo.com.br e www.maistempo.com.br
Grupo GR dá dicas de como se proteger. Comércios são alvos fáceis.
Dinheiro, mercadoria, giro de capital constante. O comércio é, por esses motivos, um dos campos mais visados dos assaltantes. E maior que o risco de perder dinheiro, é o risco de morte e danos corporais e psicológicos aos quais ficam submetidos não só clientes, mas também os comerciantes, os comerciários e pessoas que se encontram ao redor do comércio. Essa cadeia torna o investimento em segurança fundamental para a preservação de patrimônios. Nem todos os comerciantes, porém, apostam na segurança patrimonial particular.
Para isso, o Grupo GR- segundo maior grupo de segurança do país- dá dicas de como se prevenir de um assalto.
· Esteja alerta à presença de suspeitos nas imediações de sua casa ou condomínio, nos momentos de sua chegada ou na hora de sua saída;
· Se alguma chave for perdida, troque o segredo da fechadura correspondente;
· Evite ir sozinho, pois muitas vezes, ao retornar, você ficará mais vulnerável à ação de criminosos, tanto no transporte público quanto em veículo próprio (pneu furado, defeito mecânico, etc);
· Evite andar com dinheiro - prefira pagar com cheque ou cartão;
· Se antes da balada, você vai retirar dinheiro em um caixa eletrônico, utilize somente os localizados em locais mais movimentados, como shoppings ou hipermercados. Ao sacar o dinheiro, guarde-o com cuidado em local discreto e não o conte em público e, ao sair do caixa eletrônico, certifique-se de que não está sendo seguido;
· Evite usar jóias, relógios, roupas e outros objetos que possam demonstrar ser de valor;
· Não espere o ônibus em paradas desertas e mal iluminadas;
· Mantenha sua bolsa sempre à vista e, ao caminhar em local público, procure mantê-la sempre firme entre o braço e o corpo, com a mão sobre o fecho e posicionada do lado da calçada;
· Mantenha as chaves do carro e da casa em chaveiros separados;
· Em ônibus com poucos passageiros, sente-se próximo ao motorista;
· Ande na calçada em direção contrária ao fluxo dos carros. Assim, não será pego de surpresa;
· Dirija com os vidros fechados, usando o sistema interno de ventilação ou ar-condicionado;
· Os celulares hoje são um dos alvos preferidos dos meliantes, por isso, todo cuidado é pouco: evite deixá-lo sobre mesas ou balcões e utilize-o preferencialmente em locais fechados (shoppings, lojas, etc).
· Não deixe os seus documentos no porta-luvas. Também não deixe a mostra (ou mesmo sob os bancos) embrulhos, pastas, bolsas; o ideal é colocá-los no porta-malas do carro;
· No carro, evite adesivos, placas ou crachás que identifique o local onde você mora ou costuma freqüentar;
· Nos semáforos, vá reduzindo a velocidade devagar, tentando chegar ao cruzamento quando o sinal estiver abrindo, se necessário parar fique sempre com a primeira marcha engatada;
· Se perceber estar sendo seguido por outro veículo, procure agir com naturalidade e dirija-se para ruas movimentadas;
Empresas no ramo de segurança pública como o GR se especializam a cada dia, não só em relação à equipamentos, mas também em treinamentos e capacitação física e psicológica de quem fará esse trabalho. O Grupo GR atende à clientes de grandes portes como o jornal A Folha de São Paulo, a TAM, a Petrobrás, Unip, Ponto Frio, Ford, Caloi, Siemens, entre outros, oferecendo serviços de alta eficácia no mercado como Célula de Segurança, Central de Monitoramento, Ronda Terrestre e Profissionais treinados, identificados e qualificados. Tudo para garantir bem estar, conforto e segurança.
Norton Alerta: Chatroulette e o dilema familiar
Provavelmente, muitas pessoas já ouviram falar do Chatroulette. O conceito é simples: em vez de falar pela webcam no Skype com pessoas que você já conhece, com o Chatroulette você tem um grupo aleatório de pessoas para conversar. Não gostou de quem apareceu? Volte e encontrará um novo grupo. Se quiser encontrar alguém de sua idade, do mesmo país ou alguém mais bonito, ele poderá estar a apenas um giro da roleta. Mas do mesmo modo que você pode encontrar um amigo, corre o risco de cruzar com alguém nu ou se masturbando “ao vivo”.
Após algumas semanas do lançamento do site, os ‘ciberpervertidos’ já estão invadindo o espaço, usando-o para encontrar parceiros para sexo virtual ou simplesmente se expor a usuários desconhecidos. Naturalmente, esse fenômeno tem atraído a atenção do público pois abrange as variáveis mágicas:
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Internet
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Nu
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Pervertidos
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Crianças
É natural questionar se o sucesso do site entre os adolescentes é o resultado do pânico na mídia ou a proibição dos pais. Devemos considerar os riscos desses sites e tomar algumas precauções para evitar que crianças e adolescentes tenham acesso a este tipo de serviço:
· · Use uma solução de segurança que inclua funcionalidades de controle de pais;
· · Converse com outros pais sobre o serviço, de modo que eles também se conscientizem dos perigos;
· · Não mencione aos seus filhos sobre o site pois isso irá estimulá-los a visitá-lo.
01 DE ABRIL: OUTROS DIAS DA MENTIRA
O famoso Dia da Mentira, comemorado em 1 de abril, é uma data repleta de mitos entre o que é realidade e o que é invenção. Muitos brincam com a criação de notícias impossíveis e se divertem com o mundo do imaginário. Neste dia, mentir é saudável. Porém, o que devemos nos perguntar é como temos lidado com a mentira nos outros 364 dias do ano.
Uma pesquisa realizada por um professor de estudos da comunicação, Jeffrey Hall, no Kansas (EUA), revela que homens tendem a mentir mais em redes de relacionamento. O estudo aponta que eles mentem em relação à idade, interesses pessoais ou status social. Mas a mulher também tem suas invenções. Ela cria uma nova imagem de si própria, muda o seu peso e algumas outras características físicas.
Como na pesquisa, algumas pessoas se sentem confortáveis e mais seguras quando inventam um novo perfil para encarar as atividades existentes no dia a dia. Essa duplicidade, talvez, seja a resposta para saber por que de fato, mentimos, é como se existissem dois Eu dentro de cada um de nós. O “eu verdadeiro” é aquele que sentimos, é a nossa essência, é o que realmente significa algo, respeitando nossas reais vontades e desejos. Já o “eu relações públicas”, este quer ser acolhido, respeitado e deseja conquistar todos à sua volta. Ele existe para sermos aceitos em um determinado grupo, para conquistarmos espaço dentre os demais e, desta maneira, driblarmos o perigo de exclusão.
Mentir para os outros pode ser a aplicação excessiva do “eu relações públicas”. Quando almejamos muito atingir algum objetivo, procuramos ser melhores para chegarmos lá antes que qualquer outro. Assim como o professor Hall revelou no estudo, a mentira está presente nas redes sócias tanto quanto em nossas relações afetivas diárias. Ninguém deseja ser visto pelo parceiro como uma pessoa desinteressante ou sem ideias. Por isso, é comum exagerarmos um pouco nas histórias contadas, tentando impressionar o parceiro. É humano queremos ser admirados e desejados pelos próximos.
Mas, pior que mentir para os outros, é mentir para si mesmo. Nesse momento, nos afastamos do eu verdadeiro e passamos a acreditar que o eu relações públicas é real. Então, pergunte-se de vez em quando, você tem mentido para você mesmo? Talvez, esta deva ser uma data para se pensar como tem sido sua relação com a mentira e entendermos que o problema maior é quando começamos a acreditar tanto em nossas fantasias que elas passam a ter mais força para nós que os fatos verdadeiros.
As ilusões criadas podem ser uma forma de não encararmos a realidade. Você está satisfeito com o seu trabalho atual, ou vive se enganando com a ideia que vai melhorar? O seu casamento é algo que te faz bem, ou você acredita que está passando por uma longa e interminável fase ruim? Você vive o que realmente importa, ou acredita que ainda não tem tempo para pensar em si?
Não podemos nos deixar levar por esses dribles instituídos em nossas mentes. Mudar é complicado e exige muita coragem, mas continuar mentindo para o “eu verdadeiro” não fará com que seus problemas sumam ou mudem de figura. É preciso encará-los e tomar fôlego para enfrentar a existência real dos fatos.
Desta forma, não diga que está tudo bem no seu trabalho se não é verdade. Analise o que lhe incomoda, converse com pessoas envolvidas, colegas da mesma área, troque informações com o seu chefe e busque uma solução saudável. Seja real consigo mesmo e procure realizar as atividades que tragam significado pra você. Deixe de lado o receio de que as pessoas irão julgá-lo através de suas atitudes ou mesmo de seu status social. Segundo Aristóteles, “a igualdade é um delírio matemático”. À vista disso, não se engane, somos diferentes e essa é a grande maravilha do mundo.
Comemore essa data, deixe a sua imaginação ir além e aproveite para liberar seus pensamentos. Mas, lembre-se de voltar à realidade para assim, ser sincero consigo mesmo na vida profissional e pessoal todos os dias do ano. O seu eu verdadeiro agradece.
Por: Anderson Cavalcante É administrador de empresas com ênfase em Marketing e MBC pela University of Florida. É empresário e ministra palestra para as maiores empresas do país, que buscam realizar ações lucrativas, porém humanizadas. Foi reconhecido, em 2004, como o palestrante mais jovem do Brasil por realizar palestras para empresários n exterior, no evento Expo Business Japan. É autor dos best-sellers “O que realmente importa?”; “As coisas boas da vida”, lançado também na Europa, entre outras obras produzidas pela Editora Gente. No Brasil, seus livros já venderam mais de 272 mil exemplares. Para mais informações, acesse www.andersoncavalcante.com.br
FAMÍLIA E DIREITOS
A guarda dos filhos
A guarda e visitação dos filhos quando da separação dos pais sempre foi tema polêmico e causador de grandes litígios entre os genitores, inobstante serem os menores as grandes vítimas. Tentativas de sanar tais mazelas surgem eventualmente, como em 2008 com a criação da Guarda Compartilha, através da qual ambos os genitores participam ativamente e da mesma forma em relação à educação, criação e amparo a seus filhos.
Porém, o que se vê, apesar da possibilidade de fixação de tal modalidade, é a preferência de nossos julgadores pela guarda unilateral ou uniparental onde um dos genitores é o guardião e o outro tem o direito a visitação, normalmente parca e com datas e horários rígidos. Enquanto na guarda compartilhada busca-se uma flexibilização das possibilidades de convívio de ambos os pais com a criança, a guarda uniparental engessa o convívio entre eles.
A mais recente e ampla humanização do Direito de Família nos mostra que os pais têm o direito de visitar seus filhos, mas também o dever de fazê-lo. Isso porque esse novo enfoque nos mostra que o filho tem também o direito de ser visitado por aquele que não detém sua guarda. Outra modalidade de guarda, a alternada, também não tem aceitação por parte de nossos julgadores. Seria a criança passar com cada um dos genitores o mesmo período de tempo, de forma idêntica, alternando-se esse convívio mensal, quinzenal ou até mesmo semanalmente. Seria alternar inclusive a moradia dos filhos com um e outro genitor, de forma idêntica. Entende-se que a guarda alternada faz com que a criança perca suas referências de lar, causando-lhe, além disso, desgaste físico e psicológico e eventual prejuízo as suas atividades cotidianas.
Continua prevalecendo, assim, como preferência dos juízes responsáveis por solucionar, apaziguar tais litígios e ânimos, a guarda unilateral ou uniparental. Mas, isso não nos parece adequado e em nítido prejuízo à criança e ao genitor que não é o seu guardião – em 92% dos casos, o pai.
O bem estar da criança, já tão abalado com a ruptura do relacionamento havido entre os pais, é atingido de forma mais agressiva ainda, pela dificuldade de contato com seu genitor não guardião. É sabido, ainda, que a não aceitação da ruptura do vínculo entre os pais, por parte deles próprios, pode implicar em mágoas e desejos de vingança, fazendo com que os filhos sirvam de instrumento para pressão e chantagem.
Não raro o guardião impede a visitação da criança sob as mais diversas alegações com o intuito apenas de vingar-se daquele que já foi seu cônjuge ou companheiro. Quem perde com tais inescrupulosas manobras é a criança. Daí a necessidade de optar-se pela guarda compartilhada que é aquela que melhor assegura direitos a todos os envolvidos na relação pais e filhos. Tem-se como rara a guarda alternada, pelos motivos já expostos.
Ao passo que a unilateral ou uniparental, aquela adotada na imensa maioria dos casos por questões culturais, relacionadas à tradição, mantém-se inabalável, inobstante causadora de dor e sofrimento a todos, em especial aos filhos.
Certamente o tempo demonstrará que a guarda compartilhada é melhor opção a ser feita pelos pais em benefício de todos aqueles que já foram uma família, unidos pelo amor que gerou filhos: os únicos que não podem ser culpados pela separação
Por: Sylvia Maria Mendonça do Amaral é advogada especialista em Direito de Família e Sucessões e sócia do escritório Mendonça do Amaral - sylvia@smma.adv.br
Família e escola, a parceria que dá certo!
A sociedade tem passado por mudanças rápidas, decorrentes de tantas novas informações e avanços tecnológicos, que vêm repercutindo na configuração familiar e no seu processo de interação com a escola. Por diversos motivos, hoje a criança passa cada vez mais tempo na escola e em atividades extracurriculares, e seus responsáveis têm cada vez menos tempo para participar de eventos escolares e raramente acompanham as lições de casa. Com isso, a escola se torna a única responsável pelo desenvolvimento intelectual, social e moral do aluno.
Mesmo assim, podemos dizer que as famílias ainda são a base mais consistente na vida dos alunos e são elas que proporcionam uma relação natural entre as crianças e adolescentes e o ambiente escolar. São as famílias que decidem, desde cedo, o que os filhos precisam aprender e quais instituições devem frequentar.
Mas como fazer com que a escola e a família se tornem parceiras na aprendizagem das crianças? Inicialmente, é indispensável que família e escola entendam claramente que papéis desempenham na vida do aluno e, por isso, é necessário pôr fim à incompreensão das famílias referente à linguagem escolar e aos procedimentos adotados na avaliação de seus filhos, de forma que suas intervenções sejam efetivas e construtivas.
É neste sentido que a relação família-escola ganha força, encontrando o suporte necessário à realização de mudanças que garantam experiências de sucesso acadêmico e social aos alunos. Entendendo a importância desta parceria, a Vitae Futurekids desenvolveu o Pró-Família, baseado num projeto desenvolvido pela Universidade de Harvard, em Boston (EUA), denominado “Havard Family Research Project” e adaptado à realidade brasileira. O conceito orientador do Pró-Família é simples. Ao invés de culpar uns aos outros, professores e pais atuam juntos como parceiros com iguais atribuições e responsabilidades, de maneira a estabelecer relações e construir confiança mútua, utilizando o tempo de convivência para dividir sonhos, expectativas e experiências, visando ao sucesso acadêmico dos alunos. O Programa propõe uma metodologia inovadora de visitas à casa dos alunos, o que auxilia no desenvolvimento de novas redes de sociabilidade e serve para a construção de canais de mediação mais consistentes, em que todos aprendem como partilhar saberes e recursos. Durante as visitas, pretende-se identificar, no ambiente familiar, as raízes das dificuldades de aprendizagem dos alunos, considerando as condições de vida e moradia. Desta forma, contemplam esforços estratégicos para fortalecer o comprometimento da família e da comunidade no apoio do desenvolvimento e aprendizagem dos alunos, ajustando as metodologias educacionais a cada realidade. O sucesso dessa parceria pode ser medido por depoimentos apresentados por quem já participou no Brasil do projeto desenvolvido em Boston. “Os educadores me fizeram sentir como se estivessem lá para ensinar o meu filho. Estão sempre me dando ideias sobre que atitudes tomar. Além disso, percebi que prestam atenção ao que eu digo e isso me fez sentir bem. Eu disse a mim mesmo - eles conhecem meu filho”, afirmou um pai. O professor emenda: “Os resultados dos alunos estão afixados no quadro de avisos e os portfólios de trabalho são dispostos por todo o prédio. Podemos ver que a maioria dos alunos tem bons resultados em línguas estrangeiras, matemática e ciência. Muitos professores acreditam que o sucesso é crédito da parceria estabelecida com os pais.”
*Por: Elisete Baruel é Coordenadora de Educação da Vitae Futurekids
BULLYNG
O bullying é um comportamento que se caracteriza pela ameaça ou agressão.
O bullying é um comportamento que se caracteriza pela ameaça ou agressão (psicológica ou verbal) de forma intencional e repetida e que ocorre sem motivação evidente.
Este comportamento é praticado por um sujeito (designado de bully - valentão) ou por um grupo de sujeitos, com o objetivo de intimidar ou agredir outro sujeito ou grupo de sujeitos. É perpetado por crianças ou jovens que têm, por qualquer motivo, mais força e poder que a vítima.
A escola é um dos lugares onde o bullying é praticado com frequência, uma vez que neste espaço convivem diariamente crianças e/ou adolescentes. Pode ocorrer dentro ou fora da escola, em zonas onde a supervisão adulta é mínima ou inexistente e não está restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana.
O bullying é um problema grave que acontece todos os dias, um pouco por todo o mundo, e que pode levar a vítima à depressão, à perda de auto-estima e, em último caso, ao suicídio conhecido por "bullycide".
Caracterização do bullying
O bullying divide-se em duas categorias:
Bullying direto - é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos; Bullying indireto - conhecido como agressão social, é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido através de várias técnicas (espalhar comentários; intimidar outros que desejam relacionar-se com a vítima; criticar o seu modo de vestir, a sua etnia ou religião, incapacidades).
Existem 5 tipos de atores co-implicados no bullying:
1.Agressor – pretende obter força, poder e domínio; ter fama e popularidade na escola amedrontando os outros; 2.Vítima; 3.Defenders – alunos que defendem as vítimas e são contra o bullying; 4.Bystanders – alunos que presenciam a situação e reforçam positivamente a ação do agressor; 5.Outsiders – alunos que não se manifestam nem de forma positiva nem de forma negativa perante o bullying. A potencial vítima pode ser uma criança ou um jovem que apresente determinada característica que a torne um alvo fácil, como por exemplo, ser mais gorda/magra, gaguejar, usar óculos. Os pais e educadores devem estar atentos a possíveis sinais (fobia à escola, baixo rendimento, depressão, baixa auto-estima, etc.) que possam surgir por parte dos filhos ou alunos. O bullying não deve ser confundido com as brincadeiras que normalmente acontecem na infância e adolescência.
Técnicas de bullying
Os bullies combinam a intimidação e a humilhação para atormentar os outros. Por exemplo: Roubar e/ou danificar objetos pessoais de uma pessoa, como livros ou material escolar, roupa. Espalhar rumores e comentários negativos sobre a vítima (trocar e passar mensagens ou bilhetes falando mal da pessoa em causa); Fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando-a; Fazer comentários negativos sobre a família da pessoa, sobre a sua aparência pessoal, orientação sexual, religião, raça, nível de vida, nacionalidade… Levar a vítima ao isolamento social; Praticar o cyberbullying (criar páginas falsas sobre a vítima em variados sites); Fazer chantagem; Utilizar expressões ameaçadoras; Chamar nomes aos colegas; Agredir física e/ou verbalmente colegas, de forma sistemática e prolongada no tempo; "Fazer chacota" (cochichar) continuamente sobre a vítima; Tirar bens aos colegas (dinheiro, objetos pessoais...).
Efeitos do bullying
Quando praticado de forma persistente pode ter um ou vários efeitos no sujeito e/ou no ambiente onde ocorre.
Efeitos sobre o sujeito:
Ansiedade Sensibilidade a determinadas brincadeiras Perda de auto-estima Tristeza e irritação Medo de expressar emoções Problemas de relacionamento Abuso de drogas e álcool Auto-mutilação e mesmo suicídio (bullycídio)
Efeitos no ambiente escolar:
Níveis elevados de abstinência escolar Alta rotatividade do quadro de pessoal Desrespeito pelos professores Número de faltas elevado Porte de arma por parte de crianças com o objetivo de se protegerem
Quais são as consequências do Bullying sobre o ambiente escolar?
Quando não existe uma intervenção efetiva contra o bullying, o ambiente escolar torna-se problemático. Todos os intervenientes no espaço escolar são (sem excepção) afetados de forma negativa, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo que poderão desencadear outros ainda mais graves para a sociedade, como o abandono escolar, doenças psico-sociais..
Para a eliminação da violência na escola, devem ser criadas e tomadas as medidas necessárias por parte das entidades responsáveis. Quando são bem aplicadas e é envolvida toda a comunidade escolar, contribuem para o convívio saudável e equilibrado, ou seja, para a formação de uma cultura de não-violência na escola, e de uma forma mais geral, na sociedade.
O céu turbulento da demissão
Indicado na categoria de melhor filme para o Oscar 2010, o filme “Amor Sem Escalas” traz – de forma inteligente – uma série de questões que estão na pauta da vida moderna: equilíbrio entre carreira profissional e vida pessoal; opção pelos relacionamentos fugazes ou estáveis; a permanente crise do emprego; a ascensão da mulher no mercado de trabalho; e o impacto das novas tecnologias no cotidiano empresarial.
O filme se baseia na rotina de um executivo sênior de uma empresa especializada em realizar demissões para seus clientes. Ele viaja o país para cumprir essa missão ingrata, mas que ele executa com tranquilidade e objetividade.
O processo de demitir alguém é sem dúvida um dos mais difíceis e penosos da carreira de um executivo. Ainda que um profissional experiente possa ter realizado várias ao longo da sua vida, cada demissão continua sendo um momento extremamente estressante, inoportuno e desagradável. Mesmo tendo sido resultado de uma decisão estudada, fruto de uma avaliação profunda de desempenho daquele profissional, o ato de demitir é bastante complexo.
Tão difícil quanto necessário em vários momentos, o processo de demissão deve levar em conta dois princípios básicos: a objetividade — por ser um momento extremamente sensível para as duas pessoas, o mais indicado é ser direto, sem rodeios e com justificativas claras; e a sinceridade — envolve citar o motivo real da demissão e não o mais fácil de explicar (corte de custos e reestruturação, por exemplo). Isso só atrapalhará a carreira do demitido, pois você pode transformar esse momento delicado em uma oportunidade de feed back sincero, contribuindo para o futuro profissional dele.
A tendência natural do ser humano é evitar ou adiar um acontecimento desagradável. Como profissionais, nos deparamos com esse tipo de situação a todo o momento, e o melhor é encará-la e enfrentá-la da melhor forma possível. Ao avaliar profundamente a real necessidade de demitir um profissional, e ao fazer o processo pessoalmente por quem o contratou, o executivo está garantindo o aspecto mais fundamental que um ato desses deve permear: respeito por quem está do outro lado.
Por:Fernando Trevisan, diretor geral da Trevisan Escola de Negócios.
E-mail: fernando.trevisan@trevisan.edu.br
O feminino e a liderança natural
Para este dia internacional das mulheres pensei em trazer algo que possa despertar não somente as mulheres, mas também os homens para a consciência do feminino. Então, resolvi abordar um assunto que ainda é envolvido por muitas idéias controversas e que ainda é quase um tabu, que é a liderança feminina.
Em épocas ancestrais, nas várias sociedades e povos desse tempo remoto, as mulheres sempre exerceram papéis importantes e de liderança, onde era profundamente reconhecida e respeitada pelos seus potenciais e por suas sabedorias naturais, por isto também eram tidas como sagradas. Porém, com o passar do tempo, muitas coisas mudaram em relação à imagem das mulheres e principalmente em relação ao reconhecimento de seus potenciais, onde passou de sábia para ignorante, de capacitada para incapacitada de líder para submissa, de sagrada para profana. Desde então, muitas situações aconteceram em relação às mulheres que determinaram sua triste trajetória histórica e principalmente, determinaram a perda do referencial feminino que se estendeu para a consciência coletiva planetária.
Algumas das sabedorias ancestrais ainda se mantiveram através dos tempos numa heróica tentativa de ensinar sobre o feminino e sobre a verdadeira capacidade da mulher, porém algumas somente trouxeram a expansão da ignorância arrogante sobre o feminino. O mito de Adão e Eva, por exemplo, é um desses casos onde a mulher, desde então, tem carregado o estigma da Eva que a tornou, principalmente no mundo ocidental, um ser inferior e também desqualificado em relação a tomar decisões, pois afinal ela foi a responsável pela perda do paraíso, o que determinou que toda a humanidade se privasse de uma vida paradisíaca, livre de pecados e de sofrimentos. De acordo com este mito, após ter sido expulsa do paraíso pela autoridade divina, Eva se tornou a mãe-primeira da qual “todos” nós descendemos. Porém, aprendemos, acreditando ou não na existência real desta história, a compreender Eva como um ser desobediente, sedutora, traidora, fraca e sem personalidade, pois afinal ela se deixou levar pela tentação da serpente, desobedeceu a um comando superior e seduziu Adão, que era sua origem e que confiava plenamente nela, causando o prejuízo máximo: a perda do paraíso para ambos e para todos nós seus descendentes. Que situação horrível esta de Eva, não é mesmo?
Aparentemente, este mito que não é cultural em todas as sociedades e que parece ser uma lenda do passado já esquecida, traduz muitas crenças e valores negativos e preconceituosos sobre a imagem da mulher e sobre sua real capacidade de se conduzir e de ser conduzida, qualidades essenciais num verdadeiro líder. Outro ponto fundamental desta correlação entre o mito da Eva e a imagem do feminino é a idéia de que ela usou mal sua inteligência, conferindo-lhe a imagem de ser “burra”, “cega”, pois trocou o paraíso eterno pela vida material passageira. Esta história ainda traz a não confiabilidade da mulher em seguir comando, e que, portanto, não serve para estar no comando, sem contar que a mulher é fraca e se deixa levar por ilusões que acabam dando sérios prejuízos.
Estas poucas comparações entre esse mito tão ultrapassado, pois afinal quem acredita em Adão e Eva, e as crenças e imagens sobre as mulheres nos mostra que ainda nos tempos atuais, pouco se confia nas mulheres, pouco é reconhecido sua capacidade para liderar, pois, as pesquisas nos mostram um índice muito pequeno de mulheres exercendo cargos de lideranças nas várias áreas de nossa sociedade. Será que ainda há no inconsciente coletivo a idéia de que as mulheres realmente vieram da constela de Adão? Será que ainda se sustenta a visão de que as mulheres são fracas, perdem o foco com facilidade e desviam seus objetivos causando sérios prejuízos? Será que ainda se acredita em Adão e Eva?
Sejam quais forem as respostas é premente a necessidade de mudança nos valores de referências em relação à liderança feminina, pois não podemos e não devemos nos sustentar em nada que potencialize a “quase exclusão” das mulheres nas várias lideranças, pois caso contrário, estaremos determinando que tudo continue seguindo uma mesma linha de pensamento, de escolhas e de decisões em relação à nossa evolução existencial, pois antes do adjetivo classificativo “mulher” existe a essência do “ser” que é a mulher.
Penso que já se evoluiu muito em relação à situação planetária das mulheres, porém, ainda há muito que evoluir, pois a realidade das mulheres no coletivo planetário nos mostra que há muita diversidade nas condições humanas, que são as básicas, onde vemos sociedades mantendo “suas” mulheres num sistema desumano de existência, onde as mulheres são como coisas que são usadas e descartadas, sacos de pancadas, robôs para trabalho, máquinas de produção de filhos, dentre outras situações deprimentes. Penso, ainda, que aqui no Brasil nós mulheres temos uma grande condição para nos manifestar como força feminina a altura de qualquer sistema de avaliação de quesitos para sermos verdadeiramente uma força significativa na liderança nas várias áreas de nossa sociedade.
Há, contudo, algo muito sério nesta situação que diz respeito diretamente a nossa auto-imagem: nós mulheres necessitamos agir, pensar, manifestar nossos talentos, nossa força pessoal e coletiva como mulheres. Para isto, é necessário que seja resgatado o universo feminino que se encontra literalmente misturado com o universo masculino, para podermos desenvolver uma percepção e uma compreensão livre de poluições sobre o que é ser mulher, como é nossa força feminina, quais são nossos talentos, como nós somos verdadeiramente somos.
Agora vou adentrar a um foco que muito me ensinou e me ensina sobre o universo feminino, que é a mãe-natureza. Estudando profundamente a natureza e as leis naturais pude compreender que ela é chamada de mãe por sua essência possuir uma capacidade gestadora. Isto também me levou a compreender que a natureza sendo mãe é feminina e que o principio feminino é gestador, e que, portanto é a origem de tudo que reconhecemos por vida nas suas várias formas de apresentações. Desta forma, seguindo este raciocínio pude compreender ainda, que sem a força da essência gestadora nada existiria, ou seja, sem a mãe-natureza nem nós poderíamos ser aqui neste Planeta e que, portanto é nossa origem indiscutível da qual parte o comando de nossas existências, pois afinal sem natureza da para sobrevivermos?
Sendo o comando natural feminino, por que será que as mulheres ainda não se deram conta do tamanho de sua força de liderança? Por que as mulheres foram trilhando um caminho de valores e crenças que sempre a lideraram, quando ela deveria liderar, pois sendo mulher é como a mãe-natureza é liderança natural. Desta forma, sinto que as mulheres necessitam entender um pouco da mãe-natureza, para também poderem aprender com ela seu sistema de gestão e de liderança, pois em essência nós mulheres somos potencializadas em nossa capacidade de gestar e de parir nossas idéias, nossas ações, nossas lideranças, pois esta força gestadora nos capacita para construirmos tudo o que necessitamos.
As mulheres, de acordo com a visão gestadora, a que segue as leis naturais, são mais acolhedoras, reunidoras, possuem maior visão da parte e do todo, são mais focadas, sustentadoras dos focos, mais flexíveis, procuram compreender as situações nas suas varias dimensões, é condutora, precipitadora, possui um sentido muito apurado de percepção que lhe dá condições de ver mais longe, mais profundo e por antecipação o que lhe confere a fama de ter um sexto sentido, ou seja, um sentido além. Isto se dá em razão das mulheres terem a capacidade de percepção por áreas não comumente usadas em nosso cérebro, como por exemplo, o hemisfério direito e a glândula pineal que são áreas de menor atividade se comparada ao hemisfério esquerdo.
Pelas leis naturais o feminino é a origem, portanto é a liderança onde a mulher é sua extensão mais próxima, pois é dotada de todas as capacidades que a natureza da mãe-natureza é em essência. Desta forma, compreendo que as mulheres devem retornar ao seu verdadeiro papel de ser mulher na essência feminina e líderes naturais.
Ramy Arany, co-fundadora do Instituto KVT e do Instituto KVT, Desenvolvimento da Consciência Empresarial, assistente social, fundadora e desenvolvedora da linha terapêutica da cura pela consciência gestadora, fundamentada nas leis naturais. Há oito anos atua, diretamente, com mulheres no resgate do feminino através da consciência gestadora. Escritora lançou o livro Eternamente Ísis – O retorno do feminino ao Sagrado e o livro Visão Gestadora – A Visão em Teia, Ed. KVT.
Blog:http://super-blog.zoha.com.br/na-teia-com-ramy-arany/ Site: www.diadamulher.kvt.org,br
O dia internacional das mulheres e a nova era do feminino
O dia internacional das mulheres é um dia muito especial para nós mulheres, pois pessoas muito importantes representantes de todas as áreas das sociedades mundiais se reúnem para discutirem sobre muitas situações que envolvem as várias condições das mulheres no mundo inteiro. Muitas questões profundas em relação aos direitos da mulher surgiram nestes encontros internacionais e este dia, sem dúvida alguma é necessário para o avanço da evolução da mulher em contexto mundial.
Enquanto, porém, as questões sócio-econômicas-trabalhistas e culturais que envolvem as mulheres do mundo inteiro estão sendo avaliadas e discutidas é importante que sejam, também, transmitidas novas idéias sobre o ser mulher e sobre o feminino como uma consciência e não somente como coisas do universo das mulheres.
Como terapeuta comportamental trabalho com a consciência das mulheres, justamente na questão da construção de um novo comportamento feminino onde é desenvolvida também, uma nova visão do feminino como sendo uma consciência e não somente assuntos referentes ao universo das mulheres, como por exemplo: as tendências da moda; a sexualidade feminina; os vários papéis exercidos pelas mulheres; a saúde da mulher; como lidar com a TPM; com a gravidez; com filhos; com a jornada dupla de trabalho; o que as mulheres mais gostam; dicas de beleza dentre outros conteúdos tanto profundos quanto superficiais.
Os meios de comunicações e as mídias superlotam de informações sobre estes conteúdos considerados femininos, trazendo opiniões de especialistas e pessoas de diversas áreas que muitas vezes acabam também por confundir a compreensão, pois em alguns pontos acabam por serem divergentes deixando para as mulheres a escolha do que acham que é melhor. Porém, sinto que somente isto não basta para que a imagem do feminino, bem como das mulheres sejam transformados em uma nova visão, pois estas informações trabalham estes conteúdos de fora para dentro quando estes devem ser compreendidos de dentro para fora.
Penso que para que haja transformação é necessário haver mudanças de pontos referenciais que são nossas crenças e valores que influenciam nossa visão sobre as mulheres e sobre o feminino. Estes pontos de referências também têm a ver com a visão das próprias mulheres sobre si mesmas bem como para com o feminino.
Pesquiso o feminino há aproximadamente oito anos e vejo como as crenças negativas sobre o ser mulher ainda se encontra muito enraizadas influenciando a visão tanto das mulheres quanto dos homens sobre o feminino. Este ainda é muito desacreditado por ambos os universos e principalmente pelas próprias mulheres que acreditam que ser mulher é: difícil; é sofrimento; que a força feminina é fraca; que ser mulher é ser menos na sociedade; que força é a dos homens; que a mulher não é confiável; que é muito ruim trabalhar com mulher; que mulher é problema; menstruar todo o mês é problema; a menopausa é problema; que a mulher é obrigada a trabalhar muito mais que os homens, em fim, que por tudo isto ser mulher é realmente ruim. Por outro lado, também existem as que fazem frente contrária trazendo a crença da superioridade feminina e a da igualdade com os homens em todos os sentidos.
Penso que nenhuma destas crenças traduz verdadeiramente a potência do que é ser mulher, pois se encontram em posições opostas que confundem a compreensão do feminino como sendo uma consciência mantendo apenas as velhas crenças duais referentes ao ser mulher, ou seja, mantém a velha visão. É preciso mudar as origens de referências, pois, do contrário continuaremos a discutir sobre os mesmos problemas ano após ano no dia internacional das mulheres.
Porém, nós nos encontramos numa nova era do feminino onde as mulheres novamente se encontram com a oportunidade de retornarem à sabedoria natural, ou seja, a sabedoria da mãe natureza para despertarem o poder gestador interno e, assim, praticarem o feminino como uma consciência e não somente como o jeito de ser das mulheres. Para isto as mulheres necessitam reaprender a serem mulheres e realizarem todas as ações como força feminina e não mais seguindo o modelo masculino de força que as torna mulheres por fora e homens por dentro.
As mulheres possuem uma grande capacidade natural de observação de foco, do que é mais essencial ou importante sem perder, contudo a visão do todo. Com isto, as mulheres também são mais capacitadas para realizarem várias funções ao mesmo tempo, que são os vários papéis, como por exemplo: ser profissional seja o cargo que exercer; ser dona de casa; ser mãe; ser filha; ser esposa dentre outros.
As mulheres são naturalmente mais sustentadoras, pensam mais antes de agirem principalmente porque ponderam mais, devido a pensarem não somente num ponto apenas, mais observarem o todo da situação. As mulheres são também bastante nutridoras, ou seja, têm a tendência de fazer as coisas com maior atenção colocando suas energias em tudo o que fazem.
Penso ainda, ser muito importante que as mulheres que se encontram à frente da liderança feminina que façam esta liderança acontecer através de novos valores que realmente sustentem o feminino nesta nova visão. É necessário mudar as origens de referências em relação à compreensão do ser mulher e da verdadeira missão da mulher frente à nova era do feminino. Está na hora de sustentar o feminino como a verdadeira potência de ser mulher: a potência natural gestadora que é capaz de construir e movimentar toda a existência.
A nova era do feminino está nas mãos das próprias mulheres que são as únicas que podem construí-la e assim conduzi-lo de volta à sua origem como sendo uma consciência.
Ramy Arany, co-fundadora do Instituto KVT e do Instituto KVT, Desenvolvimento da Consciência Empresarial, assistente social, fundadora e desenvolvedora da linha terapêutica da cura pela consciência gestadora, fundamentada nas leis naturais. Há oito anos atua, diretamente, com mulheres no resgate do feminino através da consciência gestadora. Escritora lançou o livro Eternamente Ísis – O retorno do feminino ao Sagrado e o livro Visão Gestadora – A Visão em Teia.
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Chuvas, alagamentos e lixo
As chuvas intensas têm causado estragos de grandes proporções, como alagamentos, enchentes, deslizamentos em vários Estados, além de doenças. As regiões Sul e Sudeste estão entre as mais afetadas. Só a cidade de São Paulo registra em janeiro o mês mais chuvoso em 60 anos, de acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). Todos os problemas causados pela chuva são ainda mais agravados quando falamos no lixo nas ruas, que entopem bueiros e geram grandes alagamentos.
Nesse período de caos, basta olhar os rios e córregos que transbordam sujeira, especialmente sacolas plásticas e garrafas pet. A conseqüência do descarte incorreto é o entupimento das galerias pluviais urbanas, que impede que a água escoe livremente. Assim, é comum acontecer alagamentos próximos aos locais com pouco escoamento das águas da chuva. Para piorar, doenças como a leptospirose também é freqüente nas regiões afetadas.
Em seminários de que participo, tenho sempre discorrido sobre o papel que cada um de nós, cidadãos, governantes e empresas, devemos ter. Não é um trabalho individual, mas em conjunto; é uma cadeia. Porém, é verdade, as ações precisam começar individualmente.O start pode ser feito dentro da sua casa, no manejo do lixo orgânico, na separação dos materiais para reciclagem, no consumo consciente.
Você acha que está fazendo sua parte? Vejamos. Quando você vai ao supermercado, por exemplo, carrega uma sacola reutilizável (de pano) na bolsa ou no carro para fazer as pequenas compras? Na farmácia, dispensa um saquinho na hora de guardar uma cartela de comprimidos? Se sua resposta for não, sugiro uma reflexão. Só use as sacolas quando for realmente necessário. Elas são muito úteis e práticas, mas devemos consumir de forma consciente e sem desperdício.
No curto prazo, podemos pensar – e exigir – políticas públicas consistentes para promover a reciclagem, que evitariam tanta sujeira nas ruas e rios durante as chuvas. Como a reciclagem parece não decolar de vez no Brasil, outra alternativa seria o uso de sacolas reutilizáveis, que dispensa a sacolinha plástica. Outros materiais que têm sido adotados em grande escala no mundo são as embalagens biodegradáveis (de origem orgânica como amido de milho e mandioca, destinadas à compostagem) e as oxi-biodegradáveis (com aditivo que acelera o tempo de degradação do plástico).
Todas essas escolhas são um primeiro passo para a redução dos plásticos na natureza. A ideia, claro, não é acabar com os plásticos, mas sim, criar uma consciência nas pessoas e nas indústrias quanto à utilização e descarte. O exemplo cabe a cada um de nós. Dizer que o problema do lixo é só do prefeito da nossa cidade é um grande equívoco. Hoje já existem alternativas para amenizar o excesso do consumo do plástico ou combater seu descarte no meio ambiente. Qualquer opção que for escolhida por você, acredite, fará uma grande diferença.
Por: Eduardo Van Roost diretor da Res Brasil, empresa especializada em embalagens com ciclo de vida útil controlado
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